A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) na vida cotidiana não é apenas uma inovação tecnológica. Ela também está moldando nossas interações sociais e afetivas de maneiras que desafiam nossa compreensão sobre o que significa ser humano. Mas, antes de entrar nesse aspecto, importante destacar que, no Brasil, de forma muito rápida, a IA ganha cada vez mais adeptos.
Prova disso, inclusive, está em uma pesquisa recente do Observatório Fundação Itaú e Datafolha.
O estudo, intitulado Consumo e Uso de Inteligência Artificial no Brasil, analisa o consumo, uso e as percepções da população brasileira em relação à IA. Ele leva em consideração aspectos como frequência de uso, impactos no trabalho e na saúde mental. Bem como expectativas sobre o futuro e as diferentes interpretações entre grupos sociais.
Fato é que, no Brasil, a maioria das pessoas já teve contato com o conceito de Inteligência Artificial (82%). Por consequência, mais da metade (54%) consegue entender o que o termo significa. Somente 18% nunca ouviram falar. Outro dado importante é que 46% das pessoas não compreendem seu significado. Entretanto, mesmo assim, 93% dos entrevistados utilizam alguma ferramenta que incorpora essa tecnologia.
Mais jovens = mais IA
O estudo também revelou que a utilização é mais comum no cotidiano dos mais jovens, daqueles com maior nível educacional e das classes econômicas mais altas. Veja abaixo alguns insights:
Consumo e IA
Laura Hauser, pesquisadora da PUC-SP.
No contexto da defesa do consumidor, esses dados trazem à tona algumas questões fundamentais. Entre elas, destaque para a qualidade das relações que estabelecemos – tanto com produtos e serviços quanto entre nós mesmos. O alerta vem de Laura Hauser, pesquisadora do Departamento de Comunicação e Semiótica da PUC-SP. Ela também atua como curadora do Knowledge Exchange Sessions (KES), plataforma de troca de conhecimento, inovação e criatividade para executivos.
Laura está na vanguarda desse debate, investigando como a IA não apenas simula conexões emocionais, mas também as redefine.
Formada em História pela Universidade Panthéon-Sorbonne e mestre em Sociologia da Cultura pela Universidade Sorbonne-Nouvelle, ela é especialista em “Tecnologia de Mercado na Era Digital” pelo Instituto Holon de Tecnologia de Israel. Seu foco de ação está em compreender a complexa relação entre tecnologia, afetos e convivência social. Inclusive, esse é o tema de seu doutorado.
Conectado e solitário
Seu trabalho revela a inquietante realidade de um mundo cada vez mais conectado, mas paradoxalmente mais solitário. Em suas pesquisas, inclusive, Laura aponta que muitas pessoas estão buscando na IA soluções para a solidão, recorrendo a máquinas para o que deveria ser um espaço de interação humana, como amizades, relacionamentos e até mesmo terapia.
Nesse contexto, um dado alarmante que surge na pesquisa do Observatório Fundação Itaú é que 45% das pessoas já utilizaram IA para auxiliar na saúde mental de alguma forma. Dessas, a maioria sentiu que IA ajudou a lidar com questões de saúde mental.
Esse fenômeno não é isolado; basta conferirmos os relatos de casamentos com robôs, principalmente em países asiáticos. Para os adolescentes, a situação é ainda mais intrigante, com três em cada quatro considerando a possibilidade de relações sexuais com robôs. Esses dados não apenas evidenciam a mudança nas dinâmicas sociais, mas também levantam importantes questões sobre o que isso significa para a empatia e a convivência comunitária.
O paradoxo da relação com IA
Laura provoca reflexão ao afirmar: “Vivemos um paradoxo: temos milhares de amigos online, mas relações cada vez mais frágeis.” Isso nos leva a questionar o papel da IA. E a pergunta que fica é: até que ponto ela deve ser utilizada como companhia? “Embora a IA possa simular o afeto, ela não o sente. Em síntese, esse uso crescente de tecnologias para preencher lacunas emocionais pode levar a uma substituição preocupante de vínculos humanos genuínos por interações artificiais. Por consequência, isso nos força a reavaliar os limites do que consideramos relacionamentos.”
A pesquisadora enfatiza a importância de desenvolver habilidades humanas em vez de tratá-las como competências replicáveis por máquinas. “Essa abordagem se torna crucial em um cenário no qual as empresas adotam a IA como parte central de suas operações. Logo, as implicações éticas do uso da tecnologia precisam ser levadas em conta”.
Em seus escritos, Laura também se debruça sobre como as expectativas de conveniência e personalização criadas pela tecnologia afetam a paciência e a empatia nas relações humanas. Em seu artigo Da ferramenta ao afeto: os relacionamentos com a IA e o mercado da solidão, ela explora como a busca por soluções rápidas pode prejudicar nossa capacidade de construir laços significativos. E o humor nas redes sociais revela-se um sintoma das contradições da vida corporativa contemporânea, mostrando que as interações digitais frequentemente servem como um mecanismo de defesa contra a solidão.
Demandas urgentes
Com um olhar atento às interseções entre a academia, o mercado e a cultura, Laura Hauser levanta questões urgentes sobre como a Inteligência Artificial não apenas transforma a forma como consumimos, trabalhamos e nos comunicamos, mas também redefine nossas expectativas afetivas e sociais. “Em um mundo onde a IA se torna cada vez mais presente, a defesa do usuário de IA se torna crucial, pois é necessário garantir que as tecnologias não apenas atendam às necessidades de conveniência, mas também respeitem a complexidade das relações humanas.”
Laura ainda salienta que analisar o impacto da IA nas relações humanas não é apenas uma análise acadêmica; é um chamado à reflexão sobre o que significa ser humano em uma era dominada pela Inteligência Artificial. “Afinal, enquanto buscamos conforto e companhia nas máquinas, não devemos esquecer a importância de cultivar e proteger nossos vínculos humanos, que são fundamentais para uma convivência social saudável e empática”, pontua a especialista.
IA e regulamentação
Riadis Dornelles, vice-presidente. da ANPB.
À medida que a sociedade se torna mais dependente dessas tecnologias, é essencial garantir que a informação sirva ao bem coletivo e que a convivência social se mantenha harmoniosa. Essa é a visão de Riadis Dornelles, vice-presidente da Associação Nacional de Publishers do Brasil (ANPB). Portanto, em seu parecer, a regulamentação da IA não é uma simples questão burocrática; trata-se de um esforço necessário para navegar em um cenário cujas regras ainda não compreendemos completamente.
Dornelles, CEO da PremiumAds para a América Latina, destaca que, assim como a Revolução Industrial transformou a forma como trabalhamos e vivemos, a atual revolução tecnológica está redefinindo áreas como a criação, as decisões e a linguagem – aspectos que antes eram considerados exclusivamente humanos. Com a IA, surge a tentação de delegar responsabilidades a máquinas, mas ele ressalta que isso não pode acontecer. “A IA deve ser uma ferramenta. E nunca o árbitro final da verdade.”
Direitos fundamentais
O especialista alerta para os riscos de abraçar respostas imediatas e a eficiência absoluta sem supervisão. Se não formos cuidadosos, podemos acabar sendo guiados por sistemas que não têm responsabilidade a prestar. Para ele, regular a IA é, portanto, uma forma de proteger os fundamentos da vida em sociedade.
Além disso, ele observa que a IA é mais como um organismo em aprendizado do que uma simples ferramenta. Embora nunca se iguale à mente humana, já possui habilidades que muitas vezes superam as nossas. “Ocorre que, com os avanços nas redes neurais e os investimentos bilionários no setor, a urgência da regulamentação se torna ainda mais evidente. Sem um sistema que garanta transparência, explicabilidade e reversibilidade, corremos o risco de viver em um ecossistema no qual algoritmos tomam decisões por nós sem prestar contas”, enfatiza Riadis Dornelles.
Por fim, ele vê a regulação como uma bússola a guiar os consumidores de IA nesse novo cenário, em vez de ser vista como um obstáculo. “Em síntese, o consumo crescente de IA entre os brasileiros exige que tomemos essas discussões a sério, para que possamos moldar um futuro no qual a tecnologia e a sociedade coexistam de forma equilibrada.”
O post IA e o novo paradigma das relações humanas: o impacto na vida do consumidor apareceu primeiro em Consumidor Moderno.
Você é um redator SEO especialista em varejo brasileiro. Reescreva o conteúdo abaixo em português brasileiro com linguagem acessível e profissional.
REGRAS OBRIGATÓRIAS:
– Mínimo 600 palavras
– Frases com no máximo 25 palavras
– No mínimo 25% de palavras de transição (portanto, além disso, no entanto, assim, dessa forma, por isso, contudo, todavia, em seguida, finalmente, por outro lado, inclusive, ou seja, de fato, ainda assim, ademais, consequentemente)
– Voz ativa em 90% do texto
– Estrutura HTML com H2 e H3 organizados
– Palavra-chave repetida estrategicamente
– Seção FAQ no final com exatamente 4 perguntas e respostas sobre o tema
Conteúdo original:
Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
Dificuldade de controle financeiro;
Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro; Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
Conveniência;
Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
Taxas para o lojista;
Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
Segurança;
Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
Liquidação imediata;
Baixo custo;
Alta adesão do público.
Desvantagens:
Dependência de tecnologia;
Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
Agilidade;
Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
Inclusão financeira;
Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
Prazo de compensação;
Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
Faça uma segunda revisão do conteúdo abaixo garantindo OBRIGATORIAMENTE que 25% ou mais das palavras sejam de transição, 90% das frases estejam na voz ativa e nenhuma frase tenha mais de 25 palavras. Mantenha toda a estrutura HTML e o FAQ. Retorne apenas o conteúdo revisado sem comentários:
Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
Dificuldade de controle financeiro;
Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro; Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
Conveniência;
Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
Taxas para o lojista;
Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
Segurança;
Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
Liquidação imediata;
Baixo custo;
Alta adesão do público.
Desvantagens:
Dependência de tecnologia;
Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
Agilidade;
Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
Inclusão financeira;
Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
Prazo de compensação;
Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.
O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.
Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.
Programação inclui convenção e debates sobre gestão
Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.
O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.
Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.
Conteúdo técnico aborda varejo e legislação
A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.
O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.
Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.
A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.
Gastronomia e políticas públicas em destaque
Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.
Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.
A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.
Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood
Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.
Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.
2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.
Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.
É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.
A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.
Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.
E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.
Boa semana!
Leia também: Uma guerra no meio do caminho
(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.