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Natal Boticário 2025: Experiências Imersivas, Aromas Icônicos e Inovação no Atendimento

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Natal Boticário 2025: Experiências Imersivas, Aromas Icônicos e Inovação no Atendimento

O Natal Boticário 2025 e a força das experiências sensoriais

O Natal Boticário 2025 reforça a união entre emoção, inovação e presença física. Além disso, a marca ampliou experiências sensoriais em várias cidades. Assim, cada ativação fortaleceu o vínculo afetivo com consumidores e destacou o valor de presentear com intenção.

O uso estratégico de aromas reconhecidos tornou cada ambiente marcante. Dessa forma, a campanha ganhou profundidade emocional e ampliou o impacto das ações presenciais.


Ativações em aeroportos: encantamento imediato

O Boticário criou surpresas em aeroportos movimentados. Portanto, as ativações alcançaram milhares de viajantes em Guarulhos, Curitiba e Medellín.

Distribuição de kits e vales-presente

A marca distribuiu mais de 6 mil kits e vales-presente nas esteiras de bagagem. Como resultado, a experiência gerou surpresa positiva e grande repercussão orgânica. Além disso, o gesto reforçou a proximidade emocional típica do Natal Boticário 2025.


Experiências imersivas no Rio: aroma, luz e inovação

O Rio recebeu instalações que integraram aroma, luz e design. Assim, o público vivenciou ambientes criados para estimular memória afetiva e encantamento.

Lagoa Rodrigo de Freitas: atmosfera sensorial completa

A instalação da Lagoa uniu iluminação elegante, cores suaves e fragrâncias icônicas. Além disso, aromas como Lily, Floratta Blue, Egeo e Malbec reforçaram a identidade olfativa do Boticário. Dessa forma, os visitantes reconheceram a marca antes mesmo de visualizar a cenografia.

Metrô de Botafogo: interação para o público urbano

O metrô recebeu ambientação temática, brindes e espaços para fotos. Assim, a marca transformou o trajeto diário em uma experiência sensorial simples e acolhedora.


A presença do Boticário em várias cidades brasileiras

A campanha se expandiu para capitais e cidades do interior. Portanto, o público encontrou árvores de Natal, caixas gigantes e túneis de luz inspirados na campanha “Presenteie com Amor”. Esses elementos reforçaram unidade estética e ampliaram a presença do Natal Boticário 2025 em todo o país.


Lançamentos e produtos que marcaram a temporada

Perfume Hadiya: fragrância com toque árabe

O perfume Hadiya surgiu após a alta busca global por perfumes orientais. Assim, o Boticário aproveitou o interesse crescente e lançou uma fragrância sofisticada, alinhada ao comportamento atual do consumidor.

Kits com linhas icônicas do Boticário

Os kits especiais destacaram Floratta, Lily, Egeo e Malbec. Além disso, as embalagens temáticas reforçaram o valor emocional do presente e aumentaram o engajamento visual nas lojas.


Atendimento ao cliente: experiência ampliada

O atendimento ganhou mais profundidade no Natal Boticário 2025. A marca investiu em personalização e em orientações sensoriais detalhadas.

Consultores especializados em perfis olfativos

Os consultores receberam treinamentos que reforçaram:

  • entendimento de preferências

  • explicação simples de notas aromáticas

  • criação de kits personalizados

  • orientação sensorial com testes e comparações

Assim, a experiência ficou mais humana e intuitiva.

Atendimento omnichannel integrado

O Boticário também fortaleceu a integração entre lojas e aplicativo. Portanto, o cliente pôde testar fragrâncias presencialmente e finalizar pelo digital. Assim, a jornada ficou mais fluida e eficiente.

Atendimento emocional e acolhedor

Os atendentes reforçaram o sentido afetivo de presentear. Além disso, ajudaram consumidores a escolher fragrâncias que transmitiam mensagens pessoais. Dessa forma, o atendimento se tornou mais significativo.


Estratégia, varejo e sustentabilidade

Lojas físicas em posição estratégica

As lojas seguiram essenciais para a experiência sensorial. Além disso, o atendimento consultivo reforçou valor e confiança durante o Natal Boticário 2025.

ESG e compromisso socioambiental

A empresa manteve ações sustentáveis e sociais. Portanto, a marca segue entre as mais responsáveis do setor de beleza.

Ampliação do ecossistema de beleza

A aquisição da Truss Professional fortaleceu a presença da marca no segmento capilar e ampliou o portfólio.


FAQ sobre o Natal Boticário 2025

1. Quais foram os maiores destaques do Natal Boticário 2025?

As experiências sensoriais, as ativações em aeroportos e os novos kits foram os principais destaques.

2. Quais fragrâncias ganharam mais destaque nas ativações?

Aromas como Lily, Floratta Blue, Egeo e Malbec marcaram a identidade sensorial da campanha.

3. O que diferencia o perfume Hadiya?

Hadiya segue a tendência de fragrâncias com toque árabe, alinhada ao crescimento global desse estilo.

4. O atendimento ao cliente mudou em 2025?

Sim. O atendimento ficou mais consultivo, sensorial e integrado ao digital.

Imagem: Pinterest

Por: José Marques

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O que empresas realmente fortes do varejo fazem diferente — e por que isso importa

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O que empresas realmente fortes do varejo fazem diferente — e por que isso importa

No varejo, tamanho não é sinônimo de força. Algumas empresas crescem rápido, mas poucas constroem relevância duradoura. As organizações que se destacam de verdade têm algo em comum: elas tomam decisões estruturais antes que o mercado seja obrigado a fazê-lo.

Um exemplo emblemático é o Magazine Luiza, que deixou de ser apenas uma rede varejista para se tornar um ecossistema de negócios. Mais do que vender produtos, a empresa reposicionou seu papel no mercado — e esse movimento diz muito sobre o varejo contemporâneo.

Estratégia antes da moda

Enquanto muitos varejistas correram para o digital de forma reativa, o Magalu tratou tecnologia como estratégia central, não como complemento. A digitalização veio acompanhada de mudança cultural, investimento em pessoas e integração real entre canais.

Isso revela uma lição clara: empresas fortes não seguem tendências — elas constroem capacidades.

O varejo como plataforma

Ao atuar como marketplace, meio de pagamento, canal logístico e hub de serviços, a empresa entendeu algo fundamental: no varejo moderno, escala não vem apenas de lojas, mas de conexões. Conexões com sellers, consumidores, dados e parceiros.

Esse modelo reduz dependência de margens tradicionais e cria novas fontes de valor — algo que o varejo mais frágil ainda insiste em ignorar.

Pessoas no centro da transformação

Outro diferencial pouco discutido é a gestão de pessoas. Empresas fortes investem em cultura, autonomia e aprendizado contínuo. Não se trata de discurso inspiracional, mas de vantagem competitiva concreta.

Tecnologia sem gente preparada gera custo, não resultado.

O contraste com o varejo médio

Enquanto grandes players constroem ecossistemas, boa parte do varejo ainda opera focada apenas em preço e curto prazo. A diferença não está apenas no capital disponível, mas na qualidade das decisões estratégicas.

Empresas fortes:

  • Pensam em longo prazo
  • Usam dados como ativo
  • Testam rápido e corrigem rápido
  • Tratam inovação como processo, não como projeto

O aprendizado para o setor

O sucesso de empresas como o Magazine Luiza não deve ser visto como algo inalcançável, mas como referência. Nem todo varejista precisa virar um gigante digital, mas todo varejista precisa pensar como gestor de negócio — não apenas como operador de loja.

Conclusão

Empresas “fodas” no varejo não são aquelas que vendem mais em um trimestre, mas as que constroem relevância estrutural ao longo do tempo. Elas entendem que o varejo mudou — e agem antes que o mercado as obrigue a mudar.

Esse é o verdadeiro diferencial competitivo no varejo atual.

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

Introdução: o novo cenário do varejo farmacêutico brasileiro

O varejo farmacêutico brasileiro passa por uma transformação acelerada. Atualmente, a digitalização dos processos, o avanço do e-commerce e o comportamento omnicanal do consumidor mudaram o setor. Além disso, grandes redes avançam sobre cidades médias e pequenas. Como consequência, a competição aumentou de forma significativa.

Nesse contexto, a profissionalização deixou de ser diferencial. Hoje, ela se tornou condição básica de sobrevivência. Portanto, farmácias que não investem em gestão, tecnologia e dados perdem margem, eficiência e relevância. Por esse motivo, o modelo tradicional, focado apenas no operacional, já não sustenta crescimento consistente.

A realidade das farmácias de pequeno porte no Brasil

Atualmente, mais de 56% das farmácias brasileiras faturam abaixo de R$ 150 mil por mês. Esse nível de receita limita investimentos e, ao mesmo tempo, dificulta a evolução do negócio. Na prática, muitas dessas lojas operam com baixa maturidade de gestão.

Além disso, o lucro médio mensal varia entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Assim, sobra pouco espaço para reinvestir. Consequentemente, fica difícil contratar equipe, ampliar horários, digitalizar canais ou corrigir falhas estruturais. Sem escala, o pequeno varejista não compete em preço e, da mesma forma, não profissionaliza áreas estratégicas.

Segundo Ricardo Kunimi, CEO da Farmais, esse é o principal ponto de alerta do setor. Para ele, o cenário exige ação imediata. “No varejo atual, ou a farmácia cresce em estrutura, método e escala, ou fica estagnada. Operações muito pequenas não geram margem para investir no próprio futuro.”

Projeto Crescer Farmais: uma resposta prática ao novo varejo

Diante desse cenário, o Grupo Farmais criou o Projeto Crescer. A iniciativa redefine o modelo de suporte da rede. Nesse sentido, o projeto adota uma gestão segmentada, baseada no estágio real de cada farmácia.

Assim, o apoio deixa de ser genérico. Em vez disso, ele passa a ser direcionado, técnico e mensurável. Além disso, o foco está nas farmácias com faturamento abaixo de R$ 150 mil, onde o impacto da metodologia se mostra mais relevante.

Segmentação inteligente: quatro níveis de maturidade

Atualmente, a Farmais possui mais de 250 unidades no país. Por isso, a rede mapeou todas as lojas e definiu quatro níveis de faturamento e maturidade operacional. O objetivo não é criar hierarquias. Pelo contrário, o foco é ajustar o suporte à realidade de cada operação.

Para Ricardo Kunimi, a mudança está na forma de apoiar o franqueado. Segundo ele, cada loja vive uma realidade diferente. Dessa forma, o Projeto Crescer não existe para corrigir erros pontuais. Ele entrega um modelo de gestão adequado ao estágio do negócio.

O que é o Projeto Crescer Farmais

O Projeto Crescer foi criado para melhorar o desempenho das farmácias de menor porte. Para isso, o programa atua em três frentes principais: gestão por dados, eficiência operacional e digitalização.

Gestão por dados e controle financeiro

No eixo financeiro, o projeto analisa toda a rotina da farmácia. Inicialmente, a equipe avalia indicadores como margem, CMV, despesas, DRE, escalas, perdas e giro de estoque.

Com base nesses dados, o time corrige inconsistências, reorganiza o mix e ajusta preços. Dessa maneira, a gestão deixa de ser intuitiva e passa a ser orientada por números claros.

Estratégia comercial apoiada por BI

No eixo comercial, o Projeto Crescer revisa preços, posicionamento e mix de produtos. Além disso, todo o trabalho conta com o apoio do Farmais PRO, a plataforma de BI da rede.

Por meio da ferramenta, o franqueado analisa categorias, curva ABC, margem e ruptura. Assim, ele toma decisões mais rápidas e eficientes.

Digitalização e vendas on-line

A digitalização representa um pilar central do projeto. Nesse eixo, o Crescer atua na estruturação do iFood, na revisão de catálogo, na padronização de imagens e no ajuste do raio de entrega.

Além disso, o programa ativa o marketplace Farmais e fortalece os canais de vendas on-line. Todo o processo envolve equipes de operações, marketing, BI e campo. Por fim, os planos de ação são semanais e contam com metas claras.

O impacto prático do Projeto Crescer Farmais

Thiago Cosso, franqueado em São Carlos (SP), representa o perfil típico do pequeno varejo farmacêutico. Atualmente, sua farmácia atende a comunidade local e enfrentava desafios de gestão, estoque e digitalização.

Antes do projeto, Thiago lidava com oscilações de faturamento e dificuldade para definir prioridades. Mesmo com apoio da rede, ele se sentia sobrecarregado pela rotina. “A operação consome. Por isso, você entra no automático”, relata.

Com a implantação do Projeto Crescer, o acompanhamento tornou-se mais técnico. Inicialmente, o trabalho começou pela reorganização do estoque. A equipe identificou produtos sem giro acima de 90 dias e revisou curvas C e D.

Em seguida, o mix foi redesenhado com apoio do Farmais PRO. Como resultado, categorias estratégicas passaram a incluir mais itens da marca própria Etterna, o que aumentou a margem da loja.

Na sequência, o digital foi reestruturado. O iFood recebeu novo catálogo, imagens corretas e disponibilidade ajustada. Como consequência, o canal dobrou de volume já na primeira semana.

Resultados claros e crescimento sustentável

Com o apoio do consultor, Thiago passou a seguir um plano de ação semanal. Além disso, ele reorganizou escalas, padronizou processos e retomou o horário integral.

Após quatro meses, o faturamento médio saiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil mensais. Além disso, a projeção indica R$ 120 mil ao fim do ciclo. Para o franqueado, o Projeto Crescer trouxe direção. “Não é milagre. É método”, afirma.

Projeto Crescer: uma mudança estrutural na Farmais

O Projeto Crescer Farmais não representa uma ação pontual. Pelo contrário, ele simboliza uma mudança no modelo de gestão da rede. A iniciativa começou com sete lojas piloto e hoje acompanha entre 40 e 50 unidades.

Em um varejo cada vez mais competitivo, crescer deixou de ser opção. Portanto, tornou-se necessidade. O Projeto Crescer mostra que, com método, dados e foco, farmácias de pequeno porte podem crescer de forma sustentável.

Imagem de Divulgação
Por: Victoria Ribeiro Souza
          Economidia
 Revisão de texto: José Marques

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Ecommerce

A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

A inteligência artificial no varejo entrou em uma nova fase. Atualmente, ela deixa de ser apenas uma ferramenta analítica. Em vez disso, passa a atuar como um agente ativo na operação.
Nesse cenário, varejistas precisam integrar consumidores, colaboradores e força de trabalho. Caso contrário, perderão competitividade nos próximos anos.

Segundo projeções do setor, mais da metade dos consumidores utilizará assistentes de compra com IA. Portanto, a expectativa por experiências fluidas cresce rapidamente. Além disso, a loja física volta ao centro da estratégia. Contudo, agora ela é orientada por dados e inteligência.


A evolução da inteligência artificial no varejo moderno

Durante anos, o varejo utilizou IA de forma reativa. Ou seja, analisava dados passados. No entanto, esse modelo se tornou insuficiente.
Hoje, a inteligência artificial no varejo opera em tempo real. Além disso, conecta canais, pessoas e decisões.

Essa evolução permite antecipar comportamentos. Consequentemente, reduz falhas operacionais. Da mesma forma, melhora a experiência do cliente. Portanto, a IA passa a sustentar o modelo de negócio.


IA ativa: da automação à decisão estratégica

A IA ativa representa uma mudança estrutural. Diferentemente da automação tradicional, ela aprende continuamente. Além disso, recomenda ações concretas.

Com isso, gestores tomam decisões mais rápidas. Ao mesmo tempo, reduzem riscos. Portanto, a IA deixa de ser suporte. Ela se torna protagonista.


Inteligência artificial no varejo focada no consumidor

Assistentes de compra inteligentes e personalização

A IA voltada ao consumidor já entrega resultados financeiros. Principalmente, por meio de assistentes inteligentes. Esses sistemas entendem intenção, histórico e contexto.

Além disso, personalizam ofertas em tempo real. Assim, aumentam conversão e ticket médio. Consequentemente, reduzem fricções na jornada.

 Impactos diretos nos resultados financeiros

Marcas que adotam IA integrada observam crescimento consistente. Em especial, há redução do abandono de carrinho. Além disso, cresce a recorrência de compra.

Portanto, a inteligência artificial no varejo melhora eficiência. Porém, também fortalece relacionamento.


O papel da IA no empoderamento dos colaboradores

A IA não transforma apenas o cliente. Da mesma forma, impacta o colaborador. Assistentes internos agilizam treinamentos. Além disso, apoiam decisões no atendimento.

Benefícios operacionais e produtividade

Com IA, equipes acessam informações rapidamente. Assim, reduzem erros. Consequentemente, ganham confiança.

 Riscos culturais e desafios

Entretanto, a adoção exige cuidado. Caso contrário, surgem resistências. Por isso, líderes devem comunicar que a IA apoia, e não substitui.


Como a IA está transformando a gestão da força de trabalho

A gestão da força de trabalho sempre foi complexa. No entanto, a IA muda esse cenário. Ela cruza dados de vendas, clima e fluxo.

Assim, cria escalas mais eficientes. Além disso, reduz horas extras. Portanto, melhora custos e bem-estar.


 Integração de dados, canais e pessoas como vantagem competitiva

O maior diferencial competitivo está na integração. Quando dados fluem entre sistemas, decisões se tornam mais precisas.

Consequentemente, o cliente percebe consistência. Ao mesmo tempo, o colaborador atua melhor informado. Portanto, a operação se torna inteligente.


O futuro das lojas físicas impulsionado por inteligência artificial

Até 2026, as lojas físicas serão hubs de experiência. A IA atuará de forma invisível. Contudo, será decisiva.

Atendimento híbrido, operações preditivas e decisões descentralizadas definirão o sucesso.


Considerações finais: IA como modelo operacional do varejo

A próxima era da inteligência artificial no varejo não é tecnológica. Ela é estratégica.
Portanto, vencerá quem integrar pessoas, dados e processos. Não basta adotar IA. É preciso orquestrá-la.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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