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Você sabe como garantir a qualidade da bebida que consome?

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O metanol é um composto químico com a fórmula CH₃OH. Trata-se de um álcool, sendo um líquido incolor, volátil e altamente inflamável. É uma substância amplamente utilizada como solvente e matéria-prima na indústria. Ele é crucial na produção de formaldeído, que é um intermediário chave na fabricação de plásticos, resinas e outros compostos químicos. Ademais, a produção de biodiesel utiliza o metanol, que auxilia na redução da dependência de combustíveis fósseis como uma alternativa renovável.

A sua utilização, no entanto, deve ser feita com cautela. O metanol é altamente tóxico. A inalação de vapores ou ingestão acidental pode resultar em sérios problemas de saúde, incluindo danos ao sistema nervoso central e à visão.

Bebidas e metanol

Nesse último fim de semana, vários casos de intoxicação por metanol ocorreram.

Segundo o Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do estado de São Paulo, até a noite de 29 de setembro foram seis casos de intoxicação confirmados. Outros dez estão em investigação. O governo estadual confirmou cinco mortes relacionadas a intoxicação por metanol.

Os casos estão sendo investigados pela Polícia Civil do Estado de São Paulo e pela Polícia Federal (PF). O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, anunciou que um inquérito policial já foi aberto. Segundo ele, a corporação investiga, inclusive, a relação entre a adulteração de bebidas alcoólicas e o crime organizado.

Por sua vez, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a notificação imediata de novos casos suspeitos de intoxicação por metanol. Ele ressaltou a importância dessa notificação para facilitar a comunicação com os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) nos estados. A ideia é permitir a identificação rápida de padrões clínicos e epidemiológicos anormais. Eles auxiliarão nas investigações da Polícia Federal e do Ministério da Justiça.

E o consumidor?

Do ponto de vista do consumidor, a insegurança em relação à procedência das bebidas consumidas aumenta. De um lado, está a diversidade de marcas. Do outro, a facilidade de acesso. As denúncias frequentes sobre fraudes e adulterações nas bebidas, somadas à falta de regulamentação clara em algumas regiões, intensificam essa preocupação.

Ao todo, 36% das bebidas vendidas no Brasil são fraudulentas, falsificadas ou contrabandeadas. A informação é do Núcleo de Pesquisa e Estatística da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp).

Segundo a Entidade, esse cenário não afeta apenas a economia, mas também a saúde pública. Em síntese, os prejuízos gerados por essas práticas em São Paulo chegam a impressionantes R$ 23 bilhões. E, nesse ínterim, em todo o Brasil, o valor salta para R$ 85,2 bilhões.

Risco à saúde

O levantamento aponta que cerca de 36% do volume total de bebidas comercializadas no País pode ser ilegal. O dado coloca o Brasil em segundo lugar, atrás apenas do tabaco, em termos de volume de unidades. Por exemplo, uma em cada cinco garrafas de vodca vendidas no País é falsificada. E isso levanta preocupações significativas tanto sobre a qualidade dos produtos quanto sobre os riscos à saúde.

Na visão da Fhoresp, apesar de um pequeno recuo desde o auge em 2020, o mercado ilegal segue em patamar elevado. Ou seja, se não houver mudanças substanciais na fiscalização e/ou redução da carga tributária, a tendência é de manutenção do volume de vendas ilícitas.

Diante desse cenário, é fundamental que consumidores estejam cientes dos riscos de adquirir bebidas de procedência duvidosa e que as autoridades intensifiquem as ações de combate a esse mercado ilegal. A proteção da saúde pública e a integridade do mercado de bebidas alcoólicas são questões que não podem ser ignoradas.

O que diz a Senacon?

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), através da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, emitiu uma recomendação urgente aos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas. Trata-se da Nota Técnica nº 3/2025. Após notificação de nove casos de intoxicação em 25 dias, o documento ressalta a importância da colaboração entre governo, setor privado e sociedade para prevenir a falsificação de produtos e proteger os consumidores.

As orientações incluem práticas de compra segura, verificação de produtos e rastreabilidade, além de alertas sobre preços anormais e características suspeitas das bebidas. Estabelecimentos devem interromper a venda de lotes suspeitos, isolar os produtos e preservar amostras para perícia, e encaminhar consumidores com sintomas para atendimento médico, além de comunicar as autoridades competentes.

Os especialistas destacam que preços anormalmente baixos, lacres tortos, erros grosseiros de impressão e odor semelhante a solventes podem indicar produtos adulterados ou falsificados. Segundo a Senacon, é crucial que consumidores e estabelecimentos permaneçam vigilantes e treinados para identificar tais sinais, garantindo assim a segurança dos produtos oferecidos.

Consequentemente, deve-se tratar relatos de consumidores com sintomas como visão turva, dor de cabeça intensa, náusea ou rebaixamento da consciência como suspeita de adulteração.

Responsabilidade

Cláudio Pires Ferreira, presidente do FNECDC.

O presidente do Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC), Cláudio Pires Ferreira, considera importante ressaltar que o artigo 8º do Código de Defesa do Consumidor (CDC) é claro ao afirmar que os produtos e serviços disponíveis no mercado não devem representar riscos à saúde ou à segurança dos consumidores. Por sua vez, o artigo 9º do CDC estabelece que os fornecedores de produtos ou serviços nocivos ou prejudiciais à saúde têm a obrigação de informar essas características aos consumidores.

“Nos casos ocorridos até o momento, um grupo de consumidores foi exposto a sérios riscos à saúde, com alguns deles sendo internados na UTI e perdendo a visão. E outros foram a óbito. Diante desse cenário, é relevante destacar que o fornecedor é responsável pela reparação dos danos (hospitalares, lucros cessantes, danos morais etc.) resultantes da venda de produtos que causaram intoxicação em pelo menos seis consumidores, independentemente da comprovação de culpa”, informa Cláudio Pires Ferreira.

Por sua vez, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) manifesta profunda preocupação com os casos de intoxicação por metanol. “A falsificação e adulteração de bebidas são crimes graves contra o consumidor, que colocam em risco a saúde da população e geram prejuízos diretos aos estabelecimentos sérios e comprometidos com a legalidade. Trata-se de um problema de saúde pública, que exige ação coordenada entre autoridades, setor produtivo e sociedade”, diz a Entidade.

A orientação da Abrasel é que os estabelecimentos sempre procurem comprar os produtos de distribuidores reconhecidos e confiáveis.

Alta tributação

Percival Maricato, especialista do setor.

A Abrasel alerta ainda para o impacto negativo dos altos impostos sobre os produtos. Como afirma o sócio-titular do escritório Percival Maricato Advogados Associados, Percival Maricato, “a carga tributária elevada tende a estimular o contrabando e a falsificação, ampliando os riscos à saúde e à segurança dos consumidores”.

Esses fatores podem comprometer a competitividade das empresas legais, gerando um ambiente de mercado desfavorável para os negócios que operam dentro da legislação. Em contrapartida, a população pode ser afetada pela diminuição da oferta de produtos de qualidade, uma vez que os consumidores buscam opções mais acessíveis, muitas vezes renegando as garantias e a segurança das marcas consolidadas.

Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.

Por fim, o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, reforça a recomendação em nota do Ministério da Justiça, de que bares e restaurantes, diante de qualquer suspeita, suspendam a venda de bebida e comuniquem as autoridades. “A entidade segue à disposição das autoridades para colaborar na construção de soluções eficazes e responsáveis para proteger a população e fortalecer o setor de alimentação fora do lar.”

Ações do Procon-SP

Durante esta semana, especialistas do Procon-SP estarão realizando ações de orientação para varejistas em várias cidades do interior e litoral de São Paulo, com o intuito de esclarecer a aplicação do CDC. As atividades abordarão temas como exibição de preços, disponibilização do CDC, placas informativas e ofertas, visando aprimorar a capacitação dos fornecedores e suas equipes, além de prevenir multas por descumprimento da legislação.

As equipes do Procon-SP visitarão cidades como Conchal, Leme, e Praia Grande, entre outras. Desde 2024, o Procon-SP atendeu 342 municípios, orientando 9.679 estabelecimentos, enquanto em 2023 foram 6.032 orientações em 230 cidades até agosto.

Renato Raposo, assessor de Ação Regional do Procon-SP , destaca que o conhecimento das normas pelos fornecedores ajuda a reduzir conflitos de consumo e harmonizar o mercado. “Com fornecedores que conhecem os seus deveres e compreendem a importância de atuar conforme as normas impostas pela legislação, reduzimos os conflitos de consumo. Nosso propósito é, antes de tudo, harmonizar o mercado com ações educativas.”

O site do Procon-SP também oferece informações e canais para que os varejistas possam esclarecer dúvidas sobre as principais regras do CDC.

Precaução

Em caso de identificação de sintomas por intoxicação, buscar imediatamente os serviços de emergência médica e contatar pelo menos uma das instituições a seguir:

  • Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;
  • CIATox da sua cidade para orientação especializada (veja lista aqui);
  • Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do País.

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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?

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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?


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Conteúdo original:

Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.

Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.

O que são meios de pagamento?

Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.

Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.

Principais tipos de meios de pagamento

1. Dinheiro em espécie

Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.

Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.

Vantagens:

Desvantagens:

  • Dificuldade de controle financeiro;
  • Falta de segurança.

2. Cartões de crédito e débito

Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.

Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..

Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.

Vantagens:

  • Conveniência;
  • Aumento das vendas por parcelamento.

Desvantagens:

  • Taxas para o lojista;
  • Prazo de recebimento (no crédito).

3. Transferências bancárias

Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.

Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.

Vantagens:

  • Segurança;
  • Baixo custo em alguns casos.

Desvantagens:

  • Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
  • Menos prático para o consumidor final.

4. Pagamentos instantâneos

Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.

Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.

Vantagens:

  • Liquidação imediata;
  • Baixo custo;
  • Alta adesão do público.

Desvantagens:

  • Dependência de tecnologia;
  • Necessidade de atenção à segurança.

5. Carteiras digitais

Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.

Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.

Vantagens:

  • Agilidade;
  • Melhor experiência do usuário.

Desvantagens:

6. Boletos bancários

Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.

Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.

Vantagens:

  • Inclusão financeira;
  • Sem necessidade de cartão.

Desvantagens:

  • Prazo de compensação;
  • Maior risco de abandono de compra.

Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio

A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:

Perfil do público-alvo

Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.

Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.

Tipo de negócio

O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.

Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.

Custos e taxas envolvidos

Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.

Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.

Experiência do cliente

A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.

Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.

Aumento da conversão de vendas

Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.

Inclusão de diferentes perfis de clientes

A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.

Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento

Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.

Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.

Imagens: Freepik

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O que são meios de pagamento?

Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.

Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.

Principais tipos de meios de pagamento

1. Dinheiro em espécie

Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.

Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.

Vantagens:

Desvantagens:

  • Dificuldade de controle financeiro;
  • Falta de segurança.

2. Cartões de crédito e débito

Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.

Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..

Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.

Vantagens:

  • Conveniência;
  • Aumento das vendas por parcelamento.

Desvantagens:

  • Taxas para o lojista;
  • Prazo de recebimento (no crédito).

3. Transferências bancárias

Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.

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  • Segurança;
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4. Pagamentos instantâneos

Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.

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Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.

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Vantagens:

  • Inclusão financeira;
  • Sem necessidade de cartão.

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  • Prazo de compensação;
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Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio

A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:

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A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.

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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira

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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira


A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.

O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.

Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.

Programação inclui convenção e debates sobre gestão

Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.

O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.

Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.

Conteúdo técnico aborda varejo e legislação

A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.

O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.

Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.

A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.

Gastronomia e políticas públicas em destaque

Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.

Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.

A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.

Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood

Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.

Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.

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A Era da Audiência – Central do Varejo

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A Era da Audiência – Central do Varejo


2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.

Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.

É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.

A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.

Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.

E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.

Boa semana!

Leia também: Uma guerra no meio do caminho


(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.

Imagem: Freepik

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