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Coca-Cola com Açúcar de Cana: Tradição e Inovação em Um Novo Sabor

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Coca-Cola Anuncia Nova Versão com Açúcar de Cana e Campanhas Globais para Revitalizar a Marca

A Coca-Cola Company anunciou o lançamento de uma nova versão de seu refrigerante clássico, desta vez feita com açúcar de cana. O comunicado oficial surgiu após uma publicação de Donald Trump na rede Truth Social, onde ele mencionou ter conversado com a marca sobre o uso de um ingrediente mais natural.

Consequentemente, a empresa confirmou que o novo produto chegará ao mercado americano já no outono de 2025. Assim, a Coca-Cola busca agradar consumidores que valorizam ingredientes mais autênticos.

Produto com Açúcar de Cana Complementa Portfólio

A nova Coca-Cola com açúcar de cana não substituirá a versão tradicional. Pelo contrário, ela foi desenvolvida para ampliar o portfólio da empresa e oferecer mais opções de consumo.

Além disso, a iniciativa responde à crescente demanda por bebidas com sabores mais naturais. Desse modo, a marca reforça sua estratégia de atender diferentes preferências e estilos de vida.

Embora tenha sido mencionada por Trump, a decisão segue critérios internos e tendências globais de mercado. Portanto, a mudança não é apenas simbólica, mas também comercialmente estratégica.

Campanha “Compartilhe uma Coca-Cola” Retorna com Força

Ao mesmo tempo, a Coca-Cola anunciou o relançamento de sua famosa campanha “Compartilhe uma Coca-Cola”, agora em escala global. Com isso, a marca busca reconectar consumidores com a nostalgia das embalagens personalizadas.

Atualmente, a campanha envolve cerca de 10 bilhões de embalagens distribuídas em mais de 120 países, com nomes locais e mensagens adaptadas. Assim, a ação une tecnologia, personalização e memória afetiva.

Além de reforçar vínculos, a campanha também impulsiona vendas, principalmente nas embalagens individuais. Como resultado, a Coca-Cola fortalece sua presença global e aumenta sua relevância cultural.

Diet Coke e Coca-Cola Zero Também Ganham Destaque

Enquanto a nova Coca-Cola com açúcar de cana recebe atenção, outras versões seguem em crescimento. A Diet Coke, por exemplo, foi reposicionada com a campanha “This is My Taste”.

Inspirada em insights das redes sociais, a ação deu voz aos consumidores e reforçou a identidade da marca. Consequentemente, a Diet Coke registrou crescimento de dois dígitos por quatro trimestres seguidos.

Da mesma forma, a Coca-Cola Zero Açúcar manteve desempenho positivo, consolidando seu espaço entre consumidores que buscam sabor sem adição de açúcar.

Conclusão: Coca-Cola Combina Tradição, Sabor Real e Inovação

Por fim, a nova Coca-Cola com açúcar de cana representa uma junção estratégica entre tradição e inovação. Ao lançar essa versão, a marca atende um desejo de autenticidade.

Além disso, o relançamento das campanhas clássicas mostra que a Coca-Cola entende o valor da memória afetiva. Logo, a empresa reforça seu papel como líder global no setor de bebidas.

Portanto, essa nova fase da Coca-Cola combina sabor real, nostalgia e adaptação às tendências do mercado — e promete impactar positivamente sua base de consumidores.


Perguntas Frequentes (FAQ)

1. A Coca-Cola com açúcar de cana vai substituir a fórmula atual?
Não. Essa nova versão será uma opção a mais dentro do portfólio da marca.

2. Quando a Coca-Cola com açúcar de cana será lançada?
O lançamento está previsto para o outono de 2025, inicialmente nos Estados Unidos.

3. Qual o objetivo dessa nova versão?
A meta é oferecer uma alternativa mais natural, sem deixar de lado a tradição do sabor clássico da Coca-Cola.

4. A campanha “Compartilhe uma Coca-Cola” é nova?
Não. Ela retorna com embalagens personalizadas e será relançada em mais de 120 países.

5. As versões Diet e Zero continuarão disponíveis?
Sim. Ambas continuam crescendo e são estratégicas para a empresa, especialmente entre consumidores que evitam açúcar.

Por: José Marques


Imagem: Shutterstock

 

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

Introdução: o novo cenário do varejo farmacêutico brasileiro

O varejo farmacêutico brasileiro passa por uma transformação acelerada. Atualmente, a digitalização dos processos, o avanço do e-commerce e o comportamento omnicanal do consumidor mudaram o setor. Além disso, grandes redes avançam sobre cidades médias e pequenas. Como consequência, a competição aumentou de forma significativa.

Nesse contexto, a profissionalização deixou de ser diferencial. Hoje, ela se tornou condição básica de sobrevivência. Portanto, farmácias que não investem em gestão, tecnologia e dados perdem margem, eficiência e relevância. Por esse motivo, o modelo tradicional, focado apenas no operacional, já não sustenta crescimento consistente.

A realidade das farmácias de pequeno porte no Brasil

Atualmente, mais de 56% das farmácias brasileiras faturam abaixo de R$ 150 mil por mês. Esse nível de receita limita investimentos e, ao mesmo tempo, dificulta a evolução do negócio. Na prática, muitas dessas lojas operam com baixa maturidade de gestão.

Além disso, o lucro médio mensal varia entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Assim, sobra pouco espaço para reinvestir. Consequentemente, fica difícil contratar equipe, ampliar horários, digitalizar canais ou corrigir falhas estruturais. Sem escala, o pequeno varejista não compete em preço e, da mesma forma, não profissionaliza áreas estratégicas.

Segundo Ricardo Kunimi, CEO da Farmais, esse é o principal ponto de alerta do setor. Para ele, o cenário exige ação imediata. “No varejo atual, ou a farmácia cresce em estrutura, método e escala, ou fica estagnada. Operações muito pequenas não geram margem para investir no próprio futuro.”

Projeto Crescer Farmais: uma resposta prática ao novo varejo

Diante desse cenário, o Grupo Farmais criou o Projeto Crescer. A iniciativa redefine o modelo de suporte da rede. Nesse sentido, o projeto adota uma gestão segmentada, baseada no estágio real de cada farmácia.

Assim, o apoio deixa de ser genérico. Em vez disso, ele passa a ser direcionado, técnico e mensurável. Além disso, o foco está nas farmácias com faturamento abaixo de R$ 150 mil, onde o impacto da metodologia se mostra mais relevante.

Segmentação inteligente: quatro níveis de maturidade

Atualmente, a Farmais possui mais de 250 unidades no país. Por isso, a rede mapeou todas as lojas e definiu quatro níveis de faturamento e maturidade operacional. O objetivo não é criar hierarquias. Pelo contrário, o foco é ajustar o suporte à realidade de cada operação.

Para Ricardo Kunimi, a mudança está na forma de apoiar o franqueado. Segundo ele, cada loja vive uma realidade diferente. Dessa forma, o Projeto Crescer não existe para corrigir erros pontuais. Ele entrega um modelo de gestão adequado ao estágio do negócio.

O que é o Projeto Crescer Farmais

O Projeto Crescer foi criado para melhorar o desempenho das farmácias de menor porte. Para isso, o programa atua em três frentes principais: gestão por dados, eficiência operacional e digitalização.

Gestão por dados e controle financeiro

No eixo financeiro, o projeto analisa toda a rotina da farmácia. Inicialmente, a equipe avalia indicadores como margem, CMV, despesas, DRE, escalas, perdas e giro de estoque.

Com base nesses dados, o time corrige inconsistências, reorganiza o mix e ajusta preços. Dessa maneira, a gestão deixa de ser intuitiva e passa a ser orientada por números claros.

Estratégia comercial apoiada por BI

No eixo comercial, o Projeto Crescer revisa preços, posicionamento e mix de produtos. Além disso, todo o trabalho conta com o apoio do Farmais PRO, a plataforma de BI da rede.

Por meio da ferramenta, o franqueado analisa categorias, curva ABC, margem e ruptura. Assim, ele toma decisões mais rápidas e eficientes.

Digitalização e vendas on-line

A digitalização representa um pilar central do projeto. Nesse eixo, o Crescer atua na estruturação do iFood, na revisão de catálogo, na padronização de imagens e no ajuste do raio de entrega.

Além disso, o programa ativa o marketplace Farmais e fortalece os canais de vendas on-line. Todo o processo envolve equipes de operações, marketing, BI e campo. Por fim, os planos de ação são semanais e contam com metas claras.

O impacto prático do Projeto Crescer Farmais

Thiago Cosso, franqueado em São Carlos (SP), representa o perfil típico do pequeno varejo farmacêutico. Atualmente, sua farmácia atende a comunidade local e enfrentava desafios de gestão, estoque e digitalização.

Antes do projeto, Thiago lidava com oscilações de faturamento e dificuldade para definir prioridades. Mesmo com apoio da rede, ele se sentia sobrecarregado pela rotina. “A operação consome. Por isso, você entra no automático”, relata.

Com a implantação do Projeto Crescer, o acompanhamento tornou-se mais técnico. Inicialmente, o trabalho começou pela reorganização do estoque. A equipe identificou produtos sem giro acima de 90 dias e revisou curvas C e D.

Em seguida, o mix foi redesenhado com apoio do Farmais PRO. Como resultado, categorias estratégicas passaram a incluir mais itens da marca própria Etterna, o que aumentou a margem da loja.

Na sequência, o digital foi reestruturado. O iFood recebeu novo catálogo, imagens corretas e disponibilidade ajustada. Como consequência, o canal dobrou de volume já na primeira semana.

Resultados claros e crescimento sustentável

Com o apoio do consultor, Thiago passou a seguir um plano de ação semanal. Além disso, ele reorganizou escalas, padronizou processos e retomou o horário integral.

Após quatro meses, o faturamento médio saiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil mensais. Além disso, a projeção indica R$ 120 mil ao fim do ciclo. Para o franqueado, o Projeto Crescer trouxe direção. “Não é milagre. É método”, afirma.

Projeto Crescer: uma mudança estrutural na Farmais

O Projeto Crescer Farmais não representa uma ação pontual. Pelo contrário, ele simboliza uma mudança no modelo de gestão da rede. A iniciativa começou com sete lojas piloto e hoje acompanha entre 40 e 50 unidades.

Em um varejo cada vez mais competitivo, crescer deixou de ser opção. Portanto, tornou-se necessidade. O Projeto Crescer mostra que, com método, dados e foco, farmácias de pequeno porte podem crescer de forma sustentável.

Imagem de Divulgação
Por: Victoria Ribeiro Souza
          Economidia
 Revisão de texto: José Marques

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Aravita transforma o hortifrúti com IA e redução real de perdas no varejo

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Aravita transforma o hortifrúti com IA e redução real de perdas no varejo

IA vira aliada estratégica do varejo frente à nova agenda nacional contra o desperdício de alimentos

Tecnologia da Aravita transforma a gestão do hortifrúti com previsibilidade e redução real de perdas, alinhando eficiência operacional às novas exigências do setor

O lançamento da II Estratégia Intersetorial para Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos, conduzida pelo Governo Federal em parceria com a Embrapa e outros órgãos, inaugura um novo capítulo para o varejo alimentar no Brasil. A iniciativa posiciona o combate ao desperdício como um eixo central da política pública e o conecta diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial os ODS 2 (Fome Zero), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Climática). Nesse cenário, tecnologias de inteligência artificial deixam de ser apenas mecanismos de eficiência e passam a representar instrumentos estratégicos de aderência a metas internacionais de sustentabilidade, competitividade e responsabilidade social.

Enquanto o governo estabelece diretrizes para transformar os sistemas alimentares, o mercado já encontra respostas concretas no uso da inteligência artificial. A Aravita se destaca como uma das soluções mais avançadas ao aplicar IA para prever, planejar e automatizar o abastecimento de frutas, legumes e verduras em redes supermercadistas. A plataforma cruza histórico de vendas, clima, sazonalidade, comportamento do consumidor e condições logísticas para definir o pedido ideal de cada loja, garantindo que o produto esteja disponível na quantidade certa, no ponto de maturação adequado e no momento exato da demanda.

Os resultados são expressivos: em uma grande rede de São Paulo, a Aravita reduziu em 30% as rupturas nas gôndolas e cortou em 25% o desperdício de FLV, demonstrando que tecnologia de dados é hoje uma das ferramentas mais eficazes para enfrentar um problema que impacta margens de lucro, reputação de marca e indicadores globais de sustentabilidade. Em um setor no qual boa parte dos alimentos podem ser desperdiçados antes de chegar ao consumidor final, a inteligência artificial muda a lógica de abastecimento – sai o modelo reativo baseado em achismo, entra a gestão preditiva e orientada por dados.

Essa transformação tem efeito direto no posicionamento estratégico do varejo. Ao reduzir perdas e rupturas, os supermercados não só aumentam a rentabilidade como também atendem a uma demanda crescente do consumidor, que está mais atento à origem, qualidade e ao impacto ambiental dos alimentos que consome. Além disso, varejistas que adotam tecnologias alinhadas aos ODS passam a integrar um movimento global de boas práticas, fortalecendo sua atuação ESG e ampliando sua atratividade perante investidores, parceiros e programas governamentais.

O hortifrúti, tradicionalmente visto como um centro de perdas e risco operacional, passa agora a ser um diferencial competitivo e de reputação. A IA aplicada ao FLV fortalece a experiência de compra, aumenta a recorrência dos clientes e consolida o varejo como protagonista na agenda nacional de combate ao desperdício. No momento em que o Brasil assume compromisso internacional para tornar seus sistemas alimentares mais resilientes, a tecnologia desenvolvida pela Aravita se apresenta como um dos caminhos mais eficazes para transformar metas em resultados reais, unindo eficiência econômica, impacto social e sustentabilidade ambiental.

 

Imagem de divulgação

Por: Kenia Pereira

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EuroShop 2026: Onde o Varejo Global se Encontra Para Criar o Futuro da Indústria

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EuroShop 2026: Onde o Varejo Global se Encontra Para Criar o Futuro da Indústria

EuroShop 2026: o evento que define o futuro do varejo mundial

A EuroShop 2026 não é apenas uma feira comercial. Na prática, ela funciona como um grande centro global de inovação, inspiração e negócios para todos que vivem o varejo. Além disso, a edição promete uma atmosfera vibrante, porque combina tecnologia, criatividade e troca de conhecimento em um único espaço. Portanto, não surpreende que profissionais do mundo inteiro considerem o evento indispensável.

A feira reúne marcas, especialistas e visitantes de todos os continentes. Assim, ela se transforma em um ambiente estratégico para quem busca soluções modernas, networking e novas oportunidades comerciais. Além de tudo, a EuroShop oferece experiências práticas que ajudam empresas a entender o que realmente funcionará no varejo do futuro.


Uma experiência única que vai muito além de uma feira

A programação da EuroShop 2026 difere de eventos tradicionais. Em vez de apresentações longas e monótonas, a feira oferece conteúdo dinâmico, interativo e diretamente aplicável ao dia a dia do setor. As áreas especiais combinam cenários criativos com soluções tecnológicas que convidam o visitante a participar das discussões.

Além disso, palestrantes de vários países apresentam tendências, cases reais e ideias que já transformam grandes marcas. Portanto, o visitante encontra conhecimento estratégico, experiências imersivas e uma visão ampla do que está por vir.

Networking que realmente gera resultados

A EuroShop também se destaca por criar conexões reais. As conversas acontecem em estandes, bares móveis, eventos noturnos e até nas visitas guiadas. Portanto, o ambiente favorece relações profissionais fortes e duradouras.

Ferramentas como o aplicativo oficial, o MyOrganizer e o mapa interativo tornam a experiência ainda mais eficiente. Com elas, o visitante organiza sua rota, marca reuniões e aproveita cada minuto da feira.


Um evento global que conecta mercados e cria oportunidades

A EuroShop 2026 atrai fornecedores, compradores e especialistas da Europa, Américas, Ásia e África. Isso acontece porque a feira já se consolidou como ponto de encontro internacional do varejo. Quem participa observa, em primeira mão, as tendências que movimentam o setor em todo o mundo.

Os números da edição anterior comprovam sua importância:

  • 1.824 expositores de 54 países;

  • 518 jornalistas de 35 países;

  • 81.484 visitantes de 140 países.

Além disso, quase metade dos visitantes encontrou novos fornecedores. Portanto, participar da feira aumenta as chances de ampliar negócios de forma concreta.


A força estratégica da EuroShop para o varejo moderno

A EuroShop reúne decisores de alto nível. Em 2023, mais de 50% dos participantes eram executivos. Além disso, 81% estavam diretamente envolvidos em decisões de compra. Portanto, a feira cria oportunidades reais para fechar parcerias internacionais.

A diversidade de setores presentes também impressiona. A feira recebe profissionais de moda, alimentos, atacado, tecnologia, arquitetura, publicidade, segurança e bens de consumo. Como resultado, ela se transforma em um ambiente ideal para quem busca visão estratégica e soluções práticas.


EuroShop 2026: o radar global de tendências do varejo

A EuroShop 2026 apresenta as principais inovações que moldarão o varejo nos próximos anos. Entre as tendências em destaque estão:

  • lojas inteligentes;

  • sistemas avançados com IA;

  • comércio omnichannel;

  • design sustentável;

  • personalização profunda;

  • experiências imersivas.

Além disso, espaços como o Hub de Startups, o Palco Vermelho e o Palco Azul apresentam tecnologias pioneiras e cases de sucesso. Portanto, os visitantes levam soluções práticas para aplicar imediatamente em seus negócios.


Perguntas Frequentes

1. A EuroShop 2026 é indicada para qual público?

Ela é ideal para profissionais do varejo, fornecedores, gestores, consultores e empresas de tecnologia.

2. Participar da feira gera oportunidades de negócio?

Sim. A feira reúne decisores globais e facilita contatos comerciais relevantes.

3. A EuroShop apresenta tendências reais do mercado?

Sim. Ela funciona como o maior radar internacional de tendências do varejo.

4. Como aproveitar melhor a visita?

É importante usar o aplicativo oficial, planejar rotas e marcar reuniões antecipadamente.

Mais Informações:https://www.euroshop-tradefair.com/en/Visit/Preparation

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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