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Aravita transforma o hortifrúti com IA e redução real de perdas no varejo

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Aravita transforma o hortifrúti com IA e redução real de perdas no varejo

IA vira aliada estratégica do varejo frente à nova agenda nacional contra o desperdício de alimentos

Tecnologia da Aravita transforma a gestão do hortifrúti com previsibilidade e redução real de perdas, alinhando eficiência operacional às novas exigências do setor

O lançamento da II Estratégia Intersetorial para Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos, conduzida pelo Governo Federal em parceria com a Embrapa e outros órgãos, inaugura um novo capítulo para o varejo alimentar no Brasil. A iniciativa posiciona o combate ao desperdício como um eixo central da política pública e o conecta diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial os ODS 2 (Fome Zero), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Climática). Nesse cenário, tecnologias de inteligência artificial deixam de ser apenas mecanismos de eficiência e passam a representar instrumentos estratégicos de aderência a metas internacionais de sustentabilidade, competitividade e responsabilidade social.

Enquanto o governo estabelece diretrizes para transformar os sistemas alimentares, o mercado já encontra respostas concretas no uso da inteligência artificial. A Aravita se destaca como uma das soluções mais avançadas ao aplicar IA para prever, planejar e automatizar o abastecimento de frutas, legumes e verduras em redes supermercadistas. A plataforma cruza histórico de vendas, clima, sazonalidade, comportamento do consumidor e condições logísticas para definir o pedido ideal de cada loja, garantindo que o produto esteja disponível na quantidade certa, no ponto de maturação adequado e no momento exato da demanda.

Os resultados são expressivos: em uma grande rede de São Paulo, a Aravita reduziu em 30% as rupturas nas gôndolas e cortou em 25% o desperdício de FLV, demonstrando que tecnologia de dados é hoje uma das ferramentas mais eficazes para enfrentar um problema que impacta margens de lucro, reputação de marca e indicadores globais de sustentabilidade. Em um setor no qual boa parte dos alimentos podem ser desperdiçados antes de chegar ao consumidor final, a inteligência artificial muda a lógica de abastecimento – sai o modelo reativo baseado em achismo, entra a gestão preditiva e orientada por dados.

Essa transformação tem efeito direto no posicionamento estratégico do varejo. Ao reduzir perdas e rupturas, os supermercados não só aumentam a rentabilidade como também atendem a uma demanda crescente do consumidor, que está mais atento à origem, qualidade e ao impacto ambiental dos alimentos que consome. Além disso, varejistas que adotam tecnologias alinhadas aos ODS passam a integrar um movimento global de boas práticas, fortalecendo sua atuação ESG e ampliando sua atratividade perante investidores, parceiros e programas governamentais.

O hortifrúti, tradicionalmente visto como um centro de perdas e risco operacional, passa agora a ser um diferencial competitivo e de reputação. A IA aplicada ao FLV fortalece a experiência de compra, aumenta a recorrência dos clientes e consolida o varejo como protagonista na agenda nacional de combate ao desperdício. No momento em que o Brasil assume compromisso internacional para tornar seus sistemas alimentares mais resilientes, a tecnologia desenvolvida pela Aravita se apresenta como um dos caminhos mais eficazes para transformar metas em resultados reais, unindo eficiência econômica, impacto social e sustentabilidade ambiental.

 

Imagem de divulgação

Por: Kenia Pereira

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Natal 2025 promete aquecimento surpreendente: vendas podem chegar a R$ 85 bilhões

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Natal 2025 promete aquecimento surpreendente: vendas podem chegar a R$ 85 bilhões

Natal 2025 deve apresentar melhora moderada impulsionada pelo e-commerce e pela confiança gradual

As perspectivas para o Natal 2025 indicam um cenário mais favorável que o de 2024. Mesmo com juros elevados, o varejo observa sinais de recuperação. O desempenho da última Black Friday reforça essa visão. O e-commerce faturou R$ 4,76 bilhões em apenas um dia, um crescimento de 11,2%. Esses resultados mostram que o consumidor permanece ativo, embora mais atento aos preços.

Esse avanço sugere que o ambiente de compras para o fim de ano pode ser mais positivo. Ainda assim, especialistas defendem uma postura moderada. A economia mostra estabilidade, porém o crédito continua caro. Portanto, consumidores devem planejar mais e priorizar ofertas mais vantajosas. Apesar disso, a projeção de R$ 85 bilhões em vendas revela confiança no poder de compra do brasileiro.

Além disso, a combinação entre lojas físicas e canais digitais cria oportunidades mais amplas para o comércio. Dessa forma, o Natal 2025 tende a equilibrar cautela e crescimento.


Comportamento do consumidor mostra cautela, mas desejo de celebrar permanece forte

Embora o cenário econômico peça atenção, pesquisas mostram disposição para comprar. A maioria dos consumidores planeja gastar de forma mais consciente. Contudo, o desejo de celebrar permanece firme. Assim, as decisões de compra devem seguir padrões mais racionais, porém menos retraídos.

Canais de compra combinam presença física e digital

As lojas físicas devem concentrar cerca de 75% das compras. Esse índice reforça o papel dos shoppings e das lojas de departamento no Natal 2025. Entretanto, o comércio online continuará relevante. Aproximadamente 58% dos brasileiros pretendem adquirir ao menos um presente pela internet.

Essa combinação híbrida oferece vantagens. O consumidor pesquisa online e compra presencialmente. Ou, muitas vezes, faz o caminho inverso. Essa tendência se intensificou após o crescimento do e-commerce no último ano.

Pesquisa de preços será um comportamento dominante

Cerca de 82% dos brasileiros querem comparar preços antes de comprar. Esse hábito cresceu após anos de inflação elevada. Assim, a busca por promoções deve impulsionar tráfego online, especialmente em marketplaces.

Métodos de pagamento se diversificam

O Pix lidera com 54% das preferências. Logo depois aparecem o cartão parcelado (39%), débito (28%) e dinheiro (23%). Esse comportamento mostra que o consumidor busca flexibilidade, mas também controle financeiro.


Presentes tradicionais dividem espaço com experiências no Natal 2025

As compras do Natal 2025 devem equilibrar presentes materiais e experiências afetivas. Filhos, mães e cônjuges continuam como os principais presenteados. No entanto, 43% consideram oferecer viagens, jantares, shows ou passeios. Essa mudança reflete o desejo por momentos marcantes e menos foco no consumo excessivo.

Além disso, a tendência de presentes personalizados cresce. Itens artesanais, memórias afetivas e produtos de valor emocional ganham espaço. Essa transformação acompanha o movimento global de consumo consciente.


Decoração do Natal 2025 aposta em modernidade, metálicos suaves e afeto

As tendências de decoração para o Natal 2025 revelam estética moderna e acolhedora. A busca por ambientes elegantes e emocionais cresce, enquanto o minimalismo perde força. A decoração deve valorizar histórias pessoais e memórias familiares.

Enfeites afetivos e peças artesanais ganham destaque

Itens herdados, lembranças de viagens e objetos feitos à mão voltam com força. Esses elementos criam conexão emocional e tornam cada espaço único.

Paleta de cores aposta em tons suaves e sofisticados

As cores tradicionais, como vermelho e verde, cedem espaço para metálicos suaves (dourado, cobre, prata). Pastéis invernais, como rosa claro, azul acinzentado e verde menta também ganham destaque. Além disso, tons profundos como azul-noite criam um clima sofisticado e calmo.


Marketing digital e simbologia numérica impulsionam engajamento no Natal 2025

As campanhas de marketing devem integrar mídia paga e orgânica de forma estratégica. Marcas buscarão resultados de longo prazo, não apenas vendas imediatas. Além disso, a combinação numérica do Natal 2025, rara e simbólica, deve gerar grande engajamento nas redes sociais. Mensagens temáticas, lembranças e conteúdos afetivos tendem a dominar as postagens.


Conclusão — Natal 2025 deve ser moderadamente positivo, com consumo híbrido e forte apelo emocional

O Natal 2025 mostra um cenário de crescimento moderado, sustentado pela resiliência do consumidor e pelo avanço do e-commerce. As projeções de R$ 85 bilhões reforçam otimismo, embora as famílias mantenham cautela. A combinação de tecnologia, experiências e decoração afetiva deve marcar a data. Assim, o varejo se prepara para um período mais equilibrado e promissor.


Perguntas Frequentes sobre o Natal 2025

1. O Natal 2025 será melhor que o de 2024?

Sim. A expectativa é de crescimento moderado, impulsionado pelo e-commerce e pelo aumento da confiança do consumidor.

2. O que mais deve influenciar as compras de Natal?

Pesquisa de preços, facilidades de pagamento, experiências afetivas e promoções integradas ao marketing digital.

3. Quais tendências de decoração se destacam para 2025?

Tons metálicos suaves, pastéis invernais, peças artesanais e enfeites com histórias pessoais.

4. O que o varejo pode esperar das vendas online?

Um desempenho forte, já que o e-commerce cresceu mais de 11% na última Black Friday.

Imagem :Pinterest

Por: José Marques

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Automação visual com IA ajuda lojistas a escalar catálogos e vender mais

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Automação visual com IA ajuda lojistas a escalar catálogos e vender mais

Tecnologia leva estúdio de fotos profissional para a palma da mão e ajuda lojistas a vender mais na Black Friday

Photoroom usa inteligência artificial para automatizar a criação de imagens de produtos e tornar o e-commerce mais visualmente competitivo

À medida que os lojistas se preparam para a Black Friday, um dos maiores desafios é produzir fotos de produtos que realmente se destaquem entre milhares de ofertas online. O problema é conhecido, pois estúdios profissionais têm custo elevado, os fluxos de edição manuais são lentos e, muitas vezes, os catálogos crescem mais rápido do que as equipes conseguem atualizar.

A Photoroom, plataforma de fotografia de produtos com inteligência artificial para imagens rápidas, consistentes e profissionais, vem mudando esse cenário ao oferecer uma experiência de “estúdio na palma da mão” para marcas e varejistas. Com recursos baseados em inteligência artificial, como flat lay automatizado, manequim fantasma, modelo virtual e encenação de produtos, a solução permite transformar fotos comuns em imagens profissionais em segundos e em escala.

“Nosso foco é democratizar a qualidade visual no e-commerce”, explica Matt Rouif, CEO da Photoroom. “Nem todo lojista tem acesso a um estúdio ou fotógrafo profissional, mas todos podem ter imagens que pareçam saídas de um. A tecnologia faz o trabalho pesado e o resultado é uma loja mais atrativa, com fotos que vendem.”

Segundo pesquisas de mercado, imagens de alta qualidade podem elevar em até 23% as taxas de conversão em e-commerce. Porém, muitos varejistas ainda dependem de fluxos manuais de edição, o que cria gargalos operacionais, especialmente em períodos de pico como a Black Friday.

A Photoroom abraça esse desafio com um conjunto de ferramentas que combinam automação em lote, criação de modelos, embelezamento de produtos e encenação fotográfica com IA. Isso permite que equipes de marketing e conteúdo gerem milhares de imagens consistentes, sem abrir mão da qualidade ou da identidade visual da marca.

Entre os recursos mais indicados estão:

Flat Lay: a ferramenta transforma fotos simples de roupas em imagens planas e padronizadas, ideais para marketplaces e redes sociais. O recurso utiliza IA para ajustar enquadramento, iluminação e proporções, entregando resultados consistentes e de aparência profissional. O resultado é um catálogo mais uniforme e atrativo, com economia de tempo e custos operacionais.
Manequim fantasma e Modelo virtual: permite que lojistas apresentem suas peças de forma mais natural, mostrando caimento, textura e forma de uso, sem depender de sessões fotográficas completas. A tecnologia cria representações realistas baseadas nas próprias fotos do produto, preservando a fidelidade visual e o controle da marca. É uma forma de dar “vida” às imagens, mantendo transparência e autenticidade.
Encenação de produto: cria cenários contextualizados que ajudam o cliente a imaginar o produto em uso, como um cosmético sobre uma bancada, um utensílio na cozinha ou um acessório em ambiente de lifestyle. Essa ambientação realista aumenta o apelo visual e a percepção de valor, além de gerar material para campanhas e vitrines digitais com aparência profissional.
Embelezador de produtos: otimiza automaticamente luz, cor e contraste para que cada item do catálogo mantenha um padrão estético consistente. O recurso melhora o brilho e a textura sem alterar o produto original, garantindo que a imagem final traduza o melhor aspecto visual possível. É uma forma de oferecer fotos com qualidade de estúdio, mas em escala corporativa, reforçando a confiança do consumidor e a identidade da marca.

A plataforma também se diferencia por sua API corporativa, que permite integrar a edição de imagens diretamente aos sistemas de e-commerce e gestão de catálogo das empresas. Assim, é possível automatizar fluxos de edição para milhares de SKUs, padronizando fundos, dimensões e iluminação, tudo com governança de marca e segurança de dados corporativos.

“A Black Friday é o grande teste de eficiência para o e-commerce. Com o volume de produtos e campanhas, quem consegue manter consistência visual em escala sai na frente. É aí que a automação e a IA fazem diferença real”, afima Rouif.

Sobre a Photoroom

A Photoroom foi fundada em 2019 e, nos últimos seis anos, conquistou um nicho no espaço da fotografia comercial. A Photoroom obteve sucesso pela primeira vez com seu removedor de fundo, o melhor da categoria. O aplicativo evoluiu de um editor em lote para um conjunto completo de produtos de fotografia com IA: processamento em massa; recortes/retoques de primeira classe; fundos, cenas e reiluminação generativos; encenação de produtos com modelos da marca; modelos virtuais e composições do tipo “experimente”; e fluxos de trabalho em escala de catálogo via API. Com o objetivo de capacitar empresas de todos os tamanhos, o Photoroom oferece uma solução completa para a criação de imagens de produtos em escala, ajudando as marcas a acelerar a produção de visuais de alta qualidade.

Processando mais de 7 bilhões de imagens por ano, a Photoroom está disponível em dispositivos móveis, na Web e através de uma API em mais de 180 países. A aplicação Photoroom foi descarregada mais de 300 milhões de vezes. A Photoroom está sediada em Paris e conta com uma equipa global de mais de 100 funcionários.

 

Por: Nathalia Alcoba

 

 

 

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Como o Digital Transformou o Mercado de Flores e Presentes no Brasil

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Como o Digital Transformou o Mercado de Flores e Presentes no Brasil

Como o consumo de flores e presentes mudou na era digital

Presentear com flores, um gesto antes restrito às floriculturas de rua, tornou-se parte da economia digital. Buquês, arranjos e kits personalizados agora são comprados com poucos cliques, via aplicativos, WhatsApp, Instagram ou e-commerces. Essa transformação acompanha o avanço do social commerce, modelo que transforma redes sociais em vitrines e pontos de venda e vem impulsionando toda a cadeia produtiva do setor. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/Esalq/USP) e o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), a floricultura brasileira movimentou R$ 21,23 bilhões em 2024, gerando 265 mil empregos. No mesmo ritmo, o social commerce deve alcançar US$ 3,58 bilhões neste ano e quase dobrar até 2030, segundo o Brazil Social Commerce Market Intelligence Report 2025. O resultado é um novo cenário em que o encanto das flores encontra a conveniência do digital.

Funcionalidades como compras integradas e anúncios sob medida tornam a jornada do consumidor mais fluida, estimulando as transações diretamente dentro das próprias plataformas. Nos próximos anos, é provável que as redes sociais invistam em soluções de compra ainda mais sofisticadas e em experiências altamente personalizadas para ampliar o engajamento e a conversão dos usuários.

Apesar do crescimento, o mercado digital de flores enfrenta obstáculos específicos. A logística é um deles: elas são produtos altamente perecíveis e exigem entrega rápida e manuseio cuidadoso, qualquer falha pode comprometer a experiência do cliente e a imagem da marca. Garantir embalagens seguras e definir SLAs claros de entrega são medidas essenciais. Outro desafio é a confiança nas compras via redes sociais. Muitos consumidores ainda hesitam em finalizar pedidos pelo Instagram ou WhatsApp por receio de golpes. Por essa razão, empresas que atuam nesse formato precisam reforçar sinais de credibilidade, com meios de pagamento seguros, políticas transparentes de troca e devolução e comunicação clara sobre prazos e condições de entrega.

No campo da performance, surge uma dificuldade mais técnica: mensurar o retorno sobre o investimento (ROI) de conteúdos digitais. Reels, lives e postagens criativas geram engajamento, mas transformar visualizações em vendas exige estratégia. Floriculturas que dominam esse funil de conversão conectando emoção, experiência e dados tendem a se destacar no novo varejo floral. Para prosperar nesse ambiente, marcas e floriculturas precisam unir tecnologia e sensibilidade. Um bom ponto de partida é contar com uma vitrine comprável. Integrações como Instagram Shopping, links diretos no WhatsApp e landing pages otimizadas reduzem o atrito na jornada de compra.

O conteúdo também é decisivo. Combinar emoção e prova social como vídeos curtos de montagem de arranjos, bastidores e avaliações de clientes em vídeo aumenta a confiança e o desejo de compra. Além disso, oferecer experiências personalizadas, como entrega agendada, cartões customizados e kits com produtos complementares, ajuda a criar vínculos afetivos e diferenciais competitivos.

O mercado brasileiro de flores e presentes vive um momento de profunda transformação. O digital amplia o alcance e cria novas ocasiões de consumo, mas a conversão sustentável dependerá da capacidade das empresas de entregar qualidade, experiência e confiança. Além de dominar formatos de conteúdo que transformem descoberta em compra. Para os empresários so setor uma recomendação é clara: tecnologia, logística e atendimento precisam evoluir junto com a estratégia de conteúdo e comunidade.

*Clóvis Souza é CEO da Giuliana Flores, o maior e-commerce de flores do país, com 65% de marketshare – E-mail: giulianaflores@nbpress.com.br

 

Sobre a Giuliana Flores

Criada em 1990, a Giuliana Flores é uma das primeiras lojas virtuais de flores e presentes do Brasil, tendo iniciado seu e-commerce em 2000. Enfrentando o boom da internet, quando várias empresas ponto.com fecharam, a marca se fortaleceu e hoje se posiciona como líder no segmento. Entre seus diferenciais estão a constante preocupação com a combinação de flores e arranjos para agradar aos mais variados gostos e estilos, além das fortes parcerias com marcas de luxo, como Ferrero Rocher, Nestlé, Heineken, Havanna, Lindt, Chandon, Kopenhagen, Amigos do Bem, Lu Chocolates, entre muitas outras, oferecendo produtos exclusivos ao consumidor. O portal ganhou o Prêmio Época Reclame Aqui nos anos de 2013, 2016, 2017, 2018 e 2021, todos na categoria E-commerce – Floricultura, e conta com o selo de empresa reconhecida pelos sites Bondfaro e Buscapé, Loja Ouro pelo E-bit e Selo Site Blindado. Para mais informações, acesse: www.giulianaflores.com.br.

 

Por Clóvis Souza, CEO da Giuliana Flores

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