Conecte-se conosco

destaque

Como elevar a satisfação do consumidor no varejo em um cenário de queda global

Published

on

Como elevar a satisfação do consumidor no varejo em um cenário de queda global

Como melhorar a satisfação do consumidor no varejo diante da queda revelada pelo novo estudo da Zebra

Descubra como elevar a satisfação do consumidor no varejo diante das quedas recentes e das frustrações dos funcionários, segundo estudo global da Zebra.


O alerta da Zebra sobre a queda na satisfação do consumidor no varejo

A satisfação do consumidor no varejo passou por uma queda consistente nos últimos três anos, segundo o 18º Estudo Global Anual do Consumidor, da Zebra. Embora muitos fatores influenciem esse declínio, os dados revelam que tanto o ambiente físico quanto o digital enfrentam desafios importantes. Além disso, as equipes de loja relatam níveis crescentes de frustração, o que afeta de forma direta a experiência dos clientes.

De acordo com o relatório, a satisfação nas lojas físicas caiu de 85% em 2023 para 79% em 2025. Assim, observamos uma queda de seis pontos percentuais. Enquanto isso, a experiência online sofreu impacto ainda maior, caindo de 85% para 73% no mesmo período. Portanto, o setor precisa reagir com rapidez.

Os autores explicam que a percepção emocional do consumidor continua crítica. Eles reforçam que os clientes lembram de como se sentem durante a compra. Uma saudação amigável, por exemplo, pode transformar a experiência. Entretanto, qualquer falha impacta a confiança e reduz a satisfação do consumidor no varejo.


Por que os funcionários se mostram cada vez mais frustrados

Os funcionários assumem papel essencial na experiência do cliente. Contudo, muitos relatam sobrecarga e falta de ferramentas adequadas.

Além disso, muitos varejistas de auto-serviço enfrentam um desafio adicional: os mesmos colaboradores que abastecem a loja também precisam atender os clientes. Como resultado, eles dividem a atenção entre reposição de prateleiras, conferência de estoque e suporte direto no salão de vendas. Essa dinâmica aumenta a pressão operacional e reduz o tempo disponível para oferecer um atendimento mais humano. Portanto, o acúmulo de funções contribui para a queda na satisfação do consumidor no varejo, já que os clientes percebem quando a equipe está sobrecarregada e menos disponível.

O estudo mostrou que 88% dos colaboradores têm dificuldade em receber informações claras da liderança. Além disso, quase metade afirma não ter tempo suficiente para ajudar os clientes por causa de tarefas de baixa prioridade. Em caso

Os principais desafios enfrentados nas lojas

Entre as frustrações mais citadas, destacam-se:

  • Falta de tempo para atendimento personalizado

  • Gestão complexa de devoluções online

  • Reclamações frequentes sobre falta de estoque

  • Divergência entre estoque físico e digital

  • Dificuldade de comunicação interna

Esses problemas afetam diretamente a satisfação do consumidor no varejo, já que os clientes percebem a redução na qualidade do atendimento.


A tecnologia como aliada da experiência do cliente

Apesar dos desafios, o estudo traz uma boa notícia. A maioria dos funcionários acredita que ferramentas de automação e soluções de IA podem melhorar o desempenho e reduzir a sobrecarga. Cerca de 89% concordam que a IA aumentará a produtividade. Assim, abre-se espaço para um varejo mais eficiente, conectado e responsivo.

Como a tecnologia reduz atritos

Quando tarefas manuais deixam de consumir energia, os funcionários podem focar no cliente. Além disso, melhorias como RFID, scanners avançados e integração de dados ajudam a evitar falhas de estoque e aceleram o atendimento. Dessa forma, a experiência melhora e, com ela, a satisfação do consumidor no varejo.


Caminhos práticos para elevar a satisfação do consumidor no varejo

Para reverter o cenário atual, varejistas podem adotar estratégias simples, como:

  • Investir em treinamento contínuo

  • Implementar fluxos automatizados

  • Reduzir tarefas repetitivas

  • Integrar tecnologias com foco em eficiência

  • Melhorar a comunicação interna

Esses ajustes, embora pequenos, criam impacto significativo na operação e fortalecem a jornada do cliente.


FAQ

1. O que mais impacta a satisfação do consumidor no varejo hoje?

Os principais fatores incluem atendimento rápido, experiência emocional positiva, disponibilidade de produtos e comunicação eficiente.

2. Como a tecnologia pode melhorar o desempenho das equipes?

Ela automatiza tarefas repetitivas, libera tempo para atendimento e aumenta a precisão de processos como gestão de estoque.

3. Por que os consumidores querem mais interação humana?

Porque ela transmite confiança, reduz dúvidas e cria conexão emocional, mesmo em ambientes digitalizados.

4. Quais ações rápidas podem elevar a satisfação no varejo?

Treinar equipes, oferecer ferramentas adequadas, melhorar processos internos e monitorar métricas de experiência.

Imagem: Pinterest

Por: José Marques

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

35 + = 37
Powered by MathCaptcha

Atacado

Natal 2025 promete aquecimento surpreendente: vendas podem chegar a R$ 85 bilhões

Published

on

Natal 2025 promete aquecimento surpreendente: vendas podem chegar a R$ 85 bilhões

Natal 2025 deve apresentar melhora moderada impulsionada pelo e-commerce e pela confiança gradual

As perspectivas para o Natal 2025 indicam um cenário mais favorável que o de 2024. Mesmo com juros elevados, o varejo observa sinais de recuperação. O desempenho da última Black Friday reforça essa visão. O e-commerce faturou R$ 4,76 bilhões em apenas um dia, um crescimento de 11,2%. Esses resultados mostram que o consumidor permanece ativo, embora mais atento aos preços.

Esse avanço sugere que o ambiente de compras para o fim de ano pode ser mais positivo. Ainda assim, especialistas defendem uma postura moderada. A economia mostra estabilidade, porém o crédito continua caro. Portanto, consumidores devem planejar mais e priorizar ofertas mais vantajosas. Apesar disso, a projeção de R$ 85 bilhões em vendas revela confiança no poder de compra do brasileiro.

Além disso, a combinação entre lojas físicas e canais digitais cria oportunidades mais amplas para o comércio. Dessa forma, o Natal 2025 tende a equilibrar cautela e crescimento.


Comportamento do consumidor mostra cautela, mas desejo de celebrar permanece forte

Embora o cenário econômico peça atenção, pesquisas mostram disposição para comprar. A maioria dos consumidores planeja gastar de forma mais consciente. Contudo, o desejo de celebrar permanece firme. Assim, as decisões de compra devem seguir padrões mais racionais, porém menos retraídos.

Canais de compra combinam presença física e digital

As lojas físicas devem concentrar cerca de 75% das compras. Esse índice reforça o papel dos shoppings e das lojas de departamento no Natal 2025. Entretanto, o comércio online continuará relevante. Aproximadamente 58% dos brasileiros pretendem adquirir ao menos um presente pela internet.

Essa combinação híbrida oferece vantagens. O consumidor pesquisa online e compra presencialmente. Ou, muitas vezes, faz o caminho inverso. Essa tendência se intensificou após o crescimento do e-commerce no último ano.

Pesquisa de preços será um comportamento dominante

Cerca de 82% dos brasileiros querem comparar preços antes de comprar. Esse hábito cresceu após anos de inflação elevada. Assim, a busca por promoções deve impulsionar tráfego online, especialmente em marketplaces.

Métodos de pagamento se diversificam

O Pix lidera com 54% das preferências. Logo depois aparecem o cartão parcelado (39%), débito (28%) e dinheiro (23%). Esse comportamento mostra que o consumidor busca flexibilidade, mas também controle financeiro.


Presentes tradicionais dividem espaço com experiências no Natal 2025

As compras do Natal 2025 devem equilibrar presentes materiais e experiências afetivas. Filhos, mães e cônjuges continuam como os principais presenteados. No entanto, 43% consideram oferecer viagens, jantares, shows ou passeios. Essa mudança reflete o desejo por momentos marcantes e menos foco no consumo excessivo.

Além disso, a tendência de presentes personalizados cresce. Itens artesanais, memórias afetivas e produtos de valor emocional ganham espaço. Essa transformação acompanha o movimento global de consumo consciente.


Decoração do Natal 2025 aposta em modernidade, metálicos suaves e afeto

As tendências de decoração para o Natal 2025 revelam estética moderna e acolhedora. A busca por ambientes elegantes e emocionais cresce, enquanto o minimalismo perde força. A decoração deve valorizar histórias pessoais e memórias familiares.

Enfeites afetivos e peças artesanais ganham destaque

Itens herdados, lembranças de viagens e objetos feitos à mão voltam com força. Esses elementos criam conexão emocional e tornam cada espaço único.

Paleta de cores aposta em tons suaves e sofisticados

As cores tradicionais, como vermelho e verde, cedem espaço para metálicos suaves (dourado, cobre, prata). Pastéis invernais, como rosa claro, azul acinzentado e verde menta também ganham destaque. Além disso, tons profundos como azul-noite criam um clima sofisticado e calmo.


Marketing digital e simbologia numérica impulsionam engajamento no Natal 2025

As campanhas de marketing devem integrar mídia paga e orgânica de forma estratégica. Marcas buscarão resultados de longo prazo, não apenas vendas imediatas. Além disso, a combinação numérica do Natal 2025, rara e simbólica, deve gerar grande engajamento nas redes sociais. Mensagens temáticas, lembranças e conteúdos afetivos tendem a dominar as postagens.


Conclusão — Natal 2025 deve ser moderadamente positivo, com consumo híbrido e forte apelo emocional

O Natal 2025 mostra um cenário de crescimento moderado, sustentado pela resiliência do consumidor e pelo avanço do e-commerce. As projeções de R$ 85 bilhões reforçam otimismo, embora as famílias mantenham cautela. A combinação de tecnologia, experiências e decoração afetiva deve marcar a data. Assim, o varejo se prepara para um período mais equilibrado e promissor.


Perguntas Frequentes sobre o Natal 2025

1. O Natal 2025 será melhor que o de 2024?

Sim. A expectativa é de crescimento moderado, impulsionado pelo e-commerce e pelo aumento da confiança do consumidor.

2. O que mais deve influenciar as compras de Natal?

Pesquisa de preços, facilidades de pagamento, experiências afetivas e promoções integradas ao marketing digital.

3. Quais tendências de decoração se destacam para 2025?

Tons metálicos suaves, pastéis invernais, peças artesanais e enfeites com histórias pessoais.

4. O que o varejo pode esperar das vendas online?

Um desempenho forte, já que o e-commerce cresceu mais de 11% na última Black Friday.

Imagem :Pinterest

Por: José Marques

Continue Reading

destaque

Automação visual com IA ajuda lojistas a escalar catálogos e vender mais

Published

on

Automação visual com IA ajuda lojistas a escalar catálogos e vender mais

Tecnologia leva estúdio de fotos profissional para a palma da mão e ajuda lojistas a vender mais na Black Friday

Photoroom usa inteligência artificial para automatizar a criação de imagens de produtos e tornar o e-commerce mais visualmente competitivo

À medida que os lojistas se preparam para a Black Friday, um dos maiores desafios é produzir fotos de produtos que realmente se destaquem entre milhares de ofertas online. O problema é conhecido, pois estúdios profissionais têm custo elevado, os fluxos de edição manuais são lentos e, muitas vezes, os catálogos crescem mais rápido do que as equipes conseguem atualizar.

A Photoroom, plataforma de fotografia de produtos com inteligência artificial para imagens rápidas, consistentes e profissionais, vem mudando esse cenário ao oferecer uma experiência de “estúdio na palma da mão” para marcas e varejistas. Com recursos baseados em inteligência artificial, como flat lay automatizado, manequim fantasma, modelo virtual e encenação de produtos, a solução permite transformar fotos comuns em imagens profissionais em segundos e em escala.

“Nosso foco é democratizar a qualidade visual no e-commerce”, explica Matt Rouif, CEO da Photoroom. “Nem todo lojista tem acesso a um estúdio ou fotógrafo profissional, mas todos podem ter imagens que pareçam saídas de um. A tecnologia faz o trabalho pesado e o resultado é uma loja mais atrativa, com fotos que vendem.”

Segundo pesquisas de mercado, imagens de alta qualidade podem elevar em até 23% as taxas de conversão em e-commerce. Porém, muitos varejistas ainda dependem de fluxos manuais de edição, o que cria gargalos operacionais, especialmente em períodos de pico como a Black Friday.

A Photoroom abraça esse desafio com um conjunto de ferramentas que combinam automação em lote, criação de modelos, embelezamento de produtos e encenação fotográfica com IA. Isso permite que equipes de marketing e conteúdo gerem milhares de imagens consistentes, sem abrir mão da qualidade ou da identidade visual da marca.

Entre os recursos mais indicados estão:

Flat Lay: a ferramenta transforma fotos simples de roupas em imagens planas e padronizadas, ideais para marketplaces e redes sociais. O recurso utiliza IA para ajustar enquadramento, iluminação e proporções, entregando resultados consistentes e de aparência profissional. O resultado é um catálogo mais uniforme e atrativo, com economia de tempo e custos operacionais.
Manequim fantasma e Modelo virtual: permite que lojistas apresentem suas peças de forma mais natural, mostrando caimento, textura e forma de uso, sem depender de sessões fotográficas completas. A tecnologia cria representações realistas baseadas nas próprias fotos do produto, preservando a fidelidade visual e o controle da marca. É uma forma de dar “vida” às imagens, mantendo transparência e autenticidade.
Encenação de produto: cria cenários contextualizados que ajudam o cliente a imaginar o produto em uso, como um cosmético sobre uma bancada, um utensílio na cozinha ou um acessório em ambiente de lifestyle. Essa ambientação realista aumenta o apelo visual e a percepção de valor, além de gerar material para campanhas e vitrines digitais com aparência profissional.
Embelezador de produtos: otimiza automaticamente luz, cor e contraste para que cada item do catálogo mantenha um padrão estético consistente. O recurso melhora o brilho e a textura sem alterar o produto original, garantindo que a imagem final traduza o melhor aspecto visual possível. É uma forma de oferecer fotos com qualidade de estúdio, mas em escala corporativa, reforçando a confiança do consumidor e a identidade da marca.

A plataforma também se diferencia por sua API corporativa, que permite integrar a edição de imagens diretamente aos sistemas de e-commerce e gestão de catálogo das empresas. Assim, é possível automatizar fluxos de edição para milhares de SKUs, padronizando fundos, dimensões e iluminação, tudo com governança de marca e segurança de dados corporativos.

“A Black Friday é o grande teste de eficiência para o e-commerce. Com o volume de produtos e campanhas, quem consegue manter consistência visual em escala sai na frente. É aí que a automação e a IA fazem diferença real”, afima Rouif.

Sobre a Photoroom

A Photoroom foi fundada em 2019 e, nos últimos seis anos, conquistou um nicho no espaço da fotografia comercial. A Photoroom obteve sucesso pela primeira vez com seu removedor de fundo, o melhor da categoria. O aplicativo evoluiu de um editor em lote para um conjunto completo de produtos de fotografia com IA: processamento em massa; recortes/retoques de primeira classe; fundos, cenas e reiluminação generativos; encenação de produtos com modelos da marca; modelos virtuais e composições do tipo “experimente”; e fluxos de trabalho em escala de catálogo via API. Com o objetivo de capacitar empresas de todos os tamanhos, o Photoroom oferece uma solução completa para a criação de imagens de produtos em escala, ajudando as marcas a acelerar a produção de visuais de alta qualidade.

Processando mais de 7 bilhões de imagens por ano, a Photoroom está disponível em dispositivos móveis, na Web e através de uma API em mais de 180 países. A aplicação Photoroom foi descarregada mais de 300 milhões de vezes. A Photoroom está sediada em Paris e conta com uma equipa global de mais de 100 funcionários.

 

Por: Nathalia Alcoba

 

 

 

Continue Reading

destaque

Como o Digital Transformou o Mercado de Flores e Presentes no Brasil

Published

on

Como o Digital Transformou o Mercado de Flores e Presentes no Brasil

Como o consumo de flores e presentes mudou na era digital

Presentear com flores, um gesto antes restrito às floriculturas de rua, tornou-se parte da economia digital. Buquês, arranjos e kits personalizados agora são comprados com poucos cliques, via aplicativos, WhatsApp, Instagram ou e-commerces. Essa transformação acompanha o avanço do social commerce, modelo que transforma redes sociais em vitrines e pontos de venda e vem impulsionando toda a cadeia produtiva do setor. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/Esalq/USP) e o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), a floricultura brasileira movimentou R$ 21,23 bilhões em 2024, gerando 265 mil empregos. No mesmo ritmo, o social commerce deve alcançar US$ 3,58 bilhões neste ano e quase dobrar até 2030, segundo o Brazil Social Commerce Market Intelligence Report 2025. O resultado é um novo cenário em que o encanto das flores encontra a conveniência do digital.

Funcionalidades como compras integradas e anúncios sob medida tornam a jornada do consumidor mais fluida, estimulando as transações diretamente dentro das próprias plataformas. Nos próximos anos, é provável que as redes sociais invistam em soluções de compra ainda mais sofisticadas e em experiências altamente personalizadas para ampliar o engajamento e a conversão dos usuários.

Apesar do crescimento, o mercado digital de flores enfrenta obstáculos específicos. A logística é um deles: elas são produtos altamente perecíveis e exigem entrega rápida e manuseio cuidadoso, qualquer falha pode comprometer a experiência do cliente e a imagem da marca. Garantir embalagens seguras e definir SLAs claros de entrega são medidas essenciais. Outro desafio é a confiança nas compras via redes sociais. Muitos consumidores ainda hesitam em finalizar pedidos pelo Instagram ou WhatsApp por receio de golpes. Por essa razão, empresas que atuam nesse formato precisam reforçar sinais de credibilidade, com meios de pagamento seguros, políticas transparentes de troca e devolução e comunicação clara sobre prazos e condições de entrega.

No campo da performance, surge uma dificuldade mais técnica: mensurar o retorno sobre o investimento (ROI) de conteúdos digitais. Reels, lives e postagens criativas geram engajamento, mas transformar visualizações em vendas exige estratégia. Floriculturas que dominam esse funil de conversão conectando emoção, experiência e dados tendem a se destacar no novo varejo floral. Para prosperar nesse ambiente, marcas e floriculturas precisam unir tecnologia e sensibilidade. Um bom ponto de partida é contar com uma vitrine comprável. Integrações como Instagram Shopping, links diretos no WhatsApp e landing pages otimizadas reduzem o atrito na jornada de compra.

O conteúdo também é decisivo. Combinar emoção e prova social como vídeos curtos de montagem de arranjos, bastidores e avaliações de clientes em vídeo aumenta a confiança e o desejo de compra. Além disso, oferecer experiências personalizadas, como entrega agendada, cartões customizados e kits com produtos complementares, ajuda a criar vínculos afetivos e diferenciais competitivos.

O mercado brasileiro de flores e presentes vive um momento de profunda transformação. O digital amplia o alcance e cria novas ocasiões de consumo, mas a conversão sustentável dependerá da capacidade das empresas de entregar qualidade, experiência e confiança. Além de dominar formatos de conteúdo que transformem descoberta em compra. Para os empresários so setor uma recomendação é clara: tecnologia, logística e atendimento precisam evoluir junto com a estratégia de conteúdo e comunidade.

*Clóvis Souza é CEO da Giuliana Flores, o maior e-commerce de flores do país, com 65% de marketshare – E-mail: giulianaflores@nbpress.com.br

 

Sobre a Giuliana Flores

Criada em 1990, a Giuliana Flores é uma das primeiras lojas virtuais de flores e presentes do Brasil, tendo iniciado seu e-commerce em 2000. Enfrentando o boom da internet, quando várias empresas ponto.com fecharam, a marca se fortaleceu e hoje se posiciona como líder no segmento. Entre seus diferenciais estão a constante preocupação com a combinação de flores e arranjos para agradar aos mais variados gostos e estilos, além das fortes parcerias com marcas de luxo, como Ferrero Rocher, Nestlé, Heineken, Havanna, Lindt, Chandon, Kopenhagen, Amigos do Bem, Lu Chocolates, entre muitas outras, oferecendo produtos exclusivos ao consumidor. O portal ganhou o Prêmio Época Reclame Aqui nos anos de 2013, 2016, 2017, 2018 e 2021, todos na categoria E-commerce – Floricultura, e conta com o selo de empresa reconhecida pelos sites Bondfaro e Buscapé, Loja Ouro pelo E-bit e Selo Site Blindado. Para mais informações, acesse: www.giulianaflores.com.br.

 

Por Clóvis Souza, CEO da Giuliana Flores

Continue Reading

Tendências

Todos os direitos reservado por Varejo.blog © 2025