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Franquias 2026: o que esperar do mercado e onde investir
Published
3 meses agoon
By
Jose Marques
A busca por negócios mais previsíveis continua forte no Brasil, e o franchising entra em 2026 como um dos modelos mais observados por quem quer empreender no varejo, expandir uma marca ou diversificar receitas. Quando a operação é bem estruturada, a franquia combina padronização, replicabilidade e apoio ao franqueado, o que tende a reduzir erros comuns de quem começa do zero. Ao mesmo tempo, o setor está mudando rápido, puxado por digitalização, consumo mais cauteloso e novas exigências de eficiência operacional. Neste cenário, entender as tendências de franquias 2026 ajuda a tomar decisões com menos achismo e mais critério.
O que é franquia e como o modelo funciona na prática
Franquia é um sistema de expansão no qual uma empresa detentora de marca e know how, o franqueador, concede a um empreendedor, o franqueado, o direito de uso dessa marca e do modelo de negócio por um período e condições definidos em contrato. Em troca, o franqueado paga taxas, como taxa de franquia e royalties, e segue padrões operacionais, de atendimento, marketing e gestão.
Na prática, o franqueador entrega método e governança. Isso inclui manuais, treinamento, orientação de ponto comercial, suporte de operação, padrões de fornecedores, campanhas e indicadores. O franqueado entra com capital, gestão do dia a dia e execução local. Em varejo, onde consistência importa, essa combinação costuma acelerar a expansão e reduzir assimetria de informação, porque o franqueado compra um modelo testado, não apenas um nome.
Números de franquias no Brasil que ajudam a contextualizar 2026
O franchising vem em ciclo de crescimento. No balanço anual de 2024, o setor registrou faturamento de cerca de R$ 273,08 bilhões, alta de 13,5% na comparação anual, segundo a Associação Brasileira de Franchising.
Em 2025, os dados trimestrais reforçam a tendência. No terceiro trimestre de 2025, a pesquisa de desempenho da ABF apontou faturamento de R$ 76,607 bilhões, crescimento de 9,1% ante o mesmo trimestre de 2024, com 200.152 operações de franquia e cerca de 1,747 milhão de empregos diretos.
Esses indicadores importam para franquias 2026 por um motivo simples: mostram escala, capilaridade e resiliência do modelo. Para o varejista, isso significa competição mais organizada e redes mais profissionalizadas. Para o investidor, significa mais oferta de marcas e formatos, mas também mais necessidade de diligência.
Tendências de franquias 2026 que devem ganhar tração no varejo
Em vez de uma única grande virada, 2026 tende a consolidar movimentos que já aparecem em 2024 e 2025, com foco em produtividade, experiência e retorno. A seguir, estão os vetores mais prováveis para franquias 2026, com impacto direto em operações de loja, atendimento e expansão.
Eficiência operacional com dados, automação e IA aplicada
A pressão por margem e a busca por crescimento com custo controlado empurram redes para gestão mais baseada em dados. Isso se traduz em melhorias de previsão de demanda, controle de perdas, compras e reposição, escalas de equipe e padronização de atendimento. O avanço de ferramentas de automação e inteligência artificial deve aparecer menos como “inovação de vitrine” e mais como rotina de backoffice e loja, conectando PDV, estoque, CRM e meios de pagamento. Em franquias 2026, redes que conseguirem transformar dados em decisão de operação tendem a aumentar produtividade por metro quadrado e reduzir variabilidade entre unidades.
Expansão com formatos menores e operações mais leves
A lógica de “menos CAPEX por unidade” ganha espaço. Lojas compactas, quiosques, modelos de rua com área reduzida e operações enxutas se encaixam em um consumidor mais pragmático e em custos imobiliários que seguem relevantes. Para franquias 2026, isso também abre portas para interiorização e para pontos alternativos, desde que a marca consiga preservar padrão e rentabilidade. Esse movimento aparece na prática quando redes priorizam velocidade de implantação, payback mais curto e layout modular para replicar com menos obra e menos complexidade.
Crescimento de multifranqueados e profissionalização do investidor
Com o franchising maior e mais competitivo, é comum que redes busquem franqueados que já provaram capacidade de execução, e que esses operadores ampliem participação abrindo múltiplas unidades. Essa dinâmica é citada por análises setoriais sobre 2026 e aparece como estratégia de expansão com menor risco operacional para o franqueador.
Para quem avalia franquias 2026, isso aumenta a concorrência por pontos e por condições, e eleva a régua de gestão. O franqueado deixa de ser apenas “dono da loja” e passa a atuar como operador multiunidade, com processos, liderança e controle financeiro mais robustos.
Segmentos com demanda recorrente seguem em evidência
Os próprios recortes trimestrais da ABF mostram segmentos com desempenho acima da média em 2025, como Limpeza e Conservação, Saúde, Beleza e Bem Estar e Alimentação em determinadas categorias. Isso não significa que “todo mundo deve ir para os mesmos setores”, mas indica onde há demanda recorrente e espaço para redes que entregam proposta clara.
Em franquias 2026, a palavra recorrência tende a ser central. Modelos ligados a serviços essenciais, bem estar, conveniência, manutenção e alimentação com posicionamento definido costumam sofrer menos com sazonalidade e podem operar com ticket mais previsível, desde que o custo de aquisição de cliente esteja sob controle.
Omnicanalidade pragmática e integração com marketplaces e delivery
O consumidor alterna canal o tempo todo, mas não quer fricção. Para o franchising, o desafio é integrar estoques, preços e prazos sem gerar conflito entre franqueado e franqueador. Em 2026, a tendência é avançar em regras mais objetivas para “venda digital com retirada”, “ship from store”, entregas locais e participação do franqueado no resultado de vendas digitais na sua região. Redes que resolverem governança e remuneração do canal tendem a crescer com menos atrito interno.
Mais exigência em compliance, padronização e suporte ao franqueado
Crescimento de rede exige maturidade. O setor tem se apoiado em pesquisas trimestrais e indicadores para guiar decisões e sustentar expansão. Em franquias 2026, isso deve se traduzir em processos mais claros de treinamento, auditoria, qualidade, gestão de fornecedores e suporte de campo. Para o candidato a franqueado, o critério de escolha tende a ir além da marca e do faturamento estimado, olhando para estrutura de suporte, governança e transparência de indicadores.
A seguir, confira opções de franquias em 2026 para diferentes perfis de investimento, com modelos que vão de microfranquias home based a operações estruturadas no varejo, serviços, saúde, educação e alimentação.
1. Santa Carga
A Santa Carga é uma franquia especializada em totens de recarga de dispositivos móveis com Wi-Fi marketing integrado. O modelo é autônomo, home based e não exige funcionários. O franqueado é responsável pela gestão da unidade, instalação dos totens em pontos estratégicos e comercialização de espaços publicitários, com operação focada em mídia e conveniência.
Investimento inicial: R$ 19.900
Faturamento médio mensal: R$ 8.316
Prazo de retorno: a partir de 8 meses
2. Atto Service
A Atto Service atua no segmento de serviços técnicos, com foco em venda, instalação e manutenção de portas automáticas para comércios, indústrias e residências. O modelo de microfranquia é 100% home based, sem necessidade de equipe fixa, permitindo ao franqueado atuar diretamente na execução e na gestão dos atendimentos.
Investimento inicial: a partir de R$ 20.000
Faturamento médio mensal: R$ 9 mil
Prazo de retorno: a partir de 16 meses
3. Jan-Pro
A Jan-Pro é uma rede internacional de franquias de limpeza comercial, com diferentes formatos de operação conforme o perfil do investidor. Presente no Brasil desde 1991, a marca oferece suporte comercial, técnico e administrativo, com modelos que podem operar com ou sem funcionários, atendendo empresas de diversos portes.
Investimento inicial: a partir de R$ 20 mil
Faturamento médio mensal: de R$ 4 mil a R$ 30 mil
Prazo de retorno: 12 a 18 meses
4. YES! Idiomas
A YES! é uma rede de ensino de idiomas com mais de cinco décadas de atuação no mercado educacional. A franquia oferece modelos de operação flexíveis, adaptados a diferentes escalas de investimento, atendendo desde pequenos empreendedores até centros educacionais maiores.
Investimento inicial: a partir de R$ 30 mil
Faturamento médio mensal: a partir de R$ 40 mil
Prazo de retorno: 18 a 24 meses
5. Vinho24h
A Vinho24h opera com adegas autônomas instaladas em condomínios, funcionando 24 horas por dia e sem funcionários. Cada unidade conta com venda de vinhos, mídia digital para anúncios e oferta de assinaturas por meio do Clube do Vinho. O franqueado atua na gestão remota da operação, captação de anunciantes e relacionamento com os moradores.
Investimento inicial: R$ 32.900
Faturamento médio mensal: R$ 11.482
Prazo de retorno: até 14 meses
6. Honest Market Brasil
A Honest Market Brasil atua no segmento de minimercados autônomos, com lojas sem atendentes que funcionam 24 horas por dia. O modelo oferece mix de produtos personalizado e gestão digital, com foco em conveniência e operação simplificada para o franqueado.
Investimento inicial: R$ 50 mil
Faturamento médio mensal: R$ 25 mil
Prazo de retorno: 12 meses
7. Peggô Market
A Peggô Market é uma rede de mercados autônomos que combina baixo investimento inicial e modelo de operação simplificado. As unidades funcionam sem funcionários e são instaladas principalmente em condomínios, com gestão focada em reposição, mix e controle remoto das vendas.
Investimento inicial: R$ 55 mil
Faturamento médio mensal: R$ 25 mil
Prazo de retorno: 8 a 12 meses
8. Follow ME Idiomas
A Follow ME é uma franquia de ensino de idiomas com modelo low cost e formatos adaptáveis. A metodologia combina técnicas tradicionais e modernas, com foco em engajamento e desenvolvimento progressivo dos alunos, atendendo investidores que buscam operações educacionais de menor porte.
Investimento inicial: a partir de R$ 58 mil
Faturamento médio mensal: R$ 25 mil
Prazo de retorno: 18 a 24 meses
9. Mikro Market
A Mikro Market atua no segmento de mercados de conveniência autônomos e se destaca pelo faturamento médio por unidade. As operações podem ser instaladas em condomínios, empresas, universidades e outros espaços de grande circulação, sempre em formato sem funcionários.
Investimento inicial: a partir de R$ 60 mil
Faturamento médio mensal: R$ 25 mil
Prazo de retorno: a partir de 6 meses
10. BR Barbearia
A BR Barbearia opera com base na Lei do Salão Parceiro, sem funcionários diretos, permitindo ao franqueado gerir a unidade de forma remota. O modelo se apoia em tecnologia proprietária para monitoramento, gestão financeira e fidelização de clientes.
Investimento inicial: a partir de R$ 100 mil
Faturamento médio mensal: entre R$ 28 mil e R$ 40 mil
Prazo de retorno: 12 a 24 meses
11. SorriaMed
A SorriaMed é uma rede de clínicas odontológicas que oferece atendimento completo em saúde bucal, com estrutura equipada para realização dos procedimentos nas próprias unidades. O modelo de franquia foi lançado recentemente e atende investidores interessados no segmento de saúde.
Investimento inicial: a partir de R$ 120 mil
Faturamento médio mensal: R$ 400 mil
Prazo de retorno: 18 meses
12. Açaí Sunset
O Açaí Sunset atua no segmento de alimentação, com foco em açaí produzido sem xarope de guaraná ou aromatizantes. A franquia opera com lojas físicas e atende consumidores que buscam produtos naturais e saudáveis.
Investimento inicial: a partir de R$ 120 mil
Faturamento médio mensal: de R$ 30 mil a R$ 100 mil
Prazo de retorno: 18 a 24 meses
13. Fizzoli Sorvetes
A Fizzoli Sorvetes é uma franquia com operação simplificada, posicionada no segmento de sorvetes com preço de fábrica. O modelo busca autonomia do franqueado e foco em gestão eficiente do ponto de venda.
Investimento inicial: a partir de R$ 130 mil
Faturamento médio mensal: R$ 45 mil
Prazo de retorno: 18 a 24 meses
14. Porto do Sabor
O Porto do Sabor é uma franquia de alimentação voltada para sucos, açaí e lanches naturais. A operação exige espaços reduzidos e equipe enxuta, com foco em saudabilidade e consumo rápido ao longo do dia.
Investimento inicial: a partir de R$ 135 mil
Faturamento médio mensal: R$ 40 mil
Prazo de retorno: 28 a 36 meses
15. Baurucas
A Baurucas atua no segmento de pipocas gourmet, com operação compacta voltada para shoppings, galerias e terminais. O portfólio inclui sabores tradicionais e premium, inspirados em referências internacionais.
Investimento inicial: R$ 144 mil
Faturamento médio mensal: R$ 50 mil
Prazo de retorno: 14 a 24 meses
16. Espaço Facial
A Espaço Facial é uma rede de clínicas de estética especializada em procedimentos faciais, como botox e harmonização. O modelo exige maior aporte inicial e opera com foco em serviços de alto valor agregado.
Investimento inicial: R$ 270 mil
Faturamento médio mensal: R$ 150 mil
Prazo de retorno: 12 a 18 meses
17. Kookabu
A Kookabu é uma franquia de moda infantil que atua com portfólio completo para o público infantojuvenil. O modelo acompanha tendências do setor e atende uma demanda contínua por vestuário infantil.
Valor de investimento: R$ 195 mil
Faturamento médio mensal: não informado
Prazo de retorno: 13 a 24 meses
18. Point S
A Point S é uma rede global de franquias automotivas especializada em pneus e manutenção veicular. A operação conta com suporte estruturado, sistemas de gestão e padrão internacional de atendimento.
Valor de investimento: R$ 460 mil
Faturamento médio mensal: R$ 300 mil
Prazo de retorno: 25 a 36 meses
19. Yogini
A Yogini atua no segmento de moda wellness, com foco em roupas funcionais para práticas como yoga. A franquia atende consumidores ligados a qualidade de vida e bem-estar, com posicionamento premium.
Valor de investimento: R$ 700 mil
Faturamento médio mensal: R$ 250 mil
Prazo de retorno: 25 a 36 meses
20. Bayard
A Bayard é uma rede tradicional do varejo esportivo, com portfólio amplo de marcas e produtos. O modelo de franquia se apoia em logística estruturada e operação de grande escala.
Valor de investimento: R$ 1.255,7 mil
Faturamento médio mensal: R$ 400 mil
Prazo de retorno: 25 a 36 meses
21. Nova Medtec Cirúrgica
A Nova Medtec Cirúrgica atua no varejo de produtos médicos e hospitalares, atendendo clínicas, profissionais de saúde e consumidores finais. O modelo se beneficia da demanda contínua do setor de saúde.
Valor de investimento: R$ 234,6 mil
Faturamento médio mensal: R$ 80 mil
Prazo de retorno: 25 a 36 meses
22. Coconut
A Coconut é uma franquia de calçados com foco em design e qualidade. O modelo oferece suporte ao franqueado e atua em um mercado consolidado dentro do varejo de moda.
Valor de investimento: R$ 217 mil
Faturamento médio mensal: R$ 100 mil
Prazo de retorno: 25 a 36 meses
23. Allp Fit
A Allp Fit é uma rede de academias que integra serviços de fitness e suplementos próprios. O modelo busca retenção de clientes por meio de programas personalizados e operação estruturada.
Valor de investimento: R$ 1,5 milhão
Faturamento médio mensal: R$ 187,1 mil
Prazo de retorno: 25 a 36 meses
24. Vitamin Fast
A Vitamin Fast atua no segmento de soroterapia e suplementação injetável, com foco em saúde e bem-estar. O modelo se beneficia do crescimento da demanda por serviços personalizados de cuidado com a saúde.
Valor de investimento: R$ 135 mil
Faturamento médio mensal: R$ 138,1 mil
Prazo de retorno: 13 a 24 meses
25. Nutridinhos
A Nutridinhos é uma franquia voltada à educação alimentar infantil, com atividades práticas que incentivam hábitos saudáveis desde a infância. O modelo combina propósito educacional e operação comercial.
Valor de investimento: R$ 108 mil
Faturamento médio mensal: R$ 40 mil
Prazo de retorno: 13 a 24 meses
26. 2izy
A 2izy atua no setor de limpeza, conectando clientes e diaristas por meio de plataforma digital. O modelo é home office, com gestão remota e baixo investimento inicial.
Valor de investimento: R$ 35 mil
Faturamento médio mensal: R$ 50 mil
Prazo de retorno: até 12 meses
27. Ville du Vin
A Ville du Vin opera com lojas e restaurantes especializados em vinhos premium, com foco em curadoria e experiência gastronômica. A franquia oferece diferentes formatos de loja conforme o perfil do investidor.
Valor de investimento: a partir de R$ 370 mil
Prazo de retorno: 22 a 26 meses
Leia também: Franquias de vinhos: o crescimento do setor e o novo comportamento do consumidor brasileiro
28. Supera
O Supera é uma rede de escolas de ginástica cerebral, com metodologia própria voltada ao desenvolvimento cognitivo e socioemocional. A franquia oferece modelos adaptados ao porte das cidades e ao potencial de mercado.
Investimento inicial: a partir de R$ 139 mil para cidades abaixo de 85 mil habitantes e a partir de R$ 199 mil para cidades acima de 85 mil habitantes
Faturamento potencial anual: acima de R$ 500 mil
Prazo de retorno: 18 a 24 meses
Leia também: Educação e empreendedorismo: como o Supera vem se destacando no mercado de franquias educacionais
Como usar as tendências para escolher uma franquia em 2026 com mais segurança
A melhor leitura de franquias 2026 é combinar macro e micro. No macro, os números da ABF ajudam a entender ritmo do setor e segmentos com tração. No micro, a decisão passa por unit economics da operação, perfil do ponto, capacidade de gestão e qualidade do suporte do franqueador.
Se a tendência é eficiência, procure redes que provem rotina de indicadores e melhoria contínua, não apenas discurso. Se a tendência é formato leve, confirme se a operação compacta mantém margem e não depende de volume irreal. Se a tendência é omnicanal, entenda como funciona a divisão de receitas digitais. Em 2026, franquia bem escolhida deve ser aquela que se sustenta no dia a dia, com processo, governança e demanda real, e não só na promessa de expansão.
Imagem: Freepik
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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?
Published
4 dias agoon
março 17, 2026By
Jose Marques
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– Palavra-chave repetida estrategicamente
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Conteúdo original:
Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
- Dificuldade de controle financeiro;
- Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
- Conveniência;
- Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
- Taxas para o lojista;
- Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
- Segurança;
- Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
- Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
- Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
- Liquidação imediata;
- Baixo custo;
- Alta adesão do público.
Desvantagens:
- Dependência de tecnologia;
- Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
- Agilidade;
- Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
- Inclusão financeira;
- Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
- Prazo de compensação;
- Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
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Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
- Dificuldade de controle financeiro;
- Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
- Conveniência;
- Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
- Taxas para o lojista;
- Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
- Segurança;
- Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
- Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
- Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
- Liquidação imediata;
- Baixo custo;
- Alta adesão do público.
Desvantagens:
- Dependência de tecnologia;
- Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
- Agilidade;
- Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
- Inclusão financeira;
- Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
- Prazo de compensação;
- Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
Notícias
Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira
Published
4 dias agoon
março 17, 2026By
Jose Marques
A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.
O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.
Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.
Programação inclui convenção e debates sobre gestão
Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.
O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.
Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.
Conteúdo técnico aborda varejo e legislação
A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.
O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.
Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.
A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.
Gastronomia e políticas públicas em destaque
Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.
Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.
A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.
Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood
Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.
Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.
Notícias
A Era da Audiência – Central do Varejo
Published
7 dias agoon
março 15, 2026By
Jose Marques
2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.
Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.
É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.
A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.
Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.
E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.
Boa semana!
Leia também: Uma guerra no meio do caminho
(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.
Imagem: Freepik
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