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CM Responde: Qual é a responsabilidade do bar ou restaurante na venda de bebidas ao consumidor final?

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Os números de casos por intoxicação por metanol não param de subir. As autoridades continuam investigando. De um lado, a falsificação de bebidas. Do outro, a máfia da reciclagem de embalagens.

Entretanto, até o momento, não há dados sobre em que fase da produção ou distribuição ocorreu a adulteração, nem a identidade dos responsáveis, ou se outras bebidas também foram afetadas. Afinal, o metanol, composto químico conhecido como álcool metílico ou álcool da madeira, não tem cheiro, gosto ou cor. Como resultado, a única forma de identificação é por meio laboratorial.

Em uma coletiva de imprensa realizada no dia 2 de outubro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, trouxe à tona uma preocupação: até momento, eram 59 as notificações de intoxicação por metanol em todo o País. Desses casos, 11 apresentaram confirmação laboratorial da presença da substância tóxica. A distribuição dos casos é bastante desigual entre os estados. A maioria das notificações, 53, vem de São Paulo, enquanto Pernambuco registrou 5 casos e o Distrito Federal apenas 1.

Responsabilidade objetiva

Sob a perspectiva da Defesa do Consumidor, um assunto que tem recebido atenção é a responsabilidade dos fornecedores em situações de intoxicação. A questão é: bares e restaurantes, que também atuam como consumidores, podem ser responsabilizados juridicamente? E, caso afirmativo, quais medidas devem adotar para se proteger?

Em primeiro lugar, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que os fornecedores são responsáveis pela reparação de danos causados aos consumidores, independentemente de comprovação de culpa. Isso significa que, em casos de intoxicação, as vítimas podem exigir a cobertura de despesas hospitalares, lucros cessantes, danos materiais e até mesmo danos morais. E, mesmo o estabelecimento sendo um “consumidor” da bebida, isso vale porque é ele quem a venderá para o consumidor final.

O artigo do CDC que ampara essa normativa é o 14. Em suma, o dispositivo estabelece a responsabilidade objetiva do fornecedor de serviços. Segundo este artigo, o fornecedor de serviços responde, independentemente de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos na prestação do serviço, ou por informações insuficientes ou inadequadas. 

Proteção do consumidor

Cláudio Pires Ferreira, presidente do FNECDC.

Essa situação gera um cenário desafiador para o setor de bares e restaurantes, que podem se ver na mira de ações judiciais.

Cláudio Pires Ferreira é presidente do Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC). Ele destaca que o artigo 8º do CDC é explícito ao afirmar que os produtos e serviços oferecidos no mercado não devem representar risco à saúde ou à segurança dos consumidores. “Por sua vez, o artigo 9º do CDC estipula que os fornecedores de produtos ou serviços que sejam nocivos ou prejudiciais à saúde têm a obrigação de informar os consumidores sobre essas características.”

Segundo ele, essas diretrizes têm um objetivo claro: proteger o consumidor, e garantir que todos tenham acesso a informações transparentes e precisas sobre os produtos que utilizam.

O que os estabelecimentos devem fazer?

Com o aumento dos casos de vítimas intoxicadas por metanol, é fundamental que os estabelecimentos adotem medidas rigorosas para garantir a qualidade e a segurança dos produtos que oferecem. Afinal, a segurança dos consumidores deve ser a prioridade máxima, e a falta de cuidado pode resultar em consequências severas, tanto para a saúde pública quanto para a reputação do negócio.

É imprescindível que os estabelecimentos realizem a verificação contínua dos fornecedores, garantindo que todos os insumos atendam aos padrões de qualidade exigidos.

Além disso, manter registros de compras e garantir que os produtos estejam dentro da validade são passos fundamentais para se proteger de possíveis reclamações. Nesse aspecto, manter a nota fiscal em dia se torna uma prática essencial. Ela serve como um registro que ajuda a rastrear a origem dos produtos e a verificar a procedência dos insumos.

Como saber se uma bebida é regular?

Janus Pablo Macedo, presidente da Anffa Sindical.

Bebidas regulares são registradas e fiscalizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), para evitar riscos, os estabelecimentos devem ter em mente a procedência dos produtos. “Os casos de intoxicação envolvem produtos irregulares, resultantes de práticas criminosas. Por isso estão sob investigação policial”, diz Janus Pablo Macedo, presidente da entidade.

Diante disso, Janus Pablo Macedo enfatiza a necessidade de ampliar as ferramentas de inteligência no combate a práticas criminosas que ameaçam a saúde pública. Segundo ele, essas só podem ser enfrentadas com uma estrutura e número adequados de servidores. Ele também reforça a importância do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteira), que, em parceria com forças policiais, já apreendeu mais de 500 mil litros de bebidas irregulares desde 2020.

“A ação de fiscalização é essencial para evitar a entrada e a circulação de produtos irregulares no País. Os profissionais envolvidos no Vigifronteira têm como foco a repressão a ilícitos. Contudo, o crescimento desse tipo de crime só poderá ser combatido com investimentos adequados em inteligência, tecnologia e, especialmente, na recomposição do nosso quadro de servidores. Sem essas medidas, a saúde pública continuará vulnerável”, afirma o presidente do Anffa Sindical.

O risco está só na bebida?

Janus Pablo Macedo ainda destaca que os riscos não se limitam apenas às bebidas adulteradas. Afinal, diferentes formas de fraude envolvendo produtos estão presentes em todo o País, exigindo estratégias integradas de fiscalização e repressão. “Essa lista inclui também alimentos e medicamentos de uso veterinário.”

Além disso, a legislação reforça a necessidade de transparência e responsabilidade. Os consumidores têm o direito de saber a origem das bebidas que consomem e de confiar que estão adquirindo produtos seguros. A confiança é um dos pilares do comércio, e, em tempos de crise como este, é mais importante do que nunca que os fornecedores se comprometam com práticas seguras e éticas.

A situação atual em São Paulo deve servir como um alerta não apenas para os consumidores, mas também para os responsáveis pela comercialização de bebidas. A responsabilidade não é apenas uma questão legal, mas também uma questão de ética e respeito à vida humana. Com o aumento dos casos e das mortes, é imperativo que todos se unam em prol da segurança e bem-estar da população.

Economia e rastreabilidade

As intoxicações por metanol podem gerar um impacto econômico significativo no setor de bebidas. Afinal, muitos consumidores estão hesitantes em consumi-las. Essa desconfiança pode levar a uma queda nas vendas, afetando ainda mais um setor que já enfrentou dificuldades durante a pandemia.

Os proprietários de bares e restaurantes precisam estar atentos a essa nova realidade. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sugere que as pessoas evitem consumir bebidas destiladas sem ter certeza da procedência.

Assim, estratégias que promovam a transparência sobre a origem dos produtos e a segurança dos alimentos podem ajudar a recuperar a confiança do consumidor. Então, diante do cenário emergencial, o conceito de rastreabilidade na cadeia de suprimentos emerge como uma solução que proporciona transparência e facilita a rápida identificação de cada elo da cadeia, desde o fabricante até o consumidor final. A Associação Brasileira de Automação – GS1 Brasil é a encarregada no País pela implementação do padrão global de identificação de produtos. Ele é reconhecido pelos sistemas de automação em mais de 150 países.

Esse padrão é visível nas embalagens, através do código de barras, que pode ser o código linear ou o QR Code padrão GS1. Assim, as marcas utilizam esse código para compilar informações como lote, data de fabricação, certificados, dados do fabricante e outros detalhes, todos acessíveis ao consumidor por meio da leitura com o telefone celular.

Setores como alimentos, bebidas e saúde já adotam esses padrões globalmente, apresentando resultados comprovados em segurança e confiança. “No Brasil, expandir essa prática é mais do que uma questão tecnológica, é uma questão de saúde pública. É importante ressaltar que é preciso um esforço colaborativo entre indústria, governo e sociedade”, diz em nota a GS1 Brasil.

Perdas e danos

Além do risco à saúde e das perdas irreparáveis para a população, a adulteração de bebidas e outros produtos resulta em grandes perdas econômicas. Em 2024, estima-se que o País deixou de arrecadar R$ 28 bilhões em impostos devido ao mercado paralelo.

Os dados evidenciam a gravidade da situação. De acordo com a Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD), 36% do volume de destilados vendidos no País é adulterado, seja por falsificação de rótulos, manipulações indevidas ou falta de controle sanitário. Além dos riscos diretos à saúde da população, essa prática alimenta a informalidade, minando a confiança do consumidor e gerando concorrência desleal entre empresas sérias e aquelas que operam fora da lei.

A situação é ainda mais complicada pela dificuldade de fiscalização em um mercado tão fragmentado e pela presença de produtos sem identificação confiável. Nesses casos, o consumidor muitas vezes não consegue verificar a procedência da bebida que chega ao seu copo. É nesse contexto que a rastreabilidade se torna uma ferramenta essencial, proporcionando visibilidade em toda a cadeia de produção e distribuição. “A rastreabilidade representa um divisor de águas capaz de transformar o mercado, proteger os consumidores e preservar a credibilidade de todo o setor”, aponta a GS1 Brasil.

Em resumo, a responsabilidade do fornecedor é um tema sério que impacta diretamente não apenas os consumidores, mas também os estabelecimentos. Ao se protegerem, os bares e restaurantes podem garantir a segurança de seus clientes e, ao mesmo tempo, minimizar os riscos de prejuízos econômicos em um cenário cada vez mais incerto.

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades


A Restaurant Brands International (RBI) concluiu um acordo previamente anunciado com a gestora asiática CPE para expandir a operação do Burger King China. Com o fechamento da transação, a CPE investiu US$ 350 milhões em capital primário na joint venture e passou a deter aproximadamente 83% da operação na China. A RBI manteve uma participação minoritária de 17% e um assento no conselho de administração.

Além disso, uma afiliada integral do Burger King China firmou um contrato-mestre de desenvolvimento com duração de 20 anos, que concede direitos exclusivos para desenvolver a marca Burger King no país. Com isso, CPE e RBI planejam ampliar a rede de restaurantes na China de cerca de 1.250 unidades atualmente para mais de 4.000 até 2035.

Leia também: Burger King colocará operações na Argentina à venda

Segundo a RBI, a parceria internacional combina a marca e os produtos globais do Burger King com a experiência local da CPE no mercado chinês. A rede Burger King opera atualmente mais de 19 mil restaurantes em mais de 120 países e territórios.

Em comunicado, o CEO da RBI, Josh Kobza, afirmou que a China segue como um mercado estratégico para a marca. “A China continua sendo uma das mais importantes oportunidades de crescimento de longo prazo para a marca Burger King no mundo. Com a CPE como parceira e uma estratégia clara focada em qualidade dos alimentos, execução nas operações e relevância da marca, acreditamos que o Burger King China está bem posicionado para construir um negócio sustentável e de alta qualidade”, disse.

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02


Mesmo com popularização das datas duplas, brasileiros ainda preferem Black FridayO aiqfome realizou, no dia 2 de fevereiro, uma campanha nacional com frete grátis como parte de sua estratégia comercial para datas duplas. A ação foi válida em mais de 20 estados brasileiros e contemplou não apenas restaurantes, mas também categorias como supermercados, farmácias, pet shops e outros serviços disponíveis na plataforma.

Durante a campanha, o aplicativo liberou cupons de entrega gratuita para todos os usuários, além de descontos adicionais em diferentes lojas, ampliando as possibilidades de consumo ao longo do dia. A iniciativa buscou estimular tanto novos pedidos quanto a experimentação de categorias além da alimentação, como compras de mercado e pedidos de botijão de gás.

Segundo Igor Remigio, cofundador e CEO do aiqfome, o frete grátis teve papel decisivo na escolha do consumidor e contribuiu para aumentar as vendas e a fidelização. De acordo com o executivo, ações pontuais como essa incentivam usuários a conhecer novas lojas e produtos, tornando as datas com números repetidos um marco no calendário promocional anual da empresa.

“Oferecer entrega grátis em datas pontuais como essa, pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas e fidelizar clientes. De uma forma comum e totalmente orgânica, o cliente que nunca pediu naquela loja, cogita conhecer um novo prato ou pedir um novo item com essa vantagem financeira. O 02/02 não é só para restaurantes, o usuário pode aproveitar para realizar, inclusive, um pedido de botijão de gás, mercado, farmácia, pet shop, ou qualquer outra categoria com a entrega zerada. A ideia é transformar as datas iguais em um marco dentro do nosso calendário promocional anual”, ressalta Remigio.

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?


Os perfumes árabes vêm conquistando espaço no mercado global de fragrâncias e, nos últimos anos, tornaram-se uma forte tendência também no varejo brasileiro. Conhecidos por sua intensidade, fixação prolongada e composições sofisticadas, esses perfumes carregam séculos de tradição cultural e um apelo de luxo que desperta o interesse de consumidores cada vez mais exigentes.

Para lojistas e profissionais do varejo, entender o que são os perfumes árabes, quais são suas principais características e por que eles têm tanta aceitação no mercado é essencial para aproveitar esse movimento de consumo.

O que são perfumes árabes?

Os perfumes árabes têm origem no Oriente Médio, especialmente em países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Omã e Kuwait. Diferentemente da perfumaria ocidental, que costuma priorizar fragrâncias mais leves e frescas, a perfumaria árabe valoriza aromas intensos, marcantes e profundamente sensoriais.

Esses perfumes são inspirados em rituais antigos, na hospitalidade árabe e na relação histórica da região com especiarias, resinas, madeiras nobres e óleos essenciais. O uso do perfume no mundo árabe vai além da estética: ele está ligado à identidade, à espiritualidade e à celebração.

Principais características dos perfumes árabes

Uma das primeiras diferenças percebidas por quem experimenta um perfume árabe é a sua alta concentração de essência. Muitos deles são produzidos como eau de parfum, extrait de parfum ou até mesmo em óleo, o que garante maior fixação e projeção.

Entre as principais características, destacam-se:

  • Fixação prolongada: é comum que a fragrância permaneça na pele por mais de 8 a 12 horas.
  • Projeção intensa: são perfumes que “marcam presença”, ideais para quem gosta de aromas envolventes.
  • Notas quentes e profundas: predominam acordes amadeirados, orientais e adocicados.
  • Composição sofisticada: uso frequente de matérias-primas nobres e combinações complexas.

Ingredientes mais comuns na perfumaria árabe

Os perfumes árabes se destacam pelo uso de ingredientes tradicionais do Oriente Médio, muitos deles pouco explorados na perfumaria ocidental. Entre os mais comuns, estão:

  • Oud (agarwood): considerado um dos ingredientes mais valiosos da perfumaria mundial, tem aroma amadeirado, intenso e levemente esfumaçado.
  • Âmbar: traz calor, profundidade e sensualidade às fragrâncias.
  • Almíscar: confere fixação e um toque aveludado.
  • Rosa de Damasco: muito utilizada em perfumes árabes femininos e unissex.
  • Especiarias: como açafrão, canela, noz-moscada e cardamomo.
  • Baunilha: geralmente combinada com madeiras e resinas, criando perfumes adocicados e envolventes.

Perfumes árabes femininos, masculinos e unissex

Embora exista uma segmentação por gênero, é importante destacar que a perfumaria árabe tradicionalmente trabalha muito bem com fragrâncias unissex. No Oriente Médio, o perfume é visto como uma extensão da personalidade, não como um produto limitado por gênero.

  • Femininos: costumam destacar notas florais intensas (como rosa e jasmim), combinadas com âmbar, baunilha e madeiras.
  • Masculinos: valorizam o oud, couro, especiarias e acordes amadeirados mais secos.
  • Unissex: equilibram dulçor, madeira e especiarias, sendo uma categoria em forte crescimento no varejo.

Por que esses perfumes estão em alta no Brasil?

O crescimento da demanda por perfumes árabes no Brasil está ligado a diferentes fatores. Um deles é o cansaço do consumidor com fragrâncias muito similares no mercado tradicional. Os perfumes árabes oferecem algo diferente: identidade, intensidade e originalidade.

Além disso, redes sociais como TikTok e Instagram impulsionaram essa tendência. Vídeos de resenhas, comparações e “perfumes que exalam riqueza” popularizaram marcas árabes e despertaram a curiosidade de novos consumidores.

Outro ponto relevante é o excelente custo-benefício. Muitas marcas árabes entregam fragrâncias com alta fixação e sofisticação por preços mais competitivos do que perfumes importados de grifes europeias.

Principais marcas de perfumes árabes no mercado

Atualmente, algumas marcas se destacam no varejo internacional e brasileiro, como:

Essas marcas oferecem portfólios amplos, com perfumes inspirados em fragrâncias famosas e também criações autorais, atendendo desde o consumidor iniciante até o mais exigente.

Oportunidades para o varejo físico e online

Para o varejo, os perfumes árabes representam uma oportunidade estratégica de diferenciação. Eles atraem um público interessado em novidades, luxo acessível e experiências sensoriais mais intensas.

No varejo físico, o ideal é investir em:

  • Provadores e testers
  • Treinamento da equipe para explicar notas e fixação
  • Exposição que valorize o apelo sofisticado do produto

No e-commerce, as seguintes estratégias podem aumentar a taxa de conversão:

  • Descrições detalhadas de fragrância
  • Conteúdo educativo (blogs e vídeos)
  • SEO focado em termos como “perfume árabe feminino”, “perfume árabe importado” e “perfume árabe fixação alta”

Perfumes árabes e o futuro da perfumaria no varejo

A ascensão dos perfumes árabes indica uma mudança no comportamento do consumidor, que busca mais personalidade, exclusividade e intensidade. Para o varejo, acompanhar essa tendência é uma forma de se manter relevante em um mercado cada vez mais competitivo.

Com tradição, inovação e forte apelo sensorial, os perfumes árabes deixaram de ser um nicho e se consolidam como uma categoria estratégica para lojistas que desejam ampliar seu mix de produtos e atender a novas demandas de consumo.

Imagem: Unsplash



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