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Uniqlo anuncia abertura de três novas lojas em Nova York em 2026

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Uniqlo anuncia abertura de três novas lojas em Nova York em 2026


A varejista japonesa de vestuário Uniqlo anunciou a abertura de três novas lojas em Nova York como parte de seu plano de expansão para 2026. As unidades serão inauguradas em diferentes regiões da cidade entre março e abril.

A primeira loja será aberta em 6 de março na Quinta Avenida, próxima ao Bryant Park. Em seguida, a marca inaugurará uma unidade no bairro de Williamsburg, no Brooklyn, em 20 de março. A terceira abertura está prevista para 3 de abril, no bairro de Union Square, em Manhattan.

Segundo a empresa, cada uma das lojas destacará elementos culturais, criativos e comunitários associados aos bairros onde estão localizadas. As unidades terão produtos com designs exclusivos criados em parceria com artistas locais, parceiros culturais e instituições da cidade. Os itens serão disponibilizados em camisetas e bolsas tote, além de integrar experiências e exposições dentro das lojas.

A loja de Union Square contará com uma homenagem ao artista Andy Warhol, em referência ao endereço onde funcionou o estúdio Factory do artista entre 1974 e 1984. A colaboração traduz imagens associadas à Pop Art em peças de vestuário da marca.

“Ao retornar a este endereço histórico, a Uniqlo celebra a influência duradoura de Warhol em Nova York e a ideia de que um bom design — assim como a grande arte — pertence a todos”, afirmou a empresa.

A Uniqlo também anunciou uma parceria com a Biblioteca Pública de Nova York. A instituição oferece acesso gratuito a livros e programas educacionais e culturais. Segundo a companhia, a colaboração inclui apoio a iniciativas culturais e programas voltados ao público jovem, que permanecem gratuitos e abertos à população.

“Temos orgulho de firmar parceria com a Biblioteca Pública de Nova York, cuja missão de tornar conhecimento e oportunidades acessíveis a todos está profundamente alinhada com nossos valores”, disse Fuminori Adachi, CEO da Uniqlo nos Estados Unidos. “Nova York inspira a Uniqlo desde que abrimos nossa primeira loja aqui, há vinte anos, por meio de sua criatividade, diversidade e forte senso de comunidade. Como uma das instituições culturais mais emblemáticas da cidade, a Biblioteca Pública de Nova York ajuda a sustentar esse espírito, e essa parceria reflete nosso compromisso em apoiar espaços que reúnem os nova-iorquinos.”

A Uniqlo é uma marca da Fast Retailing Co., Ltd., holding japonesa de varejo com sede global em Tóquio. A companhia opera mais de 2.500 lojas Uniqlo em diferentes regiões do mundo, incluindo Japão, outros países da Ásia, Europa e América do Norte.

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Neogrid supera meta de mulheres na alta liderança

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Neogrid supera meta de mulheres na alta liderança


A Neogrid encerrou 2025 com 39% de mulheres em cargos de alta liderança, considerando posições de Gerência Executiva, Diretoria e Conselho. O resultado supera a meta anual de 30% estabelecida pela empresa e integra o compromisso público de alcançar 50% de participação feminina nesses cargos até 2030. A meta está alinhada ao movimento Elas Lideram 2030, iniciativa do Pacto Global da ONU Brasil e da ONU Mulheres.

O avanço faz parte da agenda de diversidade, equidade e inclusão da companhia e é conduzido pelo programa DELAS, voltado ao desenvolvimento e fortalecimento da presença feminina na organização. A iniciativa atua em três frentes: ampliação da representatividade em diferentes níveis de senioridade, oferta de ferramentas e ambiente seguro para mulheres e identificação de lacunas estruturais para promover equiparação.

“O avanço na representatividade feminina na alta liderança não é uma ação pontual, mas resultado de um trabalho intencional e consistente de sucessão, desenvolvimento e governança. Diversidade, para nós, é estratégia de negócio e pilar para inovação”, afirma Hanah Chiapani Baptista de Leão, gerente de People Experience e DE&I na Neogrid.

Segundo a empresa, a diversidade na alta liderança também se reflete em diferentes trajetórias profissionais e escolhas pessoais entre as executivas. A diretoria reúne mulheres em fases distintas da vida, incluindo profissionais com filhos adultos, executivas que conciliam a liderança com a criação de crianças pequenas e aquelas que optaram por não ter filhos.

“Ao reconhecer e acolher essas diferentes escolhas, a Neogrid reforça que carreira e vida pessoal não devem ser encaradas como impeditivos, mas como dimensões legítimas e igualmente respeitadas na construção de uma trajetória profissional sustentável”, completa Hanah.

Entre janeiro e dezembro de 2025, 53% das promoções e méritos concedidos na empresa foram destinados a mulheres. A companhia informa que a distribuição está relacionada à política de equidade salarial e a critérios de reconhecimento definidos internamente.

Dados da Pulses, plataforma da Gupy utilizados pela empresa, indicam mudanças na percepção interna das colaboradoras. Levantamento realizado em novembro de 2025 apontou índice de 74 pontos na percepção de justiça distributiva entre mulheres, frente a 71 entre homens. Em oportunidades internas, o índice foi de 78 entre mulheres e 75 entre homens. No indicador de orgulho e atratividade, o resultado foi de 81 entre mulheres e 77 entre homens.

Para os próximos anos, a Neogrid pretende conectar sua agenda de diversidade à estratégia de transformação digital. A empresa planeja preparar mulheres em diferentes níveis da organização para funções de liderança em um contexto orientado por inteligência artificial.

“O futuro da liderança passa pela capacidade de integrar tecnologia, análise de dados e tomada de decisão estratégica. Nosso compromisso é garantir que mais mulheres estejam preparadas para liderar nessa nova dinâmica, com uma mentalidade IA-first e visão de impacto”, afirma Hanah.

Segundo a companhia, a estratégia inclui ampliação de programas de desenvolvimento, mentorias e capacitações técnicas voltadas à formação de lideranças. A proposta é ampliar a participação feminina em posições de maior responsabilidade enquanto prepara profissionais para demandas relacionadas ao uso de dados e inteligência artificial nas decisões de negócio.

Imagem: Freepik

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Keeta adia lançamento no Rio e confirma desligamentos

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Keeta adia lançamento no Rio e confirma desligamentos


A Keeta, plataforma de delivery do grupo chinês Meituan, adiou o início da operação no Rio de Janeiro e confirmou desligamentos de colaboradores no estado após a alteração do cronograma de lançamento. A empresa afirma que segue operando normalmente em São Paulo e que mantém o plano de investir R$ 5,6 bilhões no Brasil ao longo de cinco anos.

As demissões ocorreram nesta semana, depois do adiamento da estreia na capital fluminense. De acordo com informações de Poder360 e CNN Brasil, os cortes teriam atingido cerca de 200 pessoas no Rio e ocorreram às vésperas do lançamento previsto para o início de março.

Em nota enviada à imprensa, a Keeta disse que adiou o lançamento no Rio para “focar na defesa do livre mercado” e que, antes de seguir com a expansão geográfica, pretende “resolver questões estruturais” que, segundo a empresa, inibem a concorrência no delivery de comida no Brasil.

Keeta citou exclusividade como empecilho

No texto, a Keeta atribui o adiamento a “cláusulas de exclusividade” que teriam sido impostas a restaurantes por plataformas concorrentes, citando iFood e 99Food. “Acreditamos que restaurantes devem ter liberdade para diversificar canais de vendas, entregadores parceiros devem ter mais oportunidade de geração de renda, e consumidores devem se beneficiar de maior leque de opções e um de serviço com mais qualidade”, afirmou Tony Qiu, presidente de Operações Internacionais da Keeta.

A companhia também afirma ter identificado essas barreiras a partir das operações em São Paulo e na Baixada Santista e diz que o “principal concorrente” teria cerca de 80% do mercado e continuaria promovendo acordos de exclusividade “mesmo estando proibido na maioria dos casos pelo CADE”. A Keeta cita ainda que, desde o lançamento em São Paulo em 1º de dezembro de 2025, o aplicativo teria superado 2,8 milhões de downloads, com expansão da base de restaurantes para “quase 38 mil lojas”, e menciona tempo médio de entrega de 31 minutos.

Existe um histórico de acompanhamento do tema pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), incluindo um acordo firmado em 2023 com o iFood que estabeleceu critérios e limites para a prática de exclusividade em contratos com restaurantes, como prazos máximos e regras por porte de rede. O órgão segue monitorando o cumprimento desse acordo.

O mercado brasileiro de delivery é liderado pelo iFood, que, segundo a Reuters, tem 55 milhões de usuários e processa mais de 120 milhões de pedidos por mês em 1.500 cidades, com cerca de 400 mil estabelecimentos parceiros.

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PIB cresce 2,3% em 2025 e fecha o ano em R$ 12,7 tri

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PIB cresce 2,3% em 2025 e fecha o ano em R$ 12,7 tri


O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro — que é o principal indicador da economia do País — cresceu 2,3% em 2025, com um total em valores correntes de 12,7 trilhões, segundo dados do IBGE. Já o pib per capta (por pessoa) chegou a R$ 59.687,49, com crescimento real (com ajuste da inflação) de 1,9% em comparação com o ano anterior.

O resultado de 2025 marca o quinto ano consecutivo de crescimento da economia brasileira. A partir deste resultado, tanto o PIB quanto o PIB per capta chegam ao maior patamar desde o início da série histórica, em 1996.

Sob uma ótica de produção, as três atividades econômicas analisadas pelo IBGE tiveram crescimento em 2025. A agropecuária foi a que mais avançou, com 11,7%, seguida por serviços (1,8%) e indústria (1,4%).

Em relação ao setor da agropecuária, o crescimento é justificado principalmente pela maior produção de culturas como milho (23,6%) e soja (14,6%), que alcançaram recordes em 2025. A agropecuária teve peso de 32,8% no crescimento do PIB em 2025. 

Quanto à indústria, o principal destaque foi a indústria extrativa (8,6%), com a extração de gás e petróleo.

Já o setor de serviços teve um avanço que refletiu todas as atividades: informação e comunicação (6,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%), transporte, armazenagem e correio (2,1%), outras atividades de serviços (2,0%), atividades imobiliárias (2,0%), comércio (1,1%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).

Considerando o PIB pela ótica do consumo, o consumo das famílias cresceu 1,3% em 2025, o que representa uma desaceleração em relação a 2024 (5,1%). Já o consumo do governo cresceu 2,1%.

Tanto as exportações quanto importações aumentaram em 2025. As Exportações de Bens e Serviços cresceram 6,2%, com destaques em extração de petróleo, veículos automotores e agropecuária. Já nas Importações de Bens e Serviços (4,5%), os destaques foram outros equipamentos de transportes; máquinas e equipamentos; produtos químicos.

Imagem: José Cruz/Agência Brasil

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