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Americanas fecha mais de 190 lojas após recuperação judicial

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Americanas fecha mais de 190 lojas após recuperação judicial

Americanas fecha mais de 190 lojas desde o início da recuperação judicial e promove uma reestruturação significativa no Brasil. A empresa busca reduzir custos e fortalecer sua operação.

Antes da crise revelada em 2023, a companhia operava aproximadamente 1.880 lojas físicas em todo o país. Naquele período, a rede vivia seu maior momento de expansão.

No entanto, após a descoberta de inconsistências contábeis bilionárias, a empresa iniciou um plano rigoroso de ajustes. Como consequência, diversas unidades encerraram atividades.

Ao final de 2025, a Americanas opera com cerca de 1.470 lojas ativas. Portanto, a redução reflete um reposicionamento estratégico importante.


Entenda por que Americanas fecha mais de 190 lojas

Primeiramente, a companhia entrou em recuperação judicial para reorganizar dívidas. Consequentemente, precisou rever contratos, despesas e estruturas administrativas.

Além disso, o varejo físico enfrenta margens mais apertadas. Dessa forma, manter lojas com baixo desempenho se tornou inviável.

Desde o início da crise, a empresa fechou mais de 190 a 200 unidades, priorizando pontos com menor rentabilidade. Assim, reduziu custos fixos e melhorou a eficiência operacional.

Enquanto isso, a gestão renegocia contratos e otimiza centros de distribuição. Portanto, a estratégia busca sustentabilidade financeira no médio prazo.


Evolução do número de lojas

Antes da crise, a Americanas atingiu o pico de aproximadamente 1.880 unidades entre 2022 e 2023. Entretanto, o cenário mudou rapidamente.

Após o início da reestruturação, o número de lojas caiu gradualmente. Ao final de 2025, a rede mantém cerca de 1.470 unidades ativas.

Embora a redução seja expressiva, a empresa continua operando em todo o Brasil. Contudo, a companhia prioriza eficiência em vez de expansão acelerada.

Assim, quando se afirma que Americanas fecha mais de 190 lojas, trata-se de um movimento estratégico e não de encerramento total das operações.


Impacto no mercado

O fechamento de unidades impacta fornecedores e shoppings. No entanto, especialistas avaliam que a medida fortalece a estrutura da empresa.

Além disso, a marca mantém seu e-commerce ativo. Dessa maneira, consumidores continuam comprando online normalmente.

Ao mesmo tempo, a companhia investe em tecnologia e controle de estoque. Portanto, busca melhorar resultados operacionais.


Qual é a situação atual da empresa?

Atualmente, a Americanas mantém aproximadamente 1.470 lojas físicas no país. Além disso, segue operando seu canal digital.

Embora o cenário ainda exija cautela, a empresa demonstra foco em estabilidade financeira. Consequentemente, o mercado acompanha os próximos passos com atenção.

A reestruturação ainda está em andamento. Contudo, a redução de mais de 190 lojas representa uma fase relevante do processo.


Conclusão

Em resumo, Americanas fecha mais de 190 lojas desde o início da recuperação judicial. A medida integra um plano estratégico de reorganização financeira.

Apesar da redução, a empresa continua ativa e mantém presença nacional. Portanto, o movimento indica ajuste estrutural, não encerramento definitivo.


FAQ – Perguntas Frequentes

1. A Americanas vai fechar todas as lojas?

Não. A empresa mantém cerca de 1.470 unidades ativas.

2. Quantas lojas a Americanas tinha antes da crise?

A companhia operava aproximadamente 1.880 lojas físicas.

3. Quantas lojas foram fechadas?

Mais de 190 a 200 unidades encerraram atividades desde o início da crise.

4. O site da Americanas continua funcionando?

Sim. O e-commerce segue ativo e integrado à estratégia da empresa.

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Futuros de NY operam mistos com expectativa de diálogo entre EUA e Irã

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Futuros de NY operam mistos com expectativa de diálogo entre EUA e Irã

Os índices futuros dos EUA operam mistos nesta quarta-feira (15), após uma alta impulsionada pelo otimismo em torno de um possível acordo de paz entre EUA e Irã, com os investidores agora de olho na confirmação de uma nova rodada de negociações.

Um funcionário da Casa Branca afirmou à CNBC que uma segunda rodada de negociações entre Washington e Teerã está em discussão. Nada foi oficialmente agendado ainda, observou o funcionário.

Já o presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao New York Post que as conversas poderiam ser retomadas “nos próximos dois dias” e afirmou, em entrevista à Fox Business, que a guerra está “perto do fim”.

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Na terça-feira, o S&P 500 subiu 1,18%. O Nasdaq Composite. Subiu 1,96%, enquanto o índice Dow Jones, composto pelas principais empresas do setor, teve um ganho de 0,66%.

Estados Unidos

Do lado corporativo, antes da abertura, Bank of America e Morgan Stanley divulgam seus resultados trimestrais. Os investidores também aguardam a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed).

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro: -0,09%
  • S&P 500 Futuro: 0,00%
  • Nasdaq Futuro: +0,05% 

Europa

Os mercados europeus operam com leve queda, enquanto investidores avaliam os últimos acontecimentos da guerra no Irã.

As marcas de luxo europeias arrastaram o mercado de ações francês para território negativo na terça-feira, com uma série de resultados financeiros decepcionantes afetando o setor. As ações da Kering caíram 8,5%, com as vendas de sua maior marca, Gucci, ficando abaixo das expectativas.

Na frente de dados econômicos, os números da produção industrial da União Europeia (UE) serão divulgados ainda hoje.

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  • STOXX 600: -0,03%
  • DAX (Alemanha): -0,05%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,01%
  • CAC 40 (França): -0,74%
  • FTSE MIB (Itália): -0,14% 

Ásia-Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, impulsionados pelo aumento das esperanças de um acordo entre EUA e Irã.

  • Shanghai SE (China), +0,01%
  • Nikkei (Japão): +0,44%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,29%
  • Nifty 50 (Índia): +1,57%
  • ASX 200 (Austrália): +0,09%

Commodities

Os preços do petróleo operam mistos, em meio ao crescente otimismo de que o conflito no Oriente Médio possa ter uma resolução diplomática. Uma segunda rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã está sendo considerada, embora nenhum cronograma oficial tenha sido definido, disse um funcionário da Casa Branca à CNBC na terça-feira.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com a diminuição das preocupações sobre as interrupções no fornecimento de aço chinês para o Golfo, devido às esperanças de potenciais negociações de paz para encerrar a guerra com o Irã .

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  • Petróleo WTI, -0,33%, a US$ 90,98 o barril
  • Petróleo Brent, +0,46%, a US$ 88,60 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,99%, a 764 iuanes (US$ 112,06)

Bitcoin

  • Bitcoin (BTC), -0,37%, a US$ 73.984,39 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

(Com Reuters e Bloomberg)

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Boticário encosta na Natura. “Pela Nielsen, já somos o líder”

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Boticário encosta na Natura. “Pela Nielsen, já somos o líder”

A Natura já está com O Boticário no retrovisor.

Com os números do ano passado fechados, o Grupo Boticário atingiu uma participação de mercado de 15,5% segundo dados da Euromonitor, ficando na menor distância em relação à Natura em toda sua história – 0,3 ponto percentual. 

“Se nós nos basearmos nos dados da Nielsen, a gente já é líder,” Artur Grynbaum, o vice-presidente do conselho, disse ao Brazil Journal, sem divulgar os números.

Segundo o executivo, o Boticário se consolidou como o líder do setor de beleza como um todo nos dados da Nielsen, além de ser o primeiro nas subcategorias de perfumaria, maquiagem e cuidades com a pele. 

As vendas do gigante de Curitiba aumentaram 6,8%, com o GMV batendo R$ 38,1 bilhões. 

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Com isso, o market share avançou 50 basis points, segundo a Euromonitor. A Natura, por sua vez, cresceu 1,8% na operação global, mas viu uma queda de 0,1% no mercado brasileiro.

Mas apesar de ter ganhado share, a empresa sofreu uma forte desaceleração em relação a 2024, quando cresceu 19%

O Boticário cresceu em linha com o mercado brasileiro, que avançou os mesmos 6,8% no ano passado e também viu uma desaceleração relevante em relação ao crescimento de 10,4% registrado em 2024.

Grynbaum disse que o mercado foi impactado pelo maior endividamento das famílias, mas que ainda se mostra um dos mais resilientes da economia brasileira. 

“É um setor que talvez tenha ficado mal acostumado: você olha 7% e acha pouco, mas é um crescimento muito relevante,” disse o executivo.

Um segmento que se destacou no período foi o de perfumaria, o de maior representatividade no setor, que saltou 10%. No Boticário, 15%.

Em 2025, 27% das vendas do Grupo Boticário vieram de produtos lançados há menos de um ano – com destaque para produtos como o perfume masculino Clash e as fragrâncias femininas Hadya e Her Code.

O Boticário abriu 113 novas lojas no período, chegando a 4 mil lojas em 16 países. A Eudora abriu mais 10 (totalizando 20) e a Beleza na Web abriu outras cinco (12 no total). 

A empresa manteve o ritmo de crescimento no B2B, chegando a 160 mil pontos de venda (que incluem farmácias, perfumarias e lojas de departamento), um crescimento de 23% em relação a 2024.

Segundo Grynbaum, a meta é seguir com novas aberturas, apesar da empresa já ter presença em 99% dos municípios brasileiros.

Ele não trata abertura de lojas como uma alavanca isolada, mas como parte de um modelo que continua funcionando. “A gente tem apresentado um crescimento bastante resiliente, potente em cada um dos canais,” disse Grynbaum. 

A companhia também vem avançando na construção de relacionamento direto com o cliente. O programa de fidelidade Beautybox, lançado há pouco mais de um ano, já soma 26 milhões de usuários e tem sido um instrumento relevante de aumento de frequência e retenção.

Além disso, a TRUSS aparece como um dos vetores de expansão da empresa no canal profissional, ajudando na aproximação e fidelização dos cabeleireiros.




André Jankavski




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“Não é gringo louco comprando”. Kapitalo vê fundamento no fluxo

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“Não é gringo louco comprando”. Kapitalo vê fundamento no fluxo

O fluxo para a Bolsa brasileira tem fundamento: a expectativa de que podemos estar no início de um ciclo de alta das commodities, na visão dos gestores de renda variável da Kapitalo.

Para Hegler Horta e Bruno Mauad, as mudanças geopolíticas que começaram na pandemia e se acentuaram recentemente estão aumentando a demanda por commodities – o que atrai investimentos para o País apesar de toda a incerteza local.

“Não é o gringo louco que apertou um botão e comprou um monte de índice do nada,” Mauad disse ao Brazil Journal.

Com essa tese, as principais posições do fundo desde 2022 são exportadoras de commodities (como a Vale e a Suzano), empresas ligadas à cadeia de petróleo (como Brava e Vibra), e a Embraer.

Em 2024, boa parte do retorno veio da BRF, quando a ação mais que dobrou como resultado do turnaround antes da fusão com a Marfrig – alinhando um micro positivo ao ambiente externo macro favorável.

04 11 Hegler Horta okHorta e Mauad são responsáveis pelo portfólio de renda variável dos fundos multimercado da Kapitalo e também pelo fundo de ações Tarkus – que está entre os long only mais rentáveis do País em 12, 24, 36 e 60 meses, segundo um levantamento da Outliers Advisory.

O fundo sentiu o baque em março, quando perdeu 6% – o dobro da média dos long only – em meio às dúvidas sobre o crescimento global.

A reação dos gestores foi reduzir a exposição bruta mas manter a carteira, apostando na maior demanda por commodities. O ajuste também foi uma resposta ao aumento da incerteza eleitoral.

O fundo tem ainda posições vendidas: desde a última eleição de Lula, os shorts se concentram em ações de varejistas e outras empresas dependentes da economia brasileira.

“Nunca compramos a ideia de que haveria uma queda consistente de juros. O mercado tentou antecipar esse movimento em vários momentos, mas sempre acabou esbarrando na realidade fiscal,” disse Horta.

Abaixo, os principais trechos da conversa.

Vocês reduziram a exposição em março, com a mudança brusca de cenário em meio à guerra. Como estão investindo agora?

Hegler Horta: O cenário que vínhamos trabalhando desde o fim do ano passado era de um crescimento global ainda relativamente robusto.

Havia alguns sinais de desaceleração, mas ao mesmo tempo os bancos centrais indicavam espaço para cortes de juros — um ambiente, portanto, mais pró-risco.
Se a atividade seguisse forte, ótimo para os emergentes; se desacelerasse, haveria espaço para estímulo via juros.

Em relação ao Brasil, éramos mais cautelosos. Não víamos tanto espaço para queda de juros, principalmente por conta da política fiscal ainda frouxa e do contexto eleitoral.

04 11 Bruno Mauad ok

Diante disso, montamos um portfólio mais voltado para a demanda global, com mineradoras, produtoras de papel e celulose e Embraer, entre outras companhias.
Ao mesmo tempo, reduzimos exposição a nomes domésticos, principalmente os mais alavancados, e montamos alguns shorts.

Essa estratégia vem sendo construída gradualmente desde 2022.

Desde o início do novo governo, nunca compramos a ideia de que haveria uma queda consistente de juros. O mercado tentou antecipar esse movimento em vários momentos, mas sempre acabou esbarrando na realidade fiscal.

A carteira ainda mantém essas características, mas o choque do petróleo em março colocou em xeque parte das premissas do cenário externo — já que pode afetar renda do consumidor e inflação ao mesmo tempo, dificultando a atuação dos bancos centrais.

Por isso, reduzimos tanto posições ligadas à demanda externa quanto os shorts em nomes domésticos. Diminuímos a exposição bruta, mas a líquida continua em torno de 100%.

No meio de um choque relevante, as correlações entre ativos mudam e a volatilidade aumenta. Mesmo mantendo a convicção na nossa tese, reduzimos a exposição até que o cenário fique mais claro.

Apesar desse choque externo, o Brasil continua recebendo investimentos externos.

Bruno Mauad: Nossa visão é que o fluxo estrangeiro para o Brasil tem fundamento. Não é o gringo louco que apertou um botão e comprou um monte de índice do nada.

O mundo passa por um processo de desglobalização desde a covid, quando países e empresas perceberam que precisavam ter produção local de alguns ativos estratégicos e estoques.

A guerra no Irã acentuou essa discussão geopolítica. Um cara fecha um estreito e você fica sem fertilizantes.

A demanda por commodities já aumentou, e o Brasil se beneficia por ter minério de ferro, petróleo, cobre.

Horta: O mundo vai precisar trabalhar com mais estoques, e isso será potencialmente benéfico para o Brasil.

Em relação ao petróleo, antes da guerra estávamos levemente underweight, como a maioria dos gestores, porque havia uma pressão de oferta.

Aumentamos um pouco a posição agora e estamos mais neutros.

No curto e médio prazo, o mercado deve continuar apertado, com os países recompondo as reservas estratégicas – e quem não tinha reserva viu que precisa estocar.

Não acho que os preços do petróleo vão voltar para onde estavam antes da guerra.

Algumas ações ficaram caras na Bolsa – porque subiram demais, ou porque o cenário mudou?

Mauad: É difícil dar uma resposta única porque o mercado brasileiro é muito heterogêneo. As empresas ligadas à economia doméstica são binárias: podem parecer baratas ou caras dependendo do desfecho macro.

Se projetarmos a continuidade da política econômica após a eleição, com juros reais na faixa de 8% a 11%, muitas estão caras — e algumas inclusive já ficaram pelo caminho este ano.

Mas se houver uma mudança de política com queda relevante do custo de capital, esses mesmos ativos podem parecer baratos.

No caso das commodities, também há muita discussão ancorada em premissas. Pegando o exemplo da Vale: algumas projeções assumem minério de ferro voltando para US$ 60–70. Se o preço se sustenta mais próximo de US$ 100, o papel está barato.

Nossa visão é que as exportadoras ainda oferecem valor, em parte porque temos uma leitura diferente sobre esse ciclo.

Como vocês se posicionam para o caso de o “desfecho” eleitoral indicar um corte sustentável de juros e beneficiar a Bolsa?

Horta: Ainda é cedo para fazer grandes apostas. Vou estressar um pouco o argumento: Lula versus Bolsonaro de novo, ninguém convence mais ninguém de nada.

Dependendo de como for a disputa, a eleição será decidida por uma pequena parcela dos eleitores, que vai escolher o candidato um mês antes. Vai pesar o que acontecer naquele mês, e não temos a menor ideia do que será. Já foi facada, já foi Trump.

O pessoal do marketing sempre vai testar diferentes temas para tentar identificar qual pode gerar aderência na população. Podemos ter qualquer teoria, mas, se surgir um fato novo poucos dias antes da votação, isso pode definir o resultado.

Por isso, preferimos estar mais cautelosos. Essa redução de risco que fizemos no portfólio em março também teve a ver com isso.

No começo do ano, víamos 52%-48% com algum viés para o Lula, por ser o incumbente. A surpresa dos últimos meses é que o Lula está parecendo um candidato mais fraco.

Hoje vemos algo mais próximo de 50-50, talvez até com uma leve vantagem para a oposição — mais pela fraqueza do incumbente do que pela força do adversário.

O mercado vai ser obrigado a tomar mais risco conforme a eleição se aproxima. A gente, por enquanto, prefere manter uma postura mais cautelosa e ir ajustando gradualmente.

Mauad: A expectativa de corte da Selic que havia para este ano, e não era grande, já diminuiu por conta do choque externo.

A raiz do problema é o que o governo não quer atacar, que é o crescimento do gasto público. Sem um controle de despesas, fica difícil prever uma redução sustentável dos juros.

E, se os juros continuarem altos, algumas empresas não vão sobreviver por muito tempo.

Muita gente quer investir no Brasil pelas razões que a gente discutiu. O que falta é o custo do dinheiro cair.




Giuliana Napolitano




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