Conecte-se conosco

Notícias

Mais que delivery: a experiência com selo iFood

Published

on

Com mais de 8 mil colaboradores, 450 mil entregadores e 400 mil estabelecimentos parceiros, não foi só pelo estômago que o iFood conquistou sua legião de 60 milhões de fãs. Em uma operação tão desafiadora, a marca cresceu colocando gente no centro nas três frentes principais – cliente, entregador e restaurantes.

Nas palavras de Raphael Bozza, CHRO do iFood, essa cultura não é mero discurso de marketing, mas “um pilar inegociável” que move todo o ecossistema da empresa brasileira de tecnologia. “Isso começa na porta de entrada, quando a gente investe em encontrar pessoas com brilho nos olhos e paixão por resolver problemas reais. É o que chamamos internamente de DNA Empreendedor“, explica.

Mas manter essa cultura exige mais do que comunicação. Para Raphael, exige consistência. “As lideranças dentro do iFood precisam ter consistência e clareza na direção do que a empresa acredita. E essa coerência se reflete na prática diária”, complementa.

No corre com quem está no corre

A cultura do iFood é voltada ao ecossistema 360º, em que todos compreendem e vivenciam profunda e integralmente a empresa. Os times vão para a rua. Visitam restaurantes parceiros, acompanham pedidos, têm experiências como entregadores e também atuam no atendimento ao cliente para buscar pontos de melhoria de forma ágil.

“Vivemos o que a gente constrói, ou seja, acreditamos que estar no campo, sentindo na pele o que o cliente, a pessoa entregadora e o estabelecimento parceiro vivem todos os dias faz parte da nossa cultura vivida, fundamental para construir as melhores soluções dentro de casa”, considera o executivo.

Da prática para a ousadia

Dos insights capturados nas ruas nasceram escolhas mais ousadas para fortalecer o vínculo com quem pede, entrega e prepara. Em vez de ações pontuais, o iFood apostou em sistemas que materializam cuidado no dia a dia – caso do Clube iFood, seu programa de assinatura.

“Talvez o mais ousado seja como provamos todos os dias o quanto tecnologia e emoção andam juntas. O Clube iFood nasceu de centenas de experimentos e virou uma plataforma robusta de fidelização: conecta dados com desejo, hábito e conveniência”, afirma Raphael Bozza.

A lógica, diz ele, é entregar algo maior que comida: “Usamos tecnologia para oferecer economia, previsibilidade e conforto. Assim criamos times capazes de desenhar uma jornada inteira para simplificar o dia das pessoas”.

A voz do fã no centro da inovação

Se a tecnologia e a emoção andam de mãos dadas na companhia, o diálogo constante com o consumidor se tornou o motor que move essa combinação. Há cerca de um ano, a empresa lançou a Comunidade iFood, um espaço de “escuta ativa” para os clientes mais fiéis e engajados.

No ambiente, que já reúne mais de 170 mil pessoas, o feedback se torna insumo para aprimoramentos rápidos e precisos – onde antes havia suposições, agora há validação.

“Parte relevante das melhorias mais sensíveis da jornada nasce das trocas na comunidade entre clientes e nossos times internos, o que reforça o compromisso da marca em ouvir quem mais sente, vive e ama.”

Muita IA no bastidor (e gente!)

Na era da hiperpersonalização do atendimento e da necessidade do consumidor por experiências cada vez mais humanas, o iFood busca entregar um suporte de qualidade e gerar o sentimento de “premiumização” com o uso estratégico – e equilibrado – da Inteligência Artificial.

Com mais de 190 modelos de IA aplicados à experiência do cliente, a tecnologia é usada para personalizar jornadas e criar interações relevantes para todo o ecossistema: do consumidor aos entregadores e estabelecimentos parceiros.

“Agentes virtuais, como a Rosie, resolvem a maior parte das demandas de forma ágil, enquanto casos mais complexos são direcionados para o atendimento humano especializado, garantindo uma abordagem que combina eficiência tecnológica e maior proximidade.”, explica.

Nos bastidores do aplicativo, são as IAs que permitem a personalização em escala, por isso cada usuário vê um app diferente, com base em seus hábitos e preferências.

“Enquanto isso, os restaurantes recebem recomendações de cardápio com base no consumo da vizinhança, os entregadores acessam rotas mais inteligentes e o consumidor recebe uma experiência moldada para ele.”, complementa.

Escala com sotaque local

Para fechar o círculo entre tecnologia, experiência e afeto, o iFood aposta na vantagem de nascer e operar no mesmo contexto do seu público.

“O iFood é uma empresa brasileira, feita por brasileiros, com soluções para brasileiros – e isso impacta diretamente a experiência final”, afirma Raphael, que conclui: “Tecnologia de ponta com sensibilidade local é a combinação que nos move”.

O post Mais que delivery: a experiência com selo iFood apareceu primeiro em Consumidor Moderno.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

28 − = 22
Powered by MathCaptcha

Notícias

Estratégias para o PDV em 2026

Published

on

Estratégias para o PDV em 2026


O varejo chega a 2026 em um contexto em que decisões estratégicas baseadas apenas em intuição perdem espaço para operações orientadas por dados. Com consumidores mais conectados e um ambiente competitivo, a capacidade de transformar informações em ações concretas no ponto de venda (PDV) passa a ser um fator central para crescimento e rentabilidade.

De acordo com o relatório From Data Overload to Data Driven Decisions in Retail, da KPMG, 54% dos varejistas que adotaram práticas estruturadas de análise de dados registraram aumento de pelo menos 10% no lucro operacional. O estudo aponta que eficiência e rentabilidade estão cada vez mais associadas ao uso de dados qualificados, inteligência artificial e análises preditivas.

Para Tiago Cabral, CEO da Núcleo, agência de marketing de incentivo e promocional, o avanço depende de uma mudança na forma como as empresas utilizam informações. “Os dados só têm valor quando se transformam em decisões práticas. O segredo está em traduzir métricas em ações que gerem impacto direto no PDV e, consequentemente, em vendas”.

Segundo o executivo, três pilares são fundamentais para converter dados em resultados no varejo: planejamento orientado por dados, automação da execução no PDV e monitoramento em tempo real.

No planejamento, o uso de dados históricos, comportamento de compra, jornada do consumidor e sazonalidade permite definir metas mais precisas e reduzir desperdícios. “O planejamento orientado por dados dá clareza sobre onde investir, como se comunicar e o que priorizar em cada ponto de venda. Quando você entende o comportamento do shopper a partir de dados reais, passa a atuar de forma estratégica, antecipando oportunidades e evitando decisões baseadas apenas em feeling”, explica Cabral.

Ele destaca que a segmentação de PDVs com base em performance e perfil de público aumenta a assertividade das campanhas. “Quando os dados mostram, por exemplo, que determinadas regiões têm maior conversão de um tipo específico de produto ou ativação, é possível otimizar investimentos e personalizar ações com muito mais precisão. Isso muda completamente a eficiência das campanhas”.

Relatório da KPMG indica que empresas que estruturam seus dados e integram analytics ao planejamento podem reduzir em até 20% os custos com ativações ineficientes. “Planejar com base em dados transforma o marketing em uma área de inteligência. É o que garante que cada ação tenha propósito, retorno mensurável e gere impacto real na ponta. Dados não são apenas números, são a base da performance moderna”, afirma Cabral.

O segundo pilar envolve a automação da execução no PDV. Segundo a Mordor Intelligence, o mercado global de automação para varejo deve crescer de US$ 17,46 bilhões em 2024 para US$ 37,38 bilhões em 2029, com taxa anual de 14,66%. Para o executivo, a automação reduz falhas operacionais e amplia a escala das campanhas.

“A automação é hoje um divisor de águas para marcas que querem escalar resultados sem perder o controle de execução. Automatizar não é apenas digitalizar tarefas, mas transformar a forma como o PDV opera. Quando os processos são integrados por sistemas inteligentes, cada loja passa a agir como uma extensão da estratégia, e não como um ponto isolado”, afirma.

De acordo com Cabral, plataformas automatizadas permitem ativar campanhas a partir de dados em tempo real, considerando variáveis como estoque, comportamento local de compra e horários de maior conversão. “Se um produto tem alta saída em uma região específica, é possível ajustar comunicações e ofertas instantaneamente, otimizando o investimento e ampliando o retorno”.

O monitoramento em tempo real completa o modelo. Segundo a TOTVS, a análise de dados em tempo real acelera a digitalização dos pontos de venda e viabiliza decisões rápidas. Relatórios da Retail Media News indicam que plataformas de retail media exigem dashboards em tempo real para acompanhamento de vendas, impressões e engajamento.

“A capacidade de monitoramento muda radicalmente a gestão de campanhas. Analisar em tempo real significa transformar dados em ação imediata. Não se trata apenas de ter indicadores disponíveis, mas de conseguir reagir à performance de cada loja e de cada campanha quase que instantaneamente”, afirma Cabral.

Segundo o executivo, dashboards integrados permitem identificar tendências, ajustar ofertas e medir com precisão o retorno sobre investimento. “Com dados imediatos, o marketing deixa de ser apenas analítico e se torna operacional e preditivo, transformando a performance em resultados concretos no ponto de venda”, conclui.

Continue Reading

Notícias

Central do Varejo divulga calendário de eventos do 1º semestre de 2026

Published

on

Central do Varejo divulga calendário de eventos do 1º semestre de 2026


A Central do Varejo divulga o calendário de eventos do primeiro semestre, reunindo imersões presenciais e uma missão internacional voltadas a profissionais, gestores e empresários do varejo. A programação contempla temas estratégicos para o setor, como Inteligência Artificial, gestão, marketing, e-commerce, comportamento do consumidor e tendências globais.

Entre os destaques está a Imersão IA no Varejo, que terá três turmas ao longo de 2026. A primeira acontece nos dias 26 e 27 de fevereiro e propõe uma abordagem prática sobre como aplicar Inteligência Artificial na loja física, no e-commerce, na logística, no marketing e na gestão, com foco em eficiência operacional, aumento de vendas e decisões baseadas em dados.

Em março, nos dias 26 e 27, acontece a Imersão Estratégia e Gestão de Varejo, voltada a executivos e proprietários que buscam melhorar a performance dos negócios por meio de indicadores, redução de custos, aumento de margem e estruturação de processos escaláveis. O programa combina conteúdo estratégico, análise de cases reais e a construção de um plano de ação para aplicação imediata.

No cenário internacional, a Central do Varejo organiza a Missão Internacional para a NRA Show Chicago 2026, considerada o maior evento global do setor de alimentação. A experiência inclui curadoria exclusiva, visitas técnicas, networking qualificado e uma agenda estruturada para transformar tendências globais em insights aplicáveis ao mercado brasileiro.

Os eventos do primeiro semestre reforçam a proposta da Central do Varejo de oferecer conteúdo prático, troca com especialistas e experiências que apoiam a tomada de decisão e o crescimento sustentável dos negócios.

O calendário completo de eventos, com datas, formatos e informações detalhadas sobre cada imersão e missão, pode ser acessado a qualquer momento no topo do portal, no menu “Calendário de Eventos”.

Quer patrocinar os eventos e missões da Central do Varejo? Entre em contato com Marina Dias, gerente de relacionamento e patrocínios: marina.dias@centraldovarejo.com.br

Imagem: Central do Varejo

Continue Reading

Notícias

72% das empresas brasileiras ainda estão iniciando adoção de IA

Published

on

72% das empresas brasileiras ainda estão iniciando adoção de IA


A maioria das empresas brasileiras ainda está iniciando a adoção de IA (inteligência artificial), apesar da presença crescente da tecnologia no dia a dia corporativo de forma extraoficial. É o que mostra uma pesquisa inédita divulgada pela Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), em parceria com a empresa de pesquisas Brazil Panels e a escola de negócios Lideres.ai

Segundo o levantamento, 72% das companhias se encontram em níveis considerados iniciante ou experimental, o que sugere um cenário marcado por interesse e curiosidade, mas ainda com baixa maturidade estratégica.

Shadow IA

Mesmo com a adoção de IA oficial limitada, o uso prático da inteligência artificial já ocorre de forma significativa dentro das organizações. Segundo o estudo, 47,4% dos profissionais afirmam utilizar ferramentas de IA de maneira extraoficial em suas rotinas de trabalho, prática conhecida como Shadow AI. O dado chama atenção para riscos relacionados à segurança da informação e à governança, em um contexto em que 59,1% das empresas brasileiras ainda não possuem políticas formais ou diretrizes claras para o uso da tecnologia.

“O Brasil está vivendo o maior movimento de transformação digital desde a popularização da internet. As empresas querem avançar em inteligência artificial, mas esbarram na falta de estrutura, governança e capacitação. O grande desafio agora é transformar curiosidade em estratégia”, afirma Claudio Vasques, CEO da Brazil Panels.

As áreas que lideram o uso oficial de inteligência artificial nas empresas são Marketing e Atendimento ao Cliente, ambas com cerca de 24% de adoção, seguidas por Vendas e Tecnologia da Informação. Já setores como Recursos Humanos, Jurídico, Compras e Logística apresentam menor presença da tecnologia, mesmo sendo áreas com grande potencial de automação e ganho de eficiência. Para 70% dos profissionais, há atividades em seu dia a dia que poderiam ser automatizadas por IA, o que reforça a percepção de oportunidade e ao mesmo tempo evidencia barreiras culturais e organizacionais.

O receio de substituição no mercado de trabalho aparece como um dos fatores que dificultam a implementação mais estruturada da inteligência artificial. Parte dos entrevistados vê a tecnologia como uma ameaça ao emprego, enquanto outros avaliam que ela deve transformar rotinas, mas não eliminar funções. Um terço dos profissionais enxerga a IA mais como oportunidade do que como risco, o que indica um ambiente dividido entre medo, adaptação e visão estratégica.

Para Mauricio Salvador, presidente do comitê de IA da Abiacom, o cenário exige ação imediata por parte das organizações. “Se a empresa não investir em treinamentos, seguirá com equipes sem conhecimento técnico, com medo da inovação ou usando ferramentas de forma escondida, o que pode trazer danos irreversíveis à competitividade e à segurança”, analisa.

Realizada com 200 entrevistas em todo o Brasil, entre outubro e novembro de 2025, a pesquisa reforça que, apesar da baixa maturidade, a inteligência artificial é vista como prioridade. Mais da metade das empresas consultadas afirma que pretende investir em IA nos próximos 12 meses, indicando que o tema deve ganhar ainda mais espaço nas estratégias corporativas. A pesquisa completa está disponível para download no site da Abiacom.

Imagem: Freepik



Continue Reading

Tendências

Todos os direitos reservado por Varejo.blog © 2025