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Fast fashion: como impacta o varejo de moda

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Fast fashion: como impacta o varejo de moda


O fast fashion transformou profundamente o mercado de moda nas últimas décadas. O modelo, baseado na produção rápida de roupas inspiradas em tendências recentes, permitiu que varejistas oferecessem novidades constantes a preços acessíveis. Com coleções que mudam rapidamente e ciclos de produção cada vez mais curtos, o fast fashion tornou-se um dos principais motores do varejo de moda contemporâneo.

Para empresas do setor, compreender esse modelo é fundamental para acompanhar o comportamento do consumidor, otimizar cadeias de suprimentos e competir em um mercado altamente dinâmico.

O que é fast fashion

Fast fashion é um modelo de negócio da indústria da moda baseado em produção acelerada, alta rotatividade de coleções e preços competitivos. O objetivo é levar rapidamente às lojas peças inspiradas em tendências vistas nas passarelas, nas redes sociais ou na cultura pop.

Diferente do modelo tradicional da moda, que trabalhava com poucas coleções por ano, o fast fashion opera com lançamentos frequentes, muitas vezes semanais.

Esse conceito começou a se consolidar nos anos 1990 e 2000, com grandes redes internacionais de moda que investiram em cadeias produtivas ágeis e altamente integradas.

No fast fashion, o tempo entre a identificação de uma tendência e a chegada do produto às lojas pode ser extremamente curto — às vezes apenas algumas semanas.

Como funciona o modelo fast fashion

O funcionamento deste modelo depende de uma combinação de logística eficiente, produção flexível e análise constante de tendências. Entre os principais pilares estão:

1. Monitoramento de tendências

Empresas de fast fashion acompanham constantemente:

  • desfiles de moda
  • comportamento nas redes sociais
  • influenciadores digitais
  • celebridades
  • dados de consumo nas lojas

Essas informações ajudam a identificar rapidamente quais peças ou estilos têm potencial de venda.

2. Produção acelerada

Uma das características mais marcantes do fast fashion é a velocidade da produção. Para isso, as empresas investem em:

  • cadeias de suprimento integradas
  • fornecedores estratégicos
  • produção em lotes menores
  • processos logísticos eficientes

Esse modelo permite lançar produtos rapidamente e testar sua aceitação no mercado.

3. Pequenos lotes e reposição rápida

Ao contrário do modelo tradicional, que produz grandes quantidades de uma coleção, o fast fashion costuma trabalhar com lotes menores.

Se um produto vende bem, ele pode ser rapidamente reposto. Caso contrário, é substituído por novas peças. Isso reduz o risco de excesso de estoque e aumenta a variedade nas lojas.

4. Alta rotatividade nas lojas

No fast fashion, as lojas recebem novidades constantemente. Isso incentiva o consumidor a visitar o ponto de venda com frequência, já que sempre há produtos diferentes disponíveis.

Essa estratégia também cria um senso de urgência: se o cliente não comprar imediatamente, a peça pode não estar mais disponível na próxima visita.

Vantagens do fast fashion para o varejo

Maior dinamismo no mercado

Com coleções frequentes, as marcas conseguem responder rapidamente às mudanças no comportamento do consumidor. Isso torna o varejo mais ágil e adaptável.

Aumento da frequência de compra

A constante renovação das vitrines estimula o consumidor a visitar as lojas com mais frequência, aumentando o potencial de vendas.

Redução de riscos de estoque

A produção em pequenos lotes permite testar produtos antes de investir em grandes volumes. Caso uma peça não tenha boa saída, a empresa consegue ajustar rapidamente sua estratégia.

Preços mais acessíveis

Este modelo também contribuiu para democratizar a moda, tornando tendências disponíveis para um público mais amplo.

Desafios e críticas ao fast fashion

Apesar de seu sucesso comercial, o modelo fast fashion também enfrenta críticas e desafios importantes.

Impacto ambiental

A produção acelerada e o alto volume de roupas geram preocupações relacionadas a:

  • desperdício têxtil
  • consumo de recursos naturais
  • descarte de roupas

O setor de moda é frequentemente apontado como um dos que mais geram impactos ambientais na indústria global.

Condições de trabalho na cadeia produtiva

Outro ponto sensível envolve as condições de trabalho em algumas fábricas da cadeia de suprimentos da indústria da moda.

Nos últimos anos, consumidores e organizações têm pressionado empresas por maior transparência e responsabilidade social.

Mudança no comportamento do consumidor

O consumidor atual está cada vez mais atento a temas como:

Isso tem levado algumas empresas a repensar seus modelos de produção.

A ascensão do slow fashion

Como resposta às críticas ao fast fashion, surgiu o conceito de slow fashion. Esse modelo defende:

  • produção mais sustentável
  • maior durabilidade das peças
  • valorização da qualidade
  • consumo mais consciente

Embora o slow fashion ainda represente uma fatia menor do mercado, ele tem ganhado espaço entre consumidores preocupados com impacto ambiental e social.

O papel da tecnologia no fast fashion

A tecnologia tem sido uma grande aliada das empresas que operam neste modelo de negócios. Entre as principais ferramentas utilizadas estão:

Análise de dados

Sistemas de análise de dados permitem acompanhar:

  • vendas em tempo real
  • preferências do consumidor
  • desempenho de produtos

Essas informações ajudam as marcas a tomar decisões mais rápidas e estratégicas.

Integração da cadeia de suprimentos

Soluções digitais facilitam a comunicação entre:

  • fornecedores
  • centros de distribuição
  • lojas físicas
  • canais online

Isso aumenta a eficiência logística e reduz o tempo entre produção e venda.

E-commerce e omnichannel

A digitalização do varejo também ampliou as possibilidades do fast fashion. Hoje, muitas marcas trabalham com estratégias omnichannel, integrando lojas físicas e canais digitais para oferecer uma experiência de compra mais fluida.

O futuro do fast fashion no varejo

O fast fashion continua sendo um dos modelos mais influentes no varejo de moda, mas o setor passa por transformações importantes. Entre as tendências que devem moldar o futuro desse mercado estão:

  • maior transparência na cadeia produtiva
  • investimentos em sustentabilidade
  • uso de materiais reciclados
  • produção sob demanda
  • digitalização das operações

Além disso, novas tecnologias, como inteligência artificial e análise avançada de dados, tendem a tornar a previsão de tendências ainda mais precisa.

Imagem: Envato

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WGSN aponta tendências de marketing até 2027

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WGSN aponta tendências de marketing até 2027


Relatório da WGSN, consultoria internacional especializada em tendências de consumo, aponta mudanças nas estratégias de marketing que devem orientar marcas e empresas até 2027. O estudo identifica seis movimentos que devem influenciar o setor, incluindo a integração entre canais digitais e físicos, a valorização de experiências sensoriais e o reforço do fator humano nas narrativas de marca.

Segundo o material, o marketing tende a operar em um contexto de coexistência entre diferentes abordagens, no qual tecnologias digitais e processos criativos humanos passam a atuar de forma complementar. Nesse cenário, as marcas precisarão equilibrar a presença constante no ambiente on-line com a crescente fadiga digital entre consumidores.

O relatório também aponta que o marketing enfrenta um ambiente de homogeneidade crescente. De acordo com levantamento citado no estudo, 72% dos consumidores afirmam que poucas marcas conseguem se diferenciar no mercado.

Engajamento e comportamento do consumidor

O estudo indica que conquistar a atenção do público, especialmente da Geração Z, exige mais do que visibilidade nas redes sociais. O objetivo passa a ser capturar a consideração do consumidor.

Durante um simpósio da Penguin Random House em 2025, Cameron Gidari, vice-presidente de redes sociais e inovação da Major League Baseball, afirmou: “Dizem que a Geração Z tem um curto tempo de atenção nas redes sociais. Não é verdade. Eles têm um curto tempo de consideração”.

Nesse contexto, as campanhas digitais devem buscar engajamento imediato e contínuo, enquanto parte dos consumidores reduz notificações e procura períodos de desconexão.

O relatório também indica que o marketing tende a alternar entre estratégias mais visíveis e abordagens consideradas mais discretas, conforme o comportamento do público.

Crescimento do investimento em mídia e publicidade

Dados reunidos pela WGSN indicam crescimento nas receitas da indústria global de mídia e entretenimento. A estimativa é que o setor alcance US$ 3,3 trilhões até 2027 e chegue a US$ 3,5 trilhões em 2029, com taxa média de crescimento anual de 3,7%, segundo projeções da PwC.

O mercado global de videogames também deve crescer no período, passando de US$ 224 bilhões em 2024 para US$ 300 bilhões em 2029.

O estudo aponta ainda expansão do uso de inteligência artificial em atividades de marketing. Entre fevereiro de 2024 e fevereiro de 2025, a adoção de ferramentas de IA generativa no setor aumentou de 7% para 15,1%, crescimento anual de 116%, segundo o levantamento The CMO Survey.

Marketing ambiente e integração de canais

Entre as estratégias destacadas no relatório está o chamado marketing ambiente. O conceito descreve mensagens distribuídas de forma integrada em diferentes canais e ambientes, sem depender exclusivamente de campanhas publicitárias tradicionais.

De acordo com a WGSN, nesse modelo as marcas passam a atuar como plataformas de entretenimento, e as mensagens podem aparecer de forma simultânea em redes sociais, conteúdos digitais e experiências físicas.

A estratégia inclui iniciativas como inserção de marcas em narrativas de filmes, séries ou games, além de parcerias com produções culturais.

O estudo cita exemplos como campanhas relacionadas à série Stranger Things, ações de nostalgia desenvolvidas pela Target e colaborações envolvendo criadores digitais e marcas.

Experiências sensoriais e economia da experiência

Outra tendência identificada no relatório é a criação de campanhas que explorem estímulos sensoriais e experiências físicas, com o objetivo de reduzir a sobrecarga digital e aumentar a conexão emocional com o público.

Entre consumidores da Geração Z nos Estados Unidos, 68% afirmam preferir tocar e experimentar produtos antes de realizar uma compra, segundo pesquisa Harris Poll citada no estudo.

A WGSN também destaca mudanças no comportamento de consumo relacionadas à economia da experiência. Dados da Credit Karma mostram que 51% dos Millennials e 45% da Geração Z nos Estados Unidos afirmam que prefeririam reduzir suas economias de longo prazo a abrir mão de experiências como viagens, refeições fora de casa ou atividades de bem-estar.

Nesse contexto, campanhas multissensoriais e ações interativas passam a integrar estratégias de marketing.

Lúdico e entretenimento nas campanhas

O relatório também aponta o uso do elemento lúdico como parte das estratégias de comunicação. Segundo a WGSN, ações relacionadas a jogos, atividades físicas e experiências interativas devem ser utilizadas para aumentar o engajamento do público.

Eventos esportivos globais, como a Copa do Mundo de Rugby de 2027 e os preparativos para os Jogos Olímpicos de 2028, são apontados como oportunidades para iniciativas relacionadas a atividades físicas e experiências participativas.

O estudo também cita campanhas interativas desenvolvidas por marcas em espaços urbanos, incluindo ações publicitárias com elementos táteis e experiências sensoriais.

Segundo a WGSN, a tendência acompanha o crescimento do consumo de mídias interativas, especialmente entre consumidores mais jovens. De acordo com análise da McKinsey citada no relatório, a Geração Z demonstra alto nível de concentração ao interagir com videogames e outras formas de entretenimento digital.

A consultoria indica que, até 2027, estratégias de marketing devem combinar tecnologias digitais, experiências físicas e narrativas centradas no consumidor para ampliar o engajamento e a conexão com o público.

Imagem: 180.studios

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É muito difícil encontrar mulheres competentes. Foi o que ouvi

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É muito difícil encontrar mulheres competentes. Foi o que ouvi


Eu atuava como CFO em uma grande multinacional. 

Além das áreas transacionais de Finanças, estavam sob minha responsabilidade o planejamento estratégico, tributário, a gestão de riscos corporativos, jurídico e compras indiretas, que envolviam CapEx, itens de não revenda e contratação de serviços. 

Conversar com fornecedores fazia parte da rotina. 

Naquele dia, recebi uma empresa de palestras corporativas. 

Portfólio impecável. Diagramação elegante. Nomes de peso.

Folheei as páginas com atenção.

Para cada área: economia, finanças, liderança, esporte e até humor, havia uma referência indiscutível. 

E uma coincidência incômoda.

Trinta nomes.

Todos homens.

Todos brancos.

Perguntei, com genuína curiosidade, sobre o critério de escolha.

A resposta veio simples, quase técnica:

“É muito difícil encontrar mulheres competentes.”

Repeti mentalmente a frase enquanto observava quem estava à minha frente.

Ela era uma mulher. Cofundadora e CEO da empresa de palestrantes. 

Eu, mulher e CFO em uma multinacional.

Ao final da reunião, agradeci a visita e propus uma reflexão: que seu elenco refletisse mais pluralidade. 

Ofereci ajuda, pois conheço centenas, sem exagero algum, de mulheres brilhantes. 

Ela não me procurou.

Um ano depois, recebi o novo portfólio. 

Agora, com 20% de mulheres espetaculares. Daquelas para aplaudir de pé.

Fiquei muito feliz.

Desde esse episódio, sigo com a sensação de que avançamos, mas com passos tímidos demais.

No Brasil, há 27% mais mulheres com ensino superior do que homens. Ainda assim, elas ocupam apenas 39% dos cargos gerenciais e recebem, em média, 26% menos. 

Somos 52% da população, mas ocupamos menos de 18% das cadeiras parlamentares.

Em Finanças, apenas 17% das posições C-Level são ocupadas por mulheres. 

Quando falamos de CEO, mulheres representam cerca de 6%.  

E, como Presidentes de Conselhos de Administração, aproximadamente 10%.  

Vivemos a internalização de um padrão cultural que historicamente associa autoridade à masculinidade.

No Brasil, a narrativa da liderança ainda tem gênero e cor.

Mudar esse cenário demanda mais do que flores ou bombons em março.

É preciso admitir que competência nunca foi o problema e agir para reconhecer e promover o talento feminino.

A propósito, se você precisar de indicação de mulheres incrivelmente capacitadas, pode me procurar.

Eu consigo te ajudar.

Feliz mês das mulheres. 

E que, no próximo ano, possamos comemorar mais de nós em espaços de decisão.

Leia também: Um espaço para todas nós


*Vera Bermudo. CFO, Conselheira de Administração certificada pelo IBGC e Membro dos Comitês de Ética e Compliance, Expansão, Finanças e Gestão de Riscos na Plurix, vertical de varejo alimentar do Grupo Pátria Investments.

Professora nos MBAs da FGV e cofundadora do Wakaro (@wakarotv), plataforma educativa focada em gestão, governança e inovação.

Escritora acadêmica, PhD pela Universidade da Florida, Mestre pelo IBMEC e MBA pela UFF, todos com especialização em Finanças, e Graduação em Administração e Contabilidade.

Formação Executiva em instituições de referência como Harvard Business School, Columbia University e GE Crotonville (EUA). Acompanhe a autora no LinkedIn.

Imagem: Freepik

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Target planeja abrir sua 2.000ª loja em 2026 e ampliar rede

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Target planeja abrir sua 2.000ª loja em 2026 e ampliar rede


A Target anunciou que abrirá sua 2.000ª loja ainda em 2026, em Fuquay-Varina, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A inauguração faz parte da estratégia de expansão física da varejista, que prevê a abertura de mais de 30 unidades neste ano e mais de 300 novas lojas até 2035.

A nova unidade ficará próxima à cidade de Raleigh e terá 148 mil pés quadrados (cerca de 13,7 mil m²). Segundo a empresa, o espaço foi projetado para representar um novo modelo de experiência nas lojas da rede.

Nova loja da Target segue modelo focado em alimentos

A loja contará com layout aberto e adotará o mais recente protótipo da empresa voltado para alimentos. O departamento de alimentos e bebidas será 30% maior do que a média das lojas da rede, com uma variedade ampliada de marcas próprias e nacionais.

A unidade será a 55ª da Target no estado da Carolina do Norte e incluirá uma farmácia da CVS, um café Starbucks e uma loja temática da Disney.

O local também oferecerá serviços de retirada e entrega no mesmo dia. A área de drive up terá 24 vagas para retirada de pedidos. Os clientes também poderão utilizar retirada em loja, entrega no mesmo dia e opções de entrega no dia seguinte.

Outras inaugurações previstas para março

Além da unidade em Fuquay-Varina, a Target abrirá outras seis lojas ainda neste mês. As novas unidades estarão localizadas em Bakersfield e Delano, na Califórnia; Springfield, no Missouri; Jersey City e West Orange, em Nova Jersey; e Dallas, no Texas.

Ao longo de 2026, a empresa pretende abrir mais de 30 lojas e reformar cerca de 130 unidades existentes.

A varejista também planeja ampliar o serviço de entrega no dia seguinte para mais 20 regiões metropolitanas. Com a expansão, a modalidade deverá alcançar 60% da população dos Estados Unidos.

“Os clientes nos dizem o tempo todo que querem uma Target mais perto de casa, e esse investimento nos ajuda exatamente a fazer isso”, afirmou Adrienne Costanzo, diretora de operações de lojas da empresa, em comunicado. “Isso significa que ainda mais bairros terão acesso à experiência completa da Target: estilo e valor alinhados às tendências, tecnologia que torna a visita mais simples e equipes que oferecem momentos fáceis, inspiradores e amigáveis todos os dias.”

Investimentos e mudanças operacionais

O anúncio das novas lojas ocorre após a empresa informar um investimento operacional de US$ 1 bilhão para realizar mudanças em todas as lojas da rede. O plano inclui aumento no quadro de funcionários nas unidades, treinamento adicional e maior investimento em marketing e tecnologia.

Esse valor se soma aos US$ 5 bilhões em investimentos de capital anunciados no ano anterior para abertura de novas lojas e melhorias na rede existente.

Nos últimos meses, a Target também realizou mudanças em sua estrutura de pessoal. Em outubro, a empresa demitiu cerca de 1.000 funcionários e encerrou aproximadamente 800 vagas abertas, o equivalente a cerca de 8% da força de trabalho corporativa global.

Em fevereiro, foram cortados outros 500 postos de trabalho, sendo 100 em nível distrital das lojas e 400 na cadeia de suprimentos.

As medidas ocorrem após resultados financeiros abaixo do ano anterior. No quarto trimestre, as vendas líquidas caíram 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando US$ 30,5 bilhões. As vendas comparáveis nas lojas recuaram quase 4%.

No ano fiscal de 2025, as vendas líquidas da empresa somaram US$ 104,8 bilhões, queda de 1,7% em comparação ao ano anterior.

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