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Americanas fecha mais de 190 lojas após recuperação judicial

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Americanas fecha mais de 190 lojas após recuperação judicial

Americanas fecha mais de 190 lojas desde o início da recuperação judicial e promove uma reestruturação significativa no Brasil. A empresa busca reduzir custos e fortalecer sua operação.

Antes da crise revelada em 2023, a companhia operava aproximadamente 1.880 lojas físicas em todo o país. Naquele período, a rede vivia seu maior momento de expansão.

No entanto, após a descoberta de inconsistências contábeis bilionárias, a empresa iniciou um plano rigoroso de ajustes. Como consequência, diversas unidades encerraram atividades.

Ao final de 2025, a Americanas opera com cerca de 1.470 lojas ativas. Portanto, a redução reflete um reposicionamento estratégico importante.


Entenda por que Americanas fecha mais de 190 lojas

Primeiramente, a companhia entrou em recuperação judicial para reorganizar dívidas. Consequentemente, precisou rever contratos, despesas e estruturas administrativas.

Além disso, o varejo físico enfrenta margens mais apertadas. Dessa forma, manter lojas com baixo desempenho se tornou inviável.

Desde o início da crise, a empresa fechou mais de 190 a 200 unidades, priorizando pontos com menor rentabilidade. Assim, reduziu custos fixos e melhorou a eficiência operacional.

Enquanto isso, a gestão renegocia contratos e otimiza centros de distribuição. Portanto, a estratégia busca sustentabilidade financeira no médio prazo.


Evolução do número de lojas

Antes da crise, a Americanas atingiu o pico de aproximadamente 1.880 unidades entre 2022 e 2023. Entretanto, o cenário mudou rapidamente.

Após o início da reestruturação, o número de lojas caiu gradualmente. Ao final de 2025, a rede mantém cerca de 1.470 unidades ativas.

Embora a redução seja expressiva, a empresa continua operando em todo o Brasil. Contudo, a companhia prioriza eficiência em vez de expansão acelerada.

Assim, quando se afirma que Americanas fecha mais de 190 lojas, trata-se de um movimento estratégico e não de encerramento total das operações.


Impacto no mercado

O fechamento de unidades impacta fornecedores e shoppings. No entanto, especialistas avaliam que a medida fortalece a estrutura da empresa.

Além disso, a marca mantém seu e-commerce ativo. Dessa maneira, consumidores continuam comprando online normalmente.

Ao mesmo tempo, a companhia investe em tecnologia e controle de estoque. Portanto, busca melhorar resultados operacionais.


Qual é a situação atual da empresa?

Atualmente, a Americanas mantém aproximadamente 1.470 lojas físicas no país. Além disso, segue operando seu canal digital.

Embora o cenário ainda exija cautela, a empresa demonstra foco em estabilidade financeira. Consequentemente, o mercado acompanha os próximos passos com atenção.

A reestruturação ainda está em andamento. Contudo, a redução de mais de 190 lojas representa uma fase relevante do processo.


Conclusão

Em resumo, Americanas fecha mais de 190 lojas desde o início da recuperação judicial. A medida integra um plano estratégico de reorganização financeira.

Apesar da redução, a empresa continua ativa e mantém presença nacional. Portanto, o movimento indica ajuste estrutural, não encerramento definitivo.


FAQ – Perguntas Frequentes

1. A Americanas vai fechar todas as lojas?

Não. A empresa mantém cerca de 1.470 unidades ativas.

2. Quantas lojas a Americanas tinha antes da crise?

A companhia operava aproximadamente 1.880 lojas físicas.

3. Quantas lojas foram fechadas?

Mais de 190 a 200 unidades encerraram atividades desde o início da crise.

4. O site da Americanas continua funcionando?

Sim. O e-commerce segue ativo e integrado à estratégia da empresa.

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Grupo BITTENCOURT participa da IFA Convention 2026 e traz leitura estratégica para o franchising brasileiro

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Grupo BITTENCOURT participa da IFA Convention 2026 e traz leitura estratégica para o franchising brasileiro

A partir da próxima segunda-feira (23), o Grupo BITTENCOURT integra a delegação oficial da ABF (Associação Brasileira de Franchising) na IFA Convention 2026, em Las Vegas (EUA). A presença da consultoria no principal fórum global do setor reforça o posicionamento da empresa como ponte entre as discussões internacionais e as decisões estratégicas que impactam redes de franquias no Brasil.

Mais do que participação institucional, o movimento tem foco em análise estratégica e tradução prática das tendências globais.

“Desde o início, o foco está na leitura estratégica, conexão qualificada e tradução das melhores práticas de gestão, expansão e operações globais para o contexto do franchising brasileiro”, afirma Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT.

Também integram a comitiva oficial da ABF:

  • Caroline Bittencourt, sócia e diretora de Relacionamento & Insights

  • Felipe Koga, diretor de Estratégias Digitais

O trio reforça a atuação do Grupo na interpretação de tendências internacionais com aplicabilidade real ao mercado brasileiro.


A IFA 2026 como reflexo do novo momento do franchising global

A programação da IFA Convention 2026 indica uma inflexão relevante no setor. O foco deixa de ser expansão acelerada e passa a priorizar:

  • Qualidade do crescimento

  • Liderança operacional

  • Tecnologia aplicada

  • Sustentabilidade do modelo de franquias no longo prazo

O discurso aspiracional dá lugar a conteúdos orientados à tomada de decisão prática, fundamentos operacionais e disciplina econômica.


Empreendedorismo e construção de valor

A participação de Daymond John, fundador da FUBU, posiciona o empreendedorismo como eixo central do evento. Sua trajetória reforça que marcas sólidas não se constroem apenas com escala, mas com:

  • Clareza de posicionamento

  • Disciplina financeira

  • Capacidade de execução consistente

No franchising, o crescimento passa a ser consequência de estratégia estruturada — e não objetivo isolado.


Liderança operacional como base da escala

Outro destaque é Kat Cole, CEO da AG1 e ex-presidente e COO da Focus Brands. Sua experiência em operações globais reforça um ponto sensível para redes em expansão: escala sem liderança operacional sólida fragiliza o sistema.

A discussão ganha relevância para redes brasileiras que cresceram rapidamente e agora enfrentam revisão de estrutura, governança e processos.


Questionar consensos e repensar modelos

Codie Sanchez, fundadora da Contrarian Thinking, introduz uma abordagem baseada em questionamento de consensos e decisões tomadas por inércia.

No contexto de franquias, isso implica revisar premissas como:

  • Crescimento acelerado a qualquer custo

  • Modelos únicos de franquia

  • Expansão sem análise de rentabilidade por unidade

A agenda do evento sugere que o setor passa a valorizar decisões menos óbvias, porém mais sustentáveis.


IA e tecnologia como infraestrutura estratégica

A tecnologia aparece de forma transversal na programação. Scott Klososky aborda o desafio atual: não é mais “adotar tecnologia”, mas decidir onde investir com inteligência.

Os debates envolvem:

  • Inteligência artificial aplicada

  • Visibilidade em ambientes de busca baseados em IA

  • Uso de dados para planejamento territorial

  • Infraestrutura digital para marketing e expansão

A tecnologia deixa de ser suporte operacional e passa a ser elemento central na tomada de decisão estratégica.


Liderar sob pressão

A programação também contempla temas ligados à liderança em ambientes complexos, como nas apresentações de Ryan Dunlap.

Redes operam hoje em cenário de:

  • Franqueados mais informados

  • Consumidores mais exigentes

  • Margens pressionadas

Liderança, comunicação e capacidade de sustentar decisões difíceis tornam-se diferenciais competitivos.


Marca, cultura e longevidade

O fireside chat com Andrew Cathy, CEO da Chick-fil-A, aborda um dos temas mais estratégicos: como marcas consolidadas preservam cultura, confiança e performance ao longo das gerações.

O debate reforça que crescer é importante — mas permanecer relevante é decisivo.


Engajamento e lealdade do consumidor

A construção de lealdade extrema também ganha espaço na agenda, com insights de líderes de redes como Anytime Fitness e Purpose Brands.

Os conteúdos reforçam:

  • Importância de propósito claro

  • Experiência consistente em rede

  • Coerência entre marketing nacional e execução local

Para o Brasil, o tema dialoga diretamente com a gestão do fundo de marketing e alinhamento entre franqueador e franqueados.


Contexto macroeconômico e decisões estruturais

A análise econômica conduzida por Curtis Dubay, economista-chefe da U.S. Chamber of Commerce, encerra o ciclo temático com foco no cenário macro.

O evento sinaliza:

  • Maior rigor financeiro

  • Planejamento de expansão integrado ao ambiente econômico

  • Cautela estratégica diante do custo de capital


O que a agenda da IFA 2026 sinaliza para o Brasil

O conjunto de temas aponta para um franchising mais maduro, analítico e orientado à eficiência estrutural.

A participação do Grupo BITTENCOURT nesse contexto reforça o compromisso de interpretar essas discussões com profundidade e traduzi-las em estratégia aplicável às redes brasileiras.

Mais do que acompanhar tendências, o desafio passa a ser selecionar, adaptar e implementar aprendizados de forma coerente com a realidade de cada operação.

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O fim do SaaS como conhecemos: a ascensão das redes transacionais na nova infraestrutura digital

Por Vasco Oliveira, CEO e fundador da nstech

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O fim do SaaS como conhecemos: a ascensão das redes transacionais na nova infraestrutura digital     Por Vasco Oliveira, CEO e fundador da nstech

 

Vasco Oliveira, fundador e CEO da nstech
Vasco Oliveira, fundador e CEO da nstech | Crédito: Vivian Koblinsky/Divulgação nstech
Por quase 20 anos, o SaaS clássico dominou a criação de valor em tecnologia, com alta retenção, margens superiores a 80% e crescimento previsível. Em um ambiente de capital barato, isso gerou algumas das maiores empresas da história. Entre 2010 e 2021, índices de software e cloud nos EUA entregaram cerca de 16% a 18% ao ano, mais que o triplo do acumulado do S&P 500 em muitos casos.A partir de 2022 e 2023, duas forças mudaram o jogo de forma irreversível: juros altos, que elevaram o custo de capital e puniram modelos baseados em “grow at all costs”, e a IA generativa, que reduziu o custo marginal de produzir software a patamares próximos de zero.

O software não morreu. O valor apenas migrou, mais uma vez.

A redistribuição histórica de valor no software

Toda queda drástica no custo do software redistribui valor.

  • Nos anos 1990, quando o software corporativo era caro, o valor migrou para quem controlava dados e fluxos.
  • Nos anos 2000, com o avanço do open source e da internet, plataformas de distribuição como Google, AWS e Salesforce ganharam protagonismo.
  • Já nos anos 2010, com a cloud se tornando commodity, venceram os modelos baseados em integração profunda e efeitos de rede, como Shopify, ServiceNow e Mercado Livre.

Hoje, o padrão se repete.

Quem escreve o melhor prompt ou o código mais bonito importa menos. Quem controla o fluxo operacional real importa mais.

A nova segmentação do mercado

Nesse contexto, surge uma nova segmentação.

De um lado, estão os softwares funcionais isolados, caracterizados por ferramentas pontuais, baixa barreira de substituição e compressão acelerada de preço e margem impulsionada pela IA.

De outro, estão as redes transacionais e infraestruturas operacionais, formadas por plataformas que executam transações econômicas reais, acumulam dados contextuais proprietários e se tornam essenciais, com custos de troca extremamente elevados.

É essa segunda categoria que está capturando a maior parte do novo valor.

O que define uma rede transacional forte

  • Efeito de rede direto, no qual cada participante valoriza a rede para todos
  • Dados transacionais proprietários e acumulativos relacionados a preço, risco, performance e comportamento real
  • Centralidade operacional, deixando de ser algo “legal de ter” para se tornar “impossível operar sem”
  • Expansão natural de receita, incluindo pagamentos, crédito, seguros, precificação dinâmica e automação

Exemplos do modelo em 2026

  • No setor financeiro: Visa, Mastercard e Stripe Treasury
  • Em dados financeiros: o Bloomberg Terminal
  • No e-commerce e fulfillment: Shopify, com pagamentos, crédito e logística, e a Amazon
  • Nos workflows corporativos: o ServiceNow com agentes de IA
  • Na América Latina: o Mercado Livre, que evoluiu de marketplace para fintech e logística
  • Na logística e supply chain: a Wisetech no transporte internacional e a nstech no transporte doméstico de carga, buscando se tornar “rails” do setor

O papel da IA nesse novo cenário

A IA reforça, e muito, as redes transacionais.

Modelos de inteligência artificial estão se tornando commodity, como Grok, Claude, Gemini e Llama, cada vez mais acessíveis.

O diferencial passa a ser:

  1. O acesso a dados operacionais reais e em tempo real
  2. Um contexto transacional rico
  3. A integração nativa com workflows críticos

IA genérica gera insights genéricos. IA combinada a dados de transações reais gera decisões acionáveis e defensáveis.

Agentes de IA e infraestrutura econômica

Há um ponto estrutural que começa a ficar claro: agentes de IA não criam valor econômico real sozinhos.

Para sair da condição de “copiloto inteligente” e se tornar infraestrutura econômica, um agente precisa de três elementos:

  1. Contexto profundo, baseado em dados operacionais reais, históricos e confiáveis
  2. Capacidade de agir, por meio da integração direta com sistemas e fluxos que executam transações
  3. Feedback econômico real, expresso em resultados financeiros concretos, como pagamento, margem, risco e performance

Sem esses três elementos, o agente se torna apenas uma camada de interface inteligente, útil, mas facilmente replicável.

Implicações para valuation

  • Retenção estrutural, quase como uma utility
  • Custos de troca extremos
  • Múltiplas alavancas de monetização
  • Maior previsibilidade de fluxo de caixa de longo prazo
  • Múltiplos de mercado consistentemente mais altos

A Visa mantém margens superiores a 60% há décadas. A Shopify viu seu GMV explodir e seu take rate subir com pagamentos e serviços. O Mercado Livre evoluiu de e-commerce para um ecossistema financeiro-logístico completo.

O desafio de construção

  • Massa crítica inicial, resolvendo o problema do chicken and egg
  • Confiança e neutralidade percebida
  • Padronização de dados
  • Integração profunda por meio de APIs bidirecionais
  • Governança robusta
  • Tempo aliado a capital paciente

Quando atinge escala, esse modelo se torna quase inexpugnável, como verdadeiras ferrovias digitais.

Logística: o próximo grande terreno

A cadeia logística global é gigantesca, fragmentada e ineficiente, representando 13% do PIB global.

O próximo passo é a consolidação em redes transacionais que conectam embarcador, transportador, operador, seguradora e banco em um único ambiente e permitem que agentes autônomos operem com capacidade de decisão e execução.

Quem fizer isso primeiro em escala, especialmente em mercados emergentes, criará uma nova camada de infraestrutura essencial.


Vasco Oliveira fundou sua primeira empresa de vertical market software (VMS) com 20 anos. Aos 23 fundou a AGV Logística, um dos maiores operadores logísticos da América Latina. Ajudou a criar e foi presidente da ABOL (Associação Brasileira dos Operadores Logísticos). Atualmente é sócio da Tarpon Investimentos, da Niche Partners e fundador e CEO da nstech.

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Milky Moo Expansao Franquia 2026: Como uma Marca de Milkshake Nascida na Pandemia Virou um Fenomeno do Varejo Brasileiro

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Milky Moo Expansao Franquia 2026: Como uma Marca de Milkshake Nascida na Pandemia Virou um Fenomeno do Varejo Brasileiro

Milky Moo Franquia Expansao 2026: Como a Marca de Milkshake que Nasceu na Pandemia Virou um Fenomeno do Varejo Brasileiro

A Milky Moo franquia expansao 2026 representa, sem duvida, um dos casos mais surpreendentes do varejo brasileiro na ultima decada. Em marco de 2020, o Brasil entrava em lockdown. Nesse exato momento, uma pequena loja de milkshake abria as portas em um shopping de Goiania com investimento inicial de apenas R$ 120 mil. Portanto, poucas pessoas apostavam que aquele negocio sobreviveria. Contudo, nao so sobreviveu como se tornou um dos casos mais expressivos de crescimento no varejo nacional. Hoje, a rede conta com mais de 750 lojas no Brasil, operacoes nos Estados Unidos e no Paraguai, e uma meta ambiciosa de chegar a 1.200 unidades ate o final de 2026.

Alem disso, a marca faturou R$ 210 milhoes em 2023, projetou R$ 450 milhoes em 2024 e mira cifras ainda mais expressivas em 2026. Consequentemente, entender o que a Milky Moo fez de diferente e fundamental para qualquer varejista, empreendedor ou investidor que deseja compreender o que o mercado brasileiro realmente valoriza. Afinal, a marca cresceu de cinco lojas no primeiro ano para mais de 750 unidades em cinco anos, sem abrir mao de foco, padronizacao e identidade de marca forte.


O Inicio — Uma Ideia Simples em um Momento Impossivel

Como Tudo Comecou em Goiania

A historia da Milky Moo comecou com uma observacao direta e objetiva. Lohran Soares, fundador e CEO da marca, percebeu que o milkshake era um produto classico, com mais de cem anos de historia, mas nunca havia sido tratado como protagonista no mercado de fast food brasileiro. Portanto, ele decidiu mudar isso. Com um socio, reuniu R$ 120 mil e abriu a primeira loja em marco de 2020, quinze dias antes do fechamento do comercio por causa da pandemia.

Contudo, o lockdown nao freou o negocio. Pelo contrario, acelerou a criatividade da equipe. Sem estrutura prevista para delivery, a solucao veio pelo WhatsApp, mensagens no Instagram e entregas feitas no carro do proprio fundador. Dessa forma, o que poderia ter sido o fim virou o inicio de uma cultura de reinvencao que acompanha a marca ate hoje.

O Crescimento Ano a Ano que Surpreendeu o Mercado

Os numeros da Milky Moo falam por si. Em 2020, a rede encerrou o ano com cinco lojas e faturamento de R$ 375 mil. Em 2021, saltou para 39 unidades e R$ 7,8 milhoes de faturamento. Em 2022, chegou a 179 lojas e faturamento de R$ 54 milhoes. Em 2023, ultrapassou 400 unidades e faturou R$ 210 milhoes. Portanto, o crescimento nao foi linear — foi exponencial e consistente em todos os anos de operacao, mesmo diante de um ambiente economico desafiador.

Alem disso, a marca se tornou a que mais abre lojas em shoppings no Brasil segundo dados do proprio setor. Consequentemente, construtoras e administradoras de shopping centers passaram a buscar ativamente a Milky Moo como ancora de alimentacao, reconhecendo o poder de atracao de publico que a marca desenvolveu em poucos anos.


O Segredo por Tras do Crescimento — Monoproduto como Estrategia Central

Por Que Apostar em Apenas um Produto Funciona

Uma das decisoes mais importantes da Milky Moo foi, sem duvida, apostar no modelo de monoproduto. Em vez de criar um cardapio extenso como a maioria dos concorrentes do setor alimentar, a marca focou exclusivamente no milkshake. Portanto, toda a operacao foi desenhada em torno de um unico produto central, disponivel em mais de 30 sabores com nomes exclusivos que remetem a vacas, como Mimosa, Pandora, Malhada e Chicletin.

Essa escolha traz vantagens operacionais gigantescas. Em primeiro lugar, ela reduz a complexidade do estoque e da cozinha. Alem disso, acelera o treinamento dos franqueados e garante consistencia em todas as unidades da rede. Consequentemente, o tempo de servico diminui, a margem aumenta e a gestao diaria se torna mais simples e controlavel. Da mesma forma, a padronizacao facilita a expansao rapida sem perda de qualidade, um dos maiores desafios de qualquer rede de franquias.

O Copo Personalizado e o Branding que Virou Cultura

Adicionalmente, o design dos copos personalizados com o nome do cliente e a identidade visual forte, com a paleta rosa, o preto e o branco da vaquinha malhada, transformaram cada unidade em um ponto de encontro instagramavel. Assim, cada copo vendido funciona tambem como uma peca de comunicacao espontanea, gerando visibilidade organica nas redes sociais sem custo adicional de midia.

Alem dos milkshakes, as lojas comercializam os chamados mimoos, produtos personalizados e colecionaveis como almofadas, pelucias, copos, canecas e chaveiros. Dessa forma, a Milky Moo criou um ecossistema de consumo que vai muito alem do produto principal e amplia o ticket medio por visita.


O Modelo de Franquia — Acesso Democratico e Retorno Atrativo

Formatos, Investimento e Suporte ao Franqueado

Desde o primeiro ano, a Milky Moo abriu o modelo de franquia. Essa decisao acelerou o crescimento e permitiu que empreendedores de todo o Brasil se tornassem parte da rede com investimento inicial relativamente acessivel dentro do mercado de alimentacao. Portanto, o modelo foi pensado desde o inicio para ser escalavel e replicavel em diferentes formatos e regioes.

Atualmente, a marca oferece quatro formatos de loja. O quiosque exige investimento inicial a partir de R$ 270 mil. A loja de rua e a loja em shopping partem de valores entre R$ 280 mil e R$ 400 mil, dependendo do porte e da localizacao. Alem disso, a franqueadora acaba de lancar a Milky Moo Festa, um modelo de unidade movel compacta voltada para eventos, festas e cidades a partir de 25 mil habitantes. Consequentemente, a marca mapeou 1.352 cidades com potencial para esse novo formato e identificou 1.745 oportunidades de operacao em todo o pais.

Os Resultados dos Franqueados na Pratica

Os resultados sao consistentes e documentados. No Rio Grande do Sul, por exemplo, as unidades da Milky Moo registraram faturamento medio de R$ 110 mil por mes por loja, com lucro liquido entre 25% e 27%. Portanto, para um investimento inicial em torno de R$ 300 mil, o retorno se torna bastante atrativo em comparacao com outras opcoes do mercado de franquias de alimentacao. Alem disso, a franqueadora oferece suporte completo em arquitetura, engenharia, treinamento operacional e gestao de negocio, o que reduz significativamente o risco para quem entra na rede.


Expansao Internacional — EUA, Paraguai e o Mundo no Radar

A Estrategia de Internacionalizacao da Milky Moo

A Milky Moo franquia expansao 2026 nao se limita ao Brasil. A marca ja inaugurou duas lojas proprias nos Estados Unidos, com presenca na Florida e com franqueamentos planejados em Orlando. Alem disso, duas unidades estao em operacao no Paraguai. O mercado europeu tambem esta no radar para expansoes futuras, segundo o proprio CEO da empresa.

Contudo, a estrategia internacional e tratada com cautela e planejamento. A marca nao busca crescer no exterior de forma acelerada a qualquer custo. Pelo contrario, ela testa formatos, ajusta a operacao e valida o modelo antes de escalar. Dessa forma, o aprendizado das lojas proprias nos EUA serve como laboratorio para o modelo de franquia internacional que sera lancado em breve.


O Impacto Social e o Proposito Por Tras da Marca

Empregos, Comunidade e Responsabilidade Social

A Milky Moo gera atualmente mais de 4 mil empregos diretos e indiretos entre franqueados, funcionarios de loja e equipe da franqueadora. Alem disso, a empresa mantem um projeto social pelo qual parte do lucro e revertida em doacoes de alimentos a comunidades carentes em Goiania. Consequentemente, a marca construiu uma reputacao que vai alem do produto e conecta consumidores a um proposito maior.

Da mesma forma, a marca investe em tecnologia e parcerias estrategicas para otimizar processos internos. A adocao de plataformas de gestao contratual e operacional permite que a franqueadora mantenha controle e padrao de qualidade mesmo com uma rede de mais de 750 unidades espalhadas por 26 estados e o Distrito Federal.


O Que o Varejo Pode Aprender com a Milky Moo

Licoes Praticas para Varejistas e Empreendedores

A trajetoria da Milky Moo ensina licoes valiosas para qualquer varejista. Em primeiro lugar, foco e diferencial. Enquanto a concorrencia apostava em cardapios extensos, a Milky Moo foi na contramao e ganhou. Alem disso, a marca prova que branding acessivel e identidade visual consistente constroem valor de forma organica e duradoura.

Adicionalmente, o modelo de franquia democratico permitiu que o crescimento fosse financiado pelos proprios franqueados, sem a necessidade de capital externo massivo nos primeiros anos. Portanto, a empresa escalou com disciplina financeira e controle operacional. Consequentemente, isso gerou uma base solida que sustenta a expansao internacional sem comprometer a qualidade da rede.

Por fim, a Milky Moo mostra que o momento de crise pode ser o melhor momento para criar. Afinal, nasceu no pior cenario possivel, uma pandemia, e transformou a adversidade em vantagem competitiva. Assim sendo, o ensinamento e claro: execucao consistente, produto com identidade e modelo replicavel valem mais do que o momento perfeito para comecar.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre a Milky Moo Franquia Expansao 2026

Quanto custa abrir uma franquia Milky Moo em 2026?

O investimento inicial para abrir uma franquia Milky Moo varia conforme o formato. O quiosque parte de R$ 270 mil. A loja de rua e a loja em shopping ficam entre R$ 280 mil e R$ 400 mil. Alem disso, a marca acaba de lancar a Milky Moo Festa, um modelo movel para eventos com investimento menor, voltado a cidades a partir de 25 mil habitantes.

Qual e o lucro medio de uma franquia Milky Moo?

As unidades do Rio Grande do Sul registram faturamento medio de R$ 110 mil por mes com lucro liquido entre 25% e 27%. Portanto, o retorno sobre o investimento tende a ser atrativo em comparacao com outras franquias do setor alimentar. Contudo, os resultados variam conforme localizacao, formato e gestao de cada franqueado.

A Milky Moo ja opera fora do Brasil?

Sim. A marca possui duas lojas proprias nos Estados Unidos, com presenca na Florida e franqueamentos planejados em Orlando. Alem disso, opera duas unidades no Paraguai. Consequentemente, a expansao internacional e uma realidade consolidada e parte central da estrategia da marca para 2026 em diante.

Quantas lojas a Milky Moo tem no Brasil em 2026?

A marca conta com mais de 750 unidades em 26 estados e o Distrito Federal. Alem disso, a meta e chegar a 1.200 franquias ate o final de 2026, com a Milky Moo Festa como novo motor de expansao em cidades menores e em eventos por todo o territorio nacional.

O que diferencia a Milky Moo das outras franquias de alimentacao?

A aposta no monoproduto, o branding forte com identidade visual unica, os copos personalizados com o nome do cliente e os sabores exclusivos com nomes de vacas criam uma experiencia diferenciada. Alem disso, a operacao simples e padronizada reduz riscos e facilita a gestao diaria. Portanto, a Milky Moo combina produto acessivel com experiencia memoravel, uma combinacao rara no varejo alimentar brasileiro.


Conclusao

A Milky Moo franquia expansao 2026 e, sem duvida, um dos casos mais completos de construcao de marca, modelo de negocio e estrategia de crescimento do varejo brasileiro recente. Portanto, estudar essa trajetoria e obrigatorio para quem deseja empreender no setor alimentar ou entender o que faz uma franquia crescer de forma sustentavel. Nascida em plena pandemia, com investimento enxuto e foco absoluto em um unico produto, a marca provou que execucao disciplinada supera qualquer adversidade de mercado.

Assim sendo, o recado da Milky Moo para o varejo brasileiro e claro: foque, padronize, crie identidade e escale com controle. Afinal, o milkshake da vaquinha goiana nao conquistou o Brasil e agora o mundo por acaso. Conquistou por estrategia, branding e consistencia operacional em cada uma das mais de 750 lojas abertas em cinco anos de historia.

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