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NRF 2026: As Tendências do Varejo que Transformarão o Mercado em 2026

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NRF 2026: As Tendências do Varejo que Transformarão o Mercado em 2026

O Futuro do Varejo Está Aqui: NRF 2026 Revela Mudanças Estruturais

O varejo brasileiro entra em 2026 em um momento de transformação profunda. Portanto, entender as tendências do varejo 2026 tornou-se essencial para empresários e gestores. A NRF 2026: Retail’s Big Show, realizada em Nova York, trouxe insights valiosos sobre o futuro do setor.

Dessa forma, o evento mostrou que a tecnologia deixou de ser diferencial. Aliás, ela agora representa infraestrutura básica para qualquer operação. Consequentemente, as marcas precisam repensar suas estratégias completamente.

Inteligência Artificial Sai da Vitrine e Entra na Operação

A principal revelação das tendências do varejo 2026 foi clara. A inteligência artificial finalmente amadureceu no setor. Assim, empresas líderes implementam IA em processos reais e mensuráveis.

De acordo com especialistas presentes na NRF 2026, a IA atua em múltiplas frentes. Primeiramente, ela otimiza gestão de estoques com precisão impressionante. Além disso, personaliza experiências de compra em tempo real. Igualmente, prevê demanda com base em dados comportamentais.

Por outro lado, a tecnologia também reduz rupturas de produtos nas prateleiras. Similarmente, automatiza decisões logísticas complexas em segundos. Nesse sentido, o varejo ganha eficiência operacional nunca vista antes.

Comércio Agêntico: Quando a IA Decide por Você

Entre as tendências do varejo 2026, o comércio agêntico se destaca. Nesse modelo, assistentes virtuais não apenas recomendam produtos. Pelo contrário, eles executam compras completas de forma autônoma.

Portanto, imagine que sua IA identifica necessidades antes de você. Posteriormente, ela compara preços em diferentes estabelecimentos automaticamente. Então, finaliza a compra considerando suas preferências históricas.

Dessa maneira, o varejo precisa se preparar para esse novo consumidor. Afinal, as decisões não começam mais em sites tradicionais. Em vez disso, elas acontecem em conversas mediadas por inteligência artificial.

Dados Íntegros: O Novo Petróleo do Varejo

As tendências do varejo 2026 evidenciam outro ponto crucial. Dados bem estruturados tornaram-se essenciais para competitividade sustentável. Consequentemente, varejistas investem pesadamente em qualidade de informação.

Segundo Adriana Garbim, vice-presidente Comercial da Cielo, a lógica mudou. Anteriormente, marcas “gritavam” para atrair clientes com promoções agressivas. Entretanto, agora a atração acontece via autoridade contextual baseada em dados.

Portanto, empresas que dominam análise preditiva conquistam vantagem competitiva. Além disso, elas personalizam ofertas com precisão cirúrgica para cada cliente. Igualmente, reduzem desperdícios e otimizam margens de lucro significativamente.

Walmart: Case de Sucesso em Inovação e Eficiência

A Walmart exemplifica perfeitamente as tendências do varejo 2026. A rede lidera o ranking PowerRanking 2025 da Kantar. Dessa forma, ela se destaca em relevância, inovação e experiência omnichannel.

Nos últimos meses, a empresa ampliou o uso de IA. Assim, seus aplicativos oferecem recomendações personalizadas em tempo real. Além disso, a rede implementou ajustes dinâmicos de preços e estoque.

Simultaneamente, a Walmart anunciou abertura de 150 novas lojas. Também converteu 650 unidades para o conceito “Stores of the Future”. Portanto, essas lojas integram compra física, digital, retirada e entrega perfeitamente.

Omnicanalidade: Jornada Única e Sem Fricção

As tendências do varejo 2026 eliminaram a discussão sobre canais separados. O consumidor não percebe divisões entre físico e digital. Pelo contrário, ele enxerga apenas uma jornada de compra única.

Consequentemente, qualquer fricção se transforma em abandono imediato de carrinho. Portanto, varejistas precisam integrar inventários completamente entre todos os canais. Além disso, devem unificar experiências em preço, oferta e atendimento.

Nesse sentido, tecnologia invisível para o cliente ganha importância estratégica. Afinal, ela precisa funcionar perfeitamente nos bastidores da operação. Igualmente, deve garantir segurança, fluidez e resiliência em todas as transações.

Retail Media: Monetização Inteligente de Audiências

Outra das tendências do varejo 2026 é o crescimento do retail media. Varejistas não são mais apenas pontos de venda tradicionais. Em vez disso, transformaram-se em parceiros estratégicos de marcas para comunicação.

Dessa forma, eles monetizam suas audiências de maneiras inovadoras e lucrativas. Além disso, oferecem dados valiosos sobre comportamento de consumo real. Portanto, marcas direcionam investimentos com muito mais precisão e retorno.

GEO Substitui SEO: Nova Era da Descoberta de Produtos

O Google anunciou mudança importante durante a NRF 2026. O SEO tradicional dá lugar ao GEO (Generative Engine Optimization). Portanto, anúncios e produtos aparecem diretamente em ambientes de IA generativa.

Consequentemente, isso transforma completamente a lógica de descoberta de produtos. Anteriormente, marcas focavam em posicionamento nos buscadores tradicionais. Entretanto, agora precisam ser “ensináveis” para inteligências artificiais como Gemini.

Para o varejo brasileiro, essa mudança exige revisão urgente de estratégias. Portanto, dados de produto devem estar impecavelmente estruturados e acessíveis. Além disso, integração via APIs torna-se questão estratégica fundamental.

Varejo Brasileiro: Projeções e Oportunidades em 2026

As tendências do varejo 2026 trazem perspectivas positivas para o Brasil. A Confederação Nacional do Comércio projeta crescimento de 3,66% no setor. Portanto, esse número supera significativamente a estimativa de 1,81% para 2025.

Segundo especialistas, vários fatores impulsionam esse crescimento esperado. Primeiramente, inflação mais controlada traz estabilidade ao mercado consumidor. Além disso, retomada moderada da atividade econômica aumenta a confiança.

Igualmente, expectativa de queda gradual dos juros amplia o crédito disponível. Consequentemente, consumidores relaxam decisões defensivas e voltam a comprar categorias premium.

Polarização do Consumo Molda Estratégias

As tendências do varejo 2026 revelam polarização clara no consumo brasileiro. De um lado, formatos orientados a preço e conveniência ganham mercado. Do outro, marcas que oferecem experiência diferenciada mantêm fidelidade.

Portanto, o espaço intermediário sofre pressão crescente de ambos os lados. Empresas sem proposta de valor clara enfrentam dificuldades significativas. Dessa forma, definir posicionamento estratégico tornou-se urgente e essencial.

Sustentabilidade e Propósito: Além do Discurso

Consumidores valorizam cada vez mais autenticidade de marcas comprometidas. Entretanto, sustentabilidade precisa ir além de discursos vazios e marketing superficial. Pelo contrário, exige práticas verificáveis e coerentes com valores declarados.

Portanto, as tendências do varejo 2026 mostram que marcas genuínas prosperam. Empresas que valorizam comunidades locais geram lealdade e recorrência maiores. Além disso, elas constroem relações de confiança duradouras com consumidores.

Nesse sentido, transparência nas operações torna-se diferencial competitivo relevante. Igualmente, coerência entre comunicação e prática fortalece percepção de marca.

Tecnologia como Infraestrutura, Não como Diferencial

As tendências do varejo 2026 desmistificam o deslumbramento tecnológico anterior. A NRF mostrou um setor muito mais maduro e pragmático. Portanto, empresas focam em soluções que realmente funcionam na operação.

Consequentemente, o mercado abandonou promessas futuristas sem aplicação prática imediata. Afinal, varejistas questionam constantemente: “O que melhora a experiência do cliente?”. Dessa forma, investimentos direcionam-se para tecnologias com retorno mensurável e comprovado.

Portanto, inteligência artificial está em todos os lugares do evento. Entretanto, com abordagem diferente focada em agentes aplicados à prática. Além disso, soluções desenvolvidas executam tarefas reais e tomam decisões claras.

Provadores Virtuais: Tecnologia Madura e Funcional

Entre as tendências do varejo 2026, provadores virtuais evoluíram significativamente. Anteriormente, eram curiosidades tecnológicas sem aplicação real no mercado. Entretanto, agora funcionam como ferramentas efetivas para reduzir devoluções.

Portanto, eles aumentam confiança na compra online de vestuário e acessórios. Além disso, integram melhor os mundos físico e digital harmoniosamente. Consequentemente, varejistas economizam com logística reversa e melhoram satisfação de clientes.

Desafios e Preparação para o Futuro

As tendências do varejo 2026 também apontam desafios importantes para superar. A disponibilidade de mão de obra qualificada preocupa executivos brasileiros constantemente. Portanto, investir em capacitação profissional torna-se estratégico e urgente.

Além disso, reforma tributária entra em vigor trazendo mudanças significativas. Igualmente, tensões globais e locais criam instabilidade no planejamento empresarial. Nesse sentido, varejistas precisam equilibrar crescimento, rentabilidade e inovação simultaneamente.

Portanto, disciplina para executar estratégias bem definidas faz a diferença. Afinal, 2026 exige visão estratégica clara e coragem para transformar. Igualmente, demanda foco consistente no consumidor em todas as decisões tomadas.

FAQ: Tendências do Varejo 2026

O que é comércio agêntico e como impacta o varejo?

O comércio agêntico utiliza assistentes de inteligência artificial para mediar compras. Dessa forma, a IA não apenas recomenda produtos, mas decide e executa compras autonomamente. Portanto, varejistas precisam adaptar estratégias para esse novo modelo de consumo digital.

Como a inteligência artificial melhora a eficiência operacional no varejo?

A IA otimiza gestão de estoques, prevê demanda com precisão e automatiza decisões logísticas. Além disso, ela personaliza experiências de compra em tempo real. Consequentemente, varejistas reduzem custos operacionais e aumentam satisfação de clientes significativamente.

Por que dados íntegros são essenciais para o varejo em 2026?

Dados bem estruturados permitem autoridade contextual no mercado digital competitivo. Portanto, empresas que dominam análise de dados conquistam vantagem competitiva sustentável. Além disso, elas personalizam ofertas com precisão e otimizam margens de lucro.

Qual a importância da omnicanalidade nas tendências do varejo 2026?

Consumidores não percebem mais canais distintos entre físico e digital atualmente. Portanto, qualquer fricção na jornada de compra resulta em abandono imediato. Consequentemente, integrar inventários e unificar experiências tornou-se essencial para competitividade no mercado.

Conclusão: Adaptação e Execução Definem Vencedores

As tendências do varejo 2026 reveladas na NRF deixam lições claras para empresários. Primeiramente, tecnologia sozinha não garante sucesso no mercado competitivo atual. Pelo contrário, execução consistente e foco no cliente fazem a diferença real.

Portanto, varejistas brasileiros precisam equilibrar eficiência, tecnologia e propósito estrategicamente. Além disso, devem construir relações de confiança genuínas com seus consumidores. Igualmente, precisam adaptar estratégias ao contexto local sem perder visão global.

Dessa forma, 2026 representa ano de oportunidades para quem se preparar adequadamente. Afinal, o crescimento projetado de 3,66% no setor brasileiro é animador. Entretanto, apenas marcas com proposta de valor clara prosperarão nesse cenário.

Finalmente, as tendências do varejo 2026 mostram que o futuro já começou. Portanto, empresas que entenderem esse movimento e transformarem discurso em ação vencerão. Além disso, aquelas que colocarem o consumidor no centro de decisões crescerão sustentavelmente.

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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?

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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?


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– Mínimo 600 palavras
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– Palavra-chave repetida estrategicamente
– Seção FAQ no final com exatamente 4 perguntas e respostas sobre o tema

Conteúdo original:

Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.

Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.

O que são meios de pagamento?

Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.

Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.

Principais tipos de meios de pagamento

1. Dinheiro em espécie

Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.

Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.

Vantagens:

Desvantagens:

  • Dificuldade de controle financeiro;
  • Falta de segurança.

2. Cartões de crédito e débito

Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.

Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..

Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.

Vantagens:

  • Conveniência;
  • Aumento das vendas por parcelamento.

Desvantagens:

  • Taxas para o lojista;
  • Prazo de recebimento (no crédito).

3. Transferências bancárias

Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.

Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.

Vantagens:

  • Segurança;
  • Baixo custo em alguns casos.

Desvantagens:

  • Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
  • Menos prático para o consumidor final.

4. Pagamentos instantâneos

Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.

Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.

Vantagens:

  • Liquidação imediata;
  • Baixo custo;
  • Alta adesão do público.

Desvantagens:

  • Dependência de tecnologia;
  • Necessidade de atenção à segurança.

5. Carteiras digitais

Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.

Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.

Vantagens:

  • Agilidade;
  • Melhor experiência do usuário.

Desvantagens:

6. Boletos bancários

Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.

Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.

Vantagens:

  • Inclusão financeira;
  • Sem necessidade de cartão.

Desvantagens:

  • Prazo de compensação;
  • Maior risco de abandono de compra.

Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio

A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:

Perfil do público-alvo

Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.

Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.

Tipo de negócio

O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.

Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.

Custos e taxas envolvidos

Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.

Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.

Experiência do cliente

A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.

Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.

Aumento da conversão de vendas

Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.

Inclusão de diferentes perfis de clientes

A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.

Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento

Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.

Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.

Imagens: Freepik

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Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.

Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.

O que são meios de pagamento?

Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.

Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.

Principais tipos de meios de pagamento

1. Dinheiro em espécie

Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.

Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.

Vantagens:

Desvantagens:

  • Dificuldade de controle financeiro;
  • Falta de segurança.

2. Cartões de crédito e débito

Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.

Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..

Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.

Vantagens:

  • Conveniência;
  • Aumento das vendas por parcelamento.

Desvantagens:

  • Taxas para o lojista;
  • Prazo de recebimento (no crédito).

3. Transferências bancárias

Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.

Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.

Vantagens:

  • Segurança;
  • Baixo custo em alguns casos.

Desvantagens:

  • Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
  • Menos prático para o consumidor final.

4. Pagamentos instantâneos

Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.

Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.

Vantagens:

  • Liquidação imediata;
  • Baixo custo;
  • Alta adesão do público.

Desvantagens:

  • Dependência de tecnologia;
  • Necessidade de atenção à segurança.

5. Carteiras digitais

Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.

Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.

Vantagens:

  • Agilidade;
  • Melhor experiência do usuário.

Desvantagens:

6. Boletos bancários

Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.

Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.

Vantagens:

  • Inclusão financeira;
  • Sem necessidade de cartão.

Desvantagens:

  • Prazo de compensação;
  • Maior risco de abandono de compra.

Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio

A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:

Perfil do público-alvo

Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.

Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.

Tipo de negócio

O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.

Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.

Custos e taxas envolvidos

Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.

Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.

Experiência do cliente

A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.

Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.

Aumento da conversão de vendas

Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.

Inclusão de diferentes perfis de clientes

A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.

Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento

Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.

Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.

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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira

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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira


A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.

O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.

Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.

Programação inclui convenção e debates sobre gestão

Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.

O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.

Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.

Conteúdo técnico aborda varejo e legislação

A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.

O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.

Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.

A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.

Gastronomia e políticas públicas em destaque

Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.

Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.

A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.

Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood

Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.

Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.

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A Era da Audiência – Central do Varejo

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A Era da Audiência – Central do Varejo


2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.

Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.

É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.

A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.

Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.

E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.

Boa semana!

Leia também: Uma guerra no meio do caminho


(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.

Imagem: Freepik

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