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Mais do que liderar, o papel do novo CEO é ser o embaixador da marca
Published
5 meses agoon
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Jose Marques
Empresas de diferentes segmentos têm entendido que o sucesso está diretamente ligado à capacidade de seus líderes de traduzirem valores em atitudes. Ou seja, transformar propósito em movimento. Nesse cenário, o papel do CEO tem passado por uma evolução. Ele deixou de ser o estrategista que comanda das salas de reunião para se tornar o rosto público de uma marca.
Em um mercado cada vez mais guiado por propósito, transparência e conexões humanas, o líder moderno não se limita à gestão: ele representa a essência do negócio. A confiança que outrora dependia apenas de produtos e serviços, hoje nasce da presença, da coerência e da voz de quem lidera.
Alexandre Frankel, CEO da Housi, enxerga essa transformação como essencial. Ele acredita que o líder contemporâneo não pode se limitar a decisões de bastidores, mas precisa representar o propósito da empresa de forma viva e humana.
“Ser CEO hoje é muito mais do que liderar uma empresa: é ser o principal embaixador da marca. Sempre estive envolvido em cada etapa: do produto à experiência do cliente. Representar a Housi é defender ideias, inspirar confiança e gerar movimento.”
O espelho da marca
Para Frankel, esse papel torna o propósito tangível e reforça vínculos com clientes e parceiros. “Quando o líder assume o papel de vendedor da marca, ele traz humanidade para o negócio. Mostra propósito, dá rosto à visão. Essa presença influencia tudo, do padrão de qualidade às relações que construímos. No fim, é isso que diferencia empresas que crescem das que apenas operam“, pontua.
Frankel acredita que a coerência entre discurso e prática é o alicerce da credibilidade. Segundo ele, quando o público percebe que o líder é coerente com o que a empresa entrega, isso se transforma em um ativo de longo prazo: a confiança.
“A coerência entre discurso e prática gera credibilidade. Se o público percebe que existe verdade entre o que eu digo e o que a Housi entrega, isso vira confiança. E confiança é o ativo mais valioso: retém clientes, atrai parceiros e fortalece o ecossistema”, frisa.
Conexão com o consumidor
Na mesma linha, João Adibe, CEO da Cimed, reconhece que sua imagem e a da empresa estão entrelaçadas de forma intencional. Ele reforça que o cliente compra de quem confia. E essa confiança nasce quando a marca tem uma cara, um propósito claro e uma presença real.
“A minha imagem e da Cimed se confundem, e isso é intencional. Eu não tenho medo de aparecer, de mostrar os bastidores, os desafios, os acertos e até os erros. Quando mostro meu jeito direto, simples e acessível, o público entende que esse é o mesmo DNA da marca: próxima, democrática e feita por brasileiros para brasileiros”, relata.
O equilíbrio entre gestão e presença
Equilibrar a gestão com a presença estratégica é um desafio, mas também algo comum aos dois líderes. Frankel ressalta a importância de delegar operações e reservar tempo para decisões que moldam o futuro do negócio.
“Tenho um time forte que toca a operação com autonomia. Mas gosto de estar presente nas frentes que moldam o futuro, grandes parcerias, marketing institucional, novos produtos”, comenta.
Ele explica que essas participações diretas são cruciais quando as ações têm potencial de gerar impacto e visibilidade, exigindo sua visão e envolvimento. “Quando percebo que uma ação pode gerar escala, impacto ou visibilidade relevante, mergulho de cabeça. O segredo está em equilibrar a execução com o olhar estratégico, sem perder o pulso do que realmente importa”, diz.
João Adibe compartilha uma visão semelhante. Segundo ele, o papel do CEO inclui estar presente nas frentes que exigem proximidade com o mercado.
“O meu papel é estar onde eu gero mais valor. Tenho uma equipe de gestão muito forte, junto com a minha irmã Karla. Isso me permite estar presente nas frentes estratégicas de vendas, marketing, inovação e relacionamento com o varejo”, relata. “Eu gosto de negociar pessoalmente, conversar com o cliente, sentir o mercado. Isso me mantém conectado à realidade do consumidor e garante que as decisões da empresa estejam alinhadas com o que o público realmente quer.”
Propósito e narrativa
Para ambos os líderes, o propósito é o norte da comunicação. “O CEO é o guardião do propósito. É quem garante que o que está escrito na parede também acontece na prática”, ressalta Frankel.
Na Housi, esse propósito se traduz na transformação da moradia e na busca por uma experiência mais inteligente e conectada. Além disso, a empresa trabalha para tornar o acesso mais simples e mais inteligente. Isso se reflete em tudo: nos produtos, nas parcerias, na tecnologia, no atendimento.
“Transparência também faz parte dessa narrativa. Mostrar o que funciona, o que estamos construindo e até o que ainda precisa evoluir cria uma relação honesta com o público. E essa relação é o que sustenta uma marca a longo prazo”, pontua Frankel.
João Adibe reforça essa visão ao afirmar que o papel do líder é ser o porta-voz da cultura da empresa.
“Não adianta ter um discurso bonito se o líder não vive o propósito da empresa no dia a dia. Na Cimed, a missão é democratizar o acesso à saúde no Brasil, e eu falo sobre isso com verdade, porque é o que guia todas as decisões. Quando você é coerente entre o que fala e o que faz, o público percebe, e a marca ganha credibilidade”, destaca.
Cultura e engajamento
A presença do CEO nas operações impacta diretamente a cultura organizacional. Frankel acredita que quando o líder participa das iniciativas e acompanha as equipes, cria-se uma cultura de propósito compartilhado e pertencimento.
“Sempre estou próximo de todas as nossas BU’s, justamente para entender o andamento das ações, próximos passos e reforçar padrões de excelência, inovação e foco no cliente. Cultura se constrói pelo exemplo, não pelo discurso”, diz.
Adibe tem uma visão semelhante. Para ele, o envolvimento do CEO nas vendas e no relacionamento com clientes cria um sentimento coletivo de responsabilidade e orgulho.
“Quando o time vê o CEO envolvido, falando com cliente, indo para o ponto de venda, participando de campanhas, isso cria um sentimento coletivo de dono”, pontua.
Ele costuma resumir seu estilo de liderança em três palavras que se tornaram lema dentro da Cimed: ritmo, rotina e ritual. “Isso inspira o time, dá energia e cria uma cultura de alta performance e orgulho”, complementa.
Resultados e reconhecimento
O papel de porta-voz não é apenas simbólico: traz resultados concretos. Frankel observa que quando assumiu o protagonismo na divulgação do modelo de licenciamento da Housi, o impacto foi imediato.
“A visibilidade gera confiança, e confiança acelera negócios. O mercado passa a entender o valor do que fazemos e a enxergar oportunidade. Além disso, estar presente como líder em mídia e conteúdo posiciona a marca como referência e atrai talentos, investidores e parceiros estratégicos. É um efeito multiplicador: quanto mais forte o nome, mais rápido a empresa avança”, destaca.
Na Cimed, Adibe percebe o mesmo efeito. Ele acredita que sua presença ativa nas redes sociais e na mídia fortalece a marca e gera resultados mensuráveis: crescimento de vendas, fortalecimento de marca e atração de talentos que se identificam com a cultura da companhia. “Quando o CEO está presente, a marca ganha alma, e o mercado percebe isso”, acrescenta.
O futuro do “CEO vendedor”
Para Frankel, o perfil do líder visível e engajado veio para ficar. Ele acredita que o futuro pertence aos CEOs que se mostram acessíveis, coerentes e humanos. Ele acrescenta que vulnerabilidade e autenticidade são pilares dessa nova liderança.
“O mercado não quer executivos distantes, quer pessoas com propósito, que acreditam no que constroem e que vivem os desafios desse processo”, frisa. “O ‘CEO vendedor’ é aquele que inspira, conecta e traduz o propósito da marca para o mundo. Isso exige novas habilidades: comunicação autêntica, leitura de dados, empatia com o cliente e coragem para expor vulnerabilidades e aprendizados. Liderar vai além de apenas gerir números, é inspirar movimento. E o movimento começa pela voz do líder.”
Adibe compartilha da mesma convicção. Para ele, acabou o tempo do CEO ficava apenas nos bastidores. O novo líder precisa ter carisma, comunicação e coragem para se expor, defender sua marca e construir reputação com autenticidade.
“O público quer saber quem está por trás das empresas e os líderes que entenderem isso sairão na frente. A nova geração de CEOs vai precisar ser híbrida: boa gestão, boa gente e que tenha uma boa história. Liderar, vender e inspirar são partes do mesmo trabalho”, finaliza.
O post CM Entrevista: Mais do que liderar, o papel do novo CEO é ser o embaixador da marca apareceu primeiro em Consumidor Moderno.
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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?
Published
7 dias agoon
março 17, 2026By
Jose Marques
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Conteúdo original:
Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
- Dificuldade de controle financeiro;
- Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
- Conveniência;
- Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
- Taxas para o lojista;
- Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
- Segurança;
- Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
- Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
- Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
- Liquidação imediata;
- Baixo custo;
- Alta adesão do público.
Desvantagens:
- Dependência de tecnologia;
- Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
- Agilidade;
- Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
- Inclusão financeira;
- Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
- Prazo de compensação;
- Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
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Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
- Dificuldade de controle financeiro;
- Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
- Conveniência;
- Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
- Taxas para o lojista;
- Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
- Segurança;
- Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
- Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
- Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
- Liquidação imediata;
- Baixo custo;
- Alta adesão do público.
Desvantagens:
- Dependência de tecnologia;
- Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
- Agilidade;
- Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
- Inclusão financeira;
- Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
- Prazo de compensação;
- Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
Notícias
Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira
Published
7 dias agoon
março 17, 2026By
Jose Marques
A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.
O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.
Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.
Programação inclui convenção e debates sobre gestão
Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.
O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.
Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.
Conteúdo técnico aborda varejo e legislação
A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.
O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.
Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.
A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.
Gastronomia e políticas públicas em destaque
Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.
Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.
A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.
Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood
Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.
Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.
Notícias
A Era da Audiência – Central do Varejo
Published
1 semana agoon
março 15, 2026By
Jose Marques
2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.
Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.
É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.
A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.
Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.
E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.
Boa semana!
Leia também: Uma guerra no meio do caminho
(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.
Imagem: Freepik
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