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CM Entrevista: “O papel da defesa do consumidor não se atenua, mas se transforma”

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Você já parou para pensar se o consumidor realmente deseja ser protegido, ou se prefere ter mais autonomia em suas escolhas?

Maximilian Fierro Paschoal, sócio do escritório Pinheiro Neto Advogados.

Essa é uma das questões intrigantes que a Consumidor Moderno aborda na entrevista com Maximilian Fierro Paschoal, sócio do escritório Pinheiro Neto Advogados. Na conversa, Paschoal explora a complexidade da proteção ao consumidor no Brasil. Especialmente em um cenário onde a tecnologia e a informação estão sempre à mão.

Além disso, discutimos como a proteção do consumidor está contribuindo para o aumento de litígios. Nesse aspecto, quais seriam os melhores caminhos para as empresas se adaptarem a um cenário em que os canais de atendimento estão em constante transformação?

O diálogo também abrange o papel dos órgãos de defesa do consumidor em um mundo digital. Ademais, ele responde a pergunta: como as tecnologias podem, de fato, empoderar os consumidores?

Se você quer entender mais sobre os direitos do consumidor na era da Inteligência Artificial e como as empresas e o Estado podem se adaptar a essa nova realidade, não deixe de ler a entrevista completa abaixo, na íntegra, do especialista com atuação em Direito do Consumidor, Direito Digital, litígios comerciais complexos e ações civis públicas.

A discussão está longe de ser simples, mas é fundamental para todos nós que navegamos nesse complexo mar de consumo moderno.

Autonomia e direitos

Consumidor Moderno: Como os consumidores podem exercer sua autonomia nas relações de consumo sem abrir mão de seus direitos?

Maximilian Fierro Paschoal: Essa questão é complexa e pode ser vista por várias perspectivas. Importante enfatizar que a proteção dos direitos do consumidor tem um respaldo legal sólido. Isso se dá especialmente por meio do Código de Defesa do Consumidor. Essa proteção pode ser exercida tanto na esfera administrativa quanto judicial. Entretanto, em certos contextos, nota-se uma resistência por parte de alguns consumidores que desejam mais autonomia em suas escolhas e relações de consumo. Portanto, destaco aqui o valor da conscientização. É essencial que os consumidores estejam plenamente cientes de seus direitos e deveres, assim como dos mecanismos de proteção oferecidos pelo ordenamento jurídico.

Litígios e proteção do consumidor

CM: Quais são os principais fatores que estão contribuindo para o aumento de litígios relacionados à proteção do consumidor no Brasil?

A extensa proteção conferida ao consumidor, apesar de ser fundamental para regular as relações de consumo no Brasil, contribui, em certa medida, para o alto número de litígios nesse setor. O fácil acesso ao Judiciário e a presença de mecanismos como a inversão do ônus da prova, por exemplo, podem incentivar a judicialização de conflitos, mesmo aqueles de menor complexidade. Assim, embora a proteção aos direitos dos consumidores seja vital, é necessário buscar continuamente o equilíbrio entre a proteção efetiva e a resolução extrajudicial de disputas, para otimizar a atuação do Judiciário.

CM: Como as empresas podem equilibrar a automação e a humanização no atendimento ao consumidor?

O Decreto nº 11.034/2022, conhecido como Lei do SAC, estabelece que “o acesso ao SAC prestado por atendimento telefônico é obrigatório”. Ocorre que, com a diminuição dos canais tradicionais de comunicação e a evolução da automação em diversas áreas, está claro que o modelo de atendimento ao consumidor precisa ser reavaliado. Nesse sentido, outras formas – muito mais eficazes –devem ser consideradas. Entre elas, os “chats” online.

Serviço de Atendimento ao Cliente

CM: De que maneira a falta de um atendimento humano pode afetar a satisfação do cliente e a reputação da empresa?

A automação é eficaz para resolver questões simples, e muitas vezes mais rápida do que o atendimento humano. Entretanto, algumas situações delicadas e complexas exigem uma abordagem humanizada e capacitada. Caso contrário, há risco de deterioração da relação de consumo ou até mesmo de surgimento de litígios. Nesse sentido, as empresas mais preparadas são aquelas que implementam soluções tecnológicas com foco na experiência do consumidor. Ou seja, estamos falando das empresas que criam canais que conciliem um serviço ágil e suporte personalizado. A própria Lei do SAC prevê que deve haver atendimento humano (artigo 5º, inciso I), o que evidencia a importância do contato direto com um atendente em certas circunstâncias.

CM: Quais desafios os órgãos de defesa do consumidor enfrentam com o empoderamento digital?

Com o surgimento de novas tecnologias e o maior acesso à informação, o papel dos órgãos de defesa do consumidor não se atenua, mas se transforma. Essas instituições devem atuar de maneira mais estratégica, orientando os consumidores em ambientes digitais, onde as relações de consumo estão se tornando cada vez mais dinâmicas e imediatas. Além disso, é crucial fortalecer a fiscalização das práticas comerciais online, garantindo que os direitos dos consumidores sejam respeitados em todos os contextos.

Defesa do consumidor

CM: Quais são os principais desafios enfrentados pelos consumidores ao utilizar tecnologias para acessar informações sobre seus direitos?

É evidente que a disseminação das novas tecnologias tem promovido o acesso à informação, incluindo nas relações de consumo. Nesse âmbito, os recursos tecnológicos podem ampliar significativamente a compreensão dos direitos dos consumidores. Sites institucionais, aplicativos, redes sociais, entre outros, podem servir como ferramentas eficazes para apoiar o amparo legal do consumidor. No entanto, essa perspectiva enfrenta alguns desafios, como a superabundância de informações desencontradas, a propagação de notícias falsas ou sensacionalistas, o uso de linguagem técnica e a exclusão digital de certos grupos populacionais. Portanto, embora as tecnologias possam ser aliadas do consumidor, é imperativo que sejam acompanhadas de iniciativas que visem combater esses obstáculos.

Personalização e hiperconectividade

CM: Na era da personalização e da hiperconectividade, o consumidor ainda enfrenta desafios básicos em sua jornada: informações confusas, falta de transparência, dificuldades no atendimento e vulnerabilidade em relação ao uso de seus dados. Quais são as melhores práticas para garantir a segurança dos dados dos consumidores em um mundo digital em constante mudança? O Estado tem feito a sua parte?

Apesar de o Estado ter fortalecido seu aparato regulatório e de fiscalização por meio de legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Marco Civil da Internet, essas iniciativas ainda estão desalinhadas com a dinâmica das relações de consumo e a rapidez das transformações digitais. As inovações tecnológicas constantes – com ênfase na Inteligência Artificial – e a complexidade dos modelos de negócios exigem estratégias integradas que englobem não apenas o aprimoramento das leis, mas também a educação digital dos consumidores, a capacitação dos agentes reguladores e o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais para a resolução de conflitos. Somente assim será possível assegurar um ecossistema digital que acompanhe o ritmo acelerado das mudanças e proteja de forma efetiva os direitos dos consumidores.

Um olhar sobre o Consumidor.gov

CM: O Consumidor.gov foi lançado como uma solução digital, mas enfrenta desafios como baixa adesão e falta de visibilidade entre a população. Além disso, os dados não refletem a realidade enfrentada pelos consumidores: atualmente, o índice de solução é calculado a partir da soma das reclamações que os consumidores consideram resolvidas, além das que foram encerradas sem avaliação. Essa metodologia apresenta uma falha significativa, pois inclui queixas que, na verdade, não passaram pela avaliação dos consumidores, criando uma distorção na representação apresentada. Como você vê essa lacuna?

Essa lacuna ressalta a dificuldade em adotar parâmetros que revelem, de forma clara e realista, a efetividade dos mecanismos digitais de defesa do consumidor. A baixa adesão e a falta de visibilidade do Consumidor.gov demonstram que a ferramenta ainda precisa de mais atenção, uma vez que não conseguiu alcançar o engajamento esperado da população, o que é fundamental para a concretização de sua proposta.

Ademais, a metodologia utilizada para calcular o índice de solução, ao incluir reclamações encerradas sem a avaliação dos consumidores, compromete a confiabilidade dos dados apresentados.

CM: Essa distorção é prejudicial somente para os consumidores?

Não, absolutamente. Essa distorção é prejudicial não apenas para os consumidores, mas também para o mercado, pois dificulta a identificação precisa dos problemas reais enfrentados e limita a capacidade dos fornecedores de implementar políticas internas adequadas. De qualquer forma, o Consumidor.gov é uma ferramenta importante e merece ser valorizada e prestigiada por todos os envolvidos, sejam consumidores ou fornecedores.

Os protagonistas de defesa do consumidor na IA

CM: Quais serão os protagonistas da defesa do consumidor na era da Inteligência Artificial? O que o consumidor quer e pode esperar?

Na era da Inteligência Artificial, os protagonistas da defesa do consumidor continuam sendo, além dos próprios consumidores, a legislação, os órgãos reguladores capacitados – destacando-se a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), juntamente com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), organizações civis e fornecedores que utilizem as novas tecnologias de forma ética.

No entanto, o consumidor tende a assumir um papel cada vez mais central, impulsionado pelo acesso à informação e pela demanda por maior transparência nas relações de consumo. Dessa forma, o consumidor deseja e pode esperar um ambiente de consumo onde a tecnologia amplie sua autonomia, sem abrir mão do atendimento humanizado quando necessário. Nesse aspecto, é importante destacar o Projeto de Lei nº 2.338/2023, que busca regulamentar o uso da Inteligência Artificial no Brasil.

O projeto é conhecido como o Marco da Inteligência Artificial. Ele foi aprovado pelo Senado Federal em dezembro de 2024 e seguiu para análise da Câmara dos Deputados. Esse movimento legislativo demonstra a crescente preocupação do Estado em acompanhar os avanços tecnológicos e minimizar os riscos associados ao uso da Inteligência Artificial. Espera-se que o Brasil consolide um marco regulatório que promova o desenvolvimento responsável da Inteligência Artificial, garantindo um ambiente de consumo mais ético, transparente e equilibrado.

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades


A Restaurant Brands International (RBI) concluiu um acordo previamente anunciado com a gestora asiática CPE para expandir a operação do Burger King China. Com o fechamento da transação, a CPE investiu US$ 350 milhões em capital primário na joint venture e passou a deter aproximadamente 83% da operação na China. A RBI manteve uma participação minoritária de 17% e um assento no conselho de administração.

Além disso, uma afiliada integral do Burger King China firmou um contrato-mestre de desenvolvimento com duração de 20 anos, que concede direitos exclusivos para desenvolver a marca Burger King no país. Com isso, CPE e RBI planejam ampliar a rede de restaurantes na China de cerca de 1.250 unidades atualmente para mais de 4.000 até 2035.

Leia também: Burger King colocará operações na Argentina à venda

Segundo a RBI, a parceria internacional combina a marca e os produtos globais do Burger King com a experiência local da CPE no mercado chinês. A rede Burger King opera atualmente mais de 19 mil restaurantes em mais de 120 países e territórios.

Em comunicado, o CEO da RBI, Josh Kobza, afirmou que a China segue como um mercado estratégico para a marca. “A China continua sendo uma das mais importantes oportunidades de crescimento de longo prazo para a marca Burger King no mundo. Com a CPE como parceira e uma estratégia clara focada em qualidade dos alimentos, execução nas operações e relevância da marca, acreditamos que o Burger King China está bem posicionado para construir um negócio sustentável e de alta qualidade”, disse.

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02


Mesmo com popularização das datas duplas, brasileiros ainda preferem Black FridayO aiqfome realizou, no dia 2 de fevereiro, uma campanha nacional com frete grátis como parte de sua estratégia comercial para datas duplas. A ação foi válida em mais de 20 estados brasileiros e contemplou não apenas restaurantes, mas também categorias como supermercados, farmácias, pet shops e outros serviços disponíveis na plataforma.

Durante a campanha, o aplicativo liberou cupons de entrega gratuita para todos os usuários, além de descontos adicionais em diferentes lojas, ampliando as possibilidades de consumo ao longo do dia. A iniciativa buscou estimular tanto novos pedidos quanto a experimentação de categorias além da alimentação, como compras de mercado e pedidos de botijão de gás.

Segundo Igor Remigio, cofundador e CEO do aiqfome, o frete grátis teve papel decisivo na escolha do consumidor e contribuiu para aumentar as vendas e a fidelização. De acordo com o executivo, ações pontuais como essa incentivam usuários a conhecer novas lojas e produtos, tornando as datas com números repetidos um marco no calendário promocional anual da empresa.

“Oferecer entrega grátis em datas pontuais como essa, pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas e fidelizar clientes. De uma forma comum e totalmente orgânica, o cliente que nunca pediu naquela loja, cogita conhecer um novo prato ou pedir um novo item com essa vantagem financeira. O 02/02 não é só para restaurantes, o usuário pode aproveitar para realizar, inclusive, um pedido de botijão de gás, mercado, farmácia, pet shop, ou qualquer outra categoria com a entrega zerada. A ideia é transformar as datas iguais em um marco dentro do nosso calendário promocional anual”, ressalta Remigio.

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?


Os perfumes árabes vêm conquistando espaço no mercado global de fragrâncias e, nos últimos anos, tornaram-se uma forte tendência também no varejo brasileiro. Conhecidos por sua intensidade, fixação prolongada e composições sofisticadas, esses perfumes carregam séculos de tradição cultural e um apelo de luxo que desperta o interesse de consumidores cada vez mais exigentes.

Para lojistas e profissionais do varejo, entender o que são os perfumes árabes, quais são suas principais características e por que eles têm tanta aceitação no mercado é essencial para aproveitar esse movimento de consumo.

O que são perfumes árabes?

Os perfumes árabes têm origem no Oriente Médio, especialmente em países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Omã e Kuwait. Diferentemente da perfumaria ocidental, que costuma priorizar fragrâncias mais leves e frescas, a perfumaria árabe valoriza aromas intensos, marcantes e profundamente sensoriais.

Esses perfumes são inspirados em rituais antigos, na hospitalidade árabe e na relação histórica da região com especiarias, resinas, madeiras nobres e óleos essenciais. O uso do perfume no mundo árabe vai além da estética: ele está ligado à identidade, à espiritualidade e à celebração.

Principais características dos perfumes árabes

Uma das primeiras diferenças percebidas por quem experimenta um perfume árabe é a sua alta concentração de essência. Muitos deles são produzidos como eau de parfum, extrait de parfum ou até mesmo em óleo, o que garante maior fixação e projeção.

Entre as principais características, destacam-se:

  • Fixação prolongada: é comum que a fragrância permaneça na pele por mais de 8 a 12 horas.
  • Projeção intensa: são perfumes que “marcam presença”, ideais para quem gosta de aromas envolventes.
  • Notas quentes e profundas: predominam acordes amadeirados, orientais e adocicados.
  • Composição sofisticada: uso frequente de matérias-primas nobres e combinações complexas.

Ingredientes mais comuns na perfumaria árabe

Os perfumes árabes se destacam pelo uso de ingredientes tradicionais do Oriente Médio, muitos deles pouco explorados na perfumaria ocidental. Entre os mais comuns, estão:

  • Oud (agarwood): considerado um dos ingredientes mais valiosos da perfumaria mundial, tem aroma amadeirado, intenso e levemente esfumaçado.
  • Âmbar: traz calor, profundidade e sensualidade às fragrâncias.
  • Almíscar: confere fixação e um toque aveludado.
  • Rosa de Damasco: muito utilizada em perfumes árabes femininos e unissex.
  • Especiarias: como açafrão, canela, noz-moscada e cardamomo.
  • Baunilha: geralmente combinada com madeiras e resinas, criando perfumes adocicados e envolventes.

Perfumes árabes femininos, masculinos e unissex

Embora exista uma segmentação por gênero, é importante destacar que a perfumaria árabe tradicionalmente trabalha muito bem com fragrâncias unissex. No Oriente Médio, o perfume é visto como uma extensão da personalidade, não como um produto limitado por gênero.

  • Femininos: costumam destacar notas florais intensas (como rosa e jasmim), combinadas com âmbar, baunilha e madeiras.
  • Masculinos: valorizam o oud, couro, especiarias e acordes amadeirados mais secos.
  • Unissex: equilibram dulçor, madeira e especiarias, sendo uma categoria em forte crescimento no varejo.

Por que esses perfumes estão em alta no Brasil?

O crescimento da demanda por perfumes árabes no Brasil está ligado a diferentes fatores. Um deles é o cansaço do consumidor com fragrâncias muito similares no mercado tradicional. Os perfumes árabes oferecem algo diferente: identidade, intensidade e originalidade.

Além disso, redes sociais como TikTok e Instagram impulsionaram essa tendência. Vídeos de resenhas, comparações e “perfumes que exalam riqueza” popularizaram marcas árabes e despertaram a curiosidade de novos consumidores.

Outro ponto relevante é o excelente custo-benefício. Muitas marcas árabes entregam fragrâncias com alta fixação e sofisticação por preços mais competitivos do que perfumes importados de grifes europeias.

Principais marcas de perfumes árabes no mercado

Atualmente, algumas marcas se destacam no varejo internacional e brasileiro, como:

Essas marcas oferecem portfólios amplos, com perfumes inspirados em fragrâncias famosas e também criações autorais, atendendo desde o consumidor iniciante até o mais exigente.

Oportunidades para o varejo físico e online

Para o varejo, os perfumes árabes representam uma oportunidade estratégica de diferenciação. Eles atraem um público interessado em novidades, luxo acessível e experiências sensoriais mais intensas.

No varejo físico, o ideal é investir em:

  • Provadores e testers
  • Treinamento da equipe para explicar notas e fixação
  • Exposição que valorize o apelo sofisticado do produto

No e-commerce, as seguintes estratégias podem aumentar a taxa de conversão:

  • Descrições detalhadas de fragrância
  • Conteúdo educativo (blogs e vídeos)
  • SEO focado em termos como “perfume árabe feminino”, “perfume árabe importado” e “perfume árabe fixação alta”

Perfumes árabes e o futuro da perfumaria no varejo

A ascensão dos perfumes árabes indica uma mudança no comportamento do consumidor, que busca mais personalidade, exclusividade e intensidade. Para o varejo, acompanhar essa tendência é uma forma de se manter relevante em um mercado cada vez mais competitivo.

Com tradição, inovação e forte apelo sensorial, os perfumes árabes deixaram de ser um nicho e se consolidam como uma categoria estratégica para lojistas que desejam ampliar seu mix de produtos e atender a novas demandas de consumo.

Imagem: Unsplash



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