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IA no varejo foi pauta em megapainel com 10 dos maiores líderes do setor no Latam Retail Show

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O encerramento da 10ª edição do Latam Retail Show, sponsored by IBM, contou com um painel histórico. Foram reunidos 10 dos maiores líderes de grandes empresas da indústria e varejo nacional para debater o presente e o futuro do setor a partir da perspectiva de cada um.

O painel “10 anos de Latam + 10 years ahead: A Visão de Futuro de 10 Grandes Lideranças do Varejo e Consumo” foi mediado por Marcos Gouvêa, diretor-geral da Gouvêa Ecosystem. Um dos temas debatidos no megapainel foi a transformação do varejo por meio da Inteligência Artificial (IA) e da tecnologia, um dos assuntos mais discutidos atualmente em todos os setores.

“Nós temos vivido isso intensamente. E a questão é o que mais viveremos daqui para frente?”, questiona Gouvêa. Cada executivo compartilhou sua perspectiva sobre o tema:

Belmiro Gomes, CEO do Assaí Atacadista, representando o setor de supermercados

Acho que a IA pode ser um caminho, principalmente na questão de precificação. O processamento de algoritmos, que é praticamente impossível de ser feito por um ser humano de forma lógica, permite transferências diferentes. Além disso, há a questão das marcas de alimentos, que são muito regionais.

Mas eu, até por ter vindo da área de tecnologia, compartilho a seguinte preocupação: na tecnologia, é preciso ter cautela com as promessas. Existe algo chamado ciclo do hype, que apresenta o pico das expectativas e dos temores inflados. A IA ainda é nova. Há cinco anos, se alguém dissesse o que o ChatGPT seria capaz de fazer, muitos de nós provavelmente seríamos céticos.

Por isso, nossa capacidade de prever o futuro é menor do que imaginamos. O último exemplo que tivemos em tecnologia foi o metaverso: não faz muito tempo, grandes empresas gastaram milhões de dólares acreditando que seria o futuro da informática — e acabou não virando nada.

No caso da IA, acredito que não será assim. Trata-se de uma revolução, mas que deve ser encarada com cautela pelas empresas. Nosso papel é identificar as melhores soluções e entender como elas se encaixam dentro do ecossistema. É preciso também cuidar das expectativas: será que, de fato, isso vai melhorar a produtividade?

Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, representando a categoria de eletromóveis

Na nossa empresa, apesar de estarmos muito presentes no digital, também temos muito laboratório. Nós não inventamos moda, mas agimos. Abrimos a empresa para que todas as áreas possam usar a IA, de forma controlada, para facilitar a produtividade. A área que mais avançou nesse uso foi a de auditoria.

Já estamos testando a Lu como nossa agente. Ela será a consultora, aquela que nos alerta antes de sermos pegos de surpresa. Porque agora, não é mais alguém entrando na loja: eles vão interagir diretamente com o agente.

Quando o celular surgiu, usávamos apenas para ligações. Hoje, quase ninguém recebe e-mail — é tudo WhatsApp. A transformação foi enorme.

E acredito que está vindo uma terceira grande transformação digital. Nossa forma de lidar com isso é permitir que cada área experimente, sempre com simplicidade e foco em produtividade. Ao mesmo tempo, investimos na Lu como agente e consultora de cada cliente. Esse é o caminho que escolhemos seguir.

Andre Farber, CEO da Riachuelo, representando o segmento de moda

A Riachuelo é uma empresa altamente dependente de tecnologia, que está no centro do nosso dia a dia. Investimos mais de R$ 600 milhões por ano em tecnologia, um valor significativo para operar toda a nossa cadeia.

A Inteligência Artificial tem permitido uma grande evolução em nossos modelos. Os algoritmos que utilizamos em diversas etapas da cadeia — no planejamento de demanda, no planejamento de pricing e na distribuição de produtos para as lojas — estão ficando cada vez mais sofisticados com o poder da IA.

No caso de pricing, por exemplo, conseguimos realizar análises muito mais complexas e detalhadas, acompanhando velocidade de preço por loja, por cor e por tamanho. Antes da IA e desses modelos avançados, esse tipo de análise era extremamente difícil.

Já utilizamos Large Language Models (LLMs) no atendimento do nosso call center. Temos uma financeira robusta, com mais de 5 milhões de cartões de crédito ativos, e já fazemos renegociação de dívidas via LLMs. Por incrível que pareça, esse processo é muito mais eficiente do que o realizado por seres humanos.

Luciana Staciarini Batista, presidente Brasil e Cone Sul da Coca-Cola Company, representando a indústria

Quando pensamos em tecnologia, e principalmente no uso de IA, ela permite que uma marca consiga personalizar em escala e ganhar eficiência — talvez os dois principais usos para nós. Isso percorre toda a jornada, desde a criação de um produto até a forma como ele é consumido e como nos relacionamos com o consumidor.

Mudamos radicalmente os processos de criação e formulação de produtos. O que antes era feito apenas com pesquisas tradicionais, hoje é apoiado por algoritmos capazes de analisar expressões faciais e reações gustativas, ajudando a definir a melhor fórmula de uma bebida para o consumidor.

Esse impacto também está presente na criação de campanhas. Fomos precursores globalmente no uso de IA para campanhas personalizadas desde os primeiros modelos de IA generativa. Seguimos expandindo esse uso: por exemplo, para cada revendedor no mundo, conseguimos customizar cardápios que combinam uma Coca-Cola com um prato local, sempre alinhados aos brand guidelines da companhia.

Rafael Sales, CEO da Allos, representando o setor de shoppings

A missão da Allos, como uma das líderes do mercado de shoppings no Brasil, com o apoio da Inteligência Artificial e da certificação, é evoluir a experiência do consumidor a partir de três pilares.

O primeiro pilar é ser mais eficiente como companhia, beneficiando consumidores e parceiros com negociações mais rápidas e fluidas. Hoje, contamos com 55 shoppings e recebemos 50 milhões de pessoas por mês. Esse é o segundo pilar: conhecer melhor esses visitantes. Até pouco tempo atrás, o shopping era, de certa forma, “cego”: realizávamos eventos sem saber como o consumidor reagia. Hoje, temos quase 5 milhões de consumidores conectados aos nossos aplicativos.

O terceiro pilar é conectar todas essas informações e soluções, transformando o conhecimento do consumidor em valor para nossos lojistas e parceiros. Assim, eles podem se comunicar com consumidores que, embora não estejam fisicamente próximos, fazem parte do ecossistema.

Paula Andrade, vice-presidente de Omnicanalidade da Natura, representando o segmento de beleza

A Natura nasce de suas paixões: o relacionamento e a cosmética. Nada é mais atual do que falar de relacionamento em um ambiente de tecnologia e Inteligência Artificial. Quando olhamos para o futuro da omnicanalidade e para a tríade que chamamos de tecnologia, IA e experiência do consumidor, é por aí que seguimos.

Peter Furukawa, CEO das Lojas Quero-Quero, representando o segmento de matcon

Somos uma rede de varejo com 570 lojas pequenas, localizadas em cidades de 5 mil a 300 mil habitantes, concentradas principalmente em municípios com menos de 50 mil habitantes. Quando falávamos de tecnologia, vi os chineses entrarem no mercado — eles continuam e vão continuar.

Depois veio o Metaverso, e agora estamos vendo a IA. Para mim, a IA é diferente: traz principalmente produtividade. Quando falamos de precificação ou sortimento, gera muito mais monetização. Acredito que a IA vai avançar ainda mais quando começar a ter agentes, que vão transformar bastante o varejo, conectando-se a tudo sem precisar de intervenção direta.

Sergio Zimerman, CEO da Petz, representando o segmento pet

Há alguns anos, a Petz investiu bastante em omnicanalidade e se tornou referência mundial nesse tema. Mais de 40% das nossas vendas são digitais, das quais mais de 90% saem de uma loja física, caracterizando plenamente a omnicanalidade. Esse movimento provocou mudanças significativas no mercado.

A IA é uma revolução, principalmente na produtividade. Acreditamos que nos próximos anos teremos ganhos impossíveis de serem alcançados por outros meios. Também deve proporcionar elevados níveis de experiência na jornada do consumidor.

Precisamos aprender a lidar com os agentes de IA dos consumidores, que não possuem sentimento na escolha. Mas talvez o mais importante seja que a tecnologia libere o ser humano para tarefas que apenas ele pode realizar, liberando nosso tempo de atividades repetitivas.

Barbara Miranda, CEO da AmPm, representando o setor de foodservice

Pensando no futuro, falamos muito sobre a experiência do consumidor e como a tecnologia, especialmente a IA, tem a capacidade de tornar essa experiência muito mais rica. Mas há também uma série de outros elementos.

Quando pensamos em foodservice, especialmente em redes de conveniência, lidamos com um modelo altamente dependente de mão de obra, preparo de alimentos e produtos perecíveis. A grande questão é: quanto a IA e os processos de automação podem tornar essa cadeia muito mais eficiente?

Silvina Mirabella, general manager Retail Brazil da EssilorLuxottica, representando o segmento de óticas

A IA transformou a experiência nas lojas de óticas: espelhos virtuais, prateleiras infinitas em iPads e a parceria com o Meta permitem que tudo fique conectado. Será possível fazer ligações, ouvir podcasts, interagir com a IA e fazer perguntas diretamente. Futuramente, acredito que os óculos se tornarão um device completo, com tudo incluído, tornando a experiência na loja verdadeiramente revolucionária.

Imagem: Mercado&Consumo

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

O Valor de Continuar Quando Ninguém Acredita: A História de Jack Ma

Continuar Também Cansa

A história de Jack Ma começa onde muitos param.
Ela começa no cansaço.
Começa na dúvida.
Começa no silêncio de quem tenta e falha.

Desde cedo, disseram que ele não era bom.
Disseram que não servia.
Disseram que deveria desistir.

Mesmo assim, ele continuou.
E continuar, às vezes, dói.


Quando a Infância Já Ensina a Duvidar de Si Mesmo

Jack Ma nasceu em Hangzhou, na China.
Sua família era simples.
As expectativas eram baixas.

Na escola, ele não se destacava.
Pelo contrário, ele ficava para trás.
Especialmente em matemática.

Por causa disso, falhou em provas importantes.
Consequentemente, professores desacreditaram do seu futuro.
Alguns disseram que ele nunca teria sucesso.

Ainda assim, Jack seguiu em frente.
Não porque acreditava.
Mas porque não queria parar.


Aprender Inglês Para Existir

Jack percebeu cedo que precisava de uma saída.
Então, tomou uma decisão silenciosa.

Todos os dias, falava inglês com turistas.
Errava palavras.
Passava vergonha.
Mesmo assim, voltava no dia seguinte.

Não ganhava dinheiro.
Mas ganhava mundo.

Aos poucos, deixou de se sentir invisível.
Portanto, aprender inglês virou sobrevivência emocional.


A Universidade Que Não Impressionava Ninguém

Jack Ma falhou duas vezes no exame nacional chinês.
Na terceira tentativa, passou.

A universidade não era famosa.
Ninguém se impressionava com aquele diploma.

No entanto, ele aprendeu algo essencial.
Continuar sem reconhecimento também é força.
Assim, ele seguiu.


Rejeições Que Machucam Mais do Que Parecem

Depois de formado, Jack buscou emprego.
Foi rejeitado uma vez.
Depois outra.
Depois outra.

Mais de trinta recusas.
Nenhuma oportunidade.

Até o KFC disse não.
Entre vinte e quatro candidatos, só ele ficou de fora.

Ouvir “você não serve” dói.
Mesmo assim, ele voltou a tentar.
Portanto, não deixou a dor decidir por ele.


Dez Nãos de Harvard e Uma Decisão Interna

Jack Ma tentou entrar em Harvard dez vezes.
Recebeu dez respostas negativas.

Cada não machucava.
Cada tentativa exigia mais coragem.

Ainda assim, ele insistiu.
Porque entendeu algo profundo.
Desistir seria aceitar a versão dos outros.


O Período Invisível de Um Professor Pobre

Sem opções, Jack virou professor.
Seu salário era de doze dólares por mês.

Enquanto amigos prosperavam, ele observava em silêncio.
Sentia dúvida.
Sentia medo.

Mas também sentia disciplina.
Esse período o fortaleceu por dentro.

Crescer, às vezes, acontece no escuro.


O Dia em Que Ele Viu o Que Ninguém Via

Durante uma viagem aos Estados Unidos, Jack conheceu a internet.
Curioso, pesquisou produtos chineses.

Nada apareceu.
Nenhum resultado.
Nenhuma presença.

Nesse vazio, ele enxergou futuro.
A China não existia online.
E alguém precisava mudar isso.


Alibaba: Continuar Mesmo Sem Aplausos

Em 1999, Jack Ma criou o Alibaba.
Poucos acreditaram.

Ele não tentou ser gigante.
Tentou ser útil.

Ajudou pequenos vendedores.
Apoiou quem também era ignorado.

Com o tempo, o crescimento veio.
Depois, o reconhecimento.

Mas tudo começou com insistência.


O Que a História de Jack Ma Realmente Ensina

A história de Jack Ma não fala apenas de sucesso.
Ela fala de resistência.

Fala de continuar quando ninguém olha.
Fala de insistir quando dói.

Quem continua aprende.
Quem aprende evolui.
Quem evolui transforma realidades.

A Filosofia por Trás da História de Jack Ma

Jack Ma sempre repetiu uma ideia central.
“Se você não desistir, ainda tem uma chance.”

Essa filosofia explica sua trajetória.
Mais do que números, fala de resistência emocional.
Portanto, persistir foi uma necessidade.


Perguntas Frequentes

Quem é Jack Ma?

Jack Ma é o fundador do Alibaba e símbolo de persistência.

Ele sempre acreditou em si mesmo?

Não. Muitas vezes, ele apenas não desistiu.

Qual a maior lição dessa história?

Continuar também é coragem.

Por que essa história emociona tanto?

Porque todos já pensaram em parar.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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Carrefour Brasil Reduz Preços e Reacende a Disputa no Varejo Brasileiro

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Carrefour Brasil Reduz Preços e Reacende a Disputa no Varejo Brasileiro

Introdução

O varejo brasileiro iniciou um novo movimento estratégico. Recentemente, o Carrefour Brasil anunciou a redução de preços em produtos essenciais. Dessa forma, a empresa busca estimular o consumo e aumentar o fluxo de clientes.

Além disso, o cenário econômico exige adaptação. O consumidor está mais cauteloso. Portanto, grandes redes passaram a rever margens. Assim, preço voltou a ser um fator decisivo.

Porém, não se trata apenas de promoção. Pelo contrário, trata-se de posicionamento competitivo no varejo brasileiro.


Redução de preços como estratégia no varejo brasileiro

A redução de preços anunciada pelo Carrefour faz parte de uma estratégia clara. A empresa reforçou sua política de preços baixos contínuos. Assim, busca fidelizar consumidores e aumentar recorrência.

Além disso, a iniciativa envolve produtos da cesta básica. Portanto, impacta diretamente o orçamento das famílias. Como resultado, o varejo brasileiro sente efeito imediato no fluxo de compras.

Enquanto isso, concorrentes observam atentamente. Afinal, quando um grande player reduz preços, o mercado reage.

Integração entre lojas físicas e digitais

Outro ponto importante é a integração entre canais. O Carrefour aplicou a redução de preços tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. Dessa forma, fortaleceu sua estratégia omnichannel.

Além disso, o consumidor encontra consistência nos valores. Assim, a experiência de compra se torna mais confiável. Consequentemente, a marca ganha vantagem competitiva no varejo brasileiro.


Impactos no comportamento do consumidor

O consumidor brasileiro mudou. Atualmente, ele pesquisa mais. Além disso, compara preços com frequência. Portanto, reduções reais geram impacto imediato.

Com a queda de preços, muitos consumidores passaram a concentrar compras maiores. Assim, o ticket médio aumenta. Ao mesmo tempo, a fidelização cresce.

Por outro lado, promoções falsas geram desconfiança. Logo, ações transparentes se destacam no varejo brasileiro.

Consumidor mais racional e seletivo

Hoje, o consumidor compra com mais critério. Além disso, evita desperdícios. Dessa forma, redes que oferecem valor real ganham espaço.

Portanto, a estratégia do Carrefour acompanha essa mudança. Ao reduzir preços, a marca conversa diretamente com a nova realidade do varejo brasileiro.


Pressão sobre o mercado e concorrência

A decisão do Carrefour pressiona outras redes. Naturalmente, concorrentes precisam reagir. Assim, o varejo brasileiro entra em um novo ciclo de competitividade.

No entanto, reduzir preços exige eficiência. Por isso, negociação com fornecedores se torna essencial. Além disso, controle de estoque e dados ganham importância.

Consequentemente, apenas empresas bem estruturadas sustentam essa estratégia no longo prazo.


Reflexos para o varejo brasileiro

Esse movimento sinaliza uma mudança clara. O varejo brasileiro começa a priorizar volume e relacionamento. Em vez de repassar custos, grandes redes buscam equilíbrio.

Além disso, a redução de preços fortalece a confiança do consumidor. Dessa forma, o setor se mantém ativo mesmo em cenários econômicos desafiadores.

Portanto, o varejo brasileiro mostra capacidade de adaptação e leitura de mercado.


Conclusão

A redução de preços promovida pelo Carrefour Brasil representa um marco recente no varejo brasileiro. Mais do que uma ação promocional, trata-se de uma estratégia de sobrevivência e crescimento.

Assim, empresas que entendem o consumidor ganham espaço. Enquanto isso, marcas que ignoram o cenário perdem relevância. Logo, o varejo brasileiro entra em uma nova fase, mais estratégica e competitiva.


FAQ – Varejo Brasileiro e Redução de Preços

Por que o Carrefour reduziu preços no Brasil?

Para estimular o consumo e atrair consumidores mais cautelosos.

A redução de preços afeta a concorrência?

Sim. Outras redes tendem a reagir para manter competitividade.

O consumidor se beneficia dessas ações?

Sim. Há impacto direto no custo da cesta básica e no orçamento mensal.

Essa estratégia é sustentável no longo prazo?

Depende de eficiência operacional e negociação com fornecedores.

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O Poder da Simetria no Visual Merchandising: Como Organizar Vitrines que Vendem Mais

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O Poder da Simetria no Visual Merchandising: Como Organizar Vitrines que Vendem Mais

Por que a simetria no visual merchandising importa tanto?

A simetria no visual merchandising organiza o olhar e transmite equilíbrio. Desde a Grécia Antiga, conceitos como proporção, harmonia e ordem orientam a criação de obras visuais. Hoje, esses mesmos princípios ajudam marcas a estruturar vitrines mais claras e sedutoras.

Quando aplicamos simetria, criamos uma sensação imediata de limpeza. Além disso, transmitimos profissionalismo e confiança. Como resultado, o cliente percorre a loja com mais conforto e permanece mais tempo no ambiente. Assim, aumentamos as chances de compra.


Como funciona a simetria na prática?

O ponto de partida: a linha imaginária

Para identificar a simetria no visual merchandising, trace uma linha imaginária no centro da vitrine. Em seguida, observe as duas metades. Se os elementos estiverem equilibrados em forma, cor, tamanho e proporção, a simetria está presente.

Essa técnica simples funciona em qualquer segmento. Além disso, facilita o planejamento da exposição e permite ajustes rápidos durante trocas de coleção.

A combinação entre cores e elementos

A simetria não se limita a dividir espaços. Ela depende também de combinação e harmonia. Ao escolher uma peça principal – como a estampa de uma camiseta –, você cria um ponto de partida visual. Depois disso, selecione outras peças que reforcem essa estética. Assim, a vitrine se torna coerente e atraente.

Essa estratégia melhora a percepção de valor da marca. Além disso, torna a experiência de compra mais fluida e convidativa.


A simetria aplicada em diferentes tipos de loja

A simetria no visual merchandising pode aparecer de várias formas:

Em lojas de roupas

  • Combinação de cores por tom ou contraste.

  • Repetição organizada de peças dobradas.

  • Manequins posicionados de forma equilibrada.

  • Acessórios alinhados para reforçar harmonia.

Em supermercados e hipermercados

Nesses ambientes, a simetria surge por meio de:

  • Espaçamentos uniformes.

  • Alturas iguais entre produtos semelhantes.

  • Agrupamentos por uso.

  • Degradês de cores nas prateleiras.

  • Exposição vertical, horizontal ou em blocos.

  • Sinalizações alinhadas e padronizadas.

A importância da sinalização simétrica

As etiquetas de preço, cartazes promocionais e placas informativas também devem seguir a lógica simétrica. Quando isso ocorre, o cliente percebe organização e clareza. Como resultado, a experiência de compra melhora significativamente.


Por que buscar simetria o tempo todo?

A simetria no visual merchandising deve ser permanente. Isso porque ela reforça uma identidade visual coerente e fortalece a percepção de valor do ambiente. Quando o cliente percebe beleza e ordem, o processo de compra se torna natural. Assim, ele confia mais na marca e compra com menos resistência.

Manter essa prática diariamente transforma a loja em um ambiente convidativo. Além disso, cria uma imagem profissional e alinhada às melhores práticas do varejo moderno.


FAQ: Perguntas frequentes sobre simetria no visual merchandising

1. A simetria precisa ser perfeita?

Não. Embora a simetria ajude muito, pequenas variações também funcionam, desde que mantenham harmonia.

2. Posso usar simetria em vitrines pequenas?

Sim. Na verdade, vitrines pequenas se beneficiam ainda mais dessa organização, porque parecem maiores e mais organizadas.

3. Cores fazem diferença na simetria?

Sim. Cores guiam o olhar e criam equilíbrio visual. Por isso, devem ser escolhidas com cuidado.

4. Simetria aumenta vendas?

Indiretamente, sim. Um ambiente organizado aumenta o tempo de permanência e a percepção de valor, fatores que impulsionam vendas.

Imagem de José Marques

por: José Marques

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