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Descubra os novos óculos inteligentes Ray-Ban Meta com inteligência artificial e câmera 3K

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O futuro dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta

A EssilorLuxottica, dona das marcas Ray-Ban e Oakley, apresentou recentemente a nova geração de óculos inteligentes Ray-Ban Meta, em parceria com a Meta. A revelação ocorreu no evento Meta Connect, na Califórnia, e também foi destacada no Latam Retail Show, em São Paulo.

Segundo Silvina Mirabella, General Manager Retail Brazil da EssilorLuxottica, o produto une moda, design e tecnologia. Além disso, traz recursos que prometem transformar a experiência de uso.


Principais funcionalidades dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta

Os óculos inteligentes Ray-Ban Meta permitem tirar fotos, gravar vídeos, ouvir música e até fazer chamadas. O controle é feito por comandos de voz via IA da Meta.

A conexão com o aplicativo MetaView facilita a transferência de mídias. Outro diferencial é a possibilidade de personalizar as armações com lentes de prescrição, incluindo a linha Transitions Gen S.

Além disso, a bateria dura até oito horas. A câmera ultra grande angular de 12MP grava vídeos em 3K ultra-HD, garantindo mais clareza e qualidade.


Oakley Meta Vanguard: inovação para o esporte

Durante o mesmo evento, a empresa lançou também o Oakley Meta Vanguard. Esse modelo marca o início da chamada Inteligência Atlética, voltada ao público esportivo.

Os óculos possuem resistência IP67 contra água e poeira, alto-falantes de ouvido aberto e redução de ruído do vento. Portanto, são ideais para treinos longos ao ar livre.

Com lentes PRIZM e design compatível com capacetes, o produto garante conforto e performance em diferentes ambientes, como sol, neve e sujeira.


Impacto no mercado brasileiro

Ainda não há data definida para o lançamento dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta no Brasil. Entretanto, nos Estados Unidos, o preço será de US$ 379 (cerca de R$ 2 mil).

A chegada desse produto reforça o avanço da tecnologia vestível. Assim, consumidores terão acesso a soluções que unem estilo, funcionalidade e inovação no dia a dia.


FAQ sobre os óculos inteligentes Ray-Ban Meta

1. Quando os óculos inteligentes Ray-Ban Meta chegam ao Brasil?
Ainda não há uma data confirmada, mas o lançamento já foi anunciado para breve.

2. Quais são as principais funções dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta?
Eles tiram fotos, gravam vídeos, fazem chamadas, tocam música e transferem mídias sem fio.

3. O Oakley Meta Vanguard é diferente dos Ray-Ban Meta?
Sim. O Oakley é focado em esportes, com resistência IP67, conforto em treinos longos e lentes PRIZM.

4. Qual o preço dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta?
Nos Estados Unidos, custam US$ 379. No Brasil, o valor ainda não foi divulgado.


Conclusão

Os óculos inteligentes Ray-Ban Meta representam uma fusão entre moda e tecnologia. Já o Oakley Meta Vanguard aponta para o futuro dos esportes com inteligência artificial aplicada ao desempenho.

Essa nova geração de óculos mostra como a Meta e a EssilorLuxottica pretendem liderar a transformação do mercado de tecnologia vestível.

 

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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O consumidor sumiu da loja — mas não foi embora: para onde ele está indo?

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O consumidor sumiu da loja — mas não foi embora: para onde ele está indo?

Introdução

Durante muito tempo, o varejo mediu sucesso pelo fluxo de pessoas na loja.
No entanto, esse indicador perdeu força.
Ainda assim, o consumo não acabou.
Na verdade, ele apenas mudou de lugar.

Hoje, o comportamento do consumidor no varejo é mais estratégico.
Além disso, ele é silencioso.
Por isso, muitos lojistas acreditam que o cliente sumiu.
Entretanto, isso não é verdade.

O consumidor continua comprando.
Porém, ele observa mais.
Consequentemente, decide com mais cautela.


O novo comportamento do consumidor no varejo

O consumidor atual evita decisões impulsivas.
Em vez disso, ele analisa cada detalhe.
Primeiramente, pesquisa no Google.
Depois, visita redes sociais.
Em seguida, confere avaliações.

Portanto, a compra acontece antes da ida à loja.
Além disso, muitas decisões se encerram fora do ambiente físico.

Esse novo comportamento do consumidor no varejo exige atenção.
Caso contrário, a marca perde relevância.


A loja física mudou de papel

A loja física não perdeu valor.
No entanto, ela mudou de função.
Hoje, ela valida a decisão.

O consumidor visita a loja para:

  • Confirmar credibilidade

  • Avaliar o produto pessoalmente

  • Testar o atendimento

  • Reduzir o risco de erro

Assim, a experiência pesa mais que o preço.
Consequentemente, quem falha perde a venda.


Onde o consumidor realmente está

Atualmente, o consumidor está distribuído.
Ele não está em um único canal.

Por exemplo:

  • No Instagram, ele observa constância da marca

  • No Google, ele lê avaliações

  • No WhatsApp, ele testa agilidade

  • Nos meios de pagamento, ele busca facilidade

Portanto, o varejo precisa ser presente.
Além disso, precisa ser coerente em todos os pontos.


Facilidade, confiança e atendimento humano

Hoje, preço não resolve tudo.
Na prática, confiança decide.

Pix, retirada na loja e atendimento humano aceleram decisões.
Além disso, reduzem insegurança.
Por isso, essas opções viraram gatilhos de conversão.

O consumidor quer rapidez.
Porém, ele também quer respaldo.


O maior erro do varejo atual

O maior erro não é o baixo movimento.
Na verdade, o erro é ignorar o novo comportamento.

O cliente não desapareceu.
Ele apenas observa em silêncio.
Enquanto isso, ele compara marcas.

Portanto, quem constrói presença vence.
Consequentemente, quem gera confiança vende mais.


Conclusão

O comportamento do consumidor no varejo evoluiu.
Ele continua comprando.
Entretanto, ele compra com mais consciência.

O varejo que entende esse movimento cresce.
Além disso, se fortalece no longo prazo.

Quem acompanha o consumidor permanece relevante.


FAQ — Perguntas Frequentes

1. O consumidor deixou de comprar no varejo?

Não.
Ele apenas mudou a forma de decidir e pesquisar antes da compra.

2. A loja física ainda é importante?

Sim.
Ela atua como ponto de validação e confiança para o consumidor.

3. O que mais influencia a decisão hoje?

Confiança, facilidade de pagamento e atendimento eficiente.

4. Como o varejo pode se adaptar?

Com presença digital ativa, comunicação clara e experiência consistente.

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Ecommerce

A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

A inteligência artificial no varejo entrou em uma nova fase. Atualmente, ela deixa de ser apenas uma ferramenta analítica. Em vez disso, passa a atuar como um agente ativo na operação.
Nesse cenário, varejistas precisam integrar consumidores, colaboradores e força de trabalho. Caso contrário, perderão competitividade nos próximos anos.

Segundo projeções do setor, mais da metade dos consumidores utilizará assistentes de compra com IA. Portanto, a expectativa por experiências fluidas cresce rapidamente. Além disso, a loja física volta ao centro da estratégia. Contudo, agora ela é orientada por dados e inteligência.


A evolução da inteligência artificial no varejo moderno

Durante anos, o varejo utilizou IA de forma reativa. Ou seja, analisava dados passados. No entanto, esse modelo se tornou insuficiente.
Hoje, a inteligência artificial no varejo opera em tempo real. Além disso, conecta canais, pessoas e decisões.

Essa evolução permite antecipar comportamentos. Consequentemente, reduz falhas operacionais. Da mesma forma, melhora a experiência do cliente. Portanto, a IA passa a sustentar o modelo de negócio.


IA ativa: da automação à decisão estratégica

A IA ativa representa uma mudança estrutural. Diferentemente da automação tradicional, ela aprende continuamente. Além disso, recomenda ações concretas.

Com isso, gestores tomam decisões mais rápidas. Ao mesmo tempo, reduzem riscos. Portanto, a IA deixa de ser suporte. Ela se torna protagonista.


Inteligência artificial no varejo focada no consumidor

Assistentes de compra inteligentes e personalização

A IA voltada ao consumidor já entrega resultados financeiros. Principalmente, por meio de assistentes inteligentes. Esses sistemas entendem intenção, histórico e contexto.

Além disso, personalizam ofertas em tempo real. Assim, aumentam conversão e ticket médio. Consequentemente, reduzem fricções na jornada.

 Impactos diretos nos resultados financeiros

Marcas que adotam IA integrada observam crescimento consistente. Em especial, há redução do abandono de carrinho. Além disso, cresce a recorrência de compra.

Portanto, a inteligência artificial no varejo melhora eficiência. Porém, também fortalece relacionamento.


O papel da IA no empoderamento dos colaboradores

A IA não transforma apenas o cliente. Da mesma forma, impacta o colaborador. Assistentes internos agilizam treinamentos. Além disso, apoiam decisões no atendimento.

Benefícios operacionais e produtividade

Com IA, equipes acessam informações rapidamente. Assim, reduzem erros. Consequentemente, ganham confiança.

 Riscos culturais e desafios

Entretanto, a adoção exige cuidado. Caso contrário, surgem resistências. Por isso, líderes devem comunicar que a IA apoia, e não substitui.


Como a IA está transformando a gestão da força de trabalho

A gestão da força de trabalho sempre foi complexa. No entanto, a IA muda esse cenário. Ela cruza dados de vendas, clima e fluxo.

Assim, cria escalas mais eficientes. Além disso, reduz horas extras. Portanto, melhora custos e bem-estar.


 Integração de dados, canais e pessoas como vantagem competitiva

O maior diferencial competitivo está na integração. Quando dados fluem entre sistemas, decisões se tornam mais precisas.

Consequentemente, o cliente percebe consistência. Ao mesmo tempo, o colaborador atua melhor informado. Portanto, a operação se torna inteligente.


O futuro das lojas físicas impulsionado por inteligência artificial

Até 2026, as lojas físicas serão hubs de experiência. A IA atuará de forma invisível. Contudo, será decisiva.

Atendimento híbrido, operações preditivas e decisões descentralizadas definirão o sucesso.


Considerações finais: IA como modelo operacional do varejo

A próxima era da inteligência artificial no varejo não é tecnológica. Ela é estratégica.
Portanto, vencerá quem integrar pessoas, dados e processos. Não basta adotar IA. É preciso orquestrá-la.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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Tecnologia

Eitri revoluciona o app das Lojas Torra com agilidade e alta performance

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Eitri revoluciona o app das Lojas Torra com agilidade e alta performance

A parceria entre a Eitri e as Lojas Torra redefiniu o desempenho do aplicativo da marca. Com uma solução moderna, a empresa acelerou a evolução contínua de aplicativos e ampliou o impacto comercial. Embora a Torra já tivesse um app, o canal enfrentava limitações técnicas. Como resultado, a experiência de compra perdia eficiência e dificultava o crescimento digital.

Durante um evento sobre e-commerce e inteligência artificial, a equipe da Torra conheceu a arquitetura modular da Eitri. A partir desse encontro, iniciou-se uma transformação digital que mudou a rota estratégica do aplicativo. A tecnologia comprovou que a evolução contínua de aplicativos exige flexibilidade, velocidade e alta performance.

Como a Eitri acelerou a transformação

A implementação ocorreu rapidamente. A migração total para o ambiente da Eitri e a integração nativa com a VTEX, realizada com apoio da agência E-Plus, permitiram uma entrega ágil. Portanto, em poucas semanas, a Torra passou a operar com um app mais eficiente e inteligente.

Melhoria direta na jornada do cliente

A inserção da consulta de saldo do cartão Torra na jornada de compra simplificou etapas. Assim, o processo ficou mais intuitivo e reduziu o abandono.

Além disso, o aplicativo apresentou melhorias expressivas de performance. O carregamento ficou até três vezes mais rápido e as falhas praticamente desapareceram. Isso consolidou o app como principal canal de vendas da marca, reforçando a importância da evolução contínua de aplicativos.

Segundo Guilherme Martins, cofundador da Eitri, o foco está em resultados concretos. “Nosso compromisso é entregar tecnologia que impulsiona crescimento, com impacto mensurável desde os primeiros meses”, afirma.

Retorno imediato para a varejista

O investimento trouxe benefícios desde o início. A Torra ganhou autonomia para lançar melhorias sem depender de longas filas de fornecedores. Além disso, passou a operar em um modelo de evolução contínua de aplicativos, o que aumentou sua competitividade.

A percepção do consumidor também mudou. O aplicativo ficou mais estável, rápido e preparado para grandes fluxos de acesso. Dessa forma, a performance se manteve consistente até mesmo em períodos como a Black Friday.

De acordo com Gabriela Ruiz, gerente de negócios digitais das Lojas Torra, o impacto foi decisivo. “A Eitri devolveu velocidade estratégica ao desenvolvimento. Hoje lançamos funções com rapidez e ampliamos nossas oportunidades”, explica.

Transformação estratégica no varejo

O case comprova que a inovação tecnológica pode alterar estratégias de negócios. A combinação entre alta performance e liberdade de customização mostrou que investir em tecnologia é um movimento competitivo e necessário.

Com a Eitri, a Torra transformou seu aplicativo em um motor de receita e relacionamento. Agora, a varejista planeja novas fases de expansão apoiada pela plataforma.

FAQs sobre o projeto

1. O que motivou a Torra a buscar a Eitri?

A Torra buscava resolver limitações técnicas e acelerar a evolução contínua de aplicativos.

2. Quanto tempo levou a implementação?

A migração e integração ocorreram em poucas semanas, graças à arquitetura modular da Eitri.

3. Quais resultados surgiram após a mudança?

O app ficou até três vezes mais rápido, mais estável e gerou maior conversão.

4. O consumidor percebeu a evolução?

Sim. A experiência ficou mais fluida, reduzindo falhas e simplificando a compra.

 

Informações à imprensa

NB Press Comunicação

Tel.: +55 11 99419-5757

E-mail: eitri@nbpress.com.br

Imagem de Divulgação

Por: José Marques

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