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Skims inaugura flagship em Chicago e amplia presença física

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Skims inaugura flagship em Chicago e amplia presença física


A Skims inaugurou uma loja flagship no bairro Gold Coast, em Chicago. A unidade está localizada na Rush Street, no térreo de um edifício residencial de alto padrão, em um espaço que anteriormente abrigava um banco da década de 1960.

Com 1.900 metros quadrados distribuídos em dois níveis, o projeto foi desenvolvido pelo estúdio Rafael de Cárdenas Ltd. O espaço combina elementos arquitetônicos originais do imóvel com o design minimalista e a paleta de tons neutros da marca.

A nova loja amplia a presença física da Skims, que já conta com flagships em Los Angeles e Nova York, além de unidades na Cidade do México e em Dubai. A empresa informou que planeja abrir novas lojas em mercados estratégicos ao longo de 2026. Em novembro passado, a marca captou US$ 225 milhões em uma rodada liderada pela Goldman Sachs Alternatives, o que elevou sua avaliação para US$ 5 bilhões. A empresa declarou que está estruturando sua operação para se tornar “um negócio predominantemente físico” nos próximos anos.

No espaço de Chicago, uma escultura em grande escala de uma mulher reclinada, criada pela artista Vanessa Beecroft, ocupa posição central e pode ser vista da fachada envidraçada. Os produtos são apresentados em um sistema de exposição baseado em grade. Uma escada curva conduz ao nível inferior, onde estão a parede com os modelos de sutiãs da marca e expositores independentes sob um teto iluminado.

“Chicago tem um estilo incrível e uma comunidade vibrante, e abrir nossa primeira flagship aqui é algo muito significativo”, afirmou Kim Kardashian, cofundadora e diretora criativa da Skims. “Estamos entusiasmados em apresentar a Skims à cidade, convidando a comunidade para um espaço que homenageia o patrimônio arquitetônico de Chicago enquanto destaca nossa linguagem de design característica, experiências imersivas e o sortimento completo presencialmente.”

A loja oferece uma variedade de produtos femininos e masculinos, incluindo loungewear, underwear e shapewear. Coleções mais vendidas são apresentadas ao lado de lançamentos sazonais.

A unidade também disponibiliza itens exclusivos para o endereço do Gold Coast, com modelos em edição limitada desenvolvidos para a cidade. O ponto de venda contará ainda com lançamentos exclusivos ao longo do ano, incluindo a colaboração da marca com a Nike.

“Estamos muito satisfeitos com o crescimento contínuo do nosso negócio de varejo e com o forte ritmo que estamos observando nos Estados Unidos”, disse Jens Grede, cofundador e CEO da Skims. “Chicago é um mercado relevante com uma comunidade local ativa, e esta flagship nos dá um espaço dedicado para aprofundar essas conexões — apresentando nossas coleções completas, oferecendo produtos exclusivos em loja e criando experiências para nossos clientes.”

Fundada em 2019, a Skims opera atualmente 15 lojas físicas.

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Como humanização move R$ 50 bi na Venda Direta brasileira

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Como humanização move R$ 50 bi na Venda Direta brasileira


Em tempos de experiências de compra impessoais, a Venda Direta se destaca por manter o relacionamento humano no centro da estratégia, baseado em atenção, confiança e proximidade. Em 2024, o setor movimentou aproximadamente R$50 bilhões no Brasil, registrando crescimento de 6,3%, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD). Esse resultado é impulsionado por uma força de vendas de cerca de 3 milhões de empreendedores que atuam em um modelo que combina tecnologia e proximidade.

O modelo figital, que une físico e digital, permite que esses distribuidores utilizem plataformas digitais para ampliar alcance, sem abrir mão da escuta ativa, orientação personalizada e acompanhamento próximo. Dados da ABEVD mostram que cerca de 80% dos empreendedores alegam que utilizam o WhatsApp para vendas e relacionamento com os clientes, complementando operações e pagamentos instantâneos.

Jordan Rizetto, vice-presidente de marketing da Herbalife para as Américas Central e do Sul, destaca que a tecnologia potencializa a relação de confiança construída no contato humano. “O modelo figital propõe o uso de ferramentas digitais para ampliar escala e eficiência, ao mesmo tempo em que o atendimento humano garante contexto, empatia e personalização, aumentando as chances de fidelização”, explica.

Na prática, o consumidor conta com aplicativos, redes sociais e plataformas de acompanhamento, mas sempre com o suporte de um empreendedor que conhece suas necessidades específicas. “As plataformas digitais permitem acompanhar preferências e histórico do cliente, tornando a recomendação mais precisa. Em vez de uma interação genérica, o cliente percebe um cuidado contínuo”, complementa Rizetto. Esse acompanhamento acontece muitas vezes por mensagens, videochamadas e interações nas redes sociais, canais que, quando utilizados, aproximam em vez de distanciar.

A experiência que gera confiança

Marina Guarniere de Lima, distribuidora autorizada da Royal Prestige no Mato Grosso, utiliza tanto o digital quanto o presencial em sua rotina. Nas redes sociais, compartilha receitas e mostra o uso dos produtos, criando conexão com seus clientes. Mas a experiência também acontece no contato direto. “Eu vou até a casa da pessoa, apresento os produtos na prática, ela experimenta e percebe os benefícios”, conta.

A distribuidora enfatiza que, independente do canal, a venda não acontece de forma impessoal ou automatizada. “O relacionamento nasce no diálogo, na escuta e no acompanhamento próximo. As redes sociais são pontes de conexão, não de transação”, explica.

Marina cita um caso que ilustra o impacto desse modelo: uma cliente que buscava atendimento mais personalizado após uma experiência frustrante. “Mesmo estando em outra cidade, fiz questão de realizar a pós-entrega pessoalmente. Esse acompanhamento gerou confiança e a cliente passou a me indicar para outras pessoas”, relata.

O diferencial consultivo

O relacionamento consultivo diferencia a Venda Direta de modelos puramente transacionais. Rizetto observa que o consumidor está cercado de opções, mas muitas vezes não sabe como escolher ou aplicar produtos à sua realidade. “O consumidor valoriza quem ajuda a filtrar, interpretar e aplicar conhecimento à sua realidade. A tecnologia facilita o acesso, mas é o vínculo que transforma informação em ação”, afirma.

É justamente nesse ponto que Marina identifica a principal diferença entre a Venda Direta e modelos puramente transacionais. Na Venda Direta, o cliente tem contato real com o produto e com quem vende, seja presencialmente, seja através de um acompanhamento digital próximo e constante. A decisão é baseada na vivência e na confiança construída”, explica. Essa abordagem torna a relação mais próxima e transparente, reduzindo incertezas e aumentando a confiança na compra.

Para Rizetto, a consistência dessa abordagem gera fidelização. “O modelo figital permite acesso rápido a conteúdos e produtos, mas o cliente conta com um ponto de contato humano que conhece sua jornada. A fidelização acontece porque ele não se sente apenas atendido, mas acompanhado”.

O executivo também reforça o papel das empresas nesse processo: “Investir em educação digital, ferramentas de gestão e boas práticas de atendimento é fundamental para que o distribuidor atue com ética e foco no cliente. Isso fortalece todo o ecossistema da Venda Direta”.

Imagem: Envato



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Rupturas na cadeia produtiva: como evitar que o problema chegue ao cliente final

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Rupturas na cadeia produtiva: como evitar que o problema chegue ao cliente final


Oscilações no fornecimento de matérias-primas, gargalos logísticos, falhas de comunicação entre fornecedores e indústria e até instabilidades geopolíticas têm colocado as cadeias produtivas globais sob constante pressão. O resultado, quando não há preparo, é conhecido: atrasos, aumento de custos e, no pior cenário, impacto direto na experiência do consumidor final.

Nos últimos anos, empresas de diferentes setores passaram a conviver com um ambiente mais volátil e imprevisível, no qual rupturas deixaram de ser exceção e passaram a ser um risco recorrente. Para especialistas, a chave não está apenas em reagir rapidamente aos problemas, mas em estruturar processos capazes de antecipar falhas antes que elas se transformem em prejuízo para o cliente.

Segundo Moisés Olavo da Silva, executivo com mais de 20 anos de experiência em engenharia de produto, sourcing e gestão de produção para marcas globais, o maior erro das empresas ainda é tratar a cadeia produtiva como uma sequência linear. “Hoje, é fundamental enxergar a cadeia como um ecossistema integrado. Quando um elo falha e essa informação não circula com agilidade, o impacto se multiplica e chega ao consumidor na forma de atraso, indisponibilidade ou queda de qualidade”, explica.

Entre os principais pontos de atenção está o planejamento estratégico de fornecedores. Dependência excessiva de um único parceiro, regiões concentradas ou ausência de alternativas homologadas ampliam o risco de paralisações. “Diversificar fornecedores e investir em qualificação técnica não é custo, é proteção operacional”, destaca o especialista.

Outro fator crítico é a integração entre áreas técnicas, comerciais e logísticas. Falhas de alinhamento entre desenvolvimento de produto, engenharia, compras e produção podem gerar retrabalho, desperdício de tempo e erros que só são percebidos na fase final do processo. “Quanto mais cedo os riscos técnicos e produtivos são identificados, menores são os impactos financeiros e operacionais”, afirma Moisés.

A tecnologia também tem papel decisivo na prevenção de rupturas. Sistemas de monitoramento de produção, controle de qualidade, rastreabilidade de materiais e análise de dados permitem identificar desvios antes que eles comprometam prazos e entregas. Ainda assim, o especialista reforça que tecnologia sem processos bem definidos perde eficiência. “Ferramentas funcionam quando há método, treinamento e cultura de prevenção”.

Por fim, a gestão de pessoas e o conhecimento técnico seguem como diferenciais estratégicos. Equipes capacitadas conseguem interpretar sinais de alerta, tomar decisões rápidas e ajustar rotas sem comprometer o padrão do produto. “A experiência prática, aliada a dados, é o que impede que um problema interno se transforme em uma frustração para o cliente final”, conclui o especialista. Afinal, quando a ruptura não chega ao consumidor, a marca preserva algo essencial: a confiança.

Imagem: Freepik

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Início do ano se consolida como janela estratégica para o varejo

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Início do ano se consolida como janela estratégica para o varejo


Com o fim do período de maior aquecimento do varejo, o início do ano marca uma nova fase para o comércio brasileiro, caracterizada por ajustes no ritmo de consumo e pela abertura de oportunidades estratégicas para os varejistas. A avaliação é da Infracommerce, empresa de soluções de full commerce na América Latina.

Segundo a companhia, a movimentação mais moderada dos primeiros meses do ano é um comportamento sazonal do setor e pode ser utilizada para a otimização de operações, o fortalecimento do relacionamento com o consumidor e o estímulo a novas jornadas de compra. Após períodos concentrados de vendas, como Natal e Black Friday, os consumidores passam a adotar escolhas mais planejadas, o que amplia a relevância de estratégias voltadas à conveniência, economia e previsibilidade.

Nesse contexto, soluções logísticas ganham espaço. Após o pico de entregas no fim do ano, a retirada em loja surge como alternativa para reduzir custos, aumentar a agilidade e melhorar a experiência do consumidor, além de mitigar o impacto do frete, apontado como um dos principais fatores de abandono de carrinho no e-commerce.

De acordo com Gerson Ferreira, Head de Client Success da Infracommerce, o período pode ser aproveitado com ações específicas. “Para potencializar os resultados no início do ano, a Infracommerce recomenda que os varejistas invistam em ações promocionais, saldões para renovação de estoque e na priorização de categorias com demanda característica do período, como materiais escolares, itens de viagem e ventilação. O reforço dos canais digitais, com ofertas personalizadas e jornadas de compra mais fluidas, também se destaca como um diferencial competitivo”, afirmou.

Outro movimento observado no período é o aumento das trocas e devoluções de presentes adquiridos no fim do ano. Segundo a empresa, esse fluxo pode ser convertido em oportunidade de fidelização por meio de comunicação clara e do uso de tecnologias e automações com inteligência artificial. “Aqui o segredo é reduzir o atrito e resolver rapidamente a dor do consumidor”, afirmou Ferreira.

A Infracommerce também destaca que o uso estratégico de dados, aliado a ações de performance e eficiência logística, é um fator relevante para sustentar as vendas, reduzir perdas e otimizar resultados no varejo em um período marcado por ajustes no consumo.

Imagem: Envato

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