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Scotte mostra método e alunos relatam evolução

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Scotte mostra método e alunos relatam evolução

O trading costuma ser visto como uma atividade solitária, marcada por decisões rápidas e alta pressão emocional. No entanto, iniciativas que aproximam mentor e aluno, na prática, vêm ganhando espaço e mudando a forma como muitos traders evoluem no mercado. Foi exatamente esse o cenário visto durante a Expert Trader XP.

Nesse contexto, Caio Scotte, ao lado de seus alunos José Eduardo Bento e Pedro Teixeira, concedeu uma entrevista ao InfoMoney diretamente da área de Trading Drill, onde teoria e prática se encontram em tempo real. A experiência revelou não apenas a aplicação do método, mas também o impacto direto no desenvolvimento dos traders.

O ambiente presencial trouxe um elemento adicional importante: a validação ao vivo do que muitos já acompanham no digital. Assim, o contato direto reforça a consistência do processo e amplia a percepção sobre o que realmente funciona no mercado.

Leia também: Expert Trader XP redefine o padrão do trading no Brasil e projeta 2ª edição para 2027

Mentoria na prática

A proposta de Scotte vai além do ensino tradicional e se aproxima de um acompanhamento contínuo. Nesse sentido, a experiência presencial reforça um diferencial que já existe no ambiente online, mas que ganha intensidade quando vivida de perto.

“Eu acho que eu não sou um professor, eu acho que eu sou muito mais um mentor. Mentor é diferente daquilo que ensina, porque mentoria é acompanhamento”, explica.

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Segundo ele, a proximidade com os alunos fortalece a relação construída ao longo do tempo. Portanto, o vínculo vai além do conteúdo técnico e entra no campo do desenvolvimento pessoal dentro do mercado.

“Eu digo que eu não tenho aluno, eu tenho amigos. Tem pessoas que eu levo para a vida”, afirma.

A consistência na forma de ensinar permanece independentemente do ambiente. Ou seja, o método não muda, apenas ganha novas camadas de percepção.

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“Não muda em nada. Tento ser sempre a mesma pessoa. Acho que tento ser o mais original possível”, observa.

Caio Scotte – Expert Trader XP 2026. Imagem: Bruno Nadai

Leia mais: Caio Scotte fica em 3º lugar no prêmio Top Traders InfoMoney

Energia do presencial

Para o trader, a vivência ao vivo trouxe elementos que vão além do conteúdo técnico, principalmente no aspecto emocional. Assim, a energia do ambiente se torna um fator relevante para o aprendizado.

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“A gente sente a energia das pessoas e sabe se, de fato, eles estão entendendo, se eles estão engajados ou não”, explica Scotte.

Segundo ele, a leitura do comportamento dos alunos permite ajustes imediatos durante a aula. Portanto, o feedback acontece em tempo real, o que acelera o processo de aprendizado.

“A gente consegue olhar no olho, a gente consegue sentir a emoção. Tudo isso para nós importa”, acrescenta.

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Consequentemente, essa dinâmica permite maior adaptação do conteúdo ao público presente. Dessa forma, o ensino se torna mais eficiente e direcionado.

“É o maior indicador que você tem para que você consiga corrigir a rota e trazer o melhor conteúdo possível”, conclui.

Caio Scotte durante a mentoria no Trading Drill na Expert Trader XP 2026. Imagem: Bruno Nadai

Leia também: Análise técnica dita o timing, mas conhecer a empresa é fundamental, diz Acampora

Além disso, do lado dos alunos, essa energia também é percebida como um diferencial claro em relação ao ambiente online. Nesse sentido, o contato presencial fortalece a conexão construída na mentoria.

“Você vê aquela energia que ele nos transmite, e todos os amigos que está lá no online estão todos aqui presentes, então é bacana você sentir essa energia que um evento desse que traz pra gente”, afirma José Eduardo Bento.

Por outro lado, essa experiência também funciona como validação prática do que muitos acompanham à distância. Portanto, o presencial elimina dúvidas e reforça a confiança no processo.

“Aqui você vê que é real, e esse é o mundo real, é um mundo que eu quero participar muito”, observa Pedro Teixeira.

José Eduardo Bento e Pedro Teixeira, concederam entrevista ao InfoMoney logo após a aula no Trading Drill na Expert Trader XP 2026. Imagem: Bruno Nadai

Transformação dos alunos

Do ponto de vista dos alunos, a experiência com a mentoria se reflete diretamente na evolução dentro do trading. Nesse sentido, o impacto vai além do técnico e atinge também o comportamento operacional.

“Ele nos ajuda a tirar aquele stress do dia a dia das operações, e às vezes isso não nos deixar cair naquele dia de fúria”, afirma Bento.

Além disso, o acompanhamento próximo é percebido como um diferencial relevante no processo de aprendizado. A evolução, portanto, ocorre de forma mais estruturada e consistente.

“Realmente ele carrega a gente pela mão, ele se importa com o que a gente faz”, observa Teixeira.

Por consequência, os resultados passam a aparecer com maior clareza ao longo do tempo. Assim, o progresso deixa de ser pontual e passa a ser contínuo.

“Depois que eu o conheci, eu andei muito pra frente”, relata Teixeira.

Aula de Caio Scotte no Trading Drills durante a Expert Trader XP 2026. Imagem: Bruno Nadai

Leia tambem: “Trade mais difícil é o certo”, diz Tom Hougaard, autor de O Melhor Perdedor Vence

Impacto do presencial no trading

Além disso, a experiência dentro da mentoria também é associada a um ambiente mais leve e consistente no dia a dia. Nesse sentido, o processo de aprendizado passa a ser mais sustentável ao longo do tempo.

“Nas aulas dele, todo dia de manhã que nós estamos lá, é um momento prazeroso estar com ele, é uma verdadeira imersão no trade”, afirma Bento.

O contato presencial amplia ainda mais essa percepção construída no online. Portanto, a experiência ganha intensidade quando vivida ao vivo, reforçando o vínculo com o método.

“Hoje foi até um frio na barriga porque é o primeiro momento que a gente está presente com o Scott, e é um grande prazer estar ao lado”, observa Bento.

No mais, a evolução técnica também vem acompanhada de uma mudança na forma como o aluno enxerga o próprio futuro dentro do mercado.

Dessa forma, o processo deixa de ser apenas aprendizado e passa a representar uma transformação pessoal mais ampla.

“Eu escolhi o Scott porque eu tenho certeza que ele pode mudar a minha vida, isso eu tenho absoluta certeza”, conclui Pedro Teixeira.

Leia também: Medo, hesitação e perdas: como traders podem driblar desafios e potencializar ganhos

Alunos que participaram da aula de Caio Scotte no Trading Drill durante a Expert Trader XP 2026. Imagem: Bruno Nadai

Realidade do mercado

Outro ponto destacado pelos alunos é a quebra de expectativa entre o que se vê no online e o que se vivencia na prática. O contato presencial, avaliam, funciona como validação do método aplicado.

Além disso, a abordagem adotada pelo mentor contribui para alinhar expectativas com a realidade do mercado. O foco deixa de ser promessas e passa a ser execução. “Ele não vende sonhos, ele vende realidade”, relata Teixeira.

Consequentemente, essa postura impacta diretamente na forma como os alunos encaram o processo de evolução no trading.

Assim, o aprendizado se torna mais sólido e menos dependente de ilusões.

Aula de Caio Scotte no Trading Drills durante a Expert Trader XP 2026. Imagem: Bruno Nadai

Clareza operacional

Por fim, a principal mensagem deixada por Scotte reforça um dos pilares mais importantes para quem busca consistência no mercado: a clareza operacional.

Para ele, a objetividade na estratégia se torna fundamental para execução. “Tenha clareza operacional. Se você não conseguiu escrever o seu operacional em menos de um minuto, você não tem operacional”, alerta.

Além disso, a estrutura do trade precisa ser bem definida antes da execução. Portanto, cada etapa deve estar clara e documentada.

“Descreva como você vai comprar ou vender, como é que você vai definir o stop, como é que você vai projetar um alvo”, orienta.

Por consequência, o trader passa a operar com mais controle e menos improviso. Dessa forma, a consistência se torna uma consequência do processo bem definido.

“A partir daí tem clareza e técnica operacional”, conclui.

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 

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Se comemorou cedo demais? Operadores se preparam para mais turbulências nos mercados

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Se comemorou cedo demais? Operadores se preparam para mais turbulências nos mercados

Operadores do mercado financeiro se preparam para uma abertura de semana instável, diante da continuidade do impasse no Estreito de Ormuz, que volta a elevar a incerteza que Wall Street vinha tentando deixar para trás após uma semana que levou o índice S&P 500 a um recorde e impulsionou o petróleo de volta à faixa de US$ 90 por barril.

O Irã alertou ao longo do fim de semana que embarcações que se aproximarem da via marítima “sob qualquer pretexto” serão tratadas como violação do cessar-fogo. A Guarda Revolucionária abriu fogo contra navios comerciais, deixando operadores de petroleiros à espera de definições de Teerã.

As ações endureceram um impasse que parecia aliviar na sexta-feira (17), quando sinais de distensão sustentaram uma alta generalizada de ativos de risco. A agência semioficial Tasnim informou que o país não participará de uma segunda rodada de negociações com os Estados Unidos em Islamabad nesta semana enquanto o bloqueio naval americano permanecer em vigor, embora mensagens continuem sendo trocadas por intermediários.

O presidente Donald Trump, que na sexta-feira (17) indicou que um acordo estava praticamente fechado, elevou o tom até domingo (19), ao ameaçar destruir todas as usinas de energia e pontes do Irã caso as negociações fracassem. A mudança abrupta reforça o quanto a alta recente dos mercados foi sustentada mais por expectativa do que por uma resolução concreta.

O S&P 500 registrou a terceira semana consecutiva de ganhos superiores a 3% e caminha para o maior avanço mensal desde 2020. Na sexta-feira (17), o dólar chegou a devolver integralmente os ganhos acumulados desde o início do conflito. O petróleo Brent caiu, enquanto os títulos do Tesouro americano avançaram. A negociação de ações, Treasuries e petróleo nos Estados Unidos é retomada com mais intensidade às 18h de domingo (19), no horário de Nova York.

“Parece que os investidores podem ter comemorado cedo demais”, afirmou Martin Hennecke, chefe de consultoria de investimentos para Ásia e Oriente Médio da St. James’s Place. Segundo ele, os desdobramentos do fim de semana “podem levar à devolução de parte dos ganhos recentes no curto prazo”.

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Nas primeiras negociações na Ásia nesta segunda-feira (20), o dólar indicava alta frente a pares relevantes, enquanto o dólar australiano liderava as perdas entre moedas mais sensíveis ao risco.

Os riscos inflacionários seguem elevados e não devem se dissipar com facilidade, mesmo que o frágil cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã seja estendido além do prazo previsto para terça-feira (21). Empresas já vêm repassando custos mais altos aos consumidores, observou Hennecke, citando o índice preliminar de gerentes de compras (PMI) da S&P Global nos Estados Unidos. Esse movimento tende a corroer posições em caixa e renda fixa, ao mesmo tempo em que reforça o argumento por manutenção de investimentos em ações, mesmo em meio à volatilidade.

O Estreito de Ormuz permaneceu, na prática, fechado durante grande parte das sete semanas de conflito. O petróleo ainda se mantém significativamente acima dos níveis anteriores à guerra, e bancos centrais já foram forçados a rever planos de cortes de juros, um impacto que não deve ser revertido rapidamente, mesmo com eventual acordo.

“Embora o mercado acionário dos Estados Unidos tenha atingido um novo recorde, os riscos aumentam a cada revés nas negociações para reabrir o Estreito de Ormuz”, disse Matt Maley, estrategista-chefe da Miller Tabak + Co. “Estamos chegando a um ponto em que não são apenas os preços mais altos que geram pressão, mas também a escassez que começa a surgir.”

Apreensão de navio

O vice-presidente JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner devem chegar a Islamabad na noite de segunda-feira (20) para negociações que, segundo o governo americano, seguirão os termos apresentados na semana passada. O bloqueio naval dos Estados Unidos permite a saída do Golfo Pérsico de navios com cargas não iranianas, mas impede embarcações que partiram de portos do Irã, distinção que Teerã utiliza para endurecer sua posição.

No domingo (19), Trump publicou na rede Truth Social que um navio da Marinha dos Estados Unidos interceptou uma embarcação de carga com bandeira iraniana, “abrindo um buraco na casa de máquinas”, e que fuzileiros navais assumiram o controle do navio.

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“Nossa posição sempre foi a de que precisamos ver a retomada efetiva do tráfego pelo Estreito de Ormuz”, afirmou Sarah Hunt, estrategista-chefe da Alpine Woods Capital Investors. Segundo ela, enquanto isso não ocorrer, os mercados devem permanecer voláteis, embora a semana passada tenha indicado alguma aproximação de solução.

Hunt avaliou que investidores podem relevar o choque no setor de energia caso lucros corporativos e consumo se mantenham resilientes, especialmente nos Estados Unidos.

Impactos de longo prazo

O mercado de títulos nunca incorporou totalmente a expectativa de paz. Os rendimentos dos Treasuries de dois anos subiram desde o início do conflito, à medida que investidores reduziram apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano.

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É no mercado de petróleo que a divergência entre preços e realidade física se mostra mais evidente. A queda registrada na sexta-feira (17) embutia uma normalização do cenário, mas rotas marítimas seguem afetadas, tarifas de transporte de petroleiros permanecem elevadas e os estoques foram reduzidos, condições que, segundo analistas, podem levar semanas para serem normalizadas. Antes da guerra, cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo passavam pelo Estreito de Ormuz.

O indicador de risco entre mercados do Bank of America caminhava para a segunda maior queda mensal já registrada, atrás apenas da recuperação inicial após a pandemia. Gestores sistemáticos que estavam posicionados na venda de ações foram forçados a inverter posições e recomprar ativos. Parte desse movimento, segundo estrategistas, reflete o receio de ficar de fora de uma alta, comportamento reforçado no ano passado, quando investidores que apostaram contra as ameaças tarifárias de Trump sofreram perdas com a reversão do mercado.

Com os eventos do fim de semana evidenciando que o conflito segue em aberto, a recente onda de apetite por risco tende a enfrentar desafios, afirmou Elias Haddad, chefe global de estratégia de mercados da Brown Brothers Harriman. Ainda assim, ele disse que a instituição mantém a avaliação de que, embora o choque energético ainda não tenha se dissipado, o pior momento provavelmente já passou.

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“A abordagem dos Estados Unidos de abrir a navegação para todos ou fechar para todos no Estreito de Ormuz tende a acelerar a reabertura dessa via estratégica, já que o impacto econômico compartilhado aumenta os incentivos para uma solução diplomática”, afirmou Haddad. “Nesse contexto, o fim de março provavelmente marcou o ponto mais baixo do sentimento de risco, e as expectativas para juros dos bancos centrais ainda podem retornar parcialmente aos níveis anteriores ao conflito.”

© 2026 Bloomberg L.P.

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Ibovespa corrige após recorde, dólar perde força e Nasdaq mira novas máximas: confira

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Ibovespa corrige após recorde, dólar perde força e Nasdaq mira novas máximas: confira

O Ibovespa entrou em movimento corretivo após renovar máxima histórica em 199.354 pontos, enquanto o dólar futuro mantém tendência de baixa e completa sequência negativa relevante. Já nos Estados Unidos, Nasdaq Composite e S&P 500 seguem sustentados por forte fluxo comprador, renovando ou se aproximando de máximas históricas.

No mercado doméstico, o principal ponto de atenção está no esticamento prévio do Ibovespa e em possíveis sinais gráficos de correção no semanal, enquanto o câmbio opera em sobrevenda e pode ensaiar repiques técnicos. No exterior, a força compradora ainda prevalece, com índices acima das médias móveis e estrutura positiva. Já o Bitcoin tenta ampliar a recuperação iniciada após testar a região de US$ 60 mil.

Em resumo, o mercado brasileiro encontra-se em fase de ajuste após forte alta recente, enquanto ativos internacionais mantêm viés construtivo. O foco agora recai sobre suportes importantes no Ibovespa, possível reação do dólar e continuidade do movimento positivo nas bolsas americanas e no Bitcoin.

Top Traders InfoMoney lista os 20 principais destaques do trading brasileiro em 2025

Análise técnica do Ibovespa

Pelo gráfico diário, observo que o Ibovespa iniciou movimento corretivo após renovar máxima histórica em 199.354 pontos na última semana. O índice encerrou a última sessão com baixa de 0,55%, aos 195.733 pontos, e fechou a semana em queda de 0,81%, interrompendo uma sequência de três semanas positivas. Em 2026, ainda acumula valorização de 21,48%.

No gráfico semanal, destaco a formação de uma possível estrela cadente, padrão que pode reforçar correção caso haja perda da mínima da última semana em 195.367 pontos. O IFR semanal em 73,29 também sugere mercado ainda sobrecomprado. No diário, o IFR (14) marca 64,52, ainda em zona neutra.

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Para retomar a alta, o índice precisa superar novamente os 199.354 pontos, abrindo espaço para 200.000/203.900 pontos, com alvos mais longos em 205.430/207.000 pontos.

Já para intensificar a correção, precisará perder 194.945/192.206 pontos, mirando 189.250/185.210 pontos e, em cenário mais amplo, 180.975/175.050 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Análise técnica do Dólar

No dólar futuro, sigo vendo uma estrutura técnica de baixa bem definida. O ativo completou cinco semanas consecutivas de queda e fechou a última sessão em baixa de 0,32%, aos 4.990 pontos, mantendo negociação abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.

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O IFR (14) em 27,34 indica sobrevenda, o que aumenta a chance de repiques técnicos. Além disso, observo formação de martelo no fundo, acompanhada de volume, sinal que pode favorecer recuperação pontual no curto prazo.

Para continuidade da queda, o mercado precisa romper 4.955/4.905 pontos, com alvos em 4.850/4.798,5 pontos e extensão até 4.752 pontos.

Para reação altista, será necessário superar 5.017/5.124 pontos, mirando 5.158,5/5.215,5 pontos e depois 5.286/5.383,5 pontos.

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Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Análise técnica da Nasdaq

A Nasdaq segue como um dos destaques positivos. O índice avançou pela terceira semana consecutiva, renovou máxima histórica e fechou todas as sessões da última semana no positivo, sustentado por forte volume comprador.

Atualmente, negocia aos 26.672 pontos, acumulando alta de 12,35% em abril. A estrutura permanece positiva, com preços acima das médias móveis e sem sinais claros de enfraquecimento.

Para continuidade da alta, precisa romper 26.719 pontos, com projeções em 26.875/27.385 pontos e depois 27.665/28.300 pontos.

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Em eventual correção, a perda de 26.481/26.200 pontos pode abrir espaço para 25.840/25.380 pontos, com extensão até 25.069/24.755 pontos.

Fonte: TradingView. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Confira nossas análises:

Análise técnica do S&P 500

O S&P 500 também mantém viés construtivo, registrando a terceira semana consecutiva de ganhos e encerrando todas as sessões recentes em alta. O índice opera aos 7.126 pontos, com valorização de 9,15% em abril.

A estrutura técnica segue positiva, acima das médias móveis e próxima da máxima histórica em 7.147 pontos.

Se romper essa faixa, pode buscar 7.200/7.320 pontos, com alvos posteriores em 7.385/7.500 pontos.

Já uma correção exigiria perda de 7.074/7.022 pontos, abrindo espaço para 6.967/6.886 pontos e, depois, 6.806/6.740 pontos.

Fonte: TradingView. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Análise do Bitcoin

O Bitcoin segue em movimento de recuperação no curto prazo, após testar recentemente a região de US$ 60.000. O ativo permanece abaixo de US$ 80.000, mas mostra melhora técnica ao negociar acima das médias móveis.

Em abril, a criptomoeda acumula alta superior a 10%, reforçando a retomada compradora. O ponto-chave agora está no rompimento da lateralização recente.

Para ganhar força, precisa superar US$ 77.075/US$ 79.360, o que pode levar aos alvos de US$ 84.650/US$ 91.224, com extensões em US$ 97.624 e US$ 100.000.

Na ponta negativa, a perda de US$ 74.800/US$ 70.466 e depois US$ 65.821/US$ 62.510 recoloca pressão vendedora, com suportes em US$ 58.946/US$ 52.550.

Fonte: TradingView. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

IFR (14) – Ibovespa

O IFR (Índice de Força Relativa), é um dos indicadores mais populares da análise técnica. Medido de 0 a 100, costuma-se usar o período de 14. Leitura abaixo ou próxima de 30 indica sobrevenda e possíveis oportunidades de compra, enquanto acima ou próxima de 70 sugere sobrecompra e chance de correção.

Além disso, o IFR permite a aplicação de técnicas como suportes, resistências, divergências e figuras gráficas. A partir disso, segue as cinco ações mais sobrecomprados e sobrevendidos do Ibovespa:

Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

Guias de análise técnica:

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endividamento atinge dois em cada três brasileiros

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endividamento atinge dois em cada três brasileiros

Dois em cada três brasileiros (67%) têm algum tipo de dívida financeira, como empréstimos, segundo pesquisa Datafolha. O levantamento divulgado neste sábado revela ainda que 21% da população está com pagamentos em atraso, evidenciando o avanço da inadimplência no país.

Entre os que recorreram a empréstimos com amigos e familiares, a situação é ainda mais crítica: 41% afirmam estar devendo. Já entre os principais tipos de dívida em atraso, o cartão de crédito parcelado lidera, citado por 29% dos entrevistados, seguido por empréstimos bancários (26%) e carnês de lojas (25%).

O uso do crédito rotativo — modalidade acionada quando se paga apenas o valor mínimo da fatura do cartão — também chama atenção. Segundo a pesquisa, 27% dos brasileiros utilizam essa linha de crédito com alguma frequência, sendo 5% de forma recorrente. Considerado o crédito mais caro do mercado, o rotativo tem juros médios de 14,9% ao mês, de acordo com o Banco Central, com limite anual de 100% desde 2024.

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O estudo também aponta que 28% dos brasileiros estão com contas de consumo e serviços em atraso. Entre os principais débitos aparecem telefone, celular e internet (12%), tributos como IPTU, IPVA e carnê-leão (12%), além de contas de luz (11%) e água (9%).

A pressão financeira se reflete no cotidiano das famílias. Para enfrentar as dificuldades, 64% dos entrevistados disseram ter reduzido gastos com lazer, enquanto 60% passaram a comer menos fora de casa ou trocaram marcas por opções mais baratas. Outros 52% afirmam ter diminuído a quantidade de alimentos comprados.

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Além disso, metade dos brasileiros declarou ter reduzido o consumo de água, luz e gás, enquanto 40% deixaram de pagar alguma conta e 38% interromperam o pagamento de dívidas ou reduziram a compra de medicamentos.

O Datafolha também mediu o nível de aperto financeiro da população. O resultado mostra que 27% vivem em situação considerada “apertada” e 18% em condição “severa”, totalizando 45% dos brasileiros sob forte চাপo no orçamento. Outros 36% estão em situação moderada, e apenas 19% se classificam como em condição leve ou sem restrições.

As dificuldades financeiras aparecem como principal preocupação pessoal dos brasileiros. Segundo o levantamento, 37% citam problemas ligados a dinheiro, como falta de renda, endividamento e custo de vida. A resposta mais frequente foi “questões financeiras/falta de dinheiro/renda”, apontada por 27% dos entrevistados.

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A pesquisa também revela o peso do crédito no dia a dia: 57% dos brasileiros usam cartão de crédito, sendo que 13% parcelam compras de supermercado com frequência e 4% fazem o mesmo com contas básicas, como água e luz. Além disso, 5% afirmam pagar a fatura de um cartão com o limite de outro com frequência, enquanto 10% fazem isso ocasionalmente.

A percepção de que o crédito facilita o endividamento também é alta: 68% concordam que ofertas via celular ou internet incentivam gastos por impulso, e 51% dizem ser difícil fechar as contas do mês sem usar cartão de crédito.

O levantamento mostra ainda fragilidade na organização das finanças pessoais. Apenas 44% dos brasileiros dizem fazer um orçamento detalhado, enquanto 23% não realizam qualquer tipo de controle de gastos.

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A ausência de reserva financeira é outro ponto crítico: 66% afirmam não ter nenhuma poupança. Entre os que possuem, 12% conseguiriam manter suas despesas por menos de três meses, e 10% por um período de três a seis meses em caso de perda de renda.

Metade da população (49%) diz se sentir mal ou muito mal em relação à situação financeira do país.

A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em 117 municípios brasileiros nos dias 8 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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