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Pague Menos Inaugura Loja no Beach Park e Estreia no Festival The Town

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Pague Menos Expande Presença com Nova Loja no Beach Park e Ação no Festival The Town

A rede de farmácias Pague Menos segue firme com sua estratégia de expansão e aproximação dos consumidores. Recentemente, a empresa inaugurou uma unidade no Beach Park, um dos principais destinos turísticos do Brasil.

Loja no Beach Park: Conveniência em Meio ao Lazer

Localizado no município de Aquiraz (CE), a cerca de 25 km de Fortaleza, o Beach Park é o maior parque aquático da América Latina. Agora, o espaço também conta com uma farmácia totalmente adaptada ao ambiente de lazer.

Com investimento de R$ 1 milhão, a nova loja da Pague Menos está situada na Vila Azul do Mar, espaço de convivência do complexo. Ela oferece mais de 2 mil produtos, pensados para atender visitantes e moradores da região.

Entre os destaques da unidade estão dermocosméticos, protetores solares, produtos infantis, além de medicamentos para dor, febre, azia e higiene pessoal.

Fortaleza e Ceará Seguem Como Pilares Regionais

Com a nova unidade, a Pague Menos fortalece sua base no estado. Atualmente, são mais de 280 lojas no Ceará, sendo 184 somente em Fortaleza — o que representa 11% do total da rede em todo o país.

Segundo Jonas Marques, CEO da empresa, “a inauguração reforça nosso compromisso de estar mais próximos dos clientes, com conveniência e experiência diferenciada”.

Pague Menos Marca Presença no Festival The Town

Além da atuação física em locais turísticos, a Pague Menos também investe em ações voltadas ao entretenimento e cultura. A marca será a primeira farmácia oficial do festival The Town, que ocorre em setembro, em São Paulo.

Durante os cinco dias do evento, a empresa terá um estande exclusivo, funcionando como uma farmácia em operação. No local, o público encontrará produtos selecionados para garantir conforto, bem-estar e cuidados pessoais durante os shows.

Além disso, a marca preparou ações especiais, como distribuição de brindes exclusivos, ativações nas mais de 1.600 lojas, além de promoções online no site e app.

Estratégia Nacional com Alma Regional

Com essa abordagem, a rede mostra que está pronta para ir além do varejo tradicional. Para Jonas Marques, “essas iniciativas conectam a marca a momentos de lazer e cultura, aproximando-se dos clientes em diferentes contextos da vida cotidiana”.

Por: José Marques

Imagens: Divulgação

 

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O que empresas realmente fortes do varejo fazem diferente — e por que isso importa

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O que empresas realmente fortes do varejo fazem diferente — e por que isso importa

No varejo, tamanho não é sinônimo de força. Algumas empresas crescem rápido, mas poucas constroem relevância duradoura. As organizações que se destacam de verdade têm algo em comum: elas tomam decisões estruturais antes que o mercado seja obrigado a fazê-lo.

Um exemplo emblemático é o Magazine Luiza, que deixou de ser apenas uma rede varejista para se tornar um ecossistema de negócios. Mais do que vender produtos, a empresa reposicionou seu papel no mercado — e esse movimento diz muito sobre o varejo contemporâneo.

Estratégia antes da moda

Enquanto muitos varejistas correram para o digital de forma reativa, o Magalu tratou tecnologia como estratégia central, não como complemento. A digitalização veio acompanhada de mudança cultural, investimento em pessoas e integração real entre canais.

Isso revela uma lição clara: empresas fortes não seguem tendências — elas constroem capacidades.

O varejo como plataforma

Ao atuar como marketplace, meio de pagamento, canal logístico e hub de serviços, a empresa entendeu algo fundamental: no varejo moderno, escala não vem apenas de lojas, mas de conexões. Conexões com sellers, consumidores, dados e parceiros.

Esse modelo reduz dependência de margens tradicionais e cria novas fontes de valor — algo que o varejo mais frágil ainda insiste em ignorar.

Pessoas no centro da transformação

Outro diferencial pouco discutido é a gestão de pessoas. Empresas fortes investem em cultura, autonomia e aprendizado contínuo. Não se trata de discurso inspiracional, mas de vantagem competitiva concreta.

Tecnologia sem gente preparada gera custo, não resultado.

O contraste com o varejo médio

Enquanto grandes players constroem ecossistemas, boa parte do varejo ainda opera focada apenas em preço e curto prazo. A diferença não está apenas no capital disponível, mas na qualidade das decisões estratégicas.

Empresas fortes:

  • Pensam em longo prazo
  • Usam dados como ativo
  • Testam rápido e corrigem rápido
  • Tratam inovação como processo, não como projeto

O aprendizado para o setor

O sucesso de empresas como o Magazine Luiza não deve ser visto como algo inalcançável, mas como referência. Nem todo varejista precisa virar um gigante digital, mas todo varejista precisa pensar como gestor de negócio — não apenas como operador de loja.

Conclusão

Empresas “fodas” no varejo não são aquelas que vendem mais em um trimestre, mas as que constroem relevância estrutural ao longo do tempo. Elas entendem que o varejo mudou — e agem antes que o mercado as obrigue a mudar.

Esse é o verdadeiro diferencial competitivo no varejo atual.

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

Introdução: o novo cenário do varejo farmacêutico brasileiro

O varejo farmacêutico brasileiro passa por uma transformação acelerada. Atualmente, a digitalização dos processos, o avanço do e-commerce e o comportamento omnicanal do consumidor mudaram o setor. Além disso, grandes redes avançam sobre cidades médias e pequenas. Como consequência, a competição aumentou de forma significativa.

Nesse contexto, a profissionalização deixou de ser diferencial. Hoje, ela se tornou condição básica de sobrevivência. Portanto, farmácias que não investem em gestão, tecnologia e dados perdem margem, eficiência e relevância. Por esse motivo, o modelo tradicional, focado apenas no operacional, já não sustenta crescimento consistente.

A realidade das farmácias de pequeno porte no Brasil

Atualmente, mais de 56% das farmácias brasileiras faturam abaixo de R$ 150 mil por mês. Esse nível de receita limita investimentos e, ao mesmo tempo, dificulta a evolução do negócio. Na prática, muitas dessas lojas operam com baixa maturidade de gestão.

Além disso, o lucro médio mensal varia entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Assim, sobra pouco espaço para reinvestir. Consequentemente, fica difícil contratar equipe, ampliar horários, digitalizar canais ou corrigir falhas estruturais. Sem escala, o pequeno varejista não compete em preço e, da mesma forma, não profissionaliza áreas estratégicas.

Segundo Ricardo Kunimi, CEO da Farmais, esse é o principal ponto de alerta do setor. Para ele, o cenário exige ação imediata. “No varejo atual, ou a farmácia cresce em estrutura, método e escala, ou fica estagnada. Operações muito pequenas não geram margem para investir no próprio futuro.”

Projeto Crescer Farmais: uma resposta prática ao novo varejo

Diante desse cenário, o Grupo Farmais criou o Projeto Crescer. A iniciativa redefine o modelo de suporte da rede. Nesse sentido, o projeto adota uma gestão segmentada, baseada no estágio real de cada farmácia.

Assim, o apoio deixa de ser genérico. Em vez disso, ele passa a ser direcionado, técnico e mensurável. Além disso, o foco está nas farmácias com faturamento abaixo de R$ 150 mil, onde o impacto da metodologia se mostra mais relevante.

Segmentação inteligente: quatro níveis de maturidade

Atualmente, a Farmais possui mais de 250 unidades no país. Por isso, a rede mapeou todas as lojas e definiu quatro níveis de faturamento e maturidade operacional. O objetivo não é criar hierarquias. Pelo contrário, o foco é ajustar o suporte à realidade de cada operação.

Para Ricardo Kunimi, a mudança está na forma de apoiar o franqueado. Segundo ele, cada loja vive uma realidade diferente. Dessa forma, o Projeto Crescer não existe para corrigir erros pontuais. Ele entrega um modelo de gestão adequado ao estágio do negócio.

O que é o Projeto Crescer Farmais

O Projeto Crescer foi criado para melhorar o desempenho das farmácias de menor porte. Para isso, o programa atua em três frentes principais: gestão por dados, eficiência operacional e digitalização.

Gestão por dados e controle financeiro

No eixo financeiro, o projeto analisa toda a rotina da farmácia. Inicialmente, a equipe avalia indicadores como margem, CMV, despesas, DRE, escalas, perdas e giro de estoque.

Com base nesses dados, o time corrige inconsistências, reorganiza o mix e ajusta preços. Dessa maneira, a gestão deixa de ser intuitiva e passa a ser orientada por números claros.

Estratégia comercial apoiada por BI

No eixo comercial, o Projeto Crescer revisa preços, posicionamento e mix de produtos. Além disso, todo o trabalho conta com o apoio do Farmais PRO, a plataforma de BI da rede.

Por meio da ferramenta, o franqueado analisa categorias, curva ABC, margem e ruptura. Assim, ele toma decisões mais rápidas e eficientes.

Digitalização e vendas on-line

A digitalização representa um pilar central do projeto. Nesse eixo, o Crescer atua na estruturação do iFood, na revisão de catálogo, na padronização de imagens e no ajuste do raio de entrega.

Além disso, o programa ativa o marketplace Farmais e fortalece os canais de vendas on-line. Todo o processo envolve equipes de operações, marketing, BI e campo. Por fim, os planos de ação são semanais e contam com metas claras.

O impacto prático do Projeto Crescer Farmais

Thiago Cosso, franqueado em São Carlos (SP), representa o perfil típico do pequeno varejo farmacêutico. Atualmente, sua farmácia atende a comunidade local e enfrentava desafios de gestão, estoque e digitalização.

Antes do projeto, Thiago lidava com oscilações de faturamento e dificuldade para definir prioridades. Mesmo com apoio da rede, ele se sentia sobrecarregado pela rotina. “A operação consome. Por isso, você entra no automático”, relata.

Com a implantação do Projeto Crescer, o acompanhamento tornou-se mais técnico. Inicialmente, o trabalho começou pela reorganização do estoque. A equipe identificou produtos sem giro acima de 90 dias e revisou curvas C e D.

Em seguida, o mix foi redesenhado com apoio do Farmais PRO. Como resultado, categorias estratégicas passaram a incluir mais itens da marca própria Etterna, o que aumentou a margem da loja.

Na sequência, o digital foi reestruturado. O iFood recebeu novo catálogo, imagens corretas e disponibilidade ajustada. Como consequência, o canal dobrou de volume já na primeira semana.

Resultados claros e crescimento sustentável

Com o apoio do consultor, Thiago passou a seguir um plano de ação semanal. Além disso, ele reorganizou escalas, padronizou processos e retomou o horário integral.

Após quatro meses, o faturamento médio saiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil mensais. Além disso, a projeção indica R$ 120 mil ao fim do ciclo. Para o franqueado, o Projeto Crescer trouxe direção. “Não é milagre. É método”, afirma.

Projeto Crescer: uma mudança estrutural na Farmais

O Projeto Crescer Farmais não representa uma ação pontual. Pelo contrário, ele simboliza uma mudança no modelo de gestão da rede. A iniciativa começou com sete lojas piloto e hoje acompanha entre 40 e 50 unidades.

Em um varejo cada vez mais competitivo, crescer deixou de ser opção. Portanto, tornou-se necessidade. O Projeto Crescer mostra que, com método, dados e foco, farmácias de pequeno porte podem crescer de forma sustentável.

Imagem de Divulgação
Por: Victoria Ribeiro Souza
          Economidia
 Revisão de texto: José Marques

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

A inteligência artificial no varejo entrou em uma nova fase. Atualmente, ela deixa de ser apenas uma ferramenta analítica. Em vez disso, passa a atuar como um agente ativo na operação.
Nesse cenário, varejistas precisam integrar consumidores, colaboradores e força de trabalho. Caso contrário, perderão competitividade nos próximos anos.

Segundo projeções do setor, mais da metade dos consumidores utilizará assistentes de compra com IA. Portanto, a expectativa por experiências fluidas cresce rapidamente. Além disso, a loja física volta ao centro da estratégia. Contudo, agora ela é orientada por dados e inteligência.


A evolução da inteligência artificial no varejo moderno

Durante anos, o varejo utilizou IA de forma reativa. Ou seja, analisava dados passados. No entanto, esse modelo se tornou insuficiente.
Hoje, a inteligência artificial no varejo opera em tempo real. Além disso, conecta canais, pessoas e decisões.

Essa evolução permite antecipar comportamentos. Consequentemente, reduz falhas operacionais. Da mesma forma, melhora a experiência do cliente. Portanto, a IA passa a sustentar o modelo de negócio.


IA ativa: da automação à decisão estratégica

A IA ativa representa uma mudança estrutural. Diferentemente da automação tradicional, ela aprende continuamente. Além disso, recomenda ações concretas.

Com isso, gestores tomam decisões mais rápidas. Ao mesmo tempo, reduzem riscos. Portanto, a IA deixa de ser suporte. Ela se torna protagonista.


Inteligência artificial no varejo focada no consumidor

Assistentes de compra inteligentes e personalização

A IA voltada ao consumidor já entrega resultados financeiros. Principalmente, por meio de assistentes inteligentes. Esses sistemas entendem intenção, histórico e contexto.

Além disso, personalizam ofertas em tempo real. Assim, aumentam conversão e ticket médio. Consequentemente, reduzem fricções na jornada.

 Impactos diretos nos resultados financeiros

Marcas que adotam IA integrada observam crescimento consistente. Em especial, há redução do abandono de carrinho. Além disso, cresce a recorrência de compra.

Portanto, a inteligência artificial no varejo melhora eficiência. Porém, também fortalece relacionamento.


O papel da IA no empoderamento dos colaboradores

A IA não transforma apenas o cliente. Da mesma forma, impacta o colaborador. Assistentes internos agilizam treinamentos. Além disso, apoiam decisões no atendimento.

Benefícios operacionais e produtividade

Com IA, equipes acessam informações rapidamente. Assim, reduzem erros. Consequentemente, ganham confiança.

 Riscos culturais e desafios

Entretanto, a adoção exige cuidado. Caso contrário, surgem resistências. Por isso, líderes devem comunicar que a IA apoia, e não substitui.


Como a IA está transformando a gestão da força de trabalho

A gestão da força de trabalho sempre foi complexa. No entanto, a IA muda esse cenário. Ela cruza dados de vendas, clima e fluxo.

Assim, cria escalas mais eficientes. Além disso, reduz horas extras. Portanto, melhora custos e bem-estar.


 Integração de dados, canais e pessoas como vantagem competitiva

O maior diferencial competitivo está na integração. Quando dados fluem entre sistemas, decisões se tornam mais precisas.

Consequentemente, o cliente percebe consistência. Ao mesmo tempo, o colaborador atua melhor informado. Portanto, a operação se torna inteligente.


O futuro das lojas físicas impulsionado por inteligência artificial

Até 2026, as lojas físicas serão hubs de experiência. A IA atuará de forma invisível. Contudo, será decisiva.

Atendimento híbrido, operações preditivas e decisões descentralizadas definirão o sucesso.


Considerações finais: IA como modelo operacional do varejo

A próxima era da inteligência artificial no varejo não é tecnológica. Ela é estratégica.
Portanto, vencerá quem integrar pessoas, dados e processos. Não basta adotar IA. É preciso orquestrá-la.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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