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O Novo Consumidor Digital: Como as Tendências de 2025 Estão Redefinindo o Varejo

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O Novo Consumidor Digital: Como as Tendências de 2025 Estão Redefinindo o Varejo

O comportamento do consumidor em 2025 está mudando em velocidade recorde. A ascensão da inteligência artificial, o aumento do consumo consciente e a necessidade por experiências personalizadas estão transformando completamente a forma como as pessoas compram e se relacionam com as marcas.

Empresas que ainda tratam o digital como “canal de vendas” estão ficando para trás. O consumidor atual não compra apenas produtos — ele busca propósito, transparência e praticidade.


1. A era do consumo inteligente

O consumidor de 2025 pesquisa, compara e decide em poucos segundos. Ele quer velocidade, clareza e valor real.
Marcas que ainda apostam em estratégias antigas, baseadas apenas em descontos, estão perdendo relevância.

Hoje, o público busca experiências que facilitem a vida — como entregas no mesmo dia, atendimento automatizado e pós-venda eficiente.

Dica prática:
Invista em automação e personalização. Use dados de comportamento para entender o que cada cliente realmente quer. Ferramentas de IA já permitem prever demandas e recomendar produtos no momento certo.


2. O poder da Inteligência Artificial no consumo

A Inteligência Artificial deixou de ser tendência e se tornou necessidade competitiva.
Empresas que utilizam IA para personalizar ofertas e prever comportamentos têm taxas de conversão até 60% maiores.

Aplicações reais:

  • Recomendações automáticas em e-commerces.

  • Chatbots com linguagem natural.

  • Campanhas de marketing dinâmicas com base no perfil do usuário.

O consumidor atual quer ser entendido sem precisar repetir informações. Por isso, a personalização de ponta é o novo padrão.


3. O renascimento do consumo local

Enquanto o digital cresce, o consumo local também ganha força.
As pessoas buscam marcas autênticas, regionais e com propósito. Essa tendência se conecta com o desejo de impacto positivo e sustentabilidade.

Lojas físicas estão se reinventando: deixam de ser apenas pontos de venda e se tornam centros de experiência e relacionamento.

Como aproveitar:
Destaque produtos de origem local, reforce a autenticidade e valorize histórias reais. Isso aumenta o engajamento e cria vínculos mais fortes com o cliente.


4. O novo perfil de compra híbrida

A fronteira entre o físico e o digital acabou.
O consumidor pesquisa no celular, compra pelo site e retira na loja. Esse comportamento híbrido está moldando o varejo moderno, onde o foco é conveniência.

Tendência forte:
Modelos “phygital”, com integração total entre loja, app e atendimento online.

Empresas que oferecem uma jornada fluida vendem mais e fidelizam melhor — especialmente quando combinam experiência personalizada com entrega rápida.


5. Sustentabilidade é decisão de compra

Em 2025, sustentabilidade não é diferencial, é exigência.
Consumidores estão atentos à origem, ao impacto ambiental e à transparência das marcas. Empresas que adotam práticas sustentáveis ganham credibilidade e se destacam.

O que aplicar agora:

  • Use embalagens recicláveis.

  • Divulgue certificações e processos limpos.

  • Mostre relatórios de impacto positivo no site.


6. Conteúdo como ativo de marca

O conteúdo é hoje um dos maiores motores de decisão de compra.
Marcas que informam, educam e inspiram vendem mais e conquistam autoridade orgânica — gerando mais impressões e cliques no Google AdSense.

Estratégias práticas:

  • Produza artigos com dados e tendências.

  • Publique comparativos e análises.

  • Transforme dúvidas comuns do público em posts otimizados para SEO.


Conclusão: A nova economia da atenção

Em um mundo onde a atenção é o ativo mais disputado, ganha quem entende o consumidor e entrega valor de forma direta e autêntica.
A tendência é clara: tecnologia, propósito e experiência caminham juntos.

Empresas que unirem esses três pilares serão as grandes vencedoras do novo varejo — tanto nas vendas quanto na monetização digital.

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Estratégias para o PDV em 2026

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Estratégias para o PDV em 2026


O varejo chega a 2026 em um contexto em que decisões estratégicas baseadas apenas em intuição perdem espaço para operações orientadas por dados. Com consumidores mais conectados e um ambiente competitivo, a capacidade de transformar informações em ações concretas no ponto de venda (PDV) passa a ser um fator central para crescimento e rentabilidade.

De acordo com o relatório From Data Overload to Data Driven Decisions in Retail, da KPMG, 54% dos varejistas que adotaram práticas estruturadas de análise de dados registraram aumento de pelo menos 10% no lucro operacional. O estudo aponta que eficiência e rentabilidade estão cada vez mais associadas ao uso de dados qualificados, inteligência artificial e análises preditivas.

Para Tiago Cabral, CEO da Núcleo, agência de marketing de incentivo e promocional, o avanço depende de uma mudança na forma como as empresas utilizam informações. “Os dados só têm valor quando se transformam em decisões práticas. O segredo está em traduzir métricas em ações que gerem impacto direto no PDV e, consequentemente, em vendas”.

Segundo o executivo, três pilares são fundamentais para converter dados em resultados no varejo: planejamento orientado por dados, automação da execução no PDV e monitoramento em tempo real.

No planejamento, o uso de dados históricos, comportamento de compra, jornada do consumidor e sazonalidade permite definir metas mais precisas e reduzir desperdícios. “O planejamento orientado por dados dá clareza sobre onde investir, como se comunicar e o que priorizar em cada ponto de venda. Quando você entende o comportamento do shopper a partir de dados reais, passa a atuar de forma estratégica, antecipando oportunidades e evitando decisões baseadas apenas em feeling”, explica Cabral.

Ele destaca que a segmentação de PDVs com base em performance e perfil de público aumenta a assertividade das campanhas. “Quando os dados mostram, por exemplo, que determinadas regiões têm maior conversão de um tipo específico de produto ou ativação, é possível otimizar investimentos e personalizar ações com muito mais precisão. Isso muda completamente a eficiência das campanhas”.

Relatório da KPMG indica que empresas que estruturam seus dados e integram analytics ao planejamento podem reduzir em até 20% os custos com ativações ineficientes. “Planejar com base em dados transforma o marketing em uma área de inteligência. É o que garante que cada ação tenha propósito, retorno mensurável e gere impacto real na ponta. Dados não são apenas números, são a base da performance moderna”, afirma Cabral.

O segundo pilar envolve a automação da execução no PDV. Segundo a Mordor Intelligence, o mercado global de automação para varejo deve crescer de US$ 17,46 bilhões em 2024 para US$ 37,38 bilhões em 2029, com taxa anual de 14,66%. Para o executivo, a automação reduz falhas operacionais e amplia a escala das campanhas.

“A automação é hoje um divisor de águas para marcas que querem escalar resultados sem perder o controle de execução. Automatizar não é apenas digitalizar tarefas, mas transformar a forma como o PDV opera. Quando os processos são integrados por sistemas inteligentes, cada loja passa a agir como uma extensão da estratégia, e não como um ponto isolado”, afirma.

De acordo com Cabral, plataformas automatizadas permitem ativar campanhas a partir de dados em tempo real, considerando variáveis como estoque, comportamento local de compra e horários de maior conversão. “Se um produto tem alta saída em uma região específica, é possível ajustar comunicações e ofertas instantaneamente, otimizando o investimento e ampliando o retorno”.

O monitoramento em tempo real completa o modelo. Segundo a TOTVS, a análise de dados em tempo real acelera a digitalização dos pontos de venda e viabiliza decisões rápidas. Relatórios da Retail Media News indicam que plataformas de retail media exigem dashboards em tempo real para acompanhamento de vendas, impressões e engajamento.

“A capacidade de monitoramento muda radicalmente a gestão de campanhas. Analisar em tempo real significa transformar dados em ação imediata. Não se trata apenas de ter indicadores disponíveis, mas de conseguir reagir à performance de cada loja e de cada campanha quase que instantaneamente”, afirma Cabral.

Segundo o executivo, dashboards integrados permitem identificar tendências, ajustar ofertas e medir com precisão o retorno sobre investimento. “Com dados imediatos, o marketing deixa de ser apenas analítico e se torna operacional e preditivo, transformando a performance em resultados concretos no ponto de venda”, conclui.

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Central do Varejo divulga calendário de eventos do 1º semestre de 2026

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Central do Varejo divulga calendário de eventos do 1º semestre de 2026


A Central do Varejo divulga o calendário de eventos do primeiro semestre, reunindo imersões presenciais e uma missão internacional voltadas a profissionais, gestores e empresários do varejo. A programação contempla temas estratégicos para o setor, como Inteligência Artificial, gestão, marketing, e-commerce, comportamento do consumidor e tendências globais.

Entre os destaques está a Imersão IA no Varejo, que terá três turmas ao longo de 2026. A primeira acontece nos dias 26 e 27 de fevereiro e propõe uma abordagem prática sobre como aplicar Inteligência Artificial na loja física, no e-commerce, na logística, no marketing e na gestão, com foco em eficiência operacional, aumento de vendas e decisões baseadas em dados.

Em março, nos dias 26 e 27, acontece a Imersão Estratégia e Gestão de Varejo, voltada a executivos e proprietários que buscam melhorar a performance dos negócios por meio de indicadores, redução de custos, aumento de margem e estruturação de processos escaláveis. O programa combina conteúdo estratégico, análise de cases reais e a construção de um plano de ação para aplicação imediata.

No cenário internacional, a Central do Varejo organiza a Missão Internacional para a NRA Show Chicago 2026, considerada o maior evento global do setor de alimentação. A experiência inclui curadoria exclusiva, visitas técnicas, networking qualificado e uma agenda estruturada para transformar tendências globais em insights aplicáveis ao mercado brasileiro.

Os eventos do primeiro semestre reforçam a proposta da Central do Varejo de oferecer conteúdo prático, troca com especialistas e experiências que apoiam a tomada de decisão e o crescimento sustentável dos negócios.

O calendário completo de eventos, com datas, formatos e informações detalhadas sobre cada imersão e missão, pode ser acessado a qualquer momento no topo do portal, no menu “Calendário de Eventos”.

Quer patrocinar os eventos e missões da Central do Varejo? Entre em contato com Marina Dias, gerente de relacionamento e patrocínios: marina.dias@centraldovarejo.com.br

Imagem: Central do Varejo

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72% das empresas brasileiras ainda estão iniciando adoção de IA

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72% das empresas brasileiras ainda estão iniciando adoção de IA


A maioria das empresas brasileiras ainda está iniciando a adoção de IA (inteligência artificial), apesar da presença crescente da tecnologia no dia a dia corporativo de forma extraoficial. É o que mostra uma pesquisa inédita divulgada pela Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), em parceria com a empresa de pesquisas Brazil Panels e a escola de negócios Lideres.ai

Segundo o levantamento, 72% das companhias se encontram em níveis considerados iniciante ou experimental, o que sugere um cenário marcado por interesse e curiosidade, mas ainda com baixa maturidade estratégica.

Shadow IA

Mesmo com a adoção de IA oficial limitada, o uso prático da inteligência artificial já ocorre de forma significativa dentro das organizações. Segundo o estudo, 47,4% dos profissionais afirmam utilizar ferramentas de IA de maneira extraoficial em suas rotinas de trabalho, prática conhecida como Shadow AI. O dado chama atenção para riscos relacionados à segurança da informação e à governança, em um contexto em que 59,1% das empresas brasileiras ainda não possuem políticas formais ou diretrizes claras para o uso da tecnologia.

“O Brasil está vivendo o maior movimento de transformação digital desde a popularização da internet. As empresas querem avançar em inteligência artificial, mas esbarram na falta de estrutura, governança e capacitação. O grande desafio agora é transformar curiosidade em estratégia”, afirma Claudio Vasques, CEO da Brazil Panels.

As áreas que lideram o uso oficial de inteligência artificial nas empresas são Marketing e Atendimento ao Cliente, ambas com cerca de 24% de adoção, seguidas por Vendas e Tecnologia da Informação. Já setores como Recursos Humanos, Jurídico, Compras e Logística apresentam menor presença da tecnologia, mesmo sendo áreas com grande potencial de automação e ganho de eficiência. Para 70% dos profissionais, há atividades em seu dia a dia que poderiam ser automatizadas por IA, o que reforça a percepção de oportunidade e ao mesmo tempo evidencia barreiras culturais e organizacionais.

O receio de substituição no mercado de trabalho aparece como um dos fatores que dificultam a implementação mais estruturada da inteligência artificial. Parte dos entrevistados vê a tecnologia como uma ameaça ao emprego, enquanto outros avaliam que ela deve transformar rotinas, mas não eliminar funções. Um terço dos profissionais enxerga a IA mais como oportunidade do que como risco, o que indica um ambiente dividido entre medo, adaptação e visão estratégica.

Para Mauricio Salvador, presidente do comitê de IA da Abiacom, o cenário exige ação imediata por parte das organizações. “Se a empresa não investir em treinamentos, seguirá com equipes sem conhecimento técnico, com medo da inovação ou usando ferramentas de forma escondida, o que pode trazer danos irreversíveis à competitividade e à segurança”, analisa.

Realizada com 200 entrevistas em todo o Brasil, entre outubro e novembro de 2025, a pesquisa reforça que, apesar da baixa maturidade, a inteligência artificial é vista como prioridade. Mais da metade das empresas consultadas afirma que pretende investir em IA nos próximos 12 meses, indicando que o tema deve ganhar ainda mais espaço nas estratégias corporativas. A pesquisa completa está disponível para download no site da Abiacom.

Imagem: Freepik



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