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MEMÓRIA. Walter Melik Kranz, que transformou precisão em vinho

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MEMÓRIA. Walter Melik Kranz, que transformou precisão em vinho

Walter Melik Kranz construiu uma trajetória rara, guiada por duas paixões igualmente intensas: a excelência e o recomeço.

Descendente de imigrantes austríacos, Walter nasceu em 1949 em Treze Tílias, no interior de Santa Catarina, e percorreu o mundo como executivo da Mercedes-Benz por mais de 30 anos antes de decidir voltar às origens e se reinventar.

Foi nesse retorno que nasceu em 2007 a Vinícola Kranz, um projeto que, para além de uma ambição empresarial, foi uma declaração de amor ao vinho.

Walter levou para os vinhedos o mesmo rigor técnico que aplicava na indústria – mas achou na vitivinicultura algo maior que o método. Encontrou sentido.

Ao lado da esposa, Ao Ruirong, construiu uma marca que rapidamente se tornou referência em Santa Catarina, com rótulos premiados e reconhecidos pela identidade, elegância e consistência.

Seu trabalho ajudou a colocar o vinho catarinense em outro patamar. Em um cenário ainda em formação, apostou na qualidade quando o caminho mais fácil seria buscar volume. Preferiu a precisão à pressa, o cuidado ao improviso, a construção paciente de um legado. Mais do que técnica, cada garrafa sua carregava visão, persistência e a crença de que era possível fazer vinhos de excelência no Brasil, com personalidade própria.

Walter não produzia só vinhos. Produzia experiências. Pensava no aroma antes mesmo da colheita, imaginava o equilíbrio antes da fermentação, buscava emoção em cada safra. Para ele, vinho nunca foi apenas produto. Era expressão. Memória. Era tempo transformado em algo que se pode compartilhar à mesa.

Tenho várias garrafas dos vinhos de excelência produzidos por ele – e talvez isso diga mais do que qualquer currículo. Cada uma delas guarda intenção. Há cuidado em cada detalhe, história em cada rótulo, paixão em cada gole. Abrir uma dessas garrafas é, de alguma forma, reencontrar Walter, sua inquietação criativa, sua busca permanente por fazer melhor.

Walter Melik Kranz foi um empreendedor que abriu caminhos, inspirou outros produtores e ajudou a consolidar uma nova identidade para o vinho brasileiro. Sua trajetória é a prova de que é possível recomeçar e, mais que isso, recomeçar com grandeza.

Sua partida, na semana passada, aos 76 anos, encerra um ciclo, mas não silencia sua presença. Ele permanece conosco nos vinhedos, nas adegas, nas mesas onde seus vinhos continuam sendo servidos. Permanece no gesto simples de brindar – e naquilo que ele sempre buscou: transformar trabalho em legado, técnica em emoção e a vida em algo a ser compartilhado.

Felipe Vieira é jornalista. Uma versão original deste artigo foi publicada nas redes sociais do autor.




Felipe Vieira




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Para XP, safra de balanços do 1T nos EUA terá pouco espaço para surpresas positivas

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Para XP, safra de balanços do 1T nos EUA terá pouco espaço para surpresas positivas

A temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026 nos EUA teve seu início oficial na semana passada, mas é a partir do dia 13 que começa a ganhar tração. Nesta segunda, serão apresentados dados do Goldman Sachs e, na terça, JPMorgan e Wells Fargo trazem seus balanços.

A XP considera que a temporada deste trimestre conta com pouco espaço para surpresas positivas, em especial por um trimestre marcado por elevada incerteza geopolítica e macroeconômica e por projeções já elevadas de crescimento. A expectativa do consenso é de avanço do lucro por ação (LPA) do S&P 500 em 13%, na comparação anual.

Leia mais: Temporada de resultados nos EUA: BlackRock considera previsões “otimistas demais”

“Olhando além do 1T26, as estimativas já parecem bastante exigentes. Nesse contexto, acreditamos que, mais uma vez, o mercado tenderá a reagir menos aos números reportados e mais aos guidances e sinalizações das companhias para o restante de
2026, levando a variações de preços devido reajuste das expectativas elevadas”, afirmam os estrategistas Raphael Figueredo e Maria Irene Jordão.

Os dados de atividade apresentaram sinais mistos em relação ao mercado de trabalho e as pressões inflacionárias, de acordo com a XP, o que pode promover respostas heterogêneas nas companhias. Para os analistas, as projeções para 2026 já parecem esticadas, após um trimestre de revisões predominantemente altistas. E, por isso, a reação do mercado deve reagir menos aos resultados reportados e mais aos guidances divulgados pelas companhias.

Sobre o crescimento em 2026, assim como diretora da BlackRock mencionou nesta semana considerar projeções otimistas demais para o 1T, os analistas da XP afirmam que as projeções parecem “ambiciosas”. Ainda assim, a XP faz a ressalva de que um ponto positivo é a resiliência já demonstrada pelas empresas americanas, em especial as de tecnologia, ao longo de 2025. O crescimento estimado pelo consenso é de de +7,7% A/A para o lucro em 2026.

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“Assim, vemos risco maior de um realinhamento de expectativas à frente, com revisões baixistas após a temporada, à medida que as empresas busquem recalibrar e suavizar as projeções mais agressivas para o ano”, diz a XP.

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As 6 regras para sucesso na carreira, segundo um VC visionário

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As 6 regras para sucesso na carreira, segundo um VC visionário

Num momento em que a AI ameaça as profissões e os jovens estão aflitos sobre qual carreira seguir, o megainvestidor Bill Gurley está lançando um novo livro – não sobre tecnologia ou startups, mas sobre como construir uma carreira que realmente valha a pena.

Runnin’ Down a Dream – How to Thrive in a Career You Actually Love é uma leitura saborosa, com histórias reais de pessoas de sucesso, incluindo Mr Beast, Bob Dylan, Danny Meyer e o próprio autor. (Compre aqui)

Gurley é um dos nomes mais respeitados do venture capital. Sócio histórico da Benchmark, foi investidor inicial do Uber – empresa na qual teve papel decisivo durante a crise de governança – e da Zillow, um dos marketplaces imobiliários mais bem-sucedidos.

A premissa de seu livro é simples: se passamos cerca de um terço da vida trabalhando, vale a pena escolher algo que realmente nos entusiasme.

Mas Gurley parte de um diagnóstico pouco animador. Pesquisas de William Damon, diretor do Stanford Center on Adolescence, mostram que apenas 20% dos jovens entre 12 e 20 anos têm um forte senso de propósito. A maioria ainda luta para entender o que quer fazer, por que e para onde está indo.

Gurley logo emenda que ter sucesso na carreira não é para qualquer um. Requer estratégia e muito esforço para se ter uma chance.  E para isso, ele dá 6 dicas de sucesso.

1. Encontre algo que realmente te fascine

A maioria das pessoas trabalha em uma área enquanto sua verdadeira curiosidade está em outra coisa, geralmente aquilo em que você pensa toda hora e a que ama se dedicar.

A diferença entre profissionais medianos e excepcionais raramente é apenas talento. Muitas vezes é a obsessão produtiva. Quem ama o que faz lê mais, estuda e pratica mais.

Gurley recomenda o que chama de “circular com propósito”: explorar ambientes, ideias e pessoas até encontrar aquilo que realmente desperta interesse.

Se você está com pessoas que te fazem se sentir melhor, passe mais tempo com elas. Se você está em uma empresa que te faz se sentir melhor consigo mesmo e com o trabalho, e você sente que está aprendendo, continue. Se possível, case aquilo que te fascina com oportunidades de realmente construir uma carreira com bons retornos.

 

2. Nunca pare de estudar

Se você faz o que gosta, o estudo é prazeroso. Gurley elenca três tipos de aprendizado que as pessoas precisam desenvolver ao longo da carreira. Primeiro, você deve aprender a história do setor que escolheu. Depois, precisa se comprometer a aprender continuamente ao longo de toda a carreira. Quais as principais novidades? Quem mais no seu campo tem novas ideias importantes que você deveria conhecer? Em terceiro lugar, você precisa se aprofundar em temas específicos e, se possível, únicos.

Neste sentido, a aceleração da AI traz desafios para todos nós, mas também oportunidades de aprendermos de forma mais eficiente. (Para mim hoje é difícil até escolher, dada a quantidade enorme de podcasts interessantes.)

 

3. Cultive mentores

Poucas coisas aceleram tanto uma carreira quanto aprender com quem já percorreu o mesmo caminho. Gurley distingue dois tipos de mentores.

As aspiracionais — pessoas que você admira à distância e de quem aprende lendo livros, entrevistas e palestras – e os mentores próximos, que podem oferecer orientação direta.

A tecnologia tornou o acesso a potenciais mentores mais fácil. Hoje em dia uma mensagem direta pode iniciar uma relação profissional. A regra para acessar alguém é simples: respeito e curiosidade genuínos. Não tenha medo de pedir. Um “não” custa pouco. Um “sim” pode mudar uma carreira.

Eu particularmente gosto de ler biografias e sempre imagino um conselho de mentores virtual e me pergunto, ‘o que ela/ele faria em uma situação como essa?’

 

4. Colabore com seus pares no setor

Mentores são importantes, mas seus pares podem ser igualmente decisivos. Com uma rede de amigos, você não está sozinho — está evoluindo junto. Cada um traz experiências, interesses, artigos, podcasts, soluções e até fracassos que são aprendizados valiosos.

Carreiras, lembra Gurley, não são jogos de soma zero. Não há apenas um vencedor.

 

5. Vá onde as coisas acontecem

Algumas indústrias têm centros de gravidade. Nos Estados Unidos: tecnologia no Vale do Silício, finanças em Nova York, cinema em Los Angeles.

As vantagens de estar nestes centros são mais empregos: há mais oportunidades quando a indústria toda está concentrada num lugar. Mais networking, mentores e pares: os melhores da área muitas vezes estão a apenas um café de distância. Mais eventos: encontros, painéis e workshops acontecem com muito mais frequência. Exposição às novas tendências.

No Brasil, em relação ao mercado financeiro e negócios em geral, São Paulo é imbatível.

 

6. Seja generoso, retribua

O último princípio é simples, e facilmente esquecido. Ser gentil, generoso e retribuir – seja orientando um colega mais jovem, compartilhando conhecimento com pares ou apoiando superiores. Isso gera boa vontade e apoio mútuo. O que você quer é pessoas torcendo por você.

Eu particularmente gosto de mentorar alunos de graduação. Aprendo muito e estou retribuindo o que muitos fizeram por mim.




Carolina Bartunek




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Escassez de petróleo cria uma corrida desesperada e prêmios recordes no mercado

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Escassez de petróleo cria uma corrida desesperada e prêmios recordes no mercado

(Bloomberg) — Enquanto os investidores se concentraram no frágil cessar-fogo iraniano esta semana, uma busca desesperada por cargas tem ocorrido no mercado de petróleo, com negociantes e refinadores vasculhando o globo em busca de suprimentos disponíveis imediatamente.

No Mar do Norte, onde há o mercado físico de petróleo bruto mais importante do mundo, os negociantes enviaram 40 lances por cargas esta semana, dos quais apenas quatro foram atendidos por ofertas.

Cargas para entrega nas próximas semanas mudaram de mãos a preços sem precedentes, acima de US$ 140 por barril. Em outros lugares, os refinadores têm buscado suprimentos cada vez mais longe, levando a uma série de negociações incomuns e prêmios crescentes para qualquer petróleo que esteja pronto para ser enviado agora.

Operadores disseram que os movimentos de pânico nos principais mercados físicos de petróleo do mundo demonstraram a escala da escassez de bruto que deve ser sentida nas próximas semanas, à medida que a perda de suprimentos do Oriente Médio deixa uma lacuna crescente.

Os preços astronômicos sinalizam que alguns refinadores europeus provavelmente precisarão seguir os da Ásia e reduzir a produção, disseram eles — uma medida que pode ajudar a equilibrar o mercado de petróleo bruto, mas que aprofundaria a escassez de produtos vitais como diesel e combustível de aviação.

“Simplesmente há falta de petróleo bruto”, disse Neil Crosby, chefe de pesquisa da Sparta Commodities. “O Brent físico está uma bagunça e agora subiu demais. Nesse ritmo, até os refinadores europeus terão que reduzir a utilização, talvez já no próximo mês.”

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O frenesi no comércio físico de petróleo contrasta com o mercado de futuros, onde o petróleo para entrega em junho caiu 13% esta semana para fechar em cerca de US$ 95 o barril, em meio ao otimismo sobre o cessar-fogo.

Houve alguns sinais precoces de aumento de atividade no Estreito de Ormuz no fim de semana, com dois superpetroleiros chineses e um da Grécia atravessando a via navegável, mas o tráfego ainda permanece bem abaixo dos níveis pré-guerra. Mesmo que as conversas deste fim de semana levem à retomada dos fluxos normais pelo estreito, é improvável que o alívio venha rápido o suficiente para evitar um aperto. Leva semanas para que o bruto do Golfo chegue às refinarias na Ásia e na Europa.

“As últimas cargas que transitaram pelo Estreito de Ormuz antes do conflito estão agora chegando aos seus destinos. É aqui que os mercados negociados no papel encontram a realidade física, e a lacuna de 40 dias nos fluxos globais de energia está verdadeiramente exposta”, disse Sultan al Jaber, CEO da Abu Dhabi National Oil, em uma postagem no LinkedIn na quinta-feira.

Essa lacuna pode ser vista no prêmio que os refinadores estão dispostos a pagar para garantir cargas de petróleo que estejam disponíveis no curto prazo. Operadores de algumas refinarias asiáticas, falando sob condição de anonimato, disseram que não estão mais focados no preço, e estão simplesmente buscando garantir barris de petróleo onde quer que possam para garantir a segurança energética.

Precificação

O Dated Brent — o benchmark mais importante no mercado físico de petróleo, usado para precificar milhões de barris por dia — atingiu o recorde de US$ 144 o barril antes do cessar-fogo esta semana, superando suas máximas de 2008, mesmo com os futuros permanecendo muito abaixo de seus níveis recordes.

Na sexta-feira, ele havia caído para US$ 126 o barril, ainda mais de US$ 30 acima dos futuros de Brent para entrega em junho, enquanto negociantes, incluindo os grupos Trafigura e Gunvor, estavam oferecendo mais de US$ 22 o barril acima do Dated Brent por cargas de petróleo no Mar do Norte para entrega no final de abril e início de maio.

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Suprimentos da Nigéria para carregamento no próximo mês foram oferecidos a até US$ 25 por barril acima do benchmark, em comparação com menos de US$ 3 antes do início da guerra com o Irã.

Os países asiáticos, os mais dependentes do Estreito de Ormuz para suprimentos de petróleo bruto, foram além de suas fontes tradicionais para vasculhar o globo em busca de barris.

Refinadores japoneses lideraram uma corrida para comprar petróleo dos EUA, que está exportando em níveis recordes. Uma onda de compras por refinadores chineses elevou os carregamentos de petróleo de Vancouver, no Canadá, a um nível recorde este mês. E refinadores indianos têm aumentado as compras de petróleo da Venezuela. Na primeira semana de abril, os navios carregaram quase 6 milhões de barris para o país do sul da Ásia, o dobro dos volumes vistos no mesmo período de março.

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O foco está nos barris disponíveis o mais rápido possível — e os refinadores estão dispostos a pagar pela prontidão. Refinadores japoneses reservaram navios menores do que o normal para suas compras de petróleo dos EUA, para que possam atravessar o Canal do Panamá e chegar ao Japão mais rapidamente.

No sábado, o presidente Donald Trump postou nas redes sociais sobre o “número massivo” de navios-petroleiros indo para os EUA para carregar seu petróleo. O Midland WTI em Houston, conhecido como MEH, subiu para um prêmio de quase US$ 4 o barril em relação ao benchmark dos EUA, cerca de quatro vezes o seu nível antes da guerra. Operadores disseram que o prêmio refletia o valor temporal do trânsito de cerca de cinco dias para Houston.

A enorme diferença entre o petróleo físico e os futuros é, em parte, um reflexo da mesma dinâmica, com os barris comandando um prêmio enorme quanto mais cedo puderem ser entregues — uma condição de mercado conhecida como retroação (backwardation).

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O nível extremo de prêmios para o petróleo de entrega imediata está colocando uma pressão enorme no mercado, disseram operadores e analistas. Refinarias menores estão lutando com necessidades de financiamento muito maiores devido aos preços elevados, bem como o desafio de hedge em um mercado onde o petróleo físico que compram é muito mais caro do que os derivativos mais líquidos vinculados a ele.

“É um enorme pesadelo de gestão de risco de preço — no papel as margens são fantásticas, mas os fluxos de caixa reais de comprar uma carga e decidir refiná-la podem ser bem diferentes”, disse Roberto Ulivieri, consultor na Midhurst Downstream.

Como resultado, alguns refinadores estão começando a se afastar do mercado — e a consequência será uma redução em sua produção, apertando ainda mais os mercados de derivados de petróleo.

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Os preços do combustível de aviação e do diesel já dispararam para níveis recordes ou quase recordes acima de US$ 200 o barril. No mercado de gasolina dos EUA, politicamente crucial, os estoques encolheram para o menor nível em quase 16 anos, de acordo com a Administração de Informação de Energia.

E conforme os compradores de petróleo descem sobre os EUA, analistas alertam que a escassez do mercado será sentida lá em seguida.

“Os mercados físicos não estão seguindo as redes sociais. Em vez disso, eles se fortaleceram implacavelmente conforme as interrupções se espalharam da Ásia para a bacia do Atlântico”, disse Amrita Sen, cofundadora da consultoria Energy Aspects. “Se os futuros não alcançarem as realidades físicas, as exportações dos EUA podem facilmente permanecer elevadas, se a disponibilidade de navios permitir, a ponto de não sobrar petróleo bruto suficiente para as refinarias dos EUA.”

© 2026 Bloomberg L.P.

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