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Meituan, Keeta e outras empresas chinesas de serviços entram com força no Brasil

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Meituan, Keeta e outras empresas chinesas de serviços entram com força no Brasil

1. O que está acontecendo

  • A Meituan, por meio de sua marca internacional Keeta, anunciou investimento de cerca de R$ 5,6 bilhões para entrar no mercado brasileiro de entrega de refeições e serviços sob demanda. Le Monde.fr+2Valor Internacional+2

  • A rede chinesa de sorvetes e chá Mixue também anunciou investimento de aproximadamente R$ 3,2 bilhões para abrir operações no Brasil. Le Monde.fr+1

  • A plataforma de e‑commerce chinesa Temu (da PDD Holdings) já está operando no Brasil desde junho de 2024, dando o pontapé no varejo online de importados/serviços conectados. China Daily+1

  • A motivação: crescimento moderado da economia chinesa + tensões comerciais + busca por mercados emergentes com grande base de usuários digitais, como o Brasil com mais de 200 milhões de habitantes e grande penetração de apps. Le Monde.fr

2. Por que isso importa para o varejo & serviços no Brasil

  • Competição aumentada: plataformas chinesas entram com preços agressivos, menores taxas para parceiros/restaurantes, e serviço digital forte, o que pode pressionar players locais como iFood. Rest of World+1

  • Transformação de modelo: As empresas chinesas trazem playbooks de “serviços super‑conectados”, integração digital + logística + grande escala, o que pode exigir adaptação de empresas brasileiras para não perder competitividade.

  • Impacto nos fornecedores e cadeia: Por exemplo, Mixue menciona que vai buscar ingredientes no Brasil, criando sinergias e concorrência também nas cadeias de suprimentos locais. Global Times

  • Oportunidade para consumidores: Com mais concorrência, as taxas dos restaurantes podem cair, promoções mais agressivas surgem, o que pode favorecer o consumidor final. Rest of World

  • Riscos e desafios: Há preocupações com condições de trabalho envolvidos, impacto sobre empregos tradicionais, e pressão sobre os players locais e pequenas empresas para se adaptarem rapidamente. Le Monde.fr+1

3. O que observar de perto

  • Taxas e comissões: Quanto vão cobrar dos restaurantes, entregadores e fornecedores; se os novos entrantes vão realmente mudar o “status quo”.

  • Integração com apps e superapps: Muitas dessas empresas chinesas operam “tudo num app” — alimentação, transporte, delivery, etc — se essa dinâmica se instalar no Brasil, pode ter impacto amplo.

  • Adaptação ao mercado local: O Brasil tem regulação, impostos, logística e cultura de consumo diferentes da China — será decisivo como essas empresas vão se ajustar.

  • Resposta dos incumbentes: Como iFood, Uber, e outros vão reagir (ex: alianças, queda de taxas, melhoria de serviço) para não perder participação.

  • Regulação e ambiente de negócios: Política favorável, incentivos locais, regulação de trabalho e logística, e como o governo brasileiro vai lidar com esse influxo de capital estrangeiro em serviços.

4. Conclusão

A entrada forte de empresas chinesas no mercado de serviços e varejo conectado no Brasil representa um momento de mudança — para as empresas, para os consumidores e para o mercado como um todo. Para o varejo e serviços no Brasil, isso significa que adaptar‑se, digitalizar, melhorar eficiência e oferecer valor diferenciado não é mais opcional — é uma exigência crescente.

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3 práticas para fortalecer o fluxo de clientes e manter a agenda sempre cheia

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3 práticas para fortalecer o fluxo de clientes e manter a agenda sempre cheia

Manter a agenda cheia é um desafio constante para profissionais de serviços

Manter a agenda cheia é um dos maiores desafios para profissionais de serviços.
Esse cenário afeta salões de beleza, clínicas, consultórios e profissionais autônomos.

Além disso, períodos de menor demanda impactam diretamente a previsibilidade financeira.
Consequentemente, dificultam o planejamento e o crescimento sustentável do negócio.

No entanto, a experiência prática mostra que pequenas mudanças geram grandes resultados.
Ao observar diferentes rotinas de atendimento, fica claro que ajustes simples fazem diferença.

Portanto, mais do que grandes investimentos, o foco deve estar na eficiência operacional.
Nesse contexto, facilitar processos, fortalecer a marca e estimular a recorrência se tornam essenciais.

A seguir, apresento três práticas simples.
Elas podem ser aplicadas imediatamente.
Além disso, ajudam profissionais de serviços a manterem a agenda cheia com mais consistência.


Facilitar o processo de agendamento aumenta a conversão

O comportamento do consumidor mudou de forma significativa.
Hoje, quanto mais simples o agendamento, maior a chance de conversão.

Processos longos, trocas excessivas de mensagens e ligações afastam clientes.
Assim, criam barreiras justamente no momento da decisão.

Por isso, facilitar o acesso ao agendamento é uma prioridade estratégica.
Links diretos, formulários objetivos e canais exclusivos reduzem atritos.

Além disso, profissionais que adotam essas soluções observam aumento na ocupação.
Ao mesmo tempo, ganham eficiência e reduzem o tempo gasto com tarefas operacionais.

Na prática, vale inserir o link de agendamento na bio do Instagram.
Também é possível divulgá-lo nos Stories.
Além disso, o envio direto pelo WhatsApp acelera decisões.

Plataformas especializadas, como a Gendo, ajudam nesse processo.
Elas organizam agendas e reduzem faltas.
Para saber mais, acesse: https://www.gendo.com.br


Presença digital constante fortalece a lembrança da marca

Mesmo em períodos de baixa demanda, a comunicação não deve parar.
Pelo contrário, esse momento é estratégico para fortalecer a presença digital.

Quando profissionais mantêm publicações regulares, permanecem no radar dos clientes.
Assim, reforçam a lembrança da marca.

Conteúdos de bastidores geram proximidade.
Antes e depois despertam interesse.
Além disso, dicas e materiais educativos constroem autoridade.

Portanto, a constância cria uma relação de confiança.
Com o tempo, essa confiança se converte em novos agendamentos.

Além disso, a presença ativa prepara o terreno para o médio e longo prazo.
Consequentemente, reduz oscilações bruscas na agenda.


Ofertas inteligentes ajudam a manter a agenda cheia

Criar ofertas bem estruturadas é uma estratégia eficaz.
Elas ajudam a estimular a recorrência e estabilizar o fluxo de clientes.

Entretanto, não se trata de reduzir preços sem critério.
O foco deve estar na geração de valor.

Combos de serviços aumentam o ticket médio.
Pacotes incentivam retornos frequentes.
Além disso, benefícios para agendamentos antecipados melhoram a previsibilidade.

Programas de fidelidade também contribuem para esse equilíbrio.
Eles fortalecem o relacionamento com clientes recorrentes.

Assim, o profissional garante mais estabilidade.
Ao mesmo tempo, o cliente percebe vantagem e conveniência.


Previsibilidade e adaptação caminham juntas

No setor de serviços, previsibilidade é essencial.
No entanto, a capacidade de adaptação também define o sucesso.

Ao integrar processos simples, presença digital e ofertas inteligentes, o negócio evolui.
Dessa forma, constrói uma operação mais eficiente e sustentável.

Portanto, manter a agenda cheia não depende de ações complexas.
Depende de decisões consistentes e estratégicas.


FAQ: dúvidas sobre como manter a agenda cheia

1. Como manter a agenda cheia em períodos de baixa demanda?

Facilitando o agendamento, mantendo presença digital ativa e criando ofertas que incentivem a recorrência.

2. Links de agendamento realmente aumentam a conversão?

Sim. Eles reduzem barreiras e aceleram a decisão do cliente.

3. Vale a pena investir em presença digital mesmo sem muitos atendimentos?

Sim. A constância fortalece a marca e prepara novos agendamentos.

4. Ofertas não desvalorizam o serviço?

Não, quando são bem estruturadas e focadas em valor, não em desconto excessivo.


 ✍️ Por Davi Iglesias, CEO da Gendo
Plataforma de agendamento online e gestão para micro, pequenas e médias empresas
gendo@nbpress.com.br

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

O Valor de Continuar Quando Ninguém Acredita: A História de Jack Ma

Continuar Também Cansa

A história de Jack Ma começa onde muitos param.
Ela começa no cansaço.
Começa na dúvida.
Começa no silêncio de quem tenta e falha.

Desde cedo, disseram que ele não era bom.
Disseram que não servia.
Disseram que deveria desistir.

Mesmo assim, ele continuou.
E continuar, às vezes, dói.


Quando a Infância Já Ensina a Duvidar de Si Mesmo

Jack Ma nasceu em Hangzhou, na China.
Sua família era simples.
As expectativas eram baixas.

Na escola, ele não se destacava.
Pelo contrário, ele ficava para trás.
Especialmente em matemática.

Por causa disso, falhou em provas importantes.
Consequentemente, professores desacreditaram do seu futuro.
Alguns disseram que ele nunca teria sucesso.

Ainda assim, Jack seguiu em frente.
Não porque acreditava.
Mas porque não queria parar.


Aprender Inglês Para Existir

Jack percebeu cedo que precisava de uma saída.
Então, tomou uma decisão silenciosa.

Todos os dias, falava inglês com turistas.
Errava palavras.
Passava vergonha.
Mesmo assim, voltava no dia seguinte.

Não ganhava dinheiro.
Mas ganhava mundo.

Aos poucos, deixou de se sentir invisível.
Portanto, aprender inglês virou sobrevivência emocional.


A Universidade Que Não Impressionava Ninguém

Jack Ma falhou duas vezes no exame nacional chinês.
Na terceira tentativa, passou.

A universidade não era famosa.
Ninguém se impressionava com aquele diploma.

No entanto, ele aprendeu algo essencial.
Continuar sem reconhecimento também é força.
Assim, ele seguiu.


Rejeições Que Machucam Mais do Que Parecem

Depois de formado, Jack buscou emprego.
Foi rejeitado uma vez.
Depois outra.
Depois outra.

Mais de trinta recusas.
Nenhuma oportunidade.

Até o KFC disse não.
Entre vinte e quatro candidatos, só ele ficou de fora.

Ouvir “você não serve” dói.
Mesmo assim, ele voltou a tentar.
Portanto, não deixou a dor decidir por ele.


Dez Nãos de Harvard e Uma Decisão Interna

Jack Ma tentou entrar em Harvard dez vezes.
Recebeu dez respostas negativas.

Cada não machucava.
Cada tentativa exigia mais coragem.

Ainda assim, ele insistiu.
Porque entendeu algo profundo.
Desistir seria aceitar a versão dos outros.


O Período Invisível de Um Professor Pobre

Sem opções, Jack virou professor.
Seu salário era de doze dólares por mês.

Enquanto amigos prosperavam, ele observava em silêncio.
Sentia dúvida.
Sentia medo.

Mas também sentia disciplina.
Esse período o fortaleceu por dentro.

Crescer, às vezes, acontece no escuro.


O Dia em Que Ele Viu o Que Ninguém Via

Durante uma viagem aos Estados Unidos, Jack conheceu a internet.
Curioso, pesquisou produtos chineses.

Nada apareceu.
Nenhum resultado.
Nenhuma presença.

Nesse vazio, ele enxergou futuro.
A China não existia online.
E alguém precisava mudar isso.


Alibaba: Continuar Mesmo Sem Aplausos

Em 1999, Jack Ma criou o Alibaba.
Poucos acreditaram.

Ele não tentou ser gigante.
Tentou ser útil.

Ajudou pequenos vendedores.
Apoiou quem também era ignorado.

Com o tempo, o crescimento veio.
Depois, o reconhecimento.

Mas tudo começou com insistência.


O Que a História de Jack Ma Realmente Ensina

A história de Jack Ma não fala apenas de sucesso.
Ela fala de resistência.

Fala de continuar quando ninguém olha.
Fala de insistir quando dói.

Quem continua aprende.
Quem aprende evolui.
Quem evolui transforma realidades.

A Filosofia por Trás da História de Jack Ma

Jack Ma sempre repetiu uma ideia central.
“Se você não desistir, ainda tem uma chance.”

Essa filosofia explica sua trajetória.
Mais do que números, fala de resistência emocional.
Portanto, persistir foi uma necessidade.


Perguntas Frequentes

Quem é Jack Ma?

Jack Ma é o fundador do Alibaba e símbolo de persistência.

Ele sempre acreditou em si mesmo?

Não. Muitas vezes, ele apenas não desistiu.

Qual a maior lição dessa história?

Continuar também é coragem.

Por que essa história emociona tanto?

Porque todos já pensaram em parar.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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O que empresas realmente fortes do varejo fazem diferente — e por que isso importa

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O que empresas realmente fortes do varejo fazem diferente — e por que isso importa

No varejo, tamanho não é sinônimo de força. Algumas empresas crescem rápido, mas poucas constroem relevância duradoura. As organizações que se destacam de verdade têm algo em comum: elas tomam decisões estruturais antes que o mercado seja obrigado a fazê-lo.

Um exemplo emblemático é o Magazine Luiza, que deixou de ser apenas uma rede varejista para se tornar um ecossistema de negócios. Mais do que vender produtos, a empresa reposicionou seu papel no mercado — e esse movimento diz muito sobre o varejo contemporâneo.

Estratégia antes da moda

Enquanto muitos varejistas correram para o digital de forma reativa, o Magalu tratou tecnologia como estratégia central, não como complemento. A digitalização veio acompanhada de mudança cultural, investimento em pessoas e integração real entre canais.

Isso revela uma lição clara: empresas fortes não seguem tendências — elas constroem capacidades.

O varejo como plataforma

Ao atuar como marketplace, meio de pagamento, canal logístico e hub de serviços, a empresa entendeu algo fundamental: no varejo moderno, escala não vem apenas de lojas, mas de conexões. Conexões com sellers, consumidores, dados e parceiros.

Esse modelo reduz dependência de margens tradicionais e cria novas fontes de valor — algo que o varejo mais frágil ainda insiste em ignorar.

Pessoas no centro da transformação

Outro diferencial pouco discutido é a gestão de pessoas. Empresas fortes investem em cultura, autonomia e aprendizado contínuo. Não se trata de discurso inspiracional, mas de vantagem competitiva concreta.

Tecnologia sem gente preparada gera custo, não resultado.

O contraste com o varejo médio

Enquanto grandes players constroem ecossistemas, boa parte do varejo ainda opera focada apenas em preço e curto prazo. A diferença não está apenas no capital disponível, mas na qualidade das decisões estratégicas.

Empresas fortes:

  • Pensam em longo prazo
  • Usam dados como ativo
  • Testam rápido e corrigem rápido
  • Tratam inovação como processo, não como projeto

O aprendizado para o setor

O sucesso de empresas como o Magazine Luiza não deve ser visto como algo inalcançável, mas como referência. Nem todo varejista precisa virar um gigante digital, mas todo varejista precisa pensar como gestor de negócio — não apenas como operador de loja.

Conclusão

Empresas “fodas” no varejo não são aquelas que vendem mais em um trimestre, mas as que constroem relevância estrutural ao longo do tempo. Elas entendem que o varejo mudou — e agem antes que o mercado as obrigue a mudar.

Esse é o verdadeiro diferencial competitivo no varejo atual.

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