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Tecnologia

LVMH vê melhora nas vendas do 3º trimestre

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A Multinacional de luxo LVMH, dona da Louis Vuitton, divulgou uma melhora no desempenho de vendas, sugerindo que o setor pode estar virando a página após uma prolongada queda na demanda que afetou a maioria das marcas de alto padrão.

O conglomerado francês de bens de luxo, garantiu receita de 18,28 bilhões de euros no terceiro trimestre, representando crescimento orgânico de 1% em relação a igual período do ano passado, segundo balanço divulgado na terça-feira, 14. No trimestre anterior, o grupo havia registrado queda de 4% nas vendas.

O resultado ficou ligeiramente acima da previsão de analistas compilados pela Visible Alpha, de 18,24 bilhões de euros.

A divisão de moda e artigos de couro – que inclui marcas como Louis Vuitton e Dior – faturou 8,5 bilhões de ouros, com retração orgânica de 2%, mas acima do consenso do mercado, de 8,47 bilhões de euros. No segundo trimestre, havia mostrado retração de 9%.

“O terceiro trimestre apresentou melhora em todos os grupos de negócios e regiões, com exceção da Europa”, informou a empresa, citando menor gasto de turistas devido a flutuações cambiais.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado*

Com informação do Estadão de Conteúdo (Dow Jones Newswires).
Imagem: Reprodução



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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

O Valor de Continuar Quando Ninguém Acredita: A História de Jack Ma

Continuar Também Cansa

A história de Jack Ma começa onde muitos param.
Ela começa no cansaço.
Começa na dúvida.
Começa no silêncio de quem tenta e falha.

Desde cedo, disseram que ele não era bom.
Disseram que não servia.
Disseram que deveria desistir.

Mesmo assim, ele continuou.
E continuar, às vezes, dói.


Quando a Infância Já Ensina a Duvidar de Si Mesmo

Jack Ma nasceu em Hangzhou, na China.
Sua família era simples.
As expectativas eram baixas.

Na escola, ele não se destacava.
Pelo contrário, ele ficava para trás.
Especialmente em matemática.

Por causa disso, falhou em provas importantes.
Consequentemente, professores desacreditaram do seu futuro.
Alguns disseram que ele nunca teria sucesso.

Ainda assim, Jack seguiu em frente.
Não porque acreditava.
Mas porque não queria parar.


Aprender Inglês Para Existir

Jack percebeu cedo que precisava de uma saída.
Então, tomou uma decisão silenciosa.

Todos os dias, falava inglês com turistas.
Errava palavras.
Passava vergonha.
Mesmo assim, voltava no dia seguinte.

Não ganhava dinheiro.
Mas ganhava mundo.

Aos poucos, deixou de se sentir invisível.
Portanto, aprender inglês virou sobrevivência emocional.


A Universidade Que Não Impressionava Ninguém

Jack Ma falhou duas vezes no exame nacional chinês.
Na terceira tentativa, passou.

A universidade não era famosa.
Ninguém se impressionava com aquele diploma.

No entanto, ele aprendeu algo essencial.
Continuar sem reconhecimento também é força.
Assim, ele seguiu.


Rejeições Que Machucam Mais do Que Parecem

Depois de formado, Jack buscou emprego.
Foi rejeitado uma vez.
Depois outra.
Depois outra.

Mais de trinta recusas.
Nenhuma oportunidade.

Até o KFC disse não.
Entre vinte e quatro candidatos, só ele ficou de fora.

Ouvir “você não serve” dói.
Mesmo assim, ele voltou a tentar.
Portanto, não deixou a dor decidir por ele.


Dez Nãos de Harvard e Uma Decisão Interna

Jack Ma tentou entrar em Harvard dez vezes.
Recebeu dez respostas negativas.

Cada não machucava.
Cada tentativa exigia mais coragem.

Ainda assim, ele insistiu.
Porque entendeu algo profundo.
Desistir seria aceitar a versão dos outros.


O Período Invisível de Um Professor Pobre

Sem opções, Jack virou professor.
Seu salário era de doze dólares por mês.

Enquanto amigos prosperavam, ele observava em silêncio.
Sentia dúvida.
Sentia medo.

Mas também sentia disciplina.
Esse período o fortaleceu por dentro.

Crescer, às vezes, acontece no escuro.


O Dia em Que Ele Viu o Que Ninguém Via

Durante uma viagem aos Estados Unidos, Jack conheceu a internet.
Curioso, pesquisou produtos chineses.

Nada apareceu.
Nenhum resultado.
Nenhuma presença.

Nesse vazio, ele enxergou futuro.
A China não existia online.
E alguém precisava mudar isso.


Alibaba: Continuar Mesmo Sem Aplausos

Em 1999, Jack Ma criou o Alibaba.
Poucos acreditaram.

Ele não tentou ser gigante.
Tentou ser útil.

Ajudou pequenos vendedores.
Apoiou quem também era ignorado.

Com o tempo, o crescimento veio.
Depois, o reconhecimento.

Mas tudo começou com insistência.


O Que a História de Jack Ma Realmente Ensina

A história de Jack Ma não fala apenas de sucesso.
Ela fala de resistência.

Fala de continuar quando ninguém olha.
Fala de insistir quando dói.

Quem continua aprende.
Quem aprende evolui.
Quem evolui transforma realidades.

A Filosofia por Trás da História de Jack Ma

Jack Ma sempre repetiu uma ideia central.
“Se você não desistir, ainda tem uma chance.”

Essa filosofia explica sua trajetória.
Mais do que números, fala de resistência emocional.
Portanto, persistir foi uma necessidade.


Perguntas Frequentes

Quem é Jack Ma?

Jack Ma é o fundador do Alibaba e símbolo de persistência.

Ele sempre acreditou em si mesmo?

Não. Muitas vezes, ele apenas não desistiu.

Qual a maior lição dessa história?

Continuar também é coragem.

Por que essa história emociona tanto?

Porque todos já pensaram em parar.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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Notícias

O consumidor sumiu da loja — mas não foi embora: para onde ele está indo?

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O consumidor sumiu da loja — mas não foi embora: para onde ele está indo?

Introdução

Durante muito tempo, o varejo mediu sucesso pelo fluxo de pessoas na loja.
No entanto, esse indicador perdeu força.
Ainda assim, o consumo não acabou.
Na verdade, ele apenas mudou de lugar.

Hoje, o comportamento do consumidor no varejo é mais estratégico.
Além disso, ele é silencioso.
Por isso, muitos lojistas acreditam que o cliente sumiu.
Entretanto, isso não é verdade.

O consumidor continua comprando.
Porém, ele observa mais.
Consequentemente, decide com mais cautela.


O novo comportamento do consumidor no varejo

O consumidor atual evita decisões impulsivas.
Em vez disso, ele analisa cada detalhe.
Primeiramente, pesquisa no Google.
Depois, visita redes sociais.
Em seguida, confere avaliações.

Portanto, a compra acontece antes da ida à loja.
Além disso, muitas decisões se encerram fora do ambiente físico.

Esse novo comportamento do consumidor no varejo exige atenção.
Caso contrário, a marca perde relevância.


A loja física mudou de papel

A loja física não perdeu valor.
No entanto, ela mudou de função.
Hoje, ela valida a decisão.

O consumidor visita a loja para:

  • Confirmar credibilidade

  • Avaliar o produto pessoalmente

  • Testar o atendimento

  • Reduzir o risco de erro

Assim, a experiência pesa mais que o preço.
Consequentemente, quem falha perde a venda.


Onde o consumidor realmente está

Atualmente, o consumidor está distribuído.
Ele não está em um único canal.

Por exemplo:

  • No Instagram, ele observa constância da marca

  • No Google, ele lê avaliações

  • No WhatsApp, ele testa agilidade

  • Nos meios de pagamento, ele busca facilidade

Portanto, o varejo precisa ser presente.
Além disso, precisa ser coerente em todos os pontos.


Facilidade, confiança e atendimento humano

Hoje, preço não resolve tudo.
Na prática, confiança decide.

Pix, retirada na loja e atendimento humano aceleram decisões.
Além disso, reduzem insegurança.
Por isso, essas opções viraram gatilhos de conversão.

O consumidor quer rapidez.
Porém, ele também quer respaldo.


O maior erro do varejo atual

O maior erro não é o baixo movimento.
Na verdade, o erro é ignorar o novo comportamento.

O cliente não desapareceu.
Ele apenas observa em silêncio.
Enquanto isso, ele compara marcas.

Portanto, quem constrói presença vence.
Consequentemente, quem gera confiança vende mais.


Conclusão

O comportamento do consumidor no varejo evoluiu.
Ele continua comprando.
Entretanto, ele compra com mais consciência.

O varejo que entende esse movimento cresce.
Além disso, se fortalece no longo prazo.

Quem acompanha o consumidor permanece relevante.


FAQ — Perguntas Frequentes

1. O consumidor deixou de comprar no varejo?

Não.
Ele apenas mudou a forma de decidir e pesquisar antes da compra.

2. A loja física ainda é importante?

Sim.
Ela atua como ponto de validação e confiança para o consumidor.

3. O que mais influencia a decisão hoje?

Confiança, facilidade de pagamento e atendimento eficiente.

4. Como o varejo pode se adaptar?

Com presença digital ativa, comunicação clara e experiência consistente.

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Ecommerce

A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

A inteligência artificial no varejo entrou em uma nova fase. Atualmente, ela deixa de ser apenas uma ferramenta analítica. Em vez disso, passa a atuar como um agente ativo na operação.
Nesse cenário, varejistas precisam integrar consumidores, colaboradores e força de trabalho. Caso contrário, perderão competitividade nos próximos anos.

Segundo projeções do setor, mais da metade dos consumidores utilizará assistentes de compra com IA. Portanto, a expectativa por experiências fluidas cresce rapidamente. Além disso, a loja física volta ao centro da estratégia. Contudo, agora ela é orientada por dados e inteligência.


A evolução da inteligência artificial no varejo moderno

Durante anos, o varejo utilizou IA de forma reativa. Ou seja, analisava dados passados. No entanto, esse modelo se tornou insuficiente.
Hoje, a inteligência artificial no varejo opera em tempo real. Além disso, conecta canais, pessoas e decisões.

Essa evolução permite antecipar comportamentos. Consequentemente, reduz falhas operacionais. Da mesma forma, melhora a experiência do cliente. Portanto, a IA passa a sustentar o modelo de negócio.


IA ativa: da automação à decisão estratégica

A IA ativa representa uma mudança estrutural. Diferentemente da automação tradicional, ela aprende continuamente. Além disso, recomenda ações concretas.

Com isso, gestores tomam decisões mais rápidas. Ao mesmo tempo, reduzem riscos. Portanto, a IA deixa de ser suporte. Ela se torna protagonista.


Inteligência artificial no varejo focada no consumidor

Assistentes de compra inteligentes e personalização

A IA voltada ao consumidor já entrega resultados financeiros. Principalmente, por meio de assistentes inteligentes. Esses sistemas entendem intenção, histórico e contexto.

Além disso, personalizam ofertas em tempo real. Assim, aumentam conversão e ticket médio. Consequentemente, reduzem fricções na jornada.

 Impactos diretos nos resultados financeiros

Marcas que adotam IA integrada observam crescimento consistente. Em especial, há redução do abandono de carrinho. Além disso, cresce a recorrência de compra.

Portanto, a inteligência artificial no varejo melhora eficiência. Porém, também fortalece relacionamento.


O papel da IA no empoderamento dos colaboradores

A IA não transforma apenas o cliente. Da mesma forma, impacta o colaborador. Assistentes internos agilizam treinamentos. Além disso, apoiam decisões no atendimento.

Benefícios operacionais e produtividade

Com IA, equipes acessam informações rapidamente. Assim, reduzem erros. Consequentemente, ganham confiança.

 Riscos culturais e desafios

Entretanto, a adoção exige cuidado. Caso contrário, surgem resistências. Por isso, líderes devem comunicar que a IA apoia, e não substitui.


Como a IA está transformando a gestão da força de trabalho

A gestão da força de trabalho sempre foi complexa. No entanto, a IA muda esse cenário. Ela cruza dados de vendas, clima e fluxo.

Assim, cria escalas mais eficientes. Além disso, reduz horas extras. Portanto, melhora custos e bem-estar.


 Integração de dados, canais e pessoas como vantagem competitiva

O maior diferencial competitivo está na integração. Quando dados fluem entre sistemas, decisões se tornam mais precisas.

Consequentemente, o cliente percebe consistência. Ao mesmo tempo, o colaborador atua melhor informado. Portanto, a operação se torna inteligente.


O futuro das lojas físicas impulsionado por inteligência artificial

Até 2026, as lojas físicas serão hubs de experiência. A IA atuará de forma invisível. Contudo, será decisiva.

Atendimento híbrido, operações preditivas e decisões descentralizadas definirão o sucesso.


Considerações finais: IA como modelo operacional do varejo

A próxima era da inteligência artificial no varejo não é tecnológica. Ela é estratégica.
Portanto, vencerá quem integrar pessoas, dados e processos. Não basta adotar IA. É preciso orquestrá-la.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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