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Itaú confirma acordo envolvendo ativos do BRB de valores “imateriais”

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Itaú confirma acordo envolvendo ativos do BRB de valores “imateriais”

SÃO PAULO, 15 ⁠Abr (Reuters) – O Itaú ⁠Unibanco (ITUB4) confirmou nesta quarta-feira que ‌uma de suas subsidiárias se comprometeu a comprar alguns ‌ativos do Banco de Brasília, segundo comunicado ao mercado que responde a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.

‘O Itaú ⁠Unibanco ‌Holding…esclarece que uma de ⁠suas subsidiárias celebrou instrumento por meio do qual se comprometeu a adquirir, mediante o cumprimento de determinadas condições, ​certos ativos do Banco de Brasília’, afirmou o maior ​banco privado do país.

‘Os valores envolvidos na referida transação são imateriais para a companhia’, acrescentou a instituição ao ‌justificar ausência de ​publicação de fato relevante.

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O banco foi questionado pela CVM sobre notícia do Correio ⁠Brasilense ​que ​publicou que o banqueiro André Esteves afirmou ⁠em evento que ​o Itaú Unibanco e o Bradesco ‘já negociaram com o BRB ​R$ 1 bilhão em carteiras de contratos de empréstimos concedidos ​pelos ⁠estados e municípios com aval da União’.

No ⁠comunicado, o Itaú Unibanco não deu detalhes sobre o acordo com o BRB.

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A maior coleção de design da história da Sotheby’s vai a leilão

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A maior coleção de design da história da Sotheby’s vai a leilão

A Sotheby’s vai leiloar a maior coleção de design de sua história tricentenária em 22 de abril. 

As 123 obras – de grandes designers e artistas como Claude Lalanne, Jean Royère e Alberto Giacometti – pertencem a Terry de Gunzburg, uma executiva que revolucionou o mercado de cosméticos, e a seu marido Jean, um biólogo.

A coleção, que decora o apartamento do casal francês em Nova York, também inclui uma dúzia de pinturas de mestres como Mark Rothko e Pablo Picasso, que serão leiloadas em um segundo leilão em maio.

Ao todo, a casa estima que a coleção pode valer até US$ 100 milhões, sendo US$ 45 milhões em obras de design.

Nascida no Cairo e criada em Paris, Terry de Gunzburg é uma das grandes referências da indústria de cosméticos global: trabalhou na Yves Saint Laurent por 15 anos, onde criou o infame corretivo Touche Éclat, e depois saiu para criar sua própria marca, a By Terry, em 1998.

Seu gosto pelo colecionismo surgiu após conhecer o marido Jean, um membro da abastada família de Gunzburg que fez carreira como biólogo molecular e foi o cientista-chefe da farmacêutica Da Volterra.

Juntos, os dois reuniram nas últimas quatro décadas uma importante coleção de design e arte, hoje espalhada pelos imóveis da família nos EUA, França, Inglaterra e Israel.

O leilão da Sotheby’s reúne especificamente peças que decoram o apartamento do casal no Upper East Side, uma coleção heterogênea que vai do Art Déco ao contemporâneo e que foi montada com a chancela do renomado decorador francês Jacques Grange.

Ali, um tapete rosa e roxo da autoria de Émile-Jacques Ruhlmann convive com uma mesa de centro de Paul Dupré-Lafon, um móbile de Alexander Calder e o quadro Sem título (Preto sobre Roxo) de Rothko, que vale pelo menos US$ 10 milhões e foi comprado por Terry porque a cor é semelhante à da sua marca.

“Não se trata de uma coleção definida de um determinado período ou tipo de arte,” Jean disse ao Financial Times. “Acreditamos que obras de grande qualidade combinam bem entre si.”

Na mesma entrevista ao FT, Terry se assumiu uma compradora compulsiva, e disse que aos 70 anos sentiu que era a hora de dar aos sete filhos a oportunidade de construir suas próprias coleções.

Ela disse ainda que “precisa de paredes” para apoiar artistas jovens; e que escolheu leiloar as peças mais frágeis da coleção, que estão a perigo devido ao trânsito dos 17 netos do casal pela casa. 

Trata-se, então, de um raro leilão em vida, que contará ainda com obras como a pintura Busto de Mulher, de Picasso; um conjunto de espelhos de Claude Lalanne feitos para Yves Saint Laurent e Pierre Bergé; e um vaso azul de Giacometti que pertenceu a Karl Lagerfeld.

A coleção poderá ser visitada no The Breuer, a nova sede da Sotheby’s em Nova York, até 21 de abril.

Home of Jean Terry de Gunzburg New York 2026 Photograph by Annie Schlechter 7

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Matheus Prado




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Aura Minerals já vale mais que a Gerdau, Usiminas, Ternium ou CSN

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Aura Minerals já vale mais que a Gerdau, Usiminas, Ternium ou CSN

A Aura Minerals já vale mais na Nasdaq do que gigantes da siderurgia, como a Ternium, Gerdau, CSN e Usiminas — um reflexo do momento distinto dos dois setores e da alta brutal da mineradora de ouro nos últimos 12 meses.

A constatação foi feita pelo analista Leonardo Correa, do BTG, que tem recomendação de ‘compra’ para a empresa, com preço alvo de US$ 122, um upside potencial de cerca de 15% sobre o preço de tela.

Das siderúrgicas, o único ‘buy’ do BTG é a Ternium, com as outras três em recomendação ‘neutra’.

A mineradora de Paulo Brito já vale US$ 9 bilhões na Bolsa, mais do que os US$ 8,5 bilhões da Ternium, os US$ 8 bi da Gerdau, os US$ 1,8 bi da CSN e os US$ 1,7 bi da Usiminas.

A Aura valorizou impressionantes 91% desde o início deste ano e 386% nos últimos doze meses, levando muitos a acreditar que o ciclo de alta já se exauriu.

“A realidade é que o valuation da Aura parece caro em virtualmente qualquer métrica de curto prazo,” escreveu Correa. “Considerando os números de 2026, vemos a ação negociando a 8,1x EBITDA, com um free cash flow de 3%. Mesmo um dividend yield de 5-6% não é mais o que já foi quando estava em high-single digits.

Ainda assim, diz o BTG, ainda há um crescimento significativo pela frente, com a produção da Aura devendo atingir cerca de 600 mil onças até 2030, comparado com as 368 mil onças este ano.

Correa diz ainda que não se pode descartar novos M&As no médio prazo, o que poderia levar a empresa a atingir mais rapidamente sua ambição de longo prazo, de se tornar uma produtora de 1 milhão de onças.

“A perspectiva direcional para a empresa permanece construtiva, apesar da valorização mais elevada no curto prazo. Nesse contexto, acreditamos ser razoável assumir um múltiplo P/NAV de 1,1x em nosso modelo.”

Correa disse ainda que quase um ano depois da Aura se listar na Nasdaq, ela já entregou boa parte das opcionalidades que ele havia listado na época da oferta — mas novas opcionalidades surgiram.

“Primeiro, esperamos que a Aura seja incluída em índices relevantes no curto e médio prazo, particularmente o GDX, o que deve aumentar ainda mais a liquidez e visibilidade,” disse o analista. 

“Além disso, ainda vemos potencial de aumento de volume em MSG, onde atualmente projetamos 70–80 mil onças por ano, frente a um potencial mais próximo de 80–90 mil onças, assim como em Borborema. Também vemos potencial adicional no desenvolvimento subterrâneo em Almas (ainda não totalmente precificado) e em novas atividades de M&A, que esperamos que continuem sendo uma importante via de crescimento.”




Pedro Arbex




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Governo vê trajetória da dívida menos pressionada com meta de superávit maior

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Governo vê trajetória da dívida menos pressionada com meta de superávit maior

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, disse nesta quarta-feira que houve uma evolução positiva nas estimativas do governo para a trajetória da dívida bruta do governo geral (DBGG), devido à expectativa de superávits primários de 1,50% do Produto Interno Bruto (PIB) a partir de 2030.

Hoje, as projeções do governo apontam para uma alta da DBGG como proporção do PIB, de 83,6% em 2026 para 87,8% no fim de 2029. Em seguida, o endividamento passaria a cair, até chegar a 83,4% do PIB em 2036. Antes, as estimativas apontavam para um pico quase cinco pontos porcentuais maior em 2035, lembrou o secretário-executivo da Fazenda.

“Aqui tem uma evolução importante, e ela é fruto de um incremento do resultado primário no médio prazo, passando de 1,25% para 1,50% do PIB”, disse Ceron, durante entrevista coletiva sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. A íntegra do texto não foi divulgada.

Segundo o secretário, se for mantido um aumento de 0,25 ponto porcentual ao ano nos resultados primários — até chegar a um superávit de 1,50% do PIB em 2030, como prevê o governo —, o País vai alcançar o equilíbrio fiscal.

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