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“Há uma grande virada do modelo farmacêutico”, diz Patriciana Rodrigues, da Pague Menos

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Presidente do Conselho de Administração da Pague Menos, terceira maior rede de farmácias do País em faturamento entre as associadas à Abrafarma, Patriciana Rodrigues lidera um conselho atuante, que tem contribuído diretamente para a expansão nacional da companhia e para a transformação do varejo farmacêutico em um ecossistema de saúde.

Com mais de 1.700 lojas e presença em todos os estados brasileiros, a Pague Menos tem apostado em serviços como os consultórios farmacêuticos, já presentes em mais de mil unidades, e em produtos de marca própria como ferramenta de fidelização e diferenciação no ponto de venda. Hoje, a Pague Menos conta com mais de 300 itens de marca própria em diversas categorias, exceto medicamentos, e tem usado esse portfólio para atender as demandas do consumidor.

“Temos utilizado a marca própria para lançar produtos que ainda não foram lançados pela indústria, com um posicionamento de preço diferente ou um atributo que a indústria ainda não incorporou”, afirma Patriciana, em entrevista exclusiva ao M&C Talks, série de entrevistas exclusivas com líderes do varejo brasileiro. Confira a seguir a entrevista completa:

Como o Conselho de Administração tem se posicionado na definição das estratégias de expansão da rede, especialmente no Nordeste e no interior do Brasil?

O Conselho da Pague Menos é superatuante. Nossa história é a de uma empresa familiar, então não só eu, como outros membros do Conselho, fomos executivos dentro da rede. Temos trabalhado fortemente com algumas consultorias que nos sinalizam os macromercados e onde estão as grandes oportunidades.

Hoje, a Pague Menos tem uma fortaleza muito grande no Norte e Nordeste, além de presença em todos os estados. São mais de 400 municípios diferentes. Também temos um comitê, do qual os membros do Conselho participam, que fala sobre as estratégias de expansão.

Além de olhar a expansão, temos trabalhado para melhorar a produtividade e a performance de alguns indicadores. O Conselho tem motivado para que os nossos times sejam cada vez mais capacitados, porque o ser humano é sempre o grande fator de diferencial competitivo. Então, investir em capacitação e treinamento tem feito toda a diferença.

Como o Conselho se posiciona frente a decisões rápidas, como adoção de novas tecnologias ou movimentos de M&A, que exigem agilidade no varejo atual?

A gente tem estruturas de governança que dão suporte aos executivos e estruturas de governança que dão suporte ao Conselho. Hoje, por exemplo, temos um comitê para expansão e um comitê de estratégia e resultado. Todos os meses, o Conselho se reúne para falar sobre as estratégias da empresa, quando são colocadas em pautas essas grandes decisões de tecnologia, de novas implementações e da possibilidade de parcerias estratégicas.

A Pague Menos tem investido em novos formatos de atendimento ao cliente dentro das lojas, com o consultório farmacêutico. Como ele funciona na prática e quais tipos de serviços são oferecidos?

Mais de 70% da população é dependente única do SUS, que é um sistema de referência no mundo, mas o Brasil é extremamente populoso, com dimensões continentais. Por isso, a gente entende que as farmácias podem ser um agente importante dentro desse ecossistema de saúde.

A Pague Menos se propôs a liderar essa transformação dentro do varejo farmacêutico, oferecendo serviços de saúde, deixou de ser apenas transacional, voltada para a venda de medicamentos.

Temos hoje mais de 60 serviços diferentes, que vão desde vacinação, a exames laboratoriais rápidos, como o monitoramento de diabetes e hipertensão.

Isso garante adesão ao tratamento passado pelo médico. Hoje o paciente, por meio da tecnologia, pode fazer uma teleconsulta com o médico, mas, se o médico quiser questionar como que está a pressão, como que ele faz? Estando dentro da Pague Menos, o paciente pode utilizar o farmacêutico para ser a mão humana do médico e adicionar algumas informações. Com isso, o médico vai fazer o trabalho dele em parceria com o farmacêutico.

O consultório está disponível em todas as lojas?

Hoje, nós temos 1.700 lojas e mais de 1.000 consultórios.

Olhando para os próximos anos, quais são hoje os principais desafios para o varejo farmacêutico no Brasil e como vocês estão se preparando para isso?

Entendemos que há uma grande virada do modelo farmacêutico, do transacional para o relacional. Isso é algo que ainda vai permear por muito tempo, porque estamos falando de uma mudança cultural. E isso já é realidade.

Até que a população brasileira entenda que as farmácias possam ser um lugar de saúde, vai demandar muita energia nossa, muito esforço. Ao longo dos próximos, vamos colocar muita energia.

Estamos, cada vez mais, ampliando o leque de serviços que a farmácia possa fazer e entendemos que há avenida de crescimento, não só para nós, enquanto negócio, mas para a população, ao acesso a uma saúde de qualidade.

Também temos trabalhado fortemente com a parte de regulamentação.

Quais serviços vocês consideram prioritários para conquistar permissão legal, e como têm atuado para avançar nesse diálogo com as autoridades?

A regulamentação que temos dentro do segmento farma foi feita há 20 anos por uma pessoa que nasceu há 40 anos. É preciso uma renovação dos conceitos que hoje regulam o nosso setor, para ampliar os serviços que entendemos como extremamente necessários.

Além da conveniência, como equilibrar a tecnologia com atendimento humanizado que ainda é muito valorizado no setor da saúde?

Sem sombra de dúvidas, o atendimento humano dentro da área de saúde é o que faz a diferença. Temos trabalhado para empoderar o atendente humano por meio da tecnologia, colocando na palma da mão desse atendente todos os recursos para que ele possa ter as informações mais recentes, mais relevantes e de maior credibilidade possível.

O nosso farmacêutico e o nosso atendente, na palma da mão, podem ter o histórico do paciente, os lançamentos da indústria e as possíveis interações que os medicamentos que o paciente está levando podem causar, sejam elas nocivas ou não.

O setor farmacêutico, ele tem se tornado cada vez mais híbrido, utilizando o bem-estar, serviços financeiros. Como que a Pague Menos pretende ampliar esse ecossistema para além da farmácia?

O nosso olhar é sempre para o consumidor. Temos uma característica muito forte de estar presente e muito próximo. A farmácia é um estabelecimento de recorrência, de conveniência e de proximidade. Essa aproximação faz com que a gente tenha uma sensibilidade para saber o que é importante para o nosso consumidor. Quando a gente amplia a conveniência é uma demanda do consumidor.

O Pague Menos Ads trouxe a lógica do varejo digital para dentro das lojas físicas. Quais aprendizados vocês tiveram nesse primeiro ano operando como mídia?

Entendemos que informação é um bem extremamente precioso. Utilizar essa informação com algo que seja relevante para o nosso cliente faz toda a diferença. Todas as vezes que utilizamos a informação para o negócio e não para o cliente, tivemos decisões erráticas. Aprendemos que precisamos utilizar essas informações para o cliente. A conversão é muito maior e todos saem ganhando: a indústria, o varejo e o consumidor.

 Como que vocês decidem lançar um produto de marca própria e quantos produtos vocês têm hoje?

Temos um portfólio com mais de 300 itens, em várias categorias, mas não operamos nas categorias de medicamento. Utilizamos a marca própria como instrumento de fidelização.

Temos utilizado a marca própria para lançar produtos que ainda não foram lançados pela indústria, com um posicionamento de preço diferente ou um atributo que a indústria ainda não incorporou, para ampliar a oferta aos nossos consumidores e entregar uma solução completa para eles.

Pode dar um exemplo?

A parte de mel, por exemplo. A farmácia era utilizada para vender mel com componentes, como própolis e outros atributos, mas o mel puro não era uma categoria explorada dentro da farmácia. E a gente percebia que o consumidor, eventualmente, vinha na loja para comprar mel, sem nenhum componente, para adoçar o alimento ou para alguma receita. Então, passamos a trabalhar com mel de marca própria.

Como você avalia o atual momento do varejo brasileiro, considerando juros altos, renda pressionada e mudanças no comportamento do consumidor?

Infelizmente, existem alguns fatores, como as instabilidades econômica e política, que prejudicam o consumo e a confiança do consumidor na hora de fazer as suas compras.

O segmento farma, é muito mais resiliente, porque é de extrema necessidade, é para a saúde do consumidor. Navegamos em um patamar um pouco diferente do varejo, dada essa resiliência. Temos uma visão bem otimista e aberto cada vez mais lojas

Quais são os planos de expansão?

Em 2022, a gente adquiriu a Extra Farma. Foram 400 novas lojas. Com isso, aceleramos a nossa expansão em 3 anos. Temos trabalhado para capturar todas as sinergias dessa aquisição e, em alguns mercados, fazer a transição de bandeira para Pague Menos, quando faz sentido.

Estamos abrindo de acordo com as demandas e o planejamento estratégico. A previsão para este ano é abrir em torno de 50, 70 novas lojas.

Ainda com foco no Nordeste?

Temos oportunidades gigantescas no Nordeste ainda, mas temos um olhar nacional. Se no interior de São Paulo ou Rio de Janeiro tiver oportunidade, lá estaremos, mas a ideia, neste ano, é um foco muito maior no Norte e Nordeste.

Imagem: Gabriel Okawa e Evandro Macedo/Lide

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Por que a BYD cresce enquanto marcas tradicionais perdem espaço

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Por que a BYD cresce enquanto marcas tradicionais perdem espaço

O crescimento da BYD não é acaso.
Enquanto muitas montadoras tradicionais perdem relevância, a marca chinesa avança de forma consistente no mercado global e, principalmente, no Brasil.

A diferença não está apenas no produto.
Está na estratégia.


A BYD não tenta defender o passado

Marcas tradicionais ainda protegem modelos antigos, fábricas engessadas e decisões lentas.
A BYD fez o oposto.

Ela nasceu focada em:

  • Eletrificação

  • Tecnologia

  • Eficiência

  • Escala

Enquanto concorrentes discutiam “se” o carro elétrico daria certo, a BYD decidiu quando e como dominar esse mercado.


Integração vertical reduz custo e acelera inovação

Um dos maiores diferenciais da BYD é o controle da cadeia.

A empresa:

  • Produz baterias

  • Desenvolve motores

  • Controla parte do software

  • Reduz dependência de fornecedores

Isso permite:

  • Menor custo final

  • Mais velocidade de lançamento

  • Ajustes rápidos ao mercado

Marcas tradicionais dependem de cadeias longas e caras.
A BYD joga com mais agilidade.


Preço competitivo sem parecer “barato”

A BYD entendeu algo essencial no varejo.
Preço acessível não pode significar percepção ruim.

Seus carros entregam:

  • Tecnologia embarcada

  • Design atual

  • Boa autonomia

  • Pacote completo de série

O consumidor sente que está fazendo um bom negócio.
Não apenas pagando menos.


Leitura correta do novo consumidor

O novo consumidor não compra só motor.
Ele compra experiência, tecnologia e custo-benefício.

A BYD fala com esse público:

  • Jovem

  • Conectado

  • Racional

  • Menos apegado a marcas históricas

Marcas tradicionais ainda apostam na nostalgia.
A BYD aposta no presente e no futuro.


Estratégia agressiva de mercado

A BYD não entra devagar.

Ela:

  • Investe pesado

  • Monta fábricas locais

  • Pressiona preço

  • Ocupa espaço rapidamente

No varejo, quem demora perde ponto.
A BYD entendeu isso cedo.


O que o varejo aprende com a BYD

A lição é clara.

Marcas perdem espaço quando:

  • Ignoram mudanças de comportamento

  • Defendem modelos ultrapassados

  • Demoram a tomar decisões

A BYD cresce porque:

  • Simplifica a proposta

  • Entrega valor real

  • Controla custos

  • Age rápido

No varejo, como na indústria automotiva, quem se adapta primeiro lidera.


Conclusão

A BYD não cresce apenas por vender carros elétricos.
Ela cresce porque vende uma nova lógica de consumo.

Enquanto marcas tradicionais tentam sustentar o passado, a BYD constrói o futuro.
E o mercado, como sempre, segue quem resolve melhor o problema do cliente.

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Zara desacelera expansão física e aposta em eficiência

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Zara desacelera expansão física e aposta em eficiência

Durante anos, a Zara cresceu por meio de uma agressiva expansão física. Entretanto, o cenário global mudou. O consumo desacelerou. Além disso, os custos operacionais subiram. Como resultado, abrir novas lojas deixou de ser prioridade.

Agora, a empresa fecha unidades menos produtivas. Ao mesmo tempo, investe em lojas maiores e mais eficientes. Esse ajuste reduz custos fixos e melhora a rentabilidade por metro quadrado. Assim, a marca busca crescer com mais controle.

Essa decisão não ocorre isoladamente. Pelo contrário, ela reflete uma tendência ampla no varejo global de moda.


Eficiência passa a liderar a estratégia

A eficiência no varejo de moda tornou-se o principal foco estratégico da Zara. A marca está concentrada em:

  • Otimizar estoques

  • Reduzir prazos logísticos

  • Integrar canais físico e digital

  • Aumentar produtividade das lojas

Além disso, a empresa investe em tecnologia para prever demanda com mais precisão. Dessa forma, evita excesso de estoque e liquidações agressivas. Consequentemente, protege margens.

Esse modelo prioriza qualidade da operação, e não apenas volume de vendas.


Menos lojas, mais produtividade

A Zara não está abandonando o varejo físico. Pelo contrário. Ela está redefinindo seu papel. As lojas restantes tornam-se centros estratégicos de experiência, retirada e distribuição.

Enquanto isso, unidades pequenas e pouco rentáveis perdem espaço. Assim, cada loja precisa justificar sua existência financeiramente. Essa lógica reflete um varejo mais racional e orientado por dados.

Portanto, o crescimento passa a ser medido por eficiência, e não por quantidade de pontos de venda.


Consumo mais cauteloso pressiona grandes marcas

O consumidor global mudou. Hoje, ele compara mais preços. Além disso, adia compras e busca valor real. Esse comportamento pressiona o fast fashion tradicional.

Nesse contexto, a eficiência no varejo de moda virou vantagem competitiva. Marcas que não se adaptarem tendem a perder relevância. Por isso, a Zara antecipa ajustes antes que a pressão se torne crítica.

Essa postura preventiva diferencia empresas resilientes das que reagem tarde demais.


Impactos para o varejo brasileiro

O movimento da Zara oferece lições importantes para o varejo nacional. Mesmo em mercados emergentes, a lógica mudou. Crescer sem controle pode comprometer margens. Portanto, eficiência operacional passa a ser essencial.

Além disso, o varejo brasileiro pode aprender com três pontos-chave:

  1. Lojas precisam gerar resultado, não apenas presença

  2. Estoque mal gerido destrói margem

  3. Tecnologia deixou de ser opcional

Assim, a estratégia global da Zara funciona como alerta e referência.


Um novo ciclo para o varejo de moda

A desaceleração da expansão física não representa fraqueza. Pelo contrário. Ela indica maturidade estratégica. O varejo global entra em um ciclo mais seletivo, disciplinado e focado em resultado.

Nesse novo cenário, eficiência no varejo de moda não é tendência passageira. Ela se torna regra. Quem não ajustar processos, estoques e canais ficará para trás.

Portanto, a decisão da Zara simboliza uma virada silenciosa, porém profunda, no setor.


FAQ – Perguntas frequentes

Por que a Zara desacelerou a expansão física?

Porque o consumo global desacelerou e os custos aumentaram. Assim, a empresa prioriza rentabilidade e eficiência.

A Zara vai fechar lojas?

Sim. A marca fecha unidades pouco produtivas e mantém lojas estratégicas maiores e mais eficientes.

O varejo físico perdeu importância?

Não. Ele mudou de função. Agora, atua integrado ao digital e focado em experiência e logística.

Esse movimento afeta o varejo brasileiro?

Sim. Ele sinaliza que eficiência operacional será decisiva também no Brasil

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A loja de bairro volta ao centro do consumo

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A loja de bairro volta ao centro do consumo

A loja de bairro voltou a ganhar relevância no varejo brasileiro.
Esse movimento não ocorre por nostalgia.
Ele surge como resposta direta às mudanças no comportamento do consumidor.

Atualmente, o consumidor compra menos e planeja mais.
Além disso, ele evita deslocamentos longos e gastos desnecessários.
Por isso, a proximidade voltou a ser decisiva.

Nesse cenário, a loja de bairro oferece conveniência imediata.
Ela resolve necessidades rápidas e recorrentes.
Assim, se posiciona como alternativa prática às grandes redes.

Portanto, o crescimento desse formato não é casual.
Ele reflete uma transformação estrutural no consumo.


Consumo mais cauteloso favorece o varejo local

O cenário econômico segue pressionando o orçamento das famílias.
Embora a inflação esteja mais controlada, o custo de vida permanece alto.
Além disso, o crédito continua restrito.

Como resultado, o consumidor busca compras menores e frequentes.
Ele prefere controlar gastos no dia a dia.
Nesse contexto, a loja de bairro se encaixa perfeitamente.

Além disso, o ticket médio reduzido gera menor impacto financeiro.
O consumidor sente mais controle sobre o orçamento.
Consequentemente, ele retorna com mais frequência.

Assim, a loja de bairro ganha espaço por atender um novo padrão de consumo.
Esse padrão valoriza previsibilidade e praticidade.


Proximidade e confiança viram diferenciais competitivos

Outro fator decisivo envolve a relação entre comerciante e cliente.
Na loja de bairro, o atendimento é mais próximo e personalizado.
Esse vínculo gera confiança.

Além disso, o consumidor sente segurança ao comprar de quem conhece.
Ele confia na procedência e na recomendação.
Isso reduz barreiras na decisão de compra.

Enquanto grandes redes apostam em escala, a loja de bairro aposta em relacionamento.
Esse diferencial se fortalece em períodos de incerteza.
Portanto, confiança se torna um ativo estratégico.

Além disso, o comerciante local conhece hábitos e preferências da vizinhança.
Isso permite ajustar o mix com mais precisão.
Assim, a operação se torna mais eficiente.


Tecnologia fortalece a loja de bairro

Apesar do tamanho reduzido, a loja de bairro evoluiu tecnologicamente.
Hoje, pequenos varejistas utilizam Pix, maquininhas e sistemas simples de gestão.
Isso aumenta eficiência e competitividade.

Além disso, aplicativos de entrega ampliaram o alcance local.
Muitos consumidores preferem comprar no comércio do bairro via delivery.
Assim, a loja física se conecta ao digital.

Redes sociais também desempenham papel relevante.
WhatsApp e Instagram funcionam como canais de venda e relacionamento.
Portanto, a loja de bairro se modernizou sem perder sua essência.

Esse equilíbrio fortalece o modelo.
Ele combina proximidade física com agilidade digital.


Grandes redes sentem o avanço do varejo local

Enquanto isso, grandes redes enfrentam desafios operacionais.
Custos elevados e estruturas complexas reduzem flexibilidade.
Além disso, lojas grandes perdem eficiência em compras pequenas.

Nesse contexto, a loja de bairro se mostra mais ágil.
Ela ajusta preços rapidamente e responde à demanda local.
Isso cria vantagem competitiva.

Além disso, o consumidor evita deslocamentos longos.
Trânsito, tempo e custo pesam na decisão.
Assim, comprar perto de casa se torna mais atrativo.

Portanto, o avanço da loja de bairro representa uma redistribuição do consumo.
O varejo se torna mais fragmentado e local.


O que esperar da loja de bairro nos próximos anos

A tendência indica fortalecimento desse formato.
No entanto, a profissionalização será fundamental.
Gestão de estoque, fluxo de caixa e margens exigirão atenção.

Além disso, quem investir em relacionamento terá vantagem.
O consumidor valoriza atendimento e consistência.
Assim, fidelização se torna mais natural.

Por fim, a loja de bairro deixa de ser apenas conveniência.
Ela se transforma em peça estratégica do varejo brasileiro.
Portanto, entender esse movimento se tornou essencial.


FAQ – Perguntas frequentes sobre loja de bairro

Por que a loja de bairro voltou a crescer?
Porque o consumidor busca proximidade, controle de gastos e confiança.

A loja de bairro compete com grandes redes?
Sim, especialmente em compras recorrentes e de baixo ticket.

Tecnologia é importante para a loja de bairro?
Sim. Pagamentos digitais e delivery aumentam competitividade.

Esse modelo tende a crescer nos próximos anos?
Sim. O cenário econômico favorece formatos locais e eficientes.

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