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Grupo Pereira lança universidade corporativa com mais de 700 conteúdos de treinamento

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Grupo Pereira lança universidade corporativa com mais de 700 conteúdos de treinamento

 

O Grupo Pereira, dono das bandeiras Fort Atacadista, Comper e Atacado Bate Forte, lançou em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a Universidade Corporativa Grupo Pereira (UGP), dedicada à capacitação e formação de colaboradores e filhos de funcionários, presente em todos os sete estados onde a empresa atua. Inicialmente, serão oferecidos mais de 700 conteúdos de treinamento online.

A Universidade Corporativa contará com uma ampla oferta de cursos para atender às demandas de diversos setores. A primeira trilha busca suprir a forte demanda de mão de obra no varejo, com a criação da Escola de Varejo e o curso “Supermercado: do negócio à operação”, voltado para filhos de colaboradores com idade entre 16 e 24 anos.

O curso será no formato híbrido, com quatro meses de duração, e é fruto de uma parceria com o Senac, que disponibilizará inicialmente 400 vagas. Além da possibilidade de contratação, será organizado um hackathon ao final do curso, para encontrar soluções para desafios do negócio, com premiação para as melhores propostas.

Também já estão previstas soluções educacionais como a Escola de Formação para Agentes de Viagem, Padrão de Atendimento na área de finanças, Escola de Logística e de Perecíveis, entre outros treinamentos que promovem desenvolvimento e ampliam as possibilidades de promoções.

No último ano, mais de quatro mil colaboradores foram promovidos em função dos cursos oferecidos pelo Grupo Pereira. Com a UGP, a companhia pretende assegurar uma atuação integrada de educação, capacitando e desenvolvendo talentos para a formação de times de alta performance.

Imagem: Divulgação

 

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

Introdução: o novo cenário do varejo farmacêutico brasileiro

O varejo farmacêutico brasileiro passa por uma transformação acelerada. Atualmente, a digitalização dos processos, o avanço do e-commerce e o comportamento omnicanal do consumidor mudaram o setor. Além disso, grandes redes avançam sobre cidades médias e pequenas. Como consequência, a competição aumentou de forma significativa.

Nesse contexto, a profissionalização deixou de ser diferencial. Hoje, ela se tornou condição básica de sobrevivência. Portanto, farmácias que não investem em gestão, tecnologia e dados perdem margem, eficiência e relevância. Por esse motivo, o modelo tradicional, focado apenas no operacional, já não sustenta crescimento consistente.

A realidade das farmácias de pequeno porte no Brasil

Atualmente, mais de 56% das farmácias brasileiras faturam abaixo de R$ 150 mil por mês. Esse nível de receita limita investimentos e, ao mesmo tempo, dificulta a evolução do negócio. Na prática, muitas dessas lojas operam com baixa maturidade de gestão.

Além disso, o lucro médio mensal varia entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Assim, sobra pouco espaço para reinvestir. Consequentemente, fica difícil contratar equipe, ampliar horários, digitalizar canais ou corrigir falhas estruturais. Sem escala, o pequeno varejista não compete em preço e, da mesma forma, não profissionaliza áreas estratégicas.

Segundo Ricardo Kunimi, CEO da Farmais, esse é o principal ponto de alerta do setor. Para ele, o cenário exige ação imediata. “No varejo atual, ou a farmácia cresce em estrutura, método e escala, ou fica estagnada. Operações muito pequenas não geram margem para investir no próprio futuro.”

Projeto Crescer Farmais: uma resposta prática ao novo varejo

Diante desse cenário, o Grupo Farmais criou o Projeto Crescer. A iniciativa redefine o modelo de suporte da rede. Nesse sentido, o projeto adota uma gestão segmentada, baseada no estágio real de cada farmácia.

Assim, o apoio deixa de ser genérico. Em vez disso, ele passa a ser direcionado, técnico e mensurável. Além disso, o foco está nas farmácias com faturamento abaixo de R$ 150 mil, onde o impacto da metodologia se mostra mais relevante.

Segmentação inteligente: quatro níveis de maturidade

Atualmente, a Farmais possui mais de 250 unidades no país. Por isso, a rede mapeou todas as lojas e definiu quatro níveis de faturamento e maturidade operacional. O objetivo não é criar hierarquias. Pelo contrário, o foco é ajustar o suporte à realidade de cada operação.

Para Ricardo Kunimi, a mudança está na forma de apoiar o franqueado. Segundo ele, cada loja vive uma realidade diferente. Dessa forma, o Projeto Crescer não existe para corrigir erros pontuais. Ele entrega um modelo de gestão adequado ao estágio do negócio.

O que é o Projeto Crescer Farmais

O Projeto Crescer foi criado para melhorar o desempenho das farmácias de menor porte. Para isso, o programa atua em três frentes principais: gestão por dados, eficiência operacional e digitalização.

Gestão por dados e controle financeiro

No eixo financeiro, o projeto analisa toda a rotina da farmácia. Inicialmente, a equipe avalia indicadores como margem, CMV, despesas, DRE, escalas, perdas e giro de estoque.

Com base nesses dados, o time corrige inconsistências, reorganiza o mix e ajusta preços. Dessa maneira, a gestão deixa de ser intuitiva e passa a ser orientada por números claros.

Estratégia comercial apoiada por BI

No eixo comercial, o Projeto Crescer revisa preços, posicionamento e mix de produtos. Além disso, todo o trabalho conta com o apoio do Farmais PRO, a plataforma de BI da rede.

Por meio da ferramenta, o franqueado analisa categorias, curva ABC, margem e ruptura. Assim, ele toma decisões mais rápidas e eficientes.

Digitalização e vendas on-line

A digitalização representa um pilar central do projeto. Nesse eixo, o Crescer atua na estruturação do iFood, na revisão de catálogo, na padronização de imagens e no ajuste do raio de entrega.

Além disso, o programa ativa o marketplace Farmais e fortalece os canais de vendas on-line. Todo o processo envolve equipes de operações, marketing, BI e campo. Por fim, os planos de ação são semanais e contam com metas claras.

O impacto prático do Projeto Crescer Farmais

Thiago Cosso, franqueado em São Carlos (SP), representa o perfil típico do pequeno varejo farmacêutico. Atualmente, sua farmácia atende a comunidade local e enfrentava desafios de gestão, estoque e digitalização.

Antes do projeto, Thiago lidava com oscilações de faturamento e dificuldade para definir prioridades. Mesmo com apoio da rede, ele se sentia sobrecarregado pela rotina. “A operação consome. Por isso, você entra no automático”, relata.

Com a implantação do Projeto Crescer, o acompanhamento tornou-se mais técnico. Inicialmente, o trabalho começou pela reorganização do estoque. A equipe identificou produtos sem giro acima de 90 dias e revisou curvas C e D.

Em seguida, o mix foi redesenhado com apoio do Farmais PRO. Como resultado, categorias estratégicas passaram a incluir mais itens da marca própria Etterna, o que aumentou a margem da loja.

Na sequência, o digital foi reestruturado. O iFood recebeu novo catálogo, imagens corretas e disponibilidade ajustada. Como consequência, o canal dobrou de volume já na primeira semana.

Resultados claros e crescimento sustentável

Com o apoio do consultor, Thiago passou a seguir um plano de ação semanal. Além disso, ele reorganizou escalas, padronizou processos e retomou o horário integral.

Após quatro meses, o faturamento médio saiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil mensais. Além disso, a projeção indica R$ 120 mil ao fim do ciclo. Para o franqueado, o Projeto Crescer trouxe direção. “Não é milagre. É método”, afirma.

Projeto Crescer: uma mudança estrutural na Farmais

O Projeto Crescer Farmais não representa uma ação pontual. Pelo contrário, ele simboliza uma mudança no modelo de gestão da rede. A iniciativa começou com sete lojas piloto e hoje acompanha entre 40 e 50 unidades.

Em um varejo cada vez mais competitivo, crescer deixou de ser opção. Portanto, tornou-se necessidade. O Projeto Crescer mostra que, com método, dados e foco, farmácias de pequeno porte podem crescer de forma sustentável.

Imagem de Divulgação
Por: Victoria Ribeiro Souza
          Economidia
 Revisão de texto: José Marques

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O Poder da Simetria no Visual Merchandising: Como Organizar Vitrines que Vendem Mais

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O Poder da Simetria no Visual Merchandising: Como Organizar Vitrines que Vendem Mais

Por que a simetria no visual merchandising importa tanto?

A simetria no visual merchandising organiza o olhar e transmite equilíbrio. Desde a Grécia Antiga, conceitos como proporção, harmonia e ordem orientam a criação de obras visuais. Hoje, esses mesmos princípios ajudam marcas a estruturar vitrines mais claras e sedutoras.

Quando aplicamos simetria, criamos uma sensação imediata de limpeza. Além disso, transmitimos profissionalismo e confiança. Como resultado, o cliente percorre a loja com mais conforto e permanece mais tempo no ambiente. Assim, aumentamos as chances de compra.


Como funciona a simetria na prática?

O ponto de partida: a linha imaginária

Para identificar a simetria no visual merchandising, trace uma linha imaginária no centro da vitrine. Em seguida, observe as duas metades. Se os elementos estiverem equilibrados em forma, cor, tamanho e proporção, a simetria está presente.

Essa técnica simples funciona em qualquer segmento. Além disso, facilita o planejamento da exposição e permite ajustes rápidos durante trocas de coleção.

A combinação entre cores e elementos

A simetria não se limita a dividir espaços. Ela depende também de combinação e harmonia. Ao escolher uma peça principal – como a estampa de uma camiseta –, você cria um ponto de partida visual. Depois disso, selecione outras peças que reforcem essa estética. Assim, a vitrine se torna coerente e atraente.

Essa estratégia melhora a percepção de valor da marca. Além disso, torna a experiência de compra mais fluida e convidativa.


A simetria aplicada em diferentes tipos de loja

A simetria no visual merchandising pode aparecer de várias formas:

Em lojas de roupas

  • Combinação de cores por tom ou contraste.

  • Repetição organizada de peças dobradas.

  • Manequins posicionados de forma equilibrada.

  • Acessórios alinhados para reforçar harmonia.

Em supermercados e hipermercados

Nesses ambientes, a simetria surge por meio de:

  • Espaçamentos uniformes.

  • Alturas iguais entre produtos semelhantes.

  • Agrupamentos por uso.

  • Degradês de cores nas prateleiras.

  • Exposição vertical, horizontal ou em blocos.

  • Sinalizações alinhadas e padronizadas.

A importância da sinalização simétrica

As etiquetas de preço, cartazes promocionais e placas informativas também devem seguir a lógica simétrica. Quando isso ocorre, o cliente percebe organização e clareza. Como resultado, a experiência de compra melhora significativamente.


Por que buscar simetria o tempo todo?

A simetria no visual merchandising deve ser permanente. Isso porque ela reforça uma identidade visual coerente e fortalece a percepção de valor do ambiente. Quando o cliente percebe beleza e ordem, o processo de compra se torna natural. Assim, ele confia mais na marca e compra com menos resistência.

Manter essa prática diariamente transforma a loja em um ambiente convidativo. Além disso, cria uma imagem profissional e alinhada às melhores práticas do varejo moderno.


FAQ: Perguntas frequentes sobre simetria no visual merchandising

1. A simetria precisa ser perfeita?

Não. Embora a simetria ajude muito, pequenas variações também funcionam, desde que mantenham harmonia.

2. Posso usar simetria em vitrines pequenas?

Sim. Na verdade, vitrines pequenas se beneficiam ainda mais dessa organização, porque parecem maiores e mais organizadas.

3. Cores fazem diferença na simetria?

Sim. Cores guiam o olhar e criam equilíbrio visual. Por isso, devem ser escolhidas com cuidado.

4. Simetria aumenta vendas?

Indiretamente, sim. Um ambiente organizado aumenta o tempo de permanência e a percepção de valor, fatores que impulsionam vendas.

Imagem de José Marques

por: José Marques

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O aquecimento global passa pelo que comemos — e pelo que desperdiçamos

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O aquecimento global passa pelo que comemos — e pelo que desperdiçamos

O desperdício de alimentos entrou de vez no centro do debate climático. Apesar de muita gente focar apenas em energia, carbono ou indústria, parte das soluções mais rápidas e baratas está literalmente na nossa cozinha. Além disso, o tema ganhou força global com o movimento Food Waste Breakthrough, que traz novo ritmo ao compromisso de cortar pela metade o desperdício até 2030. E, como você vai ver, isso muda totalmente o jogo climático.


Por que o desperdício de alimentos pesa tanto no clima

O desperdício de alimentos gera impactos gigantes. Ele responde por quase 10% das emissões globais de gases de efeito estufa. Além disso, grande parte dessas emissões vem do metano, que é muito mais potente que o CO₂. Para deixar mais claro: o metano aquece o planeta 86 vezes mais que o dióxido de carbono em 20 anos. Portanto, ignorar esse fator é praticamente entregar pontos na luta climática.

Além disso, projeções mostram que a quantidade de comida descartada pode dobrar até 2050, caso nada mude. Assim, o problema se tornará ainda mais difícil de controlar.


A urgência por soluções globais

O Food Waste Breakthrough surgiu porque o mundo precisa agir rápido. Apesar do compromisso do ODS 12.3 existir desde 2015, a agenda não avançou na velocidade necessária. Agora, pela primeira vez, ele entra diretamente na estratégia climática internacional. Isso importa bastante, já que:

  • 19% dos alimentos globais se perdem no consumo,

  • 13% se perdem antes do varejo,

  • 733 milhões de pessoas enfrentam fome.

Ou seja, enquanto comida vai parar no lixo, milhões não têm acesso ao básico. Isso cria um paradoxo ambiental, econômico e social difícil de justificar. Além disso, tratar o tema com seriedade abre espaço para políticas públicas que realmente funcionam.


O papel do Brasil como protagonista

Cidades liderando a mudança
O Brasil entrou no mapa como liderança global no combate ao desperdício de alimentos. Junto com Japão e Reino Unido, o país forma a linha de frente do Breakthrough. Além disso, cidades como Curitiba, Florianópolis e Rio de Janeiro se destacam com políticas inovadoras de resíduos e alimentação.

Como 70% do consumo global de comida acontece em áreas urbanas — número que deve chegar a 80% até 2050 —, as cidades viram palco de transformações essenciais. Para completar, muitos municípios têm resíduos orgânicos como principal material aterrado. Portanto, reduzir esse volume também reduz emissões de metano em larga escala.

Os três pilares do Food Waste Breakthrough

1. Mobilização e mudança de comportamento
O movimento fortalece campanhas, parcerias e ações que estimulam escolhas mais conscientes. Além disso, o avanço depende de governos, empresas e consumidores atuando juntos.

2. Padronização de métricas
Essa etapa unifica métodos de medição. Assim, fica muito mais fácil comparar resultados, criar políticas sólidas e acompanhar o impacto real.

3. Conexão entre financiamento e implementação
Por fim, o Breakthrough conecta quem financia, quem executa e quem regula. Isso acelera projetos e ajuda a escalar soluções eficientes.


Oportunidade para impacto rápido e mensurável

Reduzir o desperdício de alimentos é uma das soluções climáticas mais acessíveis. Além disso, gera resultados rápidos, diminui emissões, economiza recursos naturais e amplia a oferta de comida sem exigir expansão agrícola. Portanto, é eficiência pura.

A COP30, em Belém, chega como marco ideal para consolidar esses compromissos. E, se a década atual for bem aproveitada, teremos uma virada histórica na relação entre cidades, comida e clima.


FAQ – Perguntas frequentes

1. O que é o Food Waste Breakthrough?
É uma iniciativa global que acelera o compromisso de reduzir pela metade o desperdício de alimentos até 2030, alinhando clima, metano e segurança alimentar.

2. Por que o desperdício de alimentos gera tanto impacto ambiental?
Porque alimentos descartados liberam metano nos aterros. Esse gás aquece o planeta muito mais rápido que o CO₂.

3. O Brasil realmente tem liderança nessa agenda?
Sim! O país aparece entre os protagonistas e tem cidades com políticas avançadas, como Curitiba, Florianópolis e Rio de Janeiro.

4. Reduzir desperdício melhora a economia?
Com certeza. Reduz custos, aumenta eficiência, diminui pressão sobre produção agrícola e melhora indicadores ambientais.

 Texto elaborado com base em matéria produzida por Marco Perlman, cofundador e CEO da Aravita, startup de inteligência artificial que ajuda varejistas a otimizar a gestão de FLV

Imagem: Pinterest

Por:José Marques

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