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O Futuro das Lojas de Rua: Soluções Reais para Pequenos e Médios Varejistas

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O Futuro das Lojas de Rua: Soluções Reais para Pequenos e Médios Varejistas

As lojas de rua vivem seu período mais desafiador em décadas. O fluxo caiu, os custos aumentaram e o e-commerce dominou preferências. O consumidor encontrou preços competitivos, conveniência e entrega rápida. Dessa forma, muitos estabelecimentos físicos perderam relevância e movimento. Apesar disso, ainda existe oportunidade para pequenas e médias empresas que desejam se adaptar. O primeiro passo envolve compreender as transformações do mercado e, depois, aplicar estratégias realistas.

Ao analisar diferentes regiões brasileiras, percebemos padrões claros. O e-commerce concentrou milhares de lojistas e consumidores. Já centros comerciais tradicionais, como o Brás em São Paulo, o Saara e a Rua da Alfândega no Rio, continuam fortes porque reúnem variedade, serviços e fluxo constante. Por outro lado, lojas isoladas desaparecem rapidamente. No exterior, sobretudo em Orlando, quase não existe comércio de rua. Os consumidores preferem centros planejados com estacionamento, serviços e entretenimento. Além disso, bancos deixaram de gerar movimento, pois todos os serviços migraram para o celular.

Esse cenário levanta uma pergunta decisiva: como pequenos e médios varejistas podem se manter competitivos em 2025?


Por que as lojas de rua perderam força?

As lojas de rua foram protagonistas durante décadas. Contudo, o comportamento do consumidor mudou. O e-commerce ofereceu preços menores, variedade e logística eficiente. Assim, o comprador passou a fazer mais pedidos online. Além disso, serviços que sustentavam o fluxo local perderam relevância. Bancos, lotéricas e até assistência técnica foram substituídos por apps.

Outro indicador importante envolve a estrutura urbana. Ruas comerciais densas continuam competitivas porque atraem movimento orgânico. Em contrapartida, locais isolados não conseguem competir. O consumidor evita deslocamentos longos quando encontra tudo no celular. Por isso, lojas físicas fora de corredores comerciais perdem competitividade.

Um ponto adicional reforça esse desequilíbrio: o e-commerce popularizou o frete grátis. Assim, deslocar-se até uma loja tornou-se menos vantajoso. Isso exige uma resposta estratégica dos pequenos varejistas.


Soluções práticas para pequenos e médios varejistas

A seguir, apresento soluções objetivas para quem opera lojas de rua e deseja ampliar competitividade.


1. Migrar para regiões de fluxo consolidado

Lojas isoladas perderam força. Por isso, varejistas precisam considerar a migração para corredores comerciais consolidados. Áreas como o Brás, Saara ou centros regionais atraem consumidores porque concentram ofertas. Essa mudança reduz custos de marketing e aumenta o fluxo natural. Embora exija investimento, traz maior chance de sobrevivência. Mas também não se pode esquecer que o valor do alugel precisa ser muito bem negociado.


2. Criar uma presença digital mínima e obrigatória

Nenhuma loja de rua pode depender apenas do ponto físico. Dessa forma, é essencial construir uma presença digital simples e eficiente. O mínimo recomendado inclui:

  • Cadastrar produtos em marketplaces.

  • Criar catálogo no WhatsApp.

  • Ativar o Google Meu Negócio.

  • Manter redes sociais atualizadas.

  • Oferecer retirada rápida na loja.

A integração permite aumentar vendas e, ao mesmo tempo, gerar tráfego físico.


3. Usar a loja física como diferencial de experiência

A experiência se tornou um ativo estratégico. O digital oferece preço, porém não entrega toque, proximidade ou orientação humana. Assim, vale investir em:

  • Visual atraente e vitrines organizadas.

  • Atendimento consultivo.

  • Programas de fidelidade simples.

  • Brindes e serviços rápidos.

Essa estratégia aumenta o vínculo emocional e gera valor.


4. Aumentar o mix de serviços

Centros comerciais de sucesso não vivem só de vendas. Eles oferecem serviços úteis. Por isso, lojas de rua podem ampliar sua proposta. É possível incluir ajustes, personalização, instalação e suporte. Esses serviços criam motivos reais para retorno.


5. Transformar a loja em ponto logístico

O consumidor gosta de decidir online, mas deseja receber no mesmo dia. Assim, a loja pode operar como ponto de retirada imediata. Essa função aumenta a competitividade diante do e-commerce.


6. Oferecer estacionamento gratuito quando possível

O e-commerce popularizou o frete grátis. Por isso, deslocar-se até uma loja precisa compensar. Lojas de rua menores podem adotar estacionamento gratuito em parceria com estacionamentos próximos. Esse benefício reduz atrito, aumenta conversão e melhora a experiência. É uma resposta prática ao principal atrativo do digital.


7. Participar de marketplaces regionais ou nichados

Os marketplaces ampliam alcance e equilibram o fluxo. Plataformas regionais ajudam lojistas que desejam vender além da sua rua sem perder identidade. A estratégia reduz custos e fortalece a presença local e nacional.


Conclusão

As lojas de rua enfrentam um cenário complexo. Entretanto, ainda existe espaço para quem se adapta. O varejo físico não acabou. Ele apenas mudou. Lojas isoladas desaparecerão, mas lojas bem posicionadas sobreviverão. O futuro pertence a quem combina localização, experiência, serviços e tecnologia.


Perguntas Frequentes

1. As lojas de rua vão acabar?
Não. Elas vão se transformar. Lojas isoladas perderão força, mas centros comerciais permanecerão relevantes.

2. Vale a pena investir em marketplaces?
Sim. Eles ampliam alcance, fortalecem vendas e aumentam visibilidade.

3. A loja física ainda tem vantagens?
Sim. Experiência, contato humano e retirada rápida continuam decisivos.

4. Como atrair clientes para uma loja de rua?
Combine presença digital, serviços úteis, atendimento excelente e promoções locais.

Imagem: Pinterest

Por: José Marques

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades


A Restaurant Brands International (RBI) concluiu um acordo previamente anunciado com a gestora asiática CPE para expandir a operação do Burger King China. Com o fechamento da transação, a CPE investiu US$ 350 milhões em capital primário na joint venture e passou a deter aproximadamente 83% da operação na China. A RBI manteve uma participação minoritária de 17% e um assento no conselho de administração.

Além disso, uma afiliada integral do Burger King China firmou um contrato-mestre de desenvolvimento com duração de 20 anos, que concede direitos exclusivos para desenvolver a marca Burger King no país. Com isso, CPE e RBI planejam ampliar a rede de restaurantes na China de cerca de 1.250 unidades atualmente para mais de 4.000 até 2035.

Leia também: Burger King colocará operações na Argentina à venda

Segundo a RBI, a parceria internacional combina a marca e os produtos globais do Burger King com a experiência local da CPE no mercado chinês. A rede Burger King opera atualmente mais de 19 mil restaurantes em mais de 120 países e territórios.

Em comunicado, o CEO da RBI, Josh Kobza, afirmou que a China segue como um mercado estratégico para a marca. “A China continua sendo uma das mais importantes oportunidades de crescimento de longo prazo para a marca Burger King no mundo. Com a CPE como parceira e uma estratégia clara focada em qualidade dos alimentos, execução nas operações e relevância da marca, acreditamos que o Burger King China está bem posicionado para construir um negócio sustentável e de alta qualidade”, disse.

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02


Mesmo com popularização das datas duplas, brasileiros ainda preferem Black FridayO aiqfome realizou, no dia 2 de fevereiro, uma campanha nacional com frete grátis como parte de sua estratégia comercial para datas duplas. A ação foi válida em mais de 20 estados brasileiros e contemplou não apenas restaurantes, mas também categorias como supermercados, farmácias, pet shops e outros serviços disponíveis na plataforma.

Durante a campanha, o aplicativo liberou cupons de entrega gratuita para todos os usuários, além de descontos adicionais em diferentes lojas, ampliando as possibilidades de consumo ao longo do dia. A iniciativa buscou estimular tanto novos pedidos quanto a experimentação de categorias além da alimentação, como compras de mercado e pedidos de botijão de gás.

Segundo Igor Remigio, cofundador e CEO do aiqfome, o frete grátis teve papel decisivo na escolha do consumidor e contribuiu para aumentar as vendas e a fidelização. De acordo com o executivo, ações pontuais como essa incentivam usuários a conhecer novas lojas e produtos, tornando as datas com números repetidos um marco no calendário promocional anual da empresa.

“Oferecer entrega grátis em datas pontuais como essa, pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas e fidelizar clientes. De uma forma comum e totalmente orgânica, o cliente que nunca pediu naquela loja, cogita conhecer um novo prato ou pedir um novo item com essa vantagem financeira. O 02/02 não é só para restaurantes, o usuário pode aproveitar para realizar, inclusive, um pedido de botijão de gás, mercado, farmácia, pet shop, ou qualquer outra categoria com a entrega zerada. A ideia é transformar as datas iguais em um marco dentro do nosso calendário promocional anual”, ressalta Remigio.

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?


Os perfumes árabes vêm conquistando espaço no mercado global de fragrâncias e, nos últimos anos, tornaram-se uma forte tendência também no varejo brasileiro. Conhecidos por sua intensidade, fixação prolongada e composições sofisticadas, esses perfumes carregam séculos de tradição cultural e um apelo de luxo que desperta o interesse de consumidores cada vez mais exigentes.

Para lojistas e profissionais do varejo, entender o que são os perfumes árabes, quais são suas principais características e por que eles têm tanta aceitação no mercado é essencial para aproveitar esse movimento de consumo.

O que são perfumes árabes?

Os perfumes árabes têm origem no Oriente Médio, especialmente em países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Omã e Kuwait. Diferentemente da perfumaria ocidental, que costuma priorizar fragrâncias mais leves e frescas, a perfumaria árabe valoriza aromas intensos, marcantes e profundamente sensoriais.

Esses perfumes são inspirados em rituais antigos, na hospitalidade árabe e na relação histórica da região com especiarias, resinas, madeiras nobres e óleos essenciais. O uso do perfume no mundo árabe vai além da estética: ele está ligado à identidade, à espiritualidade e à celebração.

Principais características dos perfumes árabes

Uma das primeiras diferenças percebidas por quem experimenta um perfume árabe é a sua alta concentração de essência. Muitos deles são produzidos como eau de parfum, extrait de parfum ou até mesmo em óleo, o que garante maior fixação e projeção.

Entre as principais características, destacam-se:

  • Fixação prolongada: é comum que a fragrância permaneça na pele por mais de 8 a 12 horas.
  • Projeção intensa: são perfumes que “marcam presença”, ideais para quem gosta de aromas envolventes.
  • Notas quentes e profundas: predominam acordes amadeirados, orientais e adocicados.
  • Composição sofisticada: uso frequente de matérias-primas nobres e combinações complexas.

Ingredientes mais comuns na perfumaria árabe

Os perfumes árabes se destacam pelo uso de ingredientes tradicionais do Oriente Médio, muitos deles pouco explorados na perfumaria ocidental. Entre os mais comuns, estão:

  • Oud (agarwood): considerado um dos ingredientes mais valiosos da perfumaria mundial, tem aroma amadeirado, intenso e levemente esfumaçado.
  • Âmbar: traz calor, profundidade e sensualidade às fragrâncias.
  • Almíscar: confere fixação e um toque aveludado.
  • Rosa de Damasco: muito utilizada em perfumes árabes femininos e unissex.
  • Especiarias: como açafrão, canela, noz-moscada e cardamomo.
  • Baunilha: geralmente combinada com madeiras e resinas, criando perfumes adocicados e envolventes.

Perfumes árabes femininos, masculinos e unissex

Embora exista uma segmentação por gênero, é importante destacar que a perfumaria árabe tradicionalmente trabalha muito bem com fragrâncias unissex. No Oriente Médio, o perfume é visto como uma extensão da personalidade, não como um produto limitado por gênero.

  • Femininos: costumam destacar notas florais intensas (como rosa e jasmim), combinadas com âmbar, baunilha e madeiras.
  • Masculinos: valorizam o oud, couro, especiarias e acordes amadeirados mais secos.
  • Unissex: equilibram dulçor, madeira e especiarias, sendo uma categoria em forte crescimento no varejo.

Por que esses perfumes estão em alta no Brasil?

O crescimento da demanda por perfumes árabes no Brasil está ligado a diferentes fatores. Um deles é o cansaço do consumidor com fragrâncias muito similares no mercado tradicional. Os perfumes árabes oferecem algo diferente: identidade, intensidade e originalidade.

Além disso, redes sociais como TikTok e Instagram impulsionaram essa tendência. Vídeos de resenhas, comparações e “perfumes que exalam riqueza” popularizaram marcas árabes e despertaram a curiosidade de novos consumidores.

Outro ponto relevante é o excelente custo-benefício. Muitas marcas árabes entregam fragrâncias com alta fixação e sofisticação por preços mais competitivos do que perfumes importados de grifes europeias.

Principais marcas de perfumes árabes no mercado

Atualmente, algumas marcas se destacam no varejo internacional e brasileiro, como:

Essas marcas oferecem portfólios amplos, com perfumes inspirados em fragrâncias famosas e também criações autorais, atendendo desde o consumidor iniciante até o mais exigente.

Oportunidades para o varejo físico e online

Para o varejo, os perfumes árabes representam uma oportunidade estratégica de diferenciação. Eles atraem um público interessado em novidades, luxo acessível e experiências sensoriais mais intensas.

No varejo físico, o ideal é investir em:

  • Provadores e testers
  • Treinamento da equipe para explicar notas e fixação
  • Exposição que valorize o apelo sofisticado do produto

No e-commerce, as seguintes estratégias podem aumentar a taxa de conversão:

  • Descrições detalhadas de fragrância
  • Conteúdo educativo (blogs e vídeos)
  • SEO focado em termos como “perfume árabe feminino”, “perfume árabe importado” e “perfume árabe fixação alta”

Perfumes árabes e o futuro da perfumaria no varejo

A ascensão dos perfumes árabes indica uma mudança no comportamento do consumidor, que busca mais personalidade, exclusividade e intensidade. Para o varejo, acompanhar essa tendência é uma forma de se manter relevante em um mercado cada vez mais competitivo.

Com tradição, inovação e forte apelo sensorial, os perfumes árabes deixaram de ser um nicho e se consolidam como uma categoria estratégica para lojistas que desejam ampliar seu mix de produtos e atender a novas demandas de consumo.

Imagem: Unsplash



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