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Franquias de vinhos: o crescimento do setor e o novo comportamento do consumidor brasileiro

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Franquias de vinhos: o crescimento do setor e o novo comportamento do consumidor brasileiro


O mercado de franquias de vinhos no Brasil vive um momento de transformação estrutural. O que antes era visto como um nicho restrito a consumidores altamente especializados passou a ocupar um espaço cada vez mais relevante no varejo, impulsionado pela sofisticação do paladar do brasileiro, pela valorização de produtos premium e pela busca por experiências de compra mais completas e personalizadas.

Nos últimos anos, o consumo de vinho no Brasil apresentou crescimento consistente. De acordo com dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o consumo per capita de vinho no país cresceu cerca de 11% entre 2019 e 2023, mesmo em um cenário econômico desafiador. Embora o Brasil ainda esteja distante de mercados tradicionalmente maduros, como França, Itália e Portugal, o vinho deixou de ser um produto ocasional e passou a integrar com mais frequência a rotina de consumo, especialmente nas classes A e B e em centros urbanos de médio e grande porte.

Esse movimento tem impacto direto sobre o varejo especializado e, consequentemente, sobre as franquias de vinhos. À medida que o consumidor se torna mais exigente e informado, cresce a demanda por lojas que não apenas vendam rótulos, mas ofereçam curadoria, orientação, conteúdo e relacionamento. Nesse contexto, o franchising surge como um modelo capaz de escalar esse tipo de experiência mantendo padrão, qualidade e identidade de marca.

O novo consumidor de vinho no Brasil

Para entender a expansão das franquias de vinhos, é fundamental analisar a mudança no comportamento do consumidor brasileiro. Pesquisas recentes da Wine Intelligence apontam que o público consumidor de vinhos no Brasil está mais jovem, mais conectado e mais aberto à experimentação. O perfil do consumidor médio já não se limita a ocasiões especiais; o vinho passa a ser associado a momentos cotidianos, encontros informais e experiências gastronômicas em casa.

Além disso, há um crescimento significativo no interesse por vinhos premium e super premium. Segundo dados da Ideal Consulting, os vinhos importados com ticket médio mais elevado foram os que apresentaram maior crescimento percentual em volume nos últimos anos. Esse fenômeno está diretamente ligado à busca por qualidade, origem, história e autenticidade — atributos que dificilmente são percebidos em canais de venda massificados.

O consumidor atual quer entender o que está comprando. Ele valoriza informações sobre terroir, produtor, método de vinificação e harmonização. Esse comportamento cria um ambiente favorável para lojas especializadas, que atuam como pontos de educação e relacionamento, e não apenas como canais de venda. É nesse espaço que as franquias de vinhos encontram terreno fértil para expansão.

Franquias de vinhos como modelo de crescimento estruturado

O franchising tem se mostrado um modelo especialmente adequado para o segmento de vinhos. Diferentemente de negócios independentes, que dependem fortemente do conhecimento individual do proprietário, as franquias de vinhos operam com curadoria centralizada, processos padronizados e suporte contínuo. Isso permite escalar o negócio sem perder consistência, um fator crítico em um mercado baseado em confiança e credibilidade.

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de Alimentação Especializada e Varejo Premium — onde se inserem muitas franquias de vinhos — apresentou crescimento acima da média do franchising nacional em 2023 e 2024. O modelo atrai tanto empreendedores apaixonados pelo produto quanto investidores interessados em negócios com maior valor agregado e menor exposição a modismos de curto prazo.

Outro ponto relevante é a previsibilidade operacional. As franquias de vinhos costumam trabalhar com mix bem definido, controle rigoroso de estoque, logística estruturada e sistemas de gestão integrados. Em um mercado sensível à sazonalidade e à variação cambial, essa organização é um diferencial competitivo importante.

Lojas especializadas como hubs de experiência e relacionamento

Um dos principais fatores que explicam o avanço das franquias de vinhos é a transformação das lojas físicas em hubs de experiência. Diferentemente do varejo tradicional, essas lojas não competem apenas por preço ou conveniência, mas por relevância e vínculo com o cliente.

Degustações guiadas, eventos temáticos, cursos introdutórios, encontros com produtores e experiências sensoriais passaram a fazer parte da rotina dessas operações. A loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a ser um espaço de convivência, aprendizado e troca. Esse modelo atende a um consumidor que busca mais do que o produto final — busca contexto, história e pertencimento.

Além disso, as lojas especializadas cumprem um papel estratégico no relacionamento de longo prazo. Programas de fidelidade, clubes de assinatura, recomendações personalizadas e atendimento consultivo criam uma relação contínua entre marca e cliente. Para o franchising, isso representa maior recorrência de compra e aumento do lifetime value do consumidor.

O papel da curadoria e da educação no sucesso das franquias de vinhos

A curadoria é um dos ativos mais importantes das franquias de vinhos. Em um mercado com milhares de rótulos disponíveis, a capacidade de selecionar, organizar e apresentar o portfólio de forma clara é determinante para a experiência do cliente. Franquias bem estruturadas investem em equipes treinadas, materiais educativos e comunicação clara no ponto de venda.

A educação do consumidor também se torna um diferencial competitivo. Segundo pesquisa da Kantar Worldpanel, consumidores que se sentem mais confiantes em relação ao produto tendem a gastar mais e a experimentar novos rótulos com maior frequência. Ao oferecer conteúdo e orientação, as franquias de vinhos não apenas vendem mais, mas constroem autoridade.

Esse aspecto educacional reforça a percepção de valor e justifica preços mais elevados, especialmente no segmento premium. Em vez de competir com supermercados ou marketplaces puramente transacionais, as franquias se posicionam como especialistas, criando uma barreira de diferenciação difícil de replicar.

A importância do posicionamento de marca no franchising de vinhos

O crescimento das franquias de vinhos também está diretamente ligado à clareza de posicionamento das marcas. Em um mercado cada vez mais competitivo, não basta vender vinho; é preciso comunicar um propósito claro, um estilo de vida e uma proposta de valor consistente.

Algumas redes se posicionam como especialistas em vinhos de terroir, outras focam em rótulos internacionais consagrados, enquanto há aquelas que apostam na democratização do consumo com curadoria acessível. Independentemente da estratégia, o sucesso depende da coerência entre discurso, portfólio, experiência de loja e atendimento.

Nesse contexto, a padronização proporcionada pelo franchising é um aliado poderoso. Ela garante que a experiência entregue ao cliente seja consistente em diferentes unidades, fortalecendo a marca e aumentando a confiança do consumidor.

Ville du Vin e a consolidação do modelo especializado

Dentro desse cenário de crescimento e profissionalização das franquias de vinhos, a Ville du Vin se destaca como um exemplo de rede que aposta na especialização, na curadoria e na experiência como pilares de expansão. A marca construiu um modelo de franquia voltado para lojas especializadas, com foco em relacionamento, educação do consumidor e portfólio qualificado.

A Ville du Vin atua com um conceito que valoriza o atendimento consultivo e a experiência no ponto de venda, oferecendo aos franqueados suporte em curadoria, layout, treinamento e gestão. Esse modelo permite que a rede cresça mantendo padrão e identidade, ao mesmo tempo em que se adapta às particularidades regionais do mercado brasileiro.

O caso da Ville du Vin ilustra uma tendência mais ampla: a consolidação de franquias de vinhos como canais estratégicos para marcas que desejam crescer de forma estruturada, sem abrir mão da qualidade e da reputação. Em um setor onde confiança é fundamental, esse equilíbrio é decisivo.

Desafios e oportunidades para as franquias de vinhos

Apesar do cenário favorável, o segmento de franquias de vinhos enfrenta desafios relevantes. A variação cambial impacta diretamente o custo dos vinhos importados, exigindo gestão financeira rigorosa e estratégias de precificação bem definidas. Além disso, a logística e o controle de estoque demandam atenção constante, especialmente em relação à conservação dos produtos.

Outro desafio está na formação de equipes qualificadas. O atendimento consultivo exige conhecimento técnico e habilidade de comunicação, o que implica investimento contínuo em treinamento. Redes que negligenciam esse aspecto tendem a perder competitividade.

Por outro lado, as oportunidades são expressivas. O avanço do e-commerce, integrado ao ponto físico, permite estratégias omnichannel mais eficientes. Clubes de assinatura, vendas corporativas e parcerias com o setor gastronômico ampliam as fontes de receita e fortalecem a presença da marca.

Um mercado em amadurecimento

As franquias de vinhos refletem um mercado em amadurecimento, no qual o consumo deixa de ser impulsivo e passa a ser mais consciente e orientado por experiência. O crescimento do setor não se sustenta apenas em volume, mas em valor agregado, relacionamento e posicionamento.

Trata-se de um segmento que combina paixão pelo produto com racionalidade de gestão. Para o consumidor, representa acesso a experiências mais ricas, informativas e personalizadas. E para o varejo brasileiro, sinaliza uma evolução em direção a modelos mais especializados e sustentáveis.

Imagem: Envato

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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?

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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?


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– Mínimo 600 palavras
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– Palavra-chave repetida estrategicamente
– Seção FAQ no final com exatamente 4 perguntas e respostas sobre o tema

Conteúdo original:

Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.

Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.

O que são meios de pagamento?

Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.

Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.

Principais tipos de meios de pagamento

1. Dinheiro em espécie

Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.

Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.

Vantagens:

Desvantagens:

  • Dificuldade de controle financeiro;
  • Falta de segurança.

2. Cartões de crédito e débito

Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.

Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..

Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.

Vantagens:

  • Conveniência;
  • Aumento das vendas por parcelamento.

Desvantagens:

  • Taxas para o lojista;
  • Prazo de recebimento (no crédito).

3. Transferências bancárias

Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.

Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.

Vantagens:

  • Segurança;
  • Baixo custo em alguns casos.

Desvantagens:

  • Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
  • Menos prático para o consumidor final.

4. Pagamentos instantâneos

Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.

Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.

Vantagens:

  • Liquidação imediata;
  • Baixo custo;
  • Alta adesão do público.

Desvantagens:

  • Dependência de tecnologia;
  • Necessidade de atenção à segurança.

5. Carteiras digitais

Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.

Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.

Vantagens:

  • Agilidade;
  • Melhor experiência do usuário.

Desvantagens:

6. Boletos bancários

Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.

Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.

Vantagens:

  • Inclusão financeira;
  • Sem necessidade de cartão.

Desvantagens:

  • Prazo de compensação;
  • Maior risco de abandono de compra.

Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio

A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:

Perfil do público-alvo

Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.

Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.

Tipo de negócio

O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.

Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.

Custos e taxas envolvidos

Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.

Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.

Experiência do cliente

A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.

Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.

Aumento da conversão de vendas

Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.

Inclusão de diferentes perfis de clientes

A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.

Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento

Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.

Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.

Imagens: Freepik

Faça uma segunda revisão do conteúdo abaixo garantindo OBRIGATORIAMENTE que 25% ou mais das palavras sejam de transição, 90% das frases estejam na voz ativa e nenhuma frase tenha mais de 25 palavras. Mantenha toda a estrutura HTML e o FAQ. Retorne apenas o conteúdo revisado sem comentários:

Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.

Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.

O que são meios de pagamento?

Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.

Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.

Principais tipos de meios de pagamento

1. Dinheiro em espécie

Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.

Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.

Vantagens:

Desvantagens:

  • Dificuldade de controle financeiro;
  • Falta de segurança.

2. Cartões de crédito e débito

Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.

Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..

Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.

Vantagens:

  • Conveniência;
  • Aumento das vendas por parcelamento.

Desvantagens:

  • Taxas para o lojista;
  • Prazo de recebimento (no crédito).

3. Transferências bancárias

Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.

Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.

Vantagens:

  • Segurança;
  • Baixo custo em alguns casos.

Desvantagens:

  • Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
  • Menos prático para o consumidor final.

4. Pagamentos instantâneos

Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.

Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.

Vantagens:

  • Liquidação imediata;
  • Baixo custo;
  • Alta adesão do público.

Desvantagens:

  • Dependência de tecnologia;
  • Necessidade de atenção à segurança.

5. Carteiras digitais

Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.

Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.

Vantagens:

  • Agilidade;
  • Melhor experiência do usuário.

Desvantagens:

6. Boletos bancários

Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.

Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.

Vantagens:

  • Inclusão financeira;
  • Sem necessidade de cartão.

Desvantagens:

  • Prazo de compensação;
  • Maior risco de abandono de compra.

Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio

A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:

Perfil do público-alvo

Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.

Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.

Tipo de negócio

O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.

Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.

Custos e taxas envolvidos

Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.

Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.

Experiência do cliente

A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.

Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.

Aumento da conversão de vendas

Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.

Inclusão de diferentes perfis de clientes

A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.

Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento

Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.

Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.

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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira

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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira


A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.

O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.

Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.

Programação inclui convenção e debates sobre gestão

Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.

O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.

Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.

Conteúdo técnico aborda varejo e legislação

A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.

O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.

Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.

A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.

Gastronomia e políticas públicas em destaque

Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.

Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.

A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.

Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood

Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.

Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.

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A Era da Audiência – Central do Varejo

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A Era da Audiência – Central do Varejo


2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.

Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.

É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.

A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.

Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.

E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.

Boa semana!

Leia também: Uma guerra no meio do caminho


(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.

Imagem: Freepik

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