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Bastidores e insights: os destaques do Estúdio CM no CONAREC 2025

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Entre um painel e outro, o Estúdio Consumidor Moderno, espaço exclusivo no CONAREC 2025, tornou-se ponto de encontro de conversas sobre experiências, tecnologia e, claro, bastidores.

Localizado entre as arenas, o estúdio recebeu executivos, empreendedores e criadores de conteúdo que compartilharam suas visões sobre a experiência do cliente no Brasil.

Confira os principais destaques das entrevistas!

Experiência premium: luxo é sobre sentir

O que define uma experiência premium hoje? Para Daniela Valadão, Country Manager da Pandora, não se trata apenas do produto.

É como o cliente se sente em relação à marca. E como nós, marca, fazemos o cliente se sentir dentro das nossas operações. Passa pela qualidade, mas principalmente pela experiência no site, na loja física ou no Instagram.” Exclusividade, segundo ela, nasce da história de cada consumidor: “Podemos ter a mesma joia, mas o significado é único para cada pessoa”.

A empreendedora e influenciadora Natalia Beauty reforça a ideia: “O produto não é mais o fim, é o meio. O cliente consome para sentir, para expressar identidade. Quem eu sou hoje tem muito a ver com as marcas e serviços que consumo”. Para ela, marcas que ativam os cinco sentidos e geram pertencimento são as que permanecem vivas na memória.

Propósito e ousadia: o motor das marcas

Rony Meisler, cofundador da Reserva, deixou uma mensagem clara sobre propósito: “Os valores da marca precisam ser claros e curtos, para que todos decorem. No nosso caso, são três: o sonho é bom e grande, a mente deve estar sempre aberta, e o compromisso é tanto com as pessoas quanto com os resultados.”

Para ele, ousadia é o maior diferencial em um mercado massificado. “When they zig, we zag. Ser rebelde é ser você mesmo. Em um mundo em que todos querem ser iguais, ousar é o que destaca uma marca.”

Rony Meisler, cofundador da Reserva.

Economia da atenção: do hiperfoco ao contexto

Para o antropólogo Michel Alcoforado, não há mais espaço para comprar a atenção plena do consumidor. “A atenção que todo mundo busca não existe mais. Hiperfoco só acontece quando estamos sozinhos, e nesse caso, quando a marca entra, vira ruído.”

Para ele, as empresas precisam investir em atenção flexível e fragmentada: “Ou a marca se aproveita do contexto, ou entra na brecha para falar com o consumidor. Porque a atenção não existe mais”.

Tecnologia como meio, e não como fim

No setor automotivo, a Volkswagen surpreendeu o Brasil ao reunir Maria Rita e Elis Regina em um dueto viabilizado por Inteligência Artificial. Dois anos depois, Roger Corassa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Experiência da marca no Brasil, mantém a mesma visão. “Usamos a ‘IA do bem’ para emocionar e aproximar. Para mim, IA é meio, não fim. Ela acelera processos e melhora touchpoints, mas nada substitui o elemento humano, o contato e a paixão.”

No setor financeiro, Fabrício Dore, diretor de Experiência e Design do Itaú Unibanco, traz exemplos práticos: Pix no WhatsApp, assessor de investimentos por IA e 67% dos atendimentos digitais mediados pela tecnologia. “Entendemos que a dor do cliente era tempo, não o produto A ou B. Quando resolvemos necessidades reais, fazemos a diferença e ganhamos relevância.”

Guilherme Horn, head do WhatsApp para Índia, Indonésia e Brasil, destaca a força do conversacional: “O WhatsApp trouxe o ser humano para a transformação digital e a IA está potencializando esse movimento. Hoje, deixamos de ser um app de mensagens e nos tornamos uma plataforma para jornadas completas, inclusive para as empresas, do pré ao pós-venda, porque todos os clientes dela estão lá”.

IA para empoderar

Já a NVIDIA mostrou como a Inteligência Artificial é essencial. “Não estamos falando de ficção científica. É real, a IA já está mudando setores inteiros”, afirma Guilherme Fuhrken, gerente de Vendas Corporativas para a América Latina. Ele destaca a evolução da IA generativa para aplicações físicas, em robôs, drones e veículos autônomos e reforça: “O maior ganho está na criação de novos ecossistemas de inovação, nos quais empresas de diferentes segmentos conseguem acelerar soluções que pareciam distantes.”

No varejo, Maurício Turquenitch, do Azzas 2154, resume: “O encantamento acontece quando humano e tecnologia andam juntos”. Ele cita o uso de IA no WhatsApp das lojas: a ferramenta consulta estoque, monta o carrinho e agiliza o trabalho do vendedor. “Funciona porque empodera as pessoas, não as substitui.”

Conexão: da fogueira à Geração Z

Em sua estreia em eventos corporativos, a influenciadora Duda Guerra passou pelo Estúdio CM e deixou o recado: “A Geração Z quer transparência. Não adianta briefing burocrático. A gente quer cocriar, trazer nossa personalidade”. Para ela, marcas que entendem essa dinâmica conquistam mais seguidores e também relevância. “O influenciador sabe como falar com seu público. Deixar espaço para isso é o que faz a diferença.”

Bomtalvão, Camila Trianda, Mauricio Meirelles, Matheus Machado, mais conhecido como TET, e Duda Guerra.

Rogério Nicolai, Brazil Business Director do Pinterest, mostra que a plataforma está baseada em autenticidade: “Aqui, as pessoas não compartilham o passado, elas planejam o futuro. É uma relação de intencionalidade”. No Pinterest, dados entram a favor da representatividade: “A partir da escolha sobre tons de pele e tipos de cabelo, personalizamos a navegação. O Pinterest é um espaço positivo, onde as pessoas se sentem bem”.

Igor Coelho, CEO e fundador do Flow, defende a simplicidade como fonte de conexão. “O segredo está na conversa real. O Flow [podcast] é como sentar em volta da fogueira para contar histórias. Já ouvi muita gente dizer que parece que está sentado à mesa com a gente. Isso é conexão: eu levo meus medos, verdades e experiências para a conversa, levo tudo o que sou.”

Igor Coelho, CEO e fundador do Flow.

Foram 12 vozes, 12 olhares e um mesmo tema: o CX Super-Humano, que une tecnologia e pessoas na construção de experiências únicas.

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades

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Burger King China planeja chegar a mais de 4.000 unidades


A Restaurant Brands International (RBI) concluiu um acordo previamente anunciado com a gestora asiática CPE para expandir a operação do Burger King China. Com o fechamento da transação, a CPE investiu US$ 350 milhões em capital primário na joint venture e passou a deter aproximadamente 83% da operação na China. A RBI manteve uma participação minoritária de 17% e um assento no conselho de administração.

Além disso, uma afiliada integral do Burger King China firmou um contrato-mestre de desenvolvimento com duração de 20 anos, que concede direitos exclusivos para desenvolver a marca Burger King no país. Com isso, CPE e RBI planejam ampliar a rede de restaurantes na China de cerca de 1.250 unidades atualmente para mais de 4.000 até 2035.

Leia também: Burger King colocará operações na Argentina à venda

Segundo a RBI, a parceria internacional combina a marca e os produtos globais do Burger King com a experiência local da CPE no mercado chinês. A rede Burger King opera atualmente mais de 19 mil restaurantes em mais de 120 países e territórios.

Em comunicado, o CEO da RBI, Josh Kobza, afirmou que a China segue como um mercado estratégico para a marca. “A China continua sendo uma das mais importantes oportunidades de crescimento de longo prazo para a marca Burger King no mundo. Com a CPE como parceira e uma estratégia clara focada em qualidade dos alimentos, execução nas operações e relevância da marca, acreditamos que o Burger King China está bem posicionado para construir um negócio sustentável e de alta qualidade”, disse.

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02

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aiqfome realiza campanha nacional com frete grátis no 02/02


Mesmo com popularização das datas duplas, brasileiros ainda preferem Black FridayO aiqfome realizou, no dia 2 de fevereiro, uma campanha nacional com frete grátis como parte de sua estratégia comercial para datas duplas. A ação foi válida em mais de 20 estados brasileiros e contemplou não apenas restaurantes, mas também categorias como supermercados, farmácias, pet shops e outros serviços disponíveis na plataforma.

Durante a campanha, o aplicativo liberou cupons de entrega gratuita para todos os usuários, além de descontos adicionais em diferentes lojas, ampliando as possibilidades de consumo ao longo do dia. A iniciativa buscou estimular tanto novos pedidos quanto a experimentação de categorias além da alimentação, como compras de mercado e pedidos de botijão de gás.

Segundo Igor Remigio, cofundador e CEO do aiqfome, o frete grátis teve papel decisivo na escolha do consumidor e contribuiu para aumentar as vendas e a fidelização. De acordo com o executivo, ações pontuais como essa incentivam usuários a conhecer novas lojas e produtos, tornando as datas com números repetidos um marco no calendário promocional anual da empresa.

“Oferecer entrega grátis em datas pontuais como essa, pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas e fidelizar clientes. De uma forma comum e totalmente orgânica, o cliente que nunca pediu naquela loja, cogita conhecer um novo prato ou pedir um novo item com essa vantagem financeira. O 02/02 não é só para restaurantes, o usuário pode aproveitar para realizar, inclusive, um pedido de botijão de gás, mercado, farmácia, pet shop, ou qualquer outra categoria com a entrega zerada. A ideia é transformar as datas iguais em um marco dentro do nosso calendário promocional anual”, ressalta Remigio.

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?

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Perfumes árabes: por que eles são tendência no Brasil?


Os perfumes árabes vêm conquistando espaço no mercado global de fragrâncias e, nos últimos anos, tornaram-se uma forte tendência também no varejo brasileiro. Conhecidos por sua intensidade, fixação prolongada e composições sofisticadas, esses perfumes carregam séculos de tradição cultural e um apelo de luxo que desperta o interesse de consumidores cada vez mais exigentes.

Para lojistas e profissionais do varejo, entender o que são os perfumes árabes, quais são suas principais características e por que eles têm tanta aceitação no mercado é essencial para aproveitar esse movimento de consumo.

O que são perfumes árabes?

Os perfumes árabes têm origem no Oriente Médio, especialmente em países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Omã e Kuwait. Diferentemente da perfumaria ocidental, que costuma priorizar fragrâncias mais leves e frescas, a perfumaria árabe valoriza aromas intensos, marcantes e profundamente sensoriais.

Esses perfumes são inspirados em rituais antigos, na hospitalidade árabe e na relação histórica da região com especiarias, resinas, madeiras nobres e óleos essenciais. O uso do perfume no mundo árabe vai além da estética: ele está ligado à identidade, à espiritualidade e à celebração.

Principais características dos perfumes árabes

Uma das primeiras diferenças percebidas por quem experimenta um perfume árabe é a sua alta concentração de essência. Muitos deles são produzidos como eau de parfum, extrait de parfum ou até mesmo em óleo, o que garante maior fixação e projeção.

Entre as principais características, destacam-se:

  • Fixação prolongada: é comum que a fragrância permaneça na pele por mais de 8 a 12 horas.
  • Projeção intensa: são perfumes que “marcam presença”, ideais para quem gosta de aromas envolventes.
  • Notas quentes e profundas: predominam acordes amadeirados, orientais e adocicados.
  • Composição sofisticada: uso frequente de matérias-primas nobres e combinações complexas.

Ingredientes mais comuns na perfumaria árabe

Os perfumes árabes se destacam pelo uso de ingredientes tradicionais do Oriente Médio, muitos deles pouco explorados na perfumaria ocidental. Entre os mais comuns, estão:

  • Oud (agarwood): considerado um dos ingredientes mais valiosos da perfumaria mundial, tem aroma amadeirado, intenso e levemente esfumaçado.
  • Âmbar: traz calor, profundidade e sensualidade às fragrâncias.
  • Almíscar: confere fixação e um toque aveludado.
  • Rosa de Damasco: muito utilizada em perfumes árabes femininos e unissex.
  • Especiarias: como açafrão, canela, noz-moscada e cardamomo.
  • Baunilha: geralmente combinada com madeiras e resinas, criando perfumes adocicados e envolventes.

Perfumes árabes femininos, masculinos e unissex

Embora exista uma segmentação por gênero, é importante destacar que a perfumaria árabe tradicionalmente trabalha muito bem com fragrâncias unissex. No Oriente Médio, o perfume é visto como uma extensão da personalidade, não como um produto limitado por gênero.

  • Femininos: costumam destacar notas florais intensas (como rosa e jasmim), combinadas com âmbar, baunilha e madeiras.
  • Masculinos: valorizam o oud, couro, especiarias e acordes amadeirados mais secos.
  • Unissex: equilibram dulçor, madeira e especiarias, sendo uma categoria em forte crescimento no varejo.

Por que esses perfumes estão em alta no Brasil?

O crescimento da demanda por perfumes árabes no Brasil está ligado a diferentes fatores. Um deles é o cansaço do consumidor com fragrâncias muito similares no mercado tradicional. Os perfumes árabes oferecem algo diferente: identidade, intensidade e originalidade.

Além disso, redes sociais como TikTok e Instagram impulsionaram essa tendência. Vídeos de resenhas, comparações e “perfumes que exalam riqueza” popularizaram marcas árabes e despertaram a curiosidade de novos consumidores.

Outro ponto relevante é o excelente custo-benefício. Muitas marcas árabes entregam fragrâncias com alta fixação e sofisticação por preços mais competitivos do que perfumes importados de grifes europeias.

Principais marcas de perfumes árabes no mercado

Atualmente, algumas marcas se destacam no varejo internacional e brasileiro, como:

Essas marcas oferecem portfólios amplos, com perfumes inspirados em fragrâncias famosas e também criações autorais, atendendo desde o consumidor iniciante até o mais exigente.

Oportunidades para o varejo físico e online

Para o varejo, os perfumes árabes representam uma oportunidade estratégica de diferenciação. Eles atraem um público interessado em novidades, luxo acessível e experiências sensoriais mais intensas.

No varejo físico, o ideal é investir em:

  • Provadores e testers
  • Treinamento da equipe para explicar notas e fixação
  • Exposição que valorize o apelo sofisticado do produto

No e-commerce, as seguintes estratégias podem aumentar a taxa de conversão:

  • Descrições detalhadas de fragrância
  • Conteúdo educativo (blogs e vídeos)
  • SEO focado em termos como “perfume árabe feminino”, “perfume árabe importado” e “perfume árabe fixação alta”

Perfumes árabes e o futuro da perfumaria no varejo

A ascensão dos perfumes árabes indica uma mudança no comportamento do consumidor, que busca mais personalidade, exclusividade e intensidade. Para o varejo, acompanhar essa tendência é uma forma de se manter relevante em um mercado cada vez mais competitivo.

Com tradição, inovação e forte apelo sensorial, os perfumes árabes deixaram de ser um nicho e se consolidam como uma categoria estratégica para lojistas que desejam ampliar seu mix de produtos e atender a novas demandas de consumo.

Imagem: Unsplash



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