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Automação visual com IA ajuda lojistas a escalar catálogos e vender mais

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Automação visual com IA ajuda lojistas a escalar catálogos e vender mais

Tecnologia leva estúdio de fotos profissional para a palma da mão e ajuda lojistas a vender mais na Black Friday

Photoroom usa inteligência artificial para automatizar a criação de imagens de produtos e tornar o e-commerce mais visualmente competitivo

À medida que os lojistas se preparam para a Black Friday, um dos maiores desafios é produzir fotos de produtos que realmente se destaquem entre milhares de ofertas online. O problema é conhecido, pois estúdios profissionais têm custo elevado, os fluxos de edição manuais são lentos e, muitas vezes, os catálogos crescem mais rápido do que as equipes conseguem atualizar.

A Photoroom, plataforma de fotografia de produtos com inteligência artificial para imagens rápidas, consistentes e profissionais, vem mudando esse cenário ao oferecer uma experiência de “estúdio na palma da mão” para marcas e varejistas. Com recursos baseados em inteligência artificial, como flat lay automatizado, manequim fantasma, modelo virtual e encenação de produtos, a solução permite transformar fotos comuns em imagens profissionais em segundos e em escala.

“Nosso foco é democratizar a qualidade visual no e-commerce”, explica Matt Rouif, CEO da Photoroom. “Nem todo lojista tem acesso a um estúdio ou fotógrafo profissional, mas todos podem ter imagens que pareçam saídas de um. A tecnologia faz o trabalho pesado e o resultado é uma loja mais atrativa, com fotos que vendem.”

Segundo pesquisas de mercado, imagens de alta qualidade podem elevar em até 23% as taxas de conversão em e-commerce. Porém, muitos varejistas ainda dependem de fluxos manuais de edição, o que cria gargalos operacionais, especialmente em períodos de pico como a Black Friday.

A Photoroom abraça esse desafio com um conjunto de ferramentas que combinam automação em lote, criação de modelos, embelezamento de produtos e encenação fotográfica com IA. Isso permite que equipes de marketing e conteúdo gerem milhares de imagens consistentes, sem abrir mão da qualidade ou da identidade visual da marca.

Entre os recursos mais indicados estão:

Flat Lay: a ferramenta transforma fotos simples de roupas em imagens planas e padronizadas, ideais para marketplaces e redes sociais. O recurso utiliza IA para ajustar enquadramento, iluminação e proporções, entregando resultados consistentes e de aparência profissional. O resultado é um catálogo mais uniforme e atrativo, com economia de tempo e custos operacionais.
Manequim fantasma e Modelo virtual: permite que lojistas apresentem suas peças de forma mais natural, mostrando caimento, textura e forma de uso, sem depender de sessões fotográficas completas. A tecnologia cria representações realistas baseadas nas próprias fotos do produto, preservando a fidelidade visual e o controle da marca. É uma forma de dar “vida” às imagens, mantendo transparência e autenticidade.
Encenação de produto: cria cenários contextualizados que ajudam o cliente a imaginar o produto em uso, como um cosmético sobre uma bancada, um utensílio na cozinha ou um acessório em ambiente de lifestyle. Essa ambientação realista aumenta o apelo visual e a percepção de valor, além de gerar material para campanhas e vitrines digitais com aparência profissional.
Embelezador de produtos: otimiza automaticamente luz, cor e contraste para que cada item do catálogo mantenha um padrão estético consistente. O recurso melhora o brilho e a textura sem alterar o produto original, garantindo que a imagem final traduza o melhor aspecto visual possível. É uma forma de oferecer fotos com qualidade de estúdio, mas em escala corporativa, reforçando a confiança do consumidor e a identidade da marca.

A plataforma também se diferencia por sua API corporativa, que permite integrar a edição de imagens diretamente aos sistemas de e-commerce e gestão de catálogo das empresas. Assim, é possível automatizar fluxos de edição para milhares de SKUs, padronizando fundos, dimensões e iluminação, tudo com governança de marca e segurança de dados corporativos.

“A Black Friday é o grande teste de eficiência para o e-commerce. Com o volume de produtos e campanhas, quem consegue manter consistência visual em escala sai na frente. É aí que a automação e a IA fazem diferença real”, afima Rouif.

Sobre a Photoroom

A Photoroom foi fundada em 2019 e, nos últimos seis anos, conquistou um nicho no espaço da fotografia comercial. A Photoroom obteve sucesso pela primeira vez com seu removedor de fundo, o melhor da categoria. O aplicativo evoluiu de um editor em lote para um conjunto completo de produtos de fotografia com IA: processamento em massa; recortes/retoques de primeira classe; fundos, cenas e reiluminação generativos; encenação de produtos com modelos da marca; modelos virtuais e composições do tipo “experimente”; e fluxos de trabalho em escala de catálogo via API. Com o objetivo de capacitar empresas de todos os tamanhos, o Photoroom oferece uma solução completa para a criação de imagens de produtos em escala, ajudando as marcas a acelerar a produção de visuais de alta qualidade.

Processando mais de 7 bilhões de imagens por ano, a Photoroom está disponível em dispositivos móveis, na Web e através de uma API em mais de 180 países. A aplicação Photoroom foi descarregada mais de 300 milhões de vezes. A Photoroom está sediada em Paris e conta com uma equipa global de mais de 100 funcionários.

 

Por: Nathalia Alcoba

 

 

 

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

Ambev Brasil e o varejo nacional

A Ambev Brasil é líder no setor de bebidas e mantém forte presença em supermercados, bares e plataformas digitais. Em 2026, a empresa reforça sua estratégia de unir inovação sustentável com apoio cultural e esportivo. Essa combinação fortalece sua imagem e amplia o impacto social.

Edital Brasilidades da Ambev

A Ambev Brasil lançou o Edital Brasilidades, iniciativa que destina até R$ 67 milhões para projetos culturais e esportivos.

  • Objetivo: valorizar a identidade brasileira por meio de iniciativas locais.
  • Prazo de inscrição: até 30 de setembro de 2026.
  • Quem pode participar: pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.
  • Abrangência: projetos em todas as regiões do Brasil.

Essa ação democratiza o acesso a recursos incentivados e fortalece o vínculo da Ambev Brasil com a sociedade.

Sustentabilidade e inovação com o 100+ Labs

A Ambev Brasil também aposta em inovação sustentável com o programa 100+ Labs, que conecta startups e empreendedores.

Áreas de foco:

  • Mudanças climáticas
  • Embalagem circular
  • Agricultura sustentável
  • Gestão de água
  • Inclusão produtiva

O objetivo é desenvolver soluções que transformem o futuro do consumo e da produção, alinhando negócios com responsabilidade ambiental.

Estratégia de mercado da Ambev

A Ambev Brasil combina tradição e inovação. Suas marcas famosas, como Skol, Brahma e Guaraná Antarctica, continuam líderes de mercado. Ao mesmo tempo, a empresa investe em logística digital e e-commerce para atender consumidores cada vez mais conectados.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. O que é o Edital Brasilidades da Ambev Brasil? É uma iniciativa que financia projetos culturais e esportivos por meio de leis de incentivo.

2. Qual o valor disponível para os projetos? Até R$ 67 milhões em 2026.

3. Quem pode participar do edital? Pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.

4. O que é o programa 100+ Labs da Ambev Brasil? Um projeto que apoia soluções inovadoras em sustentabilidade e impacto social.

Conclusão

A Ambev Brasil em 2026 reforça sua posição como gigante do varejo ao unir investimento cultural e esportivo com inovação sustentável. Essa estratégia fortalece sua marca, amplia impacto social e garante relevância em um mercado competitivo.

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Reforma Tributária Varejo 2026: Impactos do IVA Dual e Split Payment nas Lojas

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exemplo de split payment na reforma tributária varejo 2026

A reforma tributária varejo 2026 chegou. Portanto, não é mais uma promessa distante. Em vez disso, é uma realidade que já está mudando a gestão financeira de lojas de todos os tamanhos no Brasil. Além disso, as mudanças impactam diretamente o fluxo de caixa, a tributação e até a tecnologia dos sistemas das empresas. Assim, quem ainda não se preparou precisa agir agora.


O Que Muda com o IVA Dual no Varejo

A reforma tributária cria o chamado IVA Dual. Trata-se, portanto, da substituição gradual de cinco tributos antigos por dois novos impostos. Além disso, esse processo já começou em 2026 com uma fase de testes operacionais.

O Fim de Cinco Tributos de Uma Vez

Os tributos PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS deixam de existir gradualmente. Consequentemente, dois novos impostos assumem o lugar:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): federal, substitui PIS e COFINS.
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): estadual e municipal, substitui ICMS e ISS.
  • Imposto Seletivo (IS): incide sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Dessa forma, o sistema fica mais simples na teoria. Porém, na prática, a transição exige adaptação intensa por parte dos varejistas.

IBS e CBS na Prática do Dia a Dia

Em 2026, as alíquotas de CBS e IBS começam em apenas 1% — sendo 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. No entanto, isso não significa que o impacto é pequeno. Pelo contrário, os sistemas de emissão de notas fiscais já precisam registrar os novos campos obrigatórios. Portanto, quem não atualizar o ERP e o sistema fiscal já está correndo risco de autuação.


Split Payment — O Fim do Float Financeiro no Varejo

Esse é, sem dúvida, o ponto mais crítico da reforma tributária varejo 2026 para o lojista. O Split Payment, ou pagamento fracionado, muda completamente a forma como o imposto é recolhido. Desse modo, o varejista deixa de receber o valor total da venda e passar o imposto depois.

Como o Split Payment Funciona na Prática

No modelo atual, o varejista recebe R$ 1.000 de uma venda. Posteriormente, paga R$ 150 de impostos ao governo. Nesse intervalo, o dinheiro do imposto fica disponível no caixa da loja — e muitos lojistas usam esse valor para girar o estoque.

Com o Split Payment, isso muda. Assim que o cliente paga via cartão, Pix ou boleto, o sistema bancário separa automaticamente o valor do imposto e o envia diretamente ao governo. Por conseguinte, o varejista recebe apenas o valor líquido da venda. O “float financeiro” acaba. O dinheiro do imposto não transita mais pelo caixa da loja.

O Impacto no Capital de Giro

Esse mecanismo compromete diretamente o capital de giro do varejista. Afinal, muitas lojas — especialmente as de menor porte — utilizavam esse intervalo fiscal para financiar compras de estoque, pagar fornecedores e cobrir despesas operacionais. Portanto, sem essa folga, a necessidade de crédito bancário aumenta. E isso ocorre num momento em que os juros no Brasil estão elevados, o que torna o crédito ainda mais caro.


Pequenas Lojas em Risco — A Realidade do Varejo Independente

A reforma tributária varejo 2026 afeta todos os tamanhos de negócio. Entretanto, as pequenas lojas sofrem de forma desproporcional. Isso acontece porque elas possuem margens menores, menos acesso a crédito e menos estrutura tecnológica para se adaptar.

O Crediário e as Vendas a Prazo em Perigo

O crediário é, historicamente, a base do comércio varejista brasileiro. Contudo, com o Split Payment, o varejista que vende parcelado em 90 ou 120 dias enfrenta um problema novo e grave. O imposto sobre a venda é recolhido já no mês seguinte. Porém, o pagamento do cliente só chega meses depois. Dessa forma, o varejista financia o imposto para o cliente — e arca com o custo financeiro desse intervalo.

Especialistas alertam que, com uma taxa de 2% ao mês, o custo de bancar quatro meses de prazo pode corroer até 20% do lucro da operação. Portanto, isso é especialmente perigoso para lojas de vestuário, calçados e móveis, onde o parcelamento é muito comum.

O Simples Nacional e a Nova Realidade Fiscal

Empresas do Simples Nacional também precisam se atentar às mudanças. Embora existam regimes diferenciados sendo discutidos, a obrigatoriedade de atualização dos sistemas fiscais já vale desde 2026. Consequentemente, mesmo quem paga menos impostos precisa adaptar a operação — e isso tem custo.


Como se Preparar em 60 Dias — Passos Práticos para o Varejo

Diante de tudo isso, a boa notícia é que ainda dá tempo de agir. Sendo assim, veja o que fazer agora para proteger sua loja:

1. Atualize seus sistemas de gestão (ERP) Os sistemas precisam emitir notas fiscais com os novos campos de IBS e CBS. Portanto, fale com seu fornecedor de software agora e confirme se a atualização está disponível.

2. Revise o fluxo de caixa com urgência Simule cenários sem o float fiscal. Além disso, calcule quanto seu capital de giro será impactado quando o Split Payment entrar em vigor plenamente.

3. Monte uma reserva de caixa específica Crie um colchão financeiro para cobrir os primeiros meses de adaptação. Da mesma forma, negocie prazos com fornecedores para alinhar ao novo ciclo de recebimento.

4. Renegocie prazos de vendas parceladas Revise as condições do crediário e do parcelamento. Afinal, o custo de financiar o imposto para o cliente agora precisa ser incluído na precificação.

5. Capacite sua equipe financeira e contábil O contador precisa estar preparado. Do mesmo modo, o time financeiro da loja precisa entender a nova lógica para evitar erros na emissão de notas e na gestão do caixa.

6. Faça simulações tributárias agora Com apoio de uma consultoria, simule como sua carga tributária total se comporta na transição de 2026 a 2033. Desse modo, você evita surpresas e identifica oportunidades de crédito.


Oportunidades Dentro da Crise — O Outro Lado da Reforma

Apesar de todos os desafios, a reforma tributária varejo 2026 também traz benefícios reais. Em primeiro lugar, o sistema se torna mais simples e transparente. Além disso, a guerra fiscal entre estados e municípios termina. Portanto, varejistas que operam em vários estados ganham mais previsibilidade.

Ademais, o novo modelo não cumulativo amplia o direito ao crédito tributário. Assim, empresas bem organizadas podem recuperar créditos em toda a cadeia de fornecimento. Da mesma forma, a obrigatoriedade de nota fiscal vinculada ao split payment reduz a concorrência desleal de quem vendia sem nota.

Por fim, quem se preparar agora sai na frente. Enquanto a concorrência ainda tenta entender as novas regras, sua loja pode usar esse período de testes de 2026 para ajustar sistemas, simular cenários e criar vantagem competitiva real.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre a Reforma Tributária no Varejo 2026

? O Split Payment já está valendo em 2026?

Em 2026, o Split Payment está em fase de testes operacionais, com alíquota simbólica de 1%. Portanto, a adoção obrigatória começa gradualmente a partir de 2027 e vai até 2033. No entanto, os sistemas já precisam estar adaptados desde agora.

? O IVA Dual aumenta a carga de impostos do varejista?

Não necessariamente. A alíquota estimada do IVA é de 28%, o que parece alto. Contudo, com o sistema não cumulativo, o varejista passa a ter mais crédito tributário sobre as compras da cadeia de fornecimento. Portanto, o impacto líquido depende de como cada empresa organiza sua gestão fiscal.

? Pequenas lojas do Simples Nacional precisam se preocupar?

Sim. Embora existam regimes diferenciados sendo discutidos para o Simples Nacional, a obrigação de atualização dos sistemas fiscais já é real. Além disso, o impacto no capital de giro nas vendas a prazo afeta qualquer porte de empresa.

? O que acontece se a loja não atualizar o sistema fiscal?

A emissão de notas fiscais sem os novos campos obrigatórios de IBS e CBS pode gerar rejeição da nota e autuação fiscal. Consequentemente, isso paralisa as vendas e gera multas. Portanto, a atualização do sistema não é opcional — é urgente.

? Como o Split Payment afeta o crediário e o parcelamento?

Nas vendas parceladas, o imposto é recolhido já no mês seguinte à venda. Porém, o recebimento do cliente ocorre em 90 a 120 dias. Dessa forma, o varejista financia o tributo com capital próprio ou com crédito bancário, o que aumenta o custo da operação. Por isso, revisar as condições do crediário é essencial.


Conclusão — A Reforma Tributária Varejo 2026 Não Espera

A reforma tributária varejo 2026 é, sem dúvida, a maior transformação fiscal das últimas décadas no Brasil. Portanto, ignorar o tema não é mais uma opção. O Split Payment vai acabar com o float financeiro que muitos varejistas usam para sobreviver. O IVA Dual vai mudar a forma de calcular, emitir e recolher impostos. E a janela para se preparar está aberta — mas não por muito tempo.

Assim sendo, atualize seus sistemas, revise seu fluxo de caixa e busque orientação especializada agora. Afinal, quem age antes sai na frente. E no varejo, sair na frente pode ser a diferença entre sobreviver e crescer.


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Crescimento da Shein no varejo global redefine a moda

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Crescimento da Shein no varejo global redefine a moda

Crescimento da Shein no varejo mesmo sob críticas

Apesar da expansão acelerada, a Shein enfrenta críticas recorrentes.
Questões ambientais e trabalhistas aparecem com frequência no debate público.
Ainda assim, o consumidor continua comprando.

Isso ocorre porque preço e variedade seguem como fatores decisivos.
Além disso, a marca investe em ajustes de imagem e comunicação.
Dessa forma, a expansão internacional continua consistente.

Dados de mercado mostram que a Shein mantém crescimento relevante em diferentes regiões, reforçando sua presença global.
Informações consolidadas sobre o desempenho da empresa podem ser acompanhadas em plataformas de dados como a
https://www.statista.com/topics/9366/shein/


Impacto direto sobre marcas tradicionais

O avanço da Shein pressiona marcas consolidadas como Zara e H&M.
Essas empresas, portanto, revisam coleções e políticas de preço.
No entanto, a adaptação acontece de forma gradual.

Enquanto isso, a Shein domina redes sociais e influenciadores.
Além disso, utiliza comunicação direta com alta taxa de conversão.
Assim, conquista o público jovem com eficiência.

Como resultado, margens diminuem no varejo tradicional.
Promoções constantes tornam-se parte da rotina operacional.


Efeitos no varejo físico

O crescimento da Shein no varejo digital também afeta lojas físicas.
Isso acontece porque o consumidor compara preços em tempo real.
Além disso, a expectativa por variedade aumentou.

Por outro lado, o varejo físico ainda possui vantagens relevantes.
Experiência, atendimento e imediatismo geram valor.
Portanto, lojas que apostam nisso conseguem se manter competitivas.

Ainda assim, competir apenas por preço tornou-se inviável.
Nesse aspecto, a Shein mantém vantagem estrutural clara.


Lições para o varejo brasileiro

O sucesso da Shein deixa aprendizados importantes.
Primeiro, decisões devem ser baseadas em dados.
Segundo, velocidade é um diferencial competitivo real.

Além disso, novas marcas podem ganhar escala rapidamente.
Basta oferecer valor claro e comunicação eficiente.
Por isso, posicionamento e branding estratégico são essenciais.

O varejo brasileiro precisa agir com rapidez.
Caso contrário, a perda de relevância será gradual, porém inevitável.


O futuro da Shein no varejo global

Tudo indica que a Shein continuará expandindo.
A empresa testa parcerias locais e modelos híbridos.
Além disso, avalia presença física em mercados estratégicos.

Consequentemente, a concorrência ficará ainda mais intensa.
Marcas que não se reinventarem perderão espaço.
Assim, o crescimento da Shein no varejo seguirá moldando o futuro da moda.


Imagem recomendada

ALT da imagem: Crescimento da Shein no varejo global de moda


FAQ – Crescimento da Shein no varejo

A Shein representa uma ameaça às grandes marcas?
Sim. Especialmente para marcas que competem por preço e volume.

O crescimento da Shein é sustentável?
Depende da adaptação às pressões regulatórias e ambientais.

A Shein pode dominar o varejo de moda?
Ela já domina uma parcela significativa do mercado digital global.

O que lojistas podem aprender com a Shein?
Uso intensivo de dados, velocidade e foco absoluto no consumidor.

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