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A saga de Ivan Botelho na Energisa

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A saga de Ivan Botelho na Energisa

Um dos grandes empresários brasileiros que precisam ser celebrados em vida, Ivan Botelho é uma dessas figuras raras em que o homem e a empresa caminham juntos, quase sem fronteiras. 

Conheci Ivan ao retornar de um doutorado na França no final dos anos 80, quando fui procurado pelo Instituto Liberal, um think tank que ele apoiou desde o começo.

Nascido no seio de uma família que ajudou a construir a história da eletricidade no interior do Brasil, Ivan herdou, mais que um sobrenome, um impulso pioneiro.

Desde cedo, entre a influência técnica do pai e a sensibilidade da mãe, formou-se um engenheiro curioso, inquieto e sedento por desafios. 

Buscou formação no exterior e retornou ao Brasil disposto a aplicar com pragmatismo o que aprendeu. O resultado é a Energisa, hoje uma holding que vale R$ 25 bilhões na Bolsa e é dona de nove distribuidoras estaduais, um negócio de transmissão e uma incursão recente no gás.

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Os detalhes dessa trajetória emergem agora em Ave Luz! – A jornada da Energia para o futuro, baseado em depoimentos de Ivan ao jornalista Plínio Fraga. (Compre aqui)

Hoje com 92 anos, Ivan começou sua história empresarial na base, nas linhas, nas usinas, no contato direto com a operação. A partir dali, esse mineiro de Leopoldina não apenas acompanhou a transformação da empresa; ele a impulsionou – introduzindo inovações, modernizando processos e ajudando a moldar uma nova visão para o setor elétrico. 

Mas é no detalhe humano que sua história ganha força. Nos causos que conta, como o episódio em que a demonstração do uso de luvas de segurança terminou com o desligamento de toda a cidade, ou a história da instalação da primeira célula fotoelétrica do País, que permitia acender a iluminação pública automaticamente.

Abaixo, o Brazil Journal publica um trecho do livro narrando a compra do Grupo Rede, que mudou a Energisa de patamar.  

***  

No subsolo de um hotel cinco estrelas em São Paulo, naquele 5 de julho de 2013, o clima se tornara mais tenso com a saída barulhenta da CPFL. A sala sem janelas estava repleta de executivos, advogados e representantes da indústria elétrica divididos entre atordoados e ansiosos. O suspense rondava a assembleia de credores do Grupo Rede que caminhava para definir o embate.

À medida que os votos dos credores eram declarados em voz alta, o inesperado aconteceu. Os credores aprovaram a proposta da Energisa. O azarão vencera. A perplexidade tomou conta da sala.

A companhia, comandada nessa operação por Ricardo, Maurício Botelho, Claudio Brandão e Alexandre Nogueira [hoje o CEO da Light], havia conseguido materializar uma estratégia meticulosa, que exigiu muitos anos de preparação, e estudos nas sessões de planejamento estratégico mas que teve contar com lances de ousadia típica dos azarões.

A corporação captou R$ 1,5 bilhão em debêntures para financiar as obrigações do plano de recuperação judicial, o que aumentou o endividamento. A relação dívida líquida/EBITDA era de 3,1 vezes, o que indicava um nível alto de endividamento.

A proposta vencedora comprometeu-se a pagar R$ 1,95 bilhão de reais aos credores e investir outro R$ 1,1 bilhão nas distribuidoras combalidas do Grupo Rede, prometendo transformar o caos em eficiência.

Maurício Botelho, dono do caixa e um dos elaboradores da proposta financeira, explicou a vitória. “Oferecemos um desconto de 75% na dívida, o que foi mais vantajoso em comparação com a concorrência, que ofereceu 85% de desconto”, resumiu. Definiu o processo judicial como crítico, momento em que a pressão era palpável. “Apresentamos à Justiça um argumento básico: o senhor juiz, se o senhor aceitar a apreciação de uma proposta melhor, não é melhor pro credor, e para a sociedade como um todo?”

A Energisa desbancara a CPFL e a Equatorial – que, juntas, faturavam 6,5 vezes mais do que ela.

A oferta de aquisição, no valor de R$ 3,2 bilhões, colocava mais dinheiro no bolso dos detentores da dívida do Rede. Mesmo assim, alguns credores entraram com recursos no Tribunal de Justiça de São Paulo contra as condições de reestruturação dos seus créditos. A nova gestora precisou lidar com esse grupo de credores insatisfeitos, o que adicionou mais complexidade ao processo.

Conseguiu também conquistar a confiança da ANEEL, que exigia um verdadeiro plano de recuperação, além do plano financeiro. A Energisa mergulhou após a Assembleia profundamente nas companhias e, após 90 dias de trabalho intenso, apresentou um diagnóstico detalhado de 6.000 páginas. Esse esforço resultou na aprovação da ANEEL, marcando um passo importante na sua recuperação. Maurício destacou a importância de que o plano de recuperação permitisse melhorar seus indicadores de qualidade ao longo de um período de quatro anos. “Precisávamos de tempo para consertar os problemas que encontramos”, disse ele.

Assim se concretizara com sucesso, apesar da turbulência, uma das mais significativas operações no setor elétrico brasileiro. A aquisição do Grupo Rede pela Energisa mudou o panorama da distribuição de energia no país. Sinalizava de forma clara sua capacidade de lidar com desafios complexos e potencializar suas operações.




Adriano Pires




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Stormer vence 1ª edição do prêmio Top Traders InfoMoney

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Stormer vence 1ª edição do prêmio Top Traders InfoMoney

Dentro do universo do day trading, o reconhecimento mais difícil não vem do público — vem de quem também opera. Foi nesse contexto que Alexandre Wolwacz, o Stormer, foi eleito o Top Traders InfoMoney 2025, conquistando o primeiro lugar no ranking definido por especialistas e pelos próprios traders do mercado brasileiro.

Ele recebeu o troféu neste sábado (28), em São Paulo (SP), durante a Expert Trader XP. A premiação considera critérios como consistência, influência e qualidade de conteúdo, em um modelo que combina validação técnica com votação entre pares — um diferencial que reforça o peso do reconhecimento dentro do mercado.

Stormer: Da medicina ao trading

Antes de se tornar uma das principais referências do trading brasileiro, Stormer seguiu um caminho distante do mercado financeiro. Formado em medicina, atuava como cirurgião plástico até decidir migrar para o trading — uma mudança que, anos depois, se consolidaria como um dos casos mais emblemáticos de transição de carreira no mercado.

Sua entrada ocorreu no fim dos anos 1990, em um ambiente ainda pouco acessível ao investidor pessoa física. Ao longo desse período, acompanhou diferentes ciclos de mercado — de tendências prolongadas de alta a crises profundas — acumulando experiência prática que moldaria sua forma de operar.

Ele próprio destaca ter presenciado mais de 20 circuit breakers ao longo da carreira, um reflexo da vivência em momentos extremos de mercado.

Com o tempo, passou a estruturar uma abordagem que combina leitura de contexto com modelos objetivos de operação.

Entre eles, ganhou destaque o uso do IFR2, um dos setups mais conhecidos associados ao seu nome, baseado na captura de movimentos de retorno à média após quedas mais acentuadas.

CONFIRA A LISTA DOS 200 INFLUENCIADORES TRADERS INDICADOS

Método e execução

Mais do que o setup em si, Stormer costuma reforçar que o diferencial está na execução. Para ele, não existe estratégia perfeita — o que define o resultado é a capacidade de seguir um plano com disciplina, respeitando risco, contexto e estatística.

A consistência, nesse sentido, não está ligada a acertar sempre, mas a operar dentro de um modelo com expectativa positiva ao longo do tempo.

Essa visão se conecta diretamente à forma como enxerga o comportamento do trader.

Em suas falas, ele costuma destacar que o mercado é, antes de tudo, um jogo de seleção — em que operar menos, com mais critério, tende a ser mais eficiente do que buscar volume de operações.

Educação e método

Com o passar dos anos, seu trabalho ganhou escala principalmente por meio da educação. Stormer se tornou uma das principais referências na formação de traders no país, com atuação voltada não apenas ao ensino de setups, mas ao desenvolvimento de uma base operacional mais estruturada.

Nesse ponto, seu diferencial passa a ficar mais evidente. Em vez de focar na busca por estratégias isoladas, sua abordagem privilegia a leitura de contexto e a padronização da execução — um modelo que reduz a dependência de acertos pontuais e aumenta a consistência ao longo do tempo.

Na prática, isso se traduz no uso de setups objetivos e replicáveis, muitas vezes baseados em padrões de reversão e falhas de movimento, sempre combinados com controle rigoroso de risco.

Para Stormer, o erro mais comum entre traders não está na estratégia, mas na incapacidade de executá-la com disciplina.

Nesse contexto, Stormer também enfatiza a importância de trabalhar com modelos simples e testáveis, capazes de gerar previsibilidade ao longo de uma sequência de operações.

Para ele, o foco não está em um único trade, mas na consistência estatística de um conjunto de decisões executadas dentro de um mesmo padrão — base que sustenta sua atuação ao longo dos anos no mercado.

Top Traders InfoMoney: metodologia do prêmio

A premiação Top Traders InfoMoney foi estruturada com base em critérios objetivos e um processo que busca garantir transparência e reconhecimento técnico dentro do mercado de trading.

O ponto de partida foi a seleção de 200 influenciadores traders, definidos a partir de fatores como qualidade do conteúdo, responsabilidade na gestão de risco, engajamento e consistência ao longo do tempo.

A lista inicial passou pela validação de um conselho independente formado por especialistas do mercado financeiro.

Nesta edição, o colegiado contou com nomes como Eduardo Geraldini, business development specialist da Nelogica; Nelson Massud, cofundador da ValeMobi; Clovis Lima, da B3; além dos traders autônomos JP Lemes e Lucas Guedes — responsáveis por assegurar a relevância e a credibilidade dos participantes.

Na etapa seguinte, os próprios traders votaram entre si, de forma confidencial, para definir os nomes mais relevantes do ano — um modelo que reforça o caráter técnico da premiação e diferencia o Top Traders de iniciativas baseadas exclusivamente em voto popular.

Ao colocar traders avaliando traders, a premiação privilegia a percepção de quem vive o mercado no dia a dia. O resultado final consolida um ranking que combina influência, consistência e qualidade de atuação, destacando os nomes que mais influenciaram o trading brasileiro ao longo de 2025.

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 

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Preço do PS5 aumenta em todo o mundo; veja valores do console no Brasil

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Preço do PS5 aumenta em todo o mundo; veja valores do console no Brasil

Devido às contínuas pressões no cenário econômico global, a Sony aumentou os preços dos PS5, PS5 Pro e do PlayStation Portal em todo o mundo.

Os preços de venda recomendados atualizados entram em vigor a partir de 2 de abril de 2026.

A falta de chips dificulta a produção dos consoles pela Sony. De acordo com o comunicado oficial, as principais mudanças acontecem nos Estados Unidos, Reino Unido, Europa e Japão. No Brasil, os preços também mudam.

Planner InfoMoney

Mantenha suas finanças sob controle neste ano

“Sabemos que as alterações de preço impactam nossa comunidade e, após uma avaliação cuidadosa, concluímos que essa era uma medida necessária para garantir que possamos continuar oferecendo experiências de jogos inovadoras e de alta qualidade para jogadores em todo o mundo”, alega o comunicado.

Qual o novo preço do Playstation no Brasil?

Os novos valores sugeridos pelo fabricante são:

  • PS5 – De R$ 4.499,90 para R$ 5.099,90
  • PS5 Edição Digital – De R$ 3.999,90 para R$ 4.599,90
  • PS5 Pro – De R$ 6.999,90 para R$ 7.499,90
  • PlayStation Portal – De R$ 1.499,90 para R$ 1.899,90

Novos preços do Playstation no mundo

EUA

  • PS5 – US$ 649,99
  • PS5 Edição Digital – US$ 599,99
  • PS5 Pro – US$ 899,99

Reino Unido

  • PS5 – £569,99
  • PS5 Edição Digital – £519,99
  • PS5 Pro – £789,99

Europa

  • PS5 – € 649,99
  • PS5 Edição Digital – €599,99
  • PS5 Pro – €899,99

Japão

  • PS5 – ¥97.980
  • PS5 Edição Digital – ¥89.980
  • PS5 Pro – ¥137.980

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OPINIÃO. O risco das sanções ao narcoterrorismo para as empresas

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OPINIÃO. O risco das sanções ao narcoterrorismo para as empresas

O combate ao narcoterrorismo ocupa posição central na política externa dos Estados Unidos. Ao longo do último ano, o Governo Trump passou a designar facções criminosas latinoamericanas como organizações terroristas, incluindo facções no México, Venezuela e Colômbia, e alcançando setores como jogos de azar, restaurantes e hospitalidade.

No Brasil, a relevância do tema se intensificou após a visita, em fevereiro de 2025, do Chefe do Escritório de Coordenação de Sanções do Departamento de Estado dos EUA, David H. Gamble Jr., que mencionou a possibilidade de designação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

Somam-se a esta visita três fatos relevantes: a aprovação da Lei Anti Facção pelo Congresso, elevando as penas para membros de facções criminosas; reportagens indicando uma possível cooperação entre Brasil e EUA no tema; e reportagens sobre operações policiais recentes mostrando a desarticulação de esquemas de lavagem de dinheiro de facções locais – sobretudo do PCC – reforçando a capilaridade destas facções em setores da economia formal, incluindo gestoras e fundos de investimento, fintechs, meios de pagamento, combustíveis e agronegócio.

Esses desdobramentos exigem atenção redobrada das áreas jurídicas e de compliance de empresas atuantes no Brasil e América Latina, sobretudo daquelas com algum nexo com os EUA – como empresas norte‑americanas com subsidiárias locais, empresas latino‑americanas listadas no mercado de capitais dos EUA ou empresas que utilizem infraestrutura financeira, tecnológica ou de governança sujeita à legislação dos EUA.

Caso facções brasileiras sejam designadas por autoridades antiterrorismo dos EUA (o PCC já consta em listas de sanções imposta por autoridades antidrogas), as empresas podem sofrer implicações regulatórias, contratuais e de compliance por se relacionar com clientes, fornecedores ou intermediários ligados a facções designadas, ainda que de forma não intencional.

Em janeiro de 2025, uma Ordem Executiva abriu caminho para o governo dos EUA designar cartéis internacionais e organizações criminosas transnacionais como Foreign Terrorist Organizations (FTOs) e/ou Specially Designated Global Terrorists (SDGTs). Essas designações ampliam a possível responsabilização de empresas atuantes no Brasil e na América Latina. O Anti‑Terrorism Act (ATA) confere ampla jurisdição extraterritorial no combate ao “apoio material” a FTOs, permitindo que autoridades norte‑americanas tentem alcançar condutas ocorridas integralmente no exterior, inclusive no Brasil.

Empresas que atuam no Brasil e, aos olhos das autoridades norte-americanas, tenham apoiado indiretamente uma FTO – ainda que os vínculos com os EUA não sejam claros – podem ser alvo de escrutínio por autoridades como o Departamento de Justiça, o FBI e o Office of Foreign Assets Control (OFAC). Isso pode gerar ações cíveis ou criminais perante tribunais norte-americanos e custosas investigações internas.

Sob a perspectiva norte‑americana, o ATA pode ensejar responsabilização cível e criminal. Na esfera cível, cidadãos norte-americanos podem pleitear indenização por danos causados por “ato de terrorismo internacional” cometido, planejado ou autorizado por FTOs.

A responsabilidade se estende a quem auxilia ou é considerado cúmplice por prestar “assistência substancial,” conceito pela Suprema Corte dos EUA como a participação consciente, voluntária e culpável no ato terrorista causador do dano.

No âmbito penal, o ATA proíbe o “apoio material” a FTOs e o financiamento do terrorismo, sendo a lavagem de dinheiro correlata criminalizada por leis autônomas. O alcance extraterritorial da ATA confere jurisdição aos EUA mesmo que a conduta ocorra inteiramente fora do território norte‑americano.

Eventuais designações de facções brasileiras como FTOs ampliariam o universo de possíveis vítimas, passando a incluir cidadãos norte-americanos localizados no Brasil e na América Latina. Isso poderia incentivar ações judiciais baseadas na alegação de que empresas atuantes nestas regiões teriam prestado assistência substancial a atos terroristas, sendo o risco maior para empresas com clientes, fornecedores, transportadores ou intermediários ligados a facções designadas ou que atuem em áreas por elas controladas.

A exposição a sanções e controles de exportação também se intensificaria. A OFAC, em regra, veda e pode bloquear pagamentos e demais transações relacionadas a facções designadas; as penalidades cíveis podem alcançar o dobro do valor da operação, com sanções penais aplicáveis em caso de violação dolosa. O Bureau of Industry and Security do Departamento de Comércio exige licenças para a exportação de bens, softwares ou tecnologia a SDGTs; exportações não autorizadas podem acarretar multas elevadas, perda de privilégios e sanções no âmbito penal.

Como é melhor prevenir do que remediar, as empresas devem priorizar três medidas centrais. 

Primeiro, considerar realizar uma avaliação preventiva de riscos em relacionamentos com clientes, fornecedores, intermediários e geografias à luz de possíveis designações e da ampliação das listas de FTOs/SDGTs, priorizando setores e regiões de influência das facções – inclusive por meio de “pagamentos de proteção”. Isso pode ajudar na preparação para futuras crises e no mapeamento de possíveis medidas mitigadoras específicas. 

Segundo, avaliar contratos relevantes para identificar obrigações de compliance relacionadas a FTOs/SDGTs, antecipar consequências de eventual designação de contraparte e planejar reações rápidas, incluindo a necessidade de se renegociar cláusulas para evitar o vencimento antecipado de dívidas ou a rescisão de contratos.

Por fim, fazer benchmarking e atualizar programas de compliance para suprir eventuais lacunas – incluindo o reforço de auditorias e a identificação de “red flags” calibradas aos riscos identificados; o monitoramento ativo de listas de designações dos EUA; o mapeamento de relacionamentos com terceiros e identificação de beneficiários finais; o uso de ferramentas para mapear publicações de mídia negativas; a integração dos resultados das medidas anteriores aos processos de triagem inicial e monitoramento contínuo; o aprimoramento de auditorias pré‑M&A e o treinamento de equipes atuando na linha de frente dos negócios e em canais de pagamento.

Alexander Wilson é sócio do Jones Day e ex‑Procurador Federal e Chefe da Unidade de Combate à Lavagem de Dinheiro e Crimes Empresariais Transnacionais do Southern District of New York.

George Turner é sócio do Jones Day e ex-Associate Deputy Attorney General para Segurança Nacional do DOJ e ex-Procurador Federal do Southern District of New York.

Artur Badra é sócio do Jones Day e mestre pelo Instituto de Empresa (Madri).

Fernando Pastore é Of Counsel do Jones Day e mestre pela Universidade de Nova York.




Alexander Wilson, George Turner, Artur Badra e Fernando Pastore




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