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Sell out: o que é e qual sua importância?
Published
3 meses agoon
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Jose Marques
No mundo do varejo, o termo “sell out” tem ganhado cada vez mais relevância. Ele se refere às vendas realizadas diretamente ao consumidor final, sendo um indicador importante para medir a eficiência das estratégias comerciais de uma marca ou loja. Diferentemente do “sell in”, que se relaciona com as vendas feitas por um fabricante ou distribuidor ao varejista, o sell out foca no último estágio do ciclo de vendas: a compra efetiva pelo consumidor.
Com o mercado cada vez mais competitivo, o acompanhamento detalhado do sell out é fundamental para garantir que os produtos não apenas cheguem às prateleiras, mas sejam também consumidos em larga escala. Ele oferece dados sobre a aceitação do produto pelo público, permitindo ajustes estratégicos tanto no ponto de venda quanto nas campanhas de marketing.
Neste post, vamos compreender os aspectos essenciais do sell out, sua importância, os fatores que influenciam seu desempenho e como os varejistas podem otimizá-lo para maximizar seus resultados.
A dinâmica do sell out no ciclo de vendas
Para entender o conceito de sell out, é preciso compreender como ele se encaixa no ciclo de vendas. A jornada do produto começa com sua produção e segue para o processo de distribuição, onde ocorre o sell in, que é a compra realizada pelos varejistas para abastecer suas lojas. No entanto, o verdadeiro sucesso só é atingido quando o consumidor final decide adquirir o produto, concluindo o ciclo de vendas.
O sell out é um reflexo direto da eficácia de várias estratégias, desde o planejamento logístico até as campanhas promocionais e a experiência do cliente no ponto de venda. Assim, ele não é apenas um número ou indicador financeiro, mas um termômetro do mercado que indica tendências de consumo, preferências e comportamento dos clientes.
Por que o sell out é fundamental no varejo?
O sell out tem implicações estratégicas profundas para marcas e varejistas. Ele não apenas sinaliza a performance de vendas, mas também ajuda a identificar gargalos no processo de comercialização. Por exemplo, um produto pode estar bem posicionado nas prateleiras (graças ao sell in), mas se ele não se conecta ao público-alvo, a mercadoria tende a encalhar.
Além disso, o sell out é diretamente ligado ao fluxo de caixa do varejista. Produtos parados representam capital imobilizado, o que pode comprometer a saúde financeira da operação. Por outro lado, uma alta taxa de sell out significa rotatividade eficiente do estoque, garantindo liquidez e sustentabilidade.
Outro ponto crucial é o impacto no relacionamento entre varejistas e fornecedores. Quando uma marca demonstra alto desempenho no sell out, ela fortalece sua posição no mercado, aumenta sua credibilidade e atrai mais oportunidades de parceria. Isso ocorre porque fabricantes e distribuidores confiam mais em varejistas que conseguem transformar mercadorias em vendas.
Fatores que influenciam o sell out
O sucesso do sell out depende de uma série de fatores interligados.
- Conhecimento do público-alvo: Compreender as necessidades, desejos e comportamentos do consumidor é a base para criar estratégias eficazes. Sem um conhecimento aprofundado do público, as chances de erro aumentam exponencialmente.
- Precificação adequada: O preço é um dos elementos mais sensíveis para o consumidor. Ele deve ser competitivo, mas também garantir uma margem de lucro saudável. Promoções e descontos bem planejados podem impulsionar vendas sem comprometer a rentabilidade.
- Merchandising e exposição: A forma como os produtos são apresentados no ponto de venda tem um impacto direto na decisão de compra. Displays atrativos, iluminação adequada e categorização clara podem transformar o interesse do consumidor em ação.
- Apoio ao vendedor: Equipes de vendas bem treinadas são essenciais para aumentar o sell out. Elas precisam estar preparadas para responder às dúvidas dos consumidores, oferecer recomendações personalizadas e criar uma experiência de compra memorável.
Diferenças entre sell out e sell in
A diferença entre sell out e sell in está relacionada aos estágios da cadeia de vendas e ao público envolvido em cada um deles. Ambos são indicadores importantes no varejo, mas possuem focos distintos.
Sell in
O sell in refere-se às vendas realizadas pelos fabricantes ou distribuidores para os varejistas. Esse processo ocorre no início da cadeia de vendas, quando os produtos são comprados pelos varejistas para abastecer suas lojas, prateleiras ou estoques.
O principal objetivo do sell in é garantir que o varejista tenha os produtos disponíveis para oferecer aos consumidores finais. Ele mede a capacidade do fabricante ou distribuidor de “vender para dentro” do varejo.
Exemplos de sell in
- Uma fábrica de refrigerantes vendendo grandes lotes de suas bebidas para supermercados.
- Um fornecedor de roupas entregando coleções sazonais para lojas de varejo.
Embora o sell in seja um indicador importante para fabricantes, ele não garante que os produtos serão efetivamente vendidos ao consumidor final. Por isso, é apenas uma parte do processo comercial.
Sell out
O sell out, por sua vez, mede as vendas realizadas diretamente ao consumidor final. Ele é o “vender para fora”, indicando quantos produtos saem das prateleiras e chegam às mãos dos clientes.
Esse indicador é crucial para avaliar a aceitação dos produtos pelo mercado, a eficácia das estratégias de marketing e a experiência de compra proporcionada pelos varejistas.
Exemplos de sell out
- Um cliente comprando um refrigerante no supermercado.
- Alguém adquirindo uma peça de roupa em uma loja ou site.
O sell out é, geralmente, o objetivo final de toda a cadeia de vendas. Ele reflete o desempenho real dos produtos no mercado e é fundamental para prever tendências de consumo, ajustar estoques e planejar novas campanhas de vendas.
Esses dois indicadores estão interligados, mas é importante não confundi-los. Um alto desempenho no sell in (vendas para varejistas) não garante necessariamente um bom desempenho no sell out (vendas para consumidores).
Por exemplo, uma marca pode vender grandes volumes de um produto para os varejistas (bom sell in), mas se esse produto não se conectar ao público final, ele ficará encalhado nas prateleiras (baixo sell out).
Da mesma forma, um bom sell out pode impulsionar o sell in. Se os produtos estão vendendo bem para os consumidores finais, os varejistas provavelmente farão novos pedidos ao fabricante ou distribuidor para reabastecer seus estoques.
Estratégias para otimização
Para maximizar o desempenho do sell out, é necessário adotar uma abordagem estratégica que considere tanto aspectos operacionais quanto emocionais do processo de compra.
A jornada começa com um planejamento cuidadoso, que envolve a análise de dados de vendas anteriores, estudos de mercado e a identificação de tendências. Esses insights ajudam a prever demandas e evitar problemas como a falta ou excesso de estoque.
Investir em tecnologia também é fundamental. Ferramentas de automação e análise de dados, como sistemas de gestão de varejo (ERP) e plataformas de business intelligence, podem fornecer informações em tempo real sobre o desempenho dos produtos. Esses dados permitem ajustes rápidos em estratégias de precificação, promoções e exposição de produtos.
Além disso, campanhas de marketing bem direcionadas são um dos motores principais do sell out. Seja por meio de anúncios online, estratégias de SEO ou ações no ponto de venda, o objetivo é capturar a atenção do consumidor e incentivá-lo a finalizar a compra.
Exemplos práticos de melhoria no sell out
Um exemplo clássico de estratégia de sell out bem-sucedida é o uso de promoções sazonais. No varejo de moda, por exemplo, as liquidações no final das estações são amplamente utilizadas para escoar estoques e liberar espaço para novos produtos.
Outro caso interessante é o do setor de tecnologia. Grandes varejistas, como as redes de eletrônicos, frequentemente utilizam demonstrações ao vivo de produtos para atrair clientes. Quando os consumidores têm a chance de testar dispositivos, as chances de conversão aumentam significativamente.
Já no mercado alimentício, promoções do tipo “pague um, leve dois” ou degustações gratuitas são estratégias eficazes para alavancar o sell out. Essas ações não apenas estimulam compras imediatas, mas também criam uma experiência positiva que pode gerar fidelidade à marca.
Desafios no mercado atual
Apesar de todas as estratégias disponíveis, o sell out enfrenta desafios crescentes no cenário atual. A alta competitividade do mercado, aliada às mudanças constantes nos hábitos de consumo, exige que marcas e varejistas estejam em constante evolução.
Outro obstáculo é a crescente influência do e-commerce. Embora o varejo físico continue sendo relevante, o comércio eletrônico tem transformado a forma como os consumidores fazem suas escolhas e compras. Para se destacar, os varejistas precisam integrar os canais online e offline de forma harmoniosa, oferecendo uma experiência omnichannel completa.
Ao adotar uma abordagem estratégica para otimizar o sell out, os varejistas podem garantir não apenas maiores volumes de vendas, mas também criar conexões duradouras com seus clientes. Em um mercado dinâmico e em constante transformação, o foco no último estágio da venda pode ser a diferença entre estagnação e crescimento sustentável.
Como monitorar o Sell Out?
Monitorar o sell-out é um dos pilares mais importantes para uma estratégia comercial eficiente. Diferente do sell-in, que foca no que você vende para o varejista, o sell-out indica a real aceitação da sua marca no mercado. Aqui estão os pontos fundamentais para um monitoramento eficaz:
1. Coleta e Integração de Dados
O primeiro passo é garantir a visibilidade sobre o que está acontecendo na ponta. Isso pode ser feito através de sistemas de EDI (Electronic Data Interchange), portais de fornecedores disponibilizados pelos grandes varejistas ou softwares de Business Intelligence (BI). O objetivo é consolidar os dados de vendas diárias e níveis de estoque em um único painel, permitindo que você identifique rapidamente quais regiões ou lojas estão performando acima ou abaixo do esperado.
2. Acompanhamento de KPIs Essenciais
Para entender a saúde do seu sell-out, você deve monitorar indicadores específicos, como:
-
Giro de Estoque: Com que rapidez seu produto sai da prateleira.
-
Ruptura: Quando o produto falta no PDV, resultando em perda de venda.
-
Market Share local: Sua fatia de vendas em relação aos concorrentes naquela categoria.
-
Preço Praticado: Verificar se o varejista está seguindo a política de preços ou se promoções agressivas estão afetando a percepção de valor da marca.
3. Ações Baseadas em Insights
Monitorar o sell-out não serve apenas para gerar relatórios, mas para tomar decisões proativas. Se o giro está baixo, pode ser necessário investir em ações de trade marketing, como degustações, melhoria na exposição da gôndola ou treinamento para os vendedores da loja. Por outro lado, se o sell-out está acelerado, você precisa agir rápido no sell-in para evitar a ruptura e garantir que o varejista tenha estoque suficiente para atender à demanda.
Imagem: Envato
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Meios de Pagamento: qual melhor para o seu negócio?
Published
4 dias agoon
março 17, 2026By
Jose Marques
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Conteúdo original:
Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
- Dificuldade de controle financeiro;
- Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
- Conveniência;
- Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
- Taxas para o lojista;
- Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
- Segurança;
- Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
- Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
- Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
- Liquidação imediata;
- Baixo custo;
- Alta adesão do público.
Desvantagens:
- Dependência de tecnologia;
- Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
- Agilidade;
- Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
- Inclusão financeira;
- Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
- Prazo de compensação;
- Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
Experiência do cliente
A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
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Os meios de pagamento são parte essencial de qualquer operação comercial, seja no varejo físico, e-commerce ou prestação de serviços. Com a digitalização acelerada e a mudança no comportamento do consumidor, oferecer opções variadas e eficientes deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.
Neste artigo da Central do Varejo, você vai entender o que são meios de pagamento, quais são os principais tipos, como escolher os melhores para o seu negócio e quais tendências estão moldando o futuro desse setor.
O que são meios de pagamento?
Meios de pagamento são os instrumentos ou sistemas utilizados para transferir valores entre comprador e vendedor em uma transação comercial. Eles viabilizam a conclusão da compra de forma segura, rápida e conveniente.
Esses meios podem ser físicos, como dinheiro em espécie, ou digitais, como cartões, transferências eletrônicas e carteiras digitais.
Principais tipos de meios de pagamento
1. Dinheiro em espécie
Apesar da digitalização, o dinheiro ainda é bastante utilizado, especialmente em pequenos comércios e regiões com menor acesso bancário.
Exemplo de mercado: feiras livres e pequenos estabelecimentos de bairro ainda dependem fortemente desse meio.
Vantagens:
Desvantagens:
- Dificuldade de controle financeiro;
- Falta de segurança.
2. Cartões de crédito e débito
Os cartões são um dos meios de pagamento mais populares no Brasil.
Crédito: permite parcelamento e pagamento futuro;
Débito: desconto direto da conta do cliente..
Exemplo de mercado: grandes redes varejistas oferecem parcelamento no crédito como estratégia para aumentar o ticket médio.
Vantagens:
- Conveniência;
- Aumento das vendas por parcelamento.
Desvantagens:
- Taxas para o lojista;
- Prazo de recebimento (no crédito).
3. Transferências bancárias
Incluem TED, DOC (menos comum atualmente) e transferências diretas entre contas.
Exemplo: empresas B2B frequentemente utilizam transferências para pagamentos de alto valor.
Vantagens:
- Segurança;
- Baixo custo em alguns casos.
Desvantagens:
- Pode não ser instantâneo (dependendo do método);
- Menos prático para o consumidor final.
4. Pagamentos instantâneos
Os pagamentos instantâneos revolucionaram o mercado financeiro, permitindo transferências em segundos, 24 horas por dia.
Exemplo de mercado: pequenos empreendedores adotaram rapidamente esse formato para evitar taxas de maquininhas.
Vantagens:
- Liquidação imediata;
- Baixo custo;
- Alta adesão do público.
Desvantagens:
- Dependência de tecnologia;
- Necessidade de atenção à segurança.
5. Carteiras digitais
Aplicativos que armazenam dados de pagamento e permitem transações rápidas via smartphone.
Exemplo: apps de transporte e delivery utilizam carteiras digitais para facilitar pagamentos recorrentes.
Vantagens:
- Agilidade;
- Melhor experiência do usuário.
Desvantagens:
6. Boletos bancários
Muito usados no Brasil, especialmente em compras online.
Exemplo de mercado: e-commerces oferecem boleto como alternativa para consumidores sem cartão.
Vantagens:
- Inclusão financeira;
- Sem necessidade de cartão.
Desvantagens:
- Prazo de compensação;
- Maior risco de abandono de compra.
Como escolher os melhores meios de pagamento para o seu negócio
A escolha dos meios de pagamento ideais depende de diversos fatores estratégicos. A seguir, apresentamos os principais pontos que devem ser considerados, agora explicados de forma mais detalhada para facilitar a aplicação prática no seu negócio:
Perfil do público-alvo
Antes de definir quais meios de pagamento oferecer, é fundamental compreender o comportamento do seu cliente. Diferentes perfis de consumidores possuem preferências distintas na hora de pagar.
Por exemplo, um público mais jovem e conectado tende a utilizar com maior frequência pagamentos digitais, como carteiras virtuais e transferências instantâneas. Já consumidores mais tradicionais podem preferir opções como dinheiro em espécie, cartões ou boletos bancários. Portanto, analisar dados de compra, hábitos de consumo e até mesmo o canal de venda pode ajudar a tomar decisões mais assertivas.
Tipo de negócio
O modelo da sua empresa também influencia diretamente na escolha dos meios de pagamento mais adequados. No caso de um e-commerce, é essencial oferecer diversidade, incluindo cartões de crédito, débito, boleto bancário, pagamentos instantâneos e carteiras digitais. Isso reduz o abandono de carrinho e amplia as chances de conversão.
Já em lojas físicas, a prioridade costuma ser a agilidade. Nesse cenário, pagamentos por aproximação, cartões e débito são mais eficientes. Para empresas de serviços, especialmente aquelas que trabalham com recorrência, opções como transferências, cobranças automáticas e assinaturas podem ser mais vantajosas.
Custos e taxas envolvidos
Cada meio de pagamento possui uma estrutura de custos diferente, e esse fator deve ser analisado com atenção.
Cartões de crédito, por exemplo, geralmente envolvem taxas por transação e prazos maiores para recebimento dos valores. Já pagamentos instantâneos tendem a ter custos mais baixos e liquidação imediata. Além disso, é importante considerar outros custos, como aluguel ou compra de maquininhas, tarifas bancárias e integração com plataformas de pagamento.
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A forma como o pagamento é realizado impacta diretamente na experiência do consumidor. Processos complicados, lentos ou com muitas etapas podem gerar frustração e aumentar significativamente o abandono de compras.
Por isso, é essencial oferecer uma jornada simples, intuitiva e rápida. Quanto mais fácil for para o cliente concluir o pagamento, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Oferecer diferentes opções de pagamento vai além da conveniência — trata-se de uma estratégia para aumentar resultados e ampliar o alcance do seu negócio.
Aumento da conversão de vendas
Quando o cliente encontra sua forma de pagamento preferida, ele se sente mais confortável para finalizar a compra. Por exemplo, um consumidor que não possui cartão de crédito pode desistir da compra caso não haja a opção de boleto ou pagamento instantâneo disponível.
Inclusão de diferentes perfis de clientes
A diversidade de meios de pagamento permite atender consumidores com diferentes níveis de acesso ao sistema financeiro. Isso é especialmente relevante em mercados como o brasileiro, onde ainda há uma parcela significativa da população sem acesso a crédito.
Boas práticas para otimizar seus meios de pagamento
Para extrair o máximo potencial dos meios de pagamento no seu negócio, é importante adotar algumas práticas essenciais. Primeiramente, simplifique o processo de checkout, reduzindo etapas e facilitando a conclusão da compra. Em seguida, ofereça uma variedade de opções de pagamento para atender a diferentes perfis de clientes.
Também é fundamental investir em segurança, garantindo a proteção dos dados e das transações. Além disso, monitore constantemente os resultados para entender quais meios são mais utilizados e eficientes. Por fim, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado, pois novas soluções surgem rapidamente e podem representar oportunidades competitivas importantes.
Imagens: Freepik
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Super Rio Expofood 2026 começa no Rio nesta terça-feira
Published
4 dias agoon
março 17, 2026By
Jose Marques
A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood tem início nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, reunindo autoridades públicas, representantes do setor supermercadista e profissionais do food service. A cerimônia oficial de abertura está prevista para as 13h.
O evento integra o calendário de negócios da cidade do Rio de Janeiro e deve contar com a presença de representantes dos poderes executivo e legislativo em níveis municipal, estadual e federal. Entre os nomes confirmados estão o governador Cláudio Castro, o prefeito Eduardo Paes e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Também são esperados parlamentares, vereadores e gestores de áreas ligadas ao turismo e à defesa do consumidor.
Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, será empossado como presidente da ALAS para o biênio 2026-2027. A posse marca a participação de lideranças brasileiras em entidades internacionais do setor.
Programação inclui convenção e debates sobre gestão
Após a abertura oficial, a programação segue com a Convenção das Américas, espaço dedicado a palestras e debates com convidados. O primeiro painel está previsto para as 16h e contará com a participação do ex-jogador Bebeto, campeão da Copa do Mundo FIFA de 1994.
O painel, intitulado “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, abordará temas relacionados à liderança e à gestão de equipes, com mediação do apresentador Getulio Vargas.
Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, a realização do evento reforça a posição da cidade como sede de encontros voltados a negócios e contribui para a movimentação econômica local.
Conteúdo técnico aborda varejo e legislação
A programação técnica do evento está distribuída em diferentes espaços temáticos. No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, as atividades têm início às 15h com um painel sobre a atuação da defesa do consumidor em processos de fiscalização e denúncias.
O debate contará com a participação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.
Na sequência, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta uma palestra sobre os impactos da reforma tributária nos supermercados. O tema também será discutido em painel que reunirá especialistas do setor para tratar dos efeitos das mudanças fiscais tanto para o varejo quanto para o segmento de alimentação fora do lar.
A agenda inclui ainda discussões sobre estratégias de delivery próprio e práticas de prevenção de perdas, com participação de profissionais ligados à operação de empresas do setor.
Gastronomia e políticas públicas em destaque
Outro espaço do evento, o palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, concentra debates voltados à gastronomia e ao ambiente de negócios. A programação tem início às 15h com um painel sobre o cenário econômico da gastronomia no estado do Rio de Janeiro, incluindo oportunidades e desafios para o setor.
Entre os participantes está o subsecretário da JUCERJA, Tiago Moura. Em seguida, representantes da AgeRio e do Sebrae apresentam informações sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos.
A programação também inclui discussões sobre políticas públicas e temas relacionados à formalização de empresas e ao ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.
Demonstrações culinárias e aulas-show na Super Rio Expofood
Além dos painéis técnicos, o evento conta com o espaço Gourmet Show, voltado a apresentações culinárias. As atividades começam às 14h30 e incluem aulas-show e demonstrações conduzidas por chefs convidados.
Entre os participantes da SRE – Super Rio Expofood 2026 estão a chef Maristella Sodré, representantes do Mesa Brasil Sesc, a chef Paula Marques, o chef João Lucas e o chef francês Ramão Hendrischky, que apresentará técnicas de cozinha tradicional.
Notícias
A Era da Audiência – Central do Varejo
Published
7 dias agoon
março 15, 2026By
Jose Marques
2026 mal começou, mas já apresenta sinais claros de que algumas tendências anunciadas em janeiro devem ganhar ainda mais força ao longo do ano. Na maior feira de varejo do mundo, por exemplo, uma das ideias mais discutidas foi a de que a inteligência artificial deve ser entendida como uma ferramenta — um meio — e não como o objetivo final.
Em um cenário em que se torna cada vez mais difícil distinguir o que é verdadeiro do que não é, a verdade passa a ser um fator determinante para os negócios. Ao mesmo tempo, vivemos em um ambiente onde múltiplas telas disputam, a todo instante, a nossa atenção na palma da mão. Para as empresas, essa disputa é exatamente a mesma: vencer a batalha pela atenção.
É por isso que digo que a era da audiência já começou — e talvez a gente ainda não tenha percebido completamente o que está acontecendo. A partir de agora, construir audiência passa a ser um ativo ainda mais valioso do que focar exclusivamente na conversão imediata, seja ela capturar um contato ou fechar uma venda.
A evolução da comunicação não mudou os princípios fundamentais do negócio. Antigamente, pagava-se mais caro por um ponto comercial com grande fluxo de pessoas perto da loja. Isso continua existindo no ambiente digital — o que mudou foi apenas o formato.
Por isso, em 2026, é fundamental ter consciência das possibilidades de geração de audiência. Sem dúvida, esse será um dos ativos mais importantes para qualquer negócio nos próximos anos.
E como fazer isso? É justamente o que vamos discutir ao longo das próximas colunas. Vou trazer uma série de reflexões e estratégias para ajudar você a destravar o seu negócio — e, principalmente, a construir a sua audiência.
Boa semana!
Leia também: Uma guerra no meio do caminho
(*) Elifas de Vargas é formado em Marketing, com especialização em Quality Service pela Disney Institute na Flórida-USA. É criador do método FastVideos, produção rápida e versátil de vídeos para web, utilizando apenas o smartphone. Responsável por fundar a primeira webtv privada do Rio Grande do Sul, em 2006, dentro da incubadora tecnológica da Univates, possui ampla experiência em comunicação e é Terapeuta Comportamental pela Escola de Executivos e Negócios Instituto Albuquerque, certificada pela Fundação Napoleon Hill. Empresário, Co-Founder da Agência de Marketing Kreativ desde 2010, com sede em Lajeado/RS e filiais em POA/RS e Rio de Janeiro/RJ, está sempre em busca de experiências que impactem os negócios de seus clientes. Assim, também é curador de diversos eventos, entre eles, o Rio Innovation Week (maior evento de inovação e tecnologia da América Latina) no Rio de Janeiro, e a NRF, em Nova York. Acompanhe o autor no LinkedIn.
Imagem: Freepik
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