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Hábitos noturnos dos consumidores impulsionam vendas online

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O hábito de dar aquela olhadinha no celular antes de dormir tem resultado em bons negócios para o varejo virtual. Hoje, mais da metade das compras online é feita à noite ou de madrugada. E, com os consumidores mais ativos em horários alternativos, o WhatsApp tem superado o chat online como canal preferido de atendimento.

Os dados são pesquisa E-commerce Trends 2026, realizada pela Octadesk, plataforma de atendimento da LWSA, em parceria com o Opinion Box. Mais de 2 mil consumidores foram ouvidos, de diferentes regiões, classes sociais e faixas etárias. Todos os entrevistados realizaram pelo menos uma compra nos últimos seis meses.

O estudo mostra que 88% dos consumidores compram online, sendo que 56% preferem realizar compras à noite ou madrugada. Além disso, a pesquisa mostra que oito em cada dez consumidores finalizam suas compras pelo celular. A tendência é de alta: 59% afirmam que pretendem comprar ainda mais pela internet nos próximos 12 meses.

“A compra digital deixou de ser uma alternativa. Ela se tornou o caminho natural, especialmente fora do expediente tradicional, o que exige disponibilidade e atendimento em tempo real”, destaca Mahara Scholz, head de receita da Octadesk.

O Google é o principal canal de pesquisa, sendo usado por 59% dos consumidores. Ele é seguido de perto pelos sites ou aplicativos das lojas (50%). As redes sociais também ganham protagonismo: 58% dos consumidores já utilizam plataformas como Instagram e YouTube para buscar produtos. Entre os que já compraram após ver anúncios nessas plataformas, o Instagram aparece em primeiro lugar (55%), seguido por Facebook (31%) e YouTube (30%).

Entre os fatores que mais influenciam a escolha de onde comprar online, o frete grátis lidera com 72%, seguido por promoções (60%), prazo de entrega (46%) e cupons de desconto (42%).

WhatsApp como canal de atendimento

A pesquisa E-commerce Trends 2026 mostra, ainda, que a Inteligência Artificial começa a ganhar espaço no setor. Hoje, 26% dos consumidores usam ferramentas como ChatGPT e Gemini para pesquisar produtos. Além disso, 26% afirmam que já foram motivados a comprar por vitrines personalizadas por IA.

A tecnologia, no entanto, ainda desperta cautela. Enquanto, para 39% dos entrevistados, a IA melhora a experiência de compra, para 23%, saber que a descrição de um produto foi gerada por robô gera desconfiança. Por outro lado, 42% se sentiriam mais inclinados a comprar com personalizações feitas por IA, e 46% dizem que esse fator não mudaria sua decisão.

“Com a IA entrando de vez na etapa de consideração, o desafio para as marcas será equilibrar personalização e transparência. O consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas espera ser compreendido e atendido com precisão, seja por humanos ou algoritmos. E quem souber usar a tecnologia com propósito e clareza, deve sair na frente”, afirma Rodrigo Ricco, fundador e diretor-geral da Octadesk.

A pesquisa mostra também que a IA aparece como alternativa para cobrir horários em que não há atendimento humano disponível. O WhatsApp superou pela primeira vez o chat online como canal preferido de atendimento, com 37% de preferência. Apesar disso, a experiência ainda divide opiniões: 86% dos consumidores já foram atendidos por chatbots, mas apenas 22% avaliaram positivamente a interação.

Cartão de crédito e Pix

Quando se analisa a forma de pagamento, os consumidores se mostram, ainda, ligados a meios tradicionais. O cartão de crédito o parcelado aparece como o meio de pagamento preferido por 53% dos consumidores. Ele é seguido por Pix (22%) e cartão de crédito à vista (15%). Outras formas, como cartão de débito (3%), QR Code (2%), carteiras digitais (2%), boleto bancário (1%) e pagamento por reconhecimento facial (1%) ainda enfrentam baixa adesão. O WhatsApp Pay é usado por menos de 1% dos entrevistados.

“Apesar da curiosidade por novidades, a decisão final ainda é guiada por confiança, familiaridade e praticidade. Para as marcas, o recado é direto: oferecer variedade importa, mas garantir as opções preferidas pelo cliente é o que realmente fecha a venda”, conclui Mahara.

Imagem: Envato

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História da LEGO no varejo: como a marca quase faliu e se tornou uma potência global

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História da LEGO no varejo: como a marca quase faliu e se tornou uma potência global

História da LEGO no varejo: como a marca se reinventou e virou referência mundial

A história da LEGO no varejo mostra como uma marca pode enfrentar uma crise profunda e, ainda assim, voltar mais forte. Atualmente, a empresa figura entre as marcas mais admiradas do mundo.

No entanto, essa posição não surgiu por acaso. Na verdade, a empresa passou por uma crise grave no início dos anos 2000.

Naquela época, as vendas caíram de forma preocupante. Além disso, a marca começou a perder relevância entre crianças e jovens.

Consequentemente, muitos analistas acreditavam que o futuro da empresa era incerto.

Ainda assim, a empresa decidiu agir rapidamente. A direção entendeu que precisava mudar sua estratégia. Portanto, iniciou uma transformação profunda em seu modelo de negócios.


O momento em que a marca quase desapareceu

Durante os anos 1990, a empresa buscou novas oportunidades. Por exemplo, investiu em parques temáticos, videogames e novos produtos.

Entretanto, essas iniciativas aumentaram os custos de produção.

Além disso, muitos produtos ficaram complexos demais para o público infantil.

Como resultado, a empresa perdeu foco. Ao mesmo tempo, os consumidores começaram a migrar para jogos eletrônicos.

Consequentemente, a marca registrou um grande prejuízo em 2003.

Nesse momento crítico, a liderança da empresa decidiu agir com rapidez.


A estratégia que salvou a empresa

Primeiramente, a empresa decidiu voltar às suas origens. Ou seja, voltou a focar nos blocos de montar que tornaram a marca famosa.

Além disso, reduziu o número de peças diferentes produzidas.

Essa decisão simplificou a produção e reduziu custos.

Ao mesmo tempo, a empresa começou a ouvir mais seus consumidores.

Portanto, a empresa passou a valorizar a criatividade e a imaginação das crianças.

Consequentemente, os produtos voltaram a ser simples e divertidos.

Esse movimento fortaleceu novamente a identidade da marca.


Parcerias estratégicas que impulsionaram o crescimento

Além das mudanças internas, a empresa apostou em parcerias fortes.

Por exemplo, criou linhas de brinquedos baseadas em franquias famosas.

Entre elas estão:

  • Star Wars

  • Harry Potter

  • Marvel

Essas colaborações trouxeram um novo público.

Além disso, adultos começaram a colecionar os produtos.

Consequentemente, a história da LEGO no varejo ganhou um novo capítulo de sucesso.


A expansão da marca para entretenimento

Com o crescimento da popularidade, a empresa expandiu sua presença no entretenimento.

Por exemplo, lançou filmes e conteúdos digitais.

Um dos maiores sucessos foi:

  • The Lego Movie

O filme conquistou público no mundo inteiro.

Além disso, reforçou o valor emocional da marca.

Consequentemente, a empresa fortaleceu sua presença cultural.

Hoje, a marca representa criatividade, diversão e inovação.


O que o varejo pode aprender com a história da LEGO

A história da LEGO no varejo oferece várias lições importantes.

Primeiramente, mostra que marcas fortes precisam manter sua identidade.

Além disso, empresas devem ouvir seus consumidores.

Outro ponto importante envolve inovação estratégica.

No entanto, inovação não significa abandonar a essência da marca.

Portanto, o equilíbrio entre tradição e inovação se torna essencial.

Por fim, empresas que conseguem se adaptar ao mercado tendem a sobreviver por décadas.


FAQ – Perguntas frequentes

O que tornou a história da LEGO no varejo tão marcante?

A empresa superou uma crise grave e transformou sua estratégia. Como resultado, voltou a crescer e se tornou referência global.

Quando a LEGO quase faliu?

A empresa enfrentou sua maior crise no início dos anos 2000, especialmente em 2003.

Qual foi a principal mudança da marca?

A empresa voltou a focar nos blocos de montar e reduziu produtos complexos.

Por que as parcerias ajudaram tanto a empresa?

Parcerias com franquias populares atraíram novos consumidores e ampliaram o público da marca.

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Alta do petróleo já pressiona preços antes de reajuste oficial

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Alta do petróleo já pressiona preços antes de reajuste oficial

A alta do petróleo impacto no varejo brasileiro já começa a aparecer nos postos. Mesmo sem reajuste oficial, muitos estabelecimentos aumentaram preços recentemente.

Além disso, o custo de reposição influencia diretamente a estratégia de revenda. Portanto, empresários buscam proteger margens diante da volatilidade global.

Consequentemente, consumidores percebem aumentos graduais nos combustíveis. Dessa forma, o impacto se espalha rapidamente pela cadeia econômica nacional.

Enquanto isso, distribuidoras ajustam valores com base no mercado internacional. Assim, o preço final reflete expectativas futuras, não apenas custos atuais.

No entanto, a ausência de reajuste oficial cria incerteza no mercado. Ainda assim, a alta do petróleo impacto no varejo continua sendo evidente.


Como o aumento da gasolina e diesel afeta o varejo

O varejo sente rapidamente a alta do petróleo impacto no varejo brasileiro. Primeiramente, o transporte mais caro eleva custos logísticos em diversos setores.

Além disso, supermercados e lojas ajustam preços para manter rentabilidade. Por isso, consumidores enfrentam inflação indireta em produtos essenciais.

Da mesma forma, pequenas empresas sofrem com margens reduzidas. Consequentemente, muitos negócios repassam custos para o cliente final.

Entretanto, o impacto não se limita a grandes centros urbanos. Também cidades menores registram mudanças no comportamento de compra.

Assim sendo, a alta do petróleo impacto no varejo cria efeito cascata na economia. Logo, especialistas monitoram o cenário com atenção constante.


Setores mais impactados pela alta dos combustíveis

O setor alimentício enfrenta desafios imediatos devido ao transporte rodoviário predominante. Além disso, o comércio eletrônico sofre com aumento no custo de entregas.

Ao mesmo tempo, o varejo de moda registra queda em vendas impulsivas. Portanto, consumidores priorizam despesas essenciais durante períodos de incerteza.

Adicionalmente, redes de farmácia ajustam preços gradualmente para manter competitividade. Dessa maneira, o impacto econômico se torna ainda mais abrangente.


Perspectivas para preços e comportamento do consumidor

A tendência indica manutenção de pressão nos preços enquanto o petróleo permanecer valorizado. Contudo, políticas públicas podem reduzir impactos futuros.

Além disso, estratégias de eficiência logística ajudam empresas a minimizar prejuízos. Assim, inovação torna-se essencial para sustentabilidade do varejo.

Enquanto isso, consumidores adotam hábitos de compra mais planejados. Consequentemente, o varejo precisa investir em promoções e fidelização.

Portanto, a alta do petróleo impacto no varejo brasileiro continuará relevante nos próximos meses. Dessa forma, acompanhamento constante será indispensável.


Estratégias do varejo para enfrentar o aumento dos combustíveis

Empresas adotam tecnologia para otimizar rotas de entrega. Além disso, parcerias logísticas reduzem custos operacionais significativamente.

Ao mesmo tempo, promoções estratégicas estimulam consumo mesmo em cenários adversos. Portanto, inovação comercial torna-se diferencial competitivo.

Adicionalmente, investimentos em energia alternativa podem gerar economia a longo prazo. Assim, o varejo se prepara para cenários econômicos instáveis.


FAQ — Alta do petróleo e impacto no varejo

1. Por que os postos aumentam preços sem reajuste oficial?

Postos consideram custo de reposição e expectativas de mercado. Dessa forma, antecipam ajustes para proteger margens financeiras.

2. Como a alta do petróleo impacta o varejo?

Ela aumenta custos logísticos e operacionais. Consequentemente, empresas repassam parte dos valores aos consumidores.

3. Quais setores sofrem mais com combustíveis caros?

Alimentos, e-commerce e varejo essencial enfrentam impactos mais rápidos. Além disso, pequenas empresas apresentam maior vulnerabilidade.

4. O consumidor pode reduzir impactos no orçamento?

Sim, planejamento financeiro e comparação de preços ajudam. Portanto, hábitos conscientes reduzem efeitos da inflação indireta.

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

Ambev Brasil e o varejo nacional

A Ambev Brasil é líder no setor de bebidas e mantém forte presença em supermercados, bares e plataformas digitais. Em 2026, a empresa reforça sua estratégia de unir inovação sustentável com apoio cultural e esportivo. Essa combinação fortalece sua imagem e amplia o impacto social.

Edital Brasilidades da Ambev

A Ambev Brasil lançou o Edital Brasilidades, iniciativa que destina até R$ 67 milhões para projetos culturais e esportivos.

  • Objetivo: valorizar a identidade brasileira por meio de iniciativas locais.
  • Prazo de inscrição: até 30 de setembro de 2026.
  • Quem pode participar: pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.
  • Abrangência: projetos em todas as regiões do Brasil.

Essa ação democratiza o acesso a recursos incentivados e fortalece o vínculo da Ambev Brasil com a sociedade.

Sustentabilidade e inovação com o 100+ Labs

A Ambev Brasil também aposta em inovação sustentável com o programa 100+ Labs, que conecta startups e empreendedores.

Áreas de foco:

  • Mudanças climáticas
  • Embalagem circular
  • Agricultura sustentável
  • Gestão de água
  • Inclusão produtiva

O objetivo é desenvolver soluções que transformem o futuro do consumo e da produção, alinhando negócios com responsabilidade ambiental.

Estratégia de mercado da Ambev

A Ambev Brasil combina tradição e inovação. Suas marcas famosas, como Skol, Brahma e Guaraná Antarctica, continuam líderes de mercado. Ao mesmo tempo, a empresa investe em logística digital e e-commerce para atender consumidores cada vez mais conectados.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. O que é o Edital Brasilidades da Ambev Brasil? É uma iniciativa que financia projetos culturais e esportivos por meio de leis de incentivo.

2. Qual o valor disponível para os projetos? Até R$ 67 milhões em 2026.

3. Quem pode participar do edital? Pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.

4. O que é o programa 100+ Labs da Ambev Brasil? Um projeto que apoia soluções inovadoras em sustentabilidade e impacto social.

Conclusão

A Ambev Brasil em 2026 reforça sua posição como gigante do varejo ao unir investimento cultural e esportivo com inovação sustentável. Essa estratégia fortalece sua marca, amplia impacto social e garante relevância em um mercado competitivo.

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