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Kings Sneakers: streetwear brasileiro nos EUA pela Kings Sneakers

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Kings Sneakers leva o streetwear brasileiro aos EUA com e-commerce e essência urbana

Marca brasileira inicia sua expansão internacional com foco no lifestyle urbano americano

Primeira operação fora do país marca entrada estratégica no mercado de moda dos Estados Unidos

A Kings Sneakers, rede brasileira especializada em streetwear, acaba de dar um passo decisivo em sua trajetória. A marca lançou, neste mês, seu e-commerce nos Estados Unidos, iniciando oficialmente seu plano de internacionalização. Com mais de 170 lojas no Brasil, a empresa investiu US$ 500 mil nesta fase inicial.

Por isso, a escolha dos Estados Unidos tem peso simbólico e estratégico. Afinal, o país é o berço do hip hop, do basquete de rua e da arte urbana. Segundo o CEO Igor Morais, “é o palco ideal para apresentar nossa história com sotaque brasileiro e essência global”.

E-commerce estruturado com logística local e foco em visibilidade

A operação será viabilizada com o apoio de um parceiro logístico norte-americano. Dessa forma, a marca garante armazenamento, transporte e entregas eficientes dentro dos EUA. Além disso, o site tem suporte bilíngue (inglês e português) e políticas de troca alinhadas às normas locais.

Inicialmente, o e-commerce atenderá todo o território americano. No entanto, a Kings Sneakers dará atenção especial a estados como Califórnia, Flórida e Nova York. Essas regiões concentram tanto imigrantes brasileiros quanto uma cena consolidada de streetwear.

Cultura de rua brasileira com alcance global

Embora o foco inicial seja o público brasileiro nos EUA, a Kings mira também os jovens americanos que valorizam o lifestyle urbano. “A marca tem alma periférica e história de superação. Por isso, conecta com o mundo inteiro”, diz Morais.

Além disso, o plano de marketing inclui colaborações com influenciadores locais e ações digitais com tráfego pago, promovendo pertencimento e identificação cultural com a nova audiência. Assim, a marca pretende apresentar sua identidade com autenticidade.

A expectativa é alcançar US$ 100 mil em vendas ainda em 2025 e, até 2026, atingir a marca de US$ 500 mil. Entre os objetivos estratégicos estão: esgotar ao menos uma coleção por semestre e alcançar o ponto de equilíbrio em três meses.

Crescimento internacional sem perder a raiz brasileira

A Kings Sneakers quer expandir com estrutura e consistência. Contudo, não abre mão da essência. “Somos da rua, da quebrada. Vamos mostrar que nossa cultura inspira também fora do Brasil”, conclui o CEO.


FAQ – Perguntas Frequentes

1. O que é a Kings Sneakers?
A Kings Sneakers é uma marca brasileira de streetwear com mais de 170 lojas, voltada à cultura urbana e ao lifestyle periférico.

2. Onde a marca atua nos Estados Unidos?
Através de um e-commerce com cobertura nacional, com foco inicial em Nova York, Califórnia e Flórida.

3. Qual o público-alvo da operação nos EUA?
Brasileiros residentes e jovens americanos conectados à cultura de rua e ao streetwear contemporâneo.

4. Quais são os planos de crescimento da marca?
Expandir o faturamento, fortalecer a identidade da marca nos EUA e esgotar coleções cápsula em ciclos curtos.

 

Imagem: Divulgação

 

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

O Valor de Continuar Quando Ninguém Acredita: A História de Jack Ma

Continuar Também Cansa

A história de Jack Ma começa onde muitos param.
Ela começa no cansaço.
Começa na dúvida.
Começa no silêncio de quem tenta e falha.

Desde cedo, disseram que ele não era bom.
Disseram que não servia.
Disseram que deveria desistir.

Mesmo assim, ele continuou.
E continuar, às vezes, dói.


Quando a Infância Já Ensina a Duvidar de Si Mesmo

Jack Ma nasceu em Hangzhou, na China.
Sua família era simples.
As expectativas eram baixas.

Na escola, ele não se destacava.
Pelo contrário, ele ficava para trás.
Especialmente em matemática.

Por causa disso, falhou em provas importantes.
Consequentemente, professores desacreditaram do seu futuro.
Alguns disseram que ele nunca teria sucesso.

Ainda assim, Jack seguiu em frente.
Não porque acreditava.
Mas porque não queria parar.


Aprender Inglês Para Existir

Jack percebeu cedo que precisava de uma saída.
Então, tomou uma decisão silenciosa.

Todos os dias, falava inglês com turistas.
Errava palavras.
Passava vergonha.
Mesmo assim, voltava no dia seguinte.

Não ganhava dinheiro.
Mas ganhava mundo.

Aos poucos, deixou de se sentir invisível.
Portanto, aprender inglês virou sobrevivência emocional.


A Universidade Que Não Impressionava Ninguém

Jack Ma falhou duas vezes no exame nacional chinês.
Na terceira tentativa, passou.

A universidade não era famosa.
Ninguém se impressionava com aquele diploma.

No entanto, ele aprendeu algo essencial.
Continuar sem reconhecimento também é força.
Assim, ele seguiu.


Rejeições Que Machucam Mais do Que Parecem

Depois de formado, Jack buscou emprego.
Foi rejeitado uma vez.
Depois outra.
Depois outra.

Mais de trinta recusas.
Nenhuma oportunidade.

Até o KFC disse não.
Entre vinte e quatro candidatos, só ele ficou de fora.

Ouvir “você não serve” dói.
Mesmo assim, ele voltou a tentar.
Portanto, não deixou a dor decidir por ele.


Dez Nãos de Harvard e Uma Decisão Interna

Jack Ma tentou entrar em Harvard dez vezes.
Recebeu dez respostas negativas.

Cada não machucava.
Cada tentativa exigia mais coragem.

Ainda assim, ele insistiu.
Porque entendeu algo profundo.
Desistir seria aceitar a versão dos outros.


O Período Invisível de Um Professor Pobre

Sem opções, Jack virou professor.
Seu salário era de doze dólares por mês.

Enquanto amigos prosperavam, ele observava em silêncio.
Sentia dúvida.
Sentia medo.

Mas também sentia disciplina.
Esse período o fortaleceu por dentro.

Crescer, às vezes, acontece no escuro.


O Dia em Que Ele Viu o Que Ninguém Via

Durante uma viagem aos Estados Unidos, Jack conheceu a internet.
Curioso, pesquisou produtos chineses.

Nada apareceu.
Nenhum resultado.
Nenhuma presença.

Nesse vazio, ele enxergou futuro.
A China não existia online.
E alguém precisava mudar isso.


Alibaba: Continuar Mesmo Sem Aplausos

Em 1999, Jack Ma criou o Alibaba.
Poucos acreditaram.

Ele não tentou ser gigante.
Tentou ser útil.

Ajudou pequenos vendedores.
Apoiou quem também era ignorado.

Com o tempo, o crescimento veio.
Depois, o reconhecimento.

Mas tudo começou com insistência.


O Que a História de Jack Ma Realmente Ensina

A história de Jack Ma não fala apenas de sucesso.
Ela fala de resistência.

Fala de continuar quando ninguém olha.
Fala de insistir quando dói.

Quem continua aprende.
Quem aprende evolui.
Quem evolui transforma realidades.

A Filosofia por Trás da História de Jack Ma

Jack Ma sempre repetiu uma ideia central.
“Se você não desistir, ainda tem uma chance.”

Essa filosofia explica sua trajetória.
Mais do que números, fala de resistência emocional.
Portanto, persistir foi uma necessidade.


Perguntas Frequentes

Quem é Jack Ma?

Jack Ma é o fundador do Alibaba e símbolo de persistência.

Ele sempre acreditou em si mesmo?

Não. Muitas vezes, ele apenas não desistiu.

Qual a maior lição dessa história?

Continuar também é coragem.

Por que essa história emociona tanto?

Porque todos já pensaram em parar.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

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Projeto Crescer Farmais: modelo de gestão segmentada que acelera o crescimento das farmácias de pequeno porte

Introdução: o novo cenário do varejo farmacêutico brasileiro

O varejo farmacêutico brasileiro passa por uma transformação acelerada. Atualmente, a digitalização dos processos, o avanço do e-commerce e o comportamento omnicanal do consumidor mudaram o setor. Além disso, grandes redes avançam sobre cidades médias e pequenas. Como consequência, a competição aumentou de forma significativa.

Nesse contexto, a profissionalização deixou de ser diferencial. Hoje, ela se tornou condição básica de sobrevivência. Portanto, farmácias que não investem em gestão, tecnologia e dados perdem margem, eficiência e relevância. Por esse motivo, o modelo tradicional, focado apenas no operacional, já não sustenta crescimento consistente.

A realidade das farmácias de pequeno porte no Brasil

Atualmente, mais de 56% das farmácias brasileiras faturam abaixo de R$ 150 mil por mês. Esse nível de receita limita investimentos e, ao mesmo tempo, dificulta a evolução do negócio. Na prática, muitas dessas lojas operam com baixa maturidade de gestão.

Além disso, o lucro médio mensal varia entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Assim, sobra pouco espaço para reinvestir. Consequentemente, fica difícil contratar equipe, ampliar horários, digitalizar canais ou corrigir falhas estruturais. Sem escala, o pequeno varejista não compete em preço e, da mesma forma, não profissionaliza áreas estratégicas.

Segundo Ricardo Kunimi, CEO da Farmais, esse é o principal ponto de alerta do setor. Para ele, o cenário exige ação imediata. “No varejo atual, ou a farmácia cresce em estrutura, método e escala, ou fica estagnada. Operações muito pequenas não geram margem para investir no próprio futuro.”

Projeto Crescer Farmais: uma resposta prática ao novo varejo

Diante desse cenário, o Grupo Farmais criou o Projeto Crescer. A iniciativa redefine o modelo de suporte da rede. Nesse sentido, o projeto adota uma gestão segmentada, baseada no estágio real de cada farmácia.

Assim, o apoio deixa de ser genérico. Em vez disso, ele passa a ser direcionado, técnico e mensurável. Além disso, o foco está nas farmácias com faturamento abaixo de R$ 150 mil, onde o impacto da metodologia se mostra mais relevante.

Segmentação inteligente: quatro níveis de maturidade

Atualmente, a Farmais possui mais de 250 unidades no país. Por isso, a rede mapeou todas as lojas e definiu quatro níveis de faturamento e maturidade operacional. O objetivo não é criar hierarquias. Pelo contrário, o foco é ajustar o suporte à realidade de cada operação.

Para Ricardo Kunimi, a mudança está na forma de apoiar o franqueado. Segundo ele, cada loja vive uma realidade diferente. Dessa forma, o Projeto Crescer não existe para corrigir erros pontuais. Ele entrega um modelo de gestão adequado ao estágio do negócio.

O que é o Projeto Crescer Farmais

O Projeto Crescer foi criado para melhorar o desempenho das farmácias de menor porte. Para isso, o programa atua em três frentes principais: gestão por dados, eficiência operacional e digitalização.

Gestão por dados e controle financeiro

No eixo financeiro, o projeto analisa toda a rotina da farmácia. Inicialmente, a equipe avalia indicadores como margem, CMV, despesas, DRE, escalas, perdas e giro de estoque.

Com base nesses dados, o time corrige inconsistências, reorganiza o mix e ajusta preços. Dessa maneira, a gestão deixa de ser intuitiva e passa a ser orientada por números claros.

Estratégia comercial apoiada por BI

No eixo comercial, o Projeto Crescer revisa preços, posicionamento e mix de produtos. Além disso, todo o trabalho conta com o apoio do Farmais PRO, a plataforma de BI da rede.

Por meio da ferramenta, o franqueado analisa categorias, curva ABC, margem e ruptura. Assim, ele toma decisões mais rápidas e eficientes.

Digitalização e vendas on-line

A digitalização representa um pilar central do projeto. Nesse eixo, o Crescer atua na estruturação do iFood, na revisão de catálogo, na padronização de imagens e no ajuste do raio de entrega.

Além disso, o programa ativa o marketplace Farmais e fortalece os canais de vendas on-line. Todo o processo envolve equipes de operações, marketing, BI e campo. Por fim, os planos de ação são semanais e contam com metas claras.

O impacto prático do Projeto Crescer Farmais

Thiago Cosso, franqueado em São Carlos (SP), representa o perfil típico do pequeno varejo farmacêutico. Atualmente, sua farmácia atende a comunidade local e enfrentava desafios de gestão, estoque e digitalização.

Antes do projeto, Thiago lidava com oscilações de faturamento e dificuldade para definir prioridades. Mesmo com apoio da rede, ele se sentia sobrecarregado pela rotina. “A operação consome. Por isso, você entra no automático”, relata.

Com a implantação do Projeto Crescer, o acompanhamento tornou-se mais técnico. Inicialmente, o trabalho começou pela reorganização do estoque. A equipe identificou produtos sem giro acima de 90 dias e revisou curvas C e D.

Em seguida, o mix foi redesenhado com apoio do Farmais PRO. Como resultado, categorias estratégicas passaram a incluir mais itens da marca própria Etterna, o que aumentou a margem da loja.

Na sequência, o digital foi reestruturado. O iFood recebeu novo catálogo, imagens corretas e disponibilidade ajustada. Como consequência, o canal dobrou de volume já na primeira semana.

Resultados claros e crescimento sustentável

Com o apoio do consultor, Thiago passou a seguir um plano de ação semanal. Além disso, ele reorganizou escalas, padronizou processos e retomou o horário integral.

Após quatro meses, o faturamento médio saiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil mensais. Além disso, a projeção indica R$ 120 mil ao fim do ciclo. Para o franqueado, o Projeto Crescer trouxe direção. “Não é milagre. É método”, afirma.

Projeto Crescer: uma mudança estrutural na Farmais

O Projeto Crescer Farmais não representa uma ação pontual. Pelo contrário, ele simboliza uma mudança no modelo de gestão da rede. A iniciativa começou com sete lojas piloto e hoje acompanha entre 40 e 50 unidades.

Em um varejo cada vez mais competitivo, crescer deixou de ser opção. Portanto, tornou-se necessidade. O Projeto Crescer mostra que, com método, dados e foco, farmácias de pequeno porte podem crescer de forma sustentável.

Imagem de Divulgação
Por: Victoria Ribeiro Souza
          Economidia
 Revisão de texto: José Marques

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

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A Próxima Era da Inteligência Artificial no Varejo: Integração Total para uma Experiência de Loja Inteligente

A inteligência artificial no varejo entrou em uma nova fase. Atualmente, ela deixa de ser apenas uma ferramenta analítica. Em vez disso, passa a atuar como um agente ativo na operação.
Nesse cenário, varejistas precisam integrar consumidores, colaboradores e força de trabalho. Caso contrário, perderão competitividade nos próximos anos.

Segundo projeções do setor, mais da metade dos consumidores utilizará assistentes de compra com IA. Portanto, a expectativa por experiências fluidas cresce rapidamente. Além disso, a loja física volta ao centro da estratégia. Contudo, agora ela é orientada por dados e inteligência.


A evolução da inteligência artificial no varejo moderno

Durante anos, o varejo utilizou IA de forma reativa. Ou seja, analisava dados passados. No entanto, esse modelo se tornou insuficiente.
Hoje, a inteligência artificial no varejo opera em tempo real. Além disso, conecta canais, pessoas e decisões.

Essa evolução permite antecipar comportamentos. Consequentemente, reduz falhas operacionais. Da mesma forma, melhora a experiência do cliente. Portanto, a IA passa a sustentar o modelo de negócio.


IA ativa: da automação à decisão estratégica

A IA ativa representa uma mudança estrutural. Diferentemente da automação tradicional, ela aprende continuamente. Além disso, recomenda ações concretas.

Com isso, gestores tomam decisões mais rápidas. Ao mesmo tempo, reduzem riscos. Portanto, a IA deixa de ser suporte. Ela se torna protagonista.


Inteligência artificial no varejo focada no consumidor

Assistentes de compra inteligentes e personalização

A IA voltada ao consumidor já entrega resultados financeiros. Principalmente, por meio de assistentes inteligentes. Esses sistemas entendem intenção, histórico e contexto.

Além disso, personalizam ofertas em tempo real. Assim, aumentam conversão e ticket médio. Consequentemente, reduzem fricções na jornada.

 Impactos diretos nos resultados financeiros

Marcas que adotam IA integrada observam crescimento consistente. Em especial, há redução do abandono de carrinho. Além disso, cresce a recorrência de compra.

Portanto, a inteligência artificial no varejo melhora eficiência. Porém, também fortalece relacionamento.


O papel da IA no empoderamento dos colaboradores

A IA não transforma apenas o cliente. Da mesma forma, impacta o colaborador. Assistentes internos agilizam treinamentos. Além disso, apoiam decisões no atendimento.

Benefícios operacionais e produtividade

Com IA, equipes acessam informações rapidamente. Assim, reduzem erros. Consequentemente, ganham confiança.

 Riscos culturais e desafios

Entretanto, a adoção exige cuidado. Caso contrário, surgem resistências. Por isso, líderes devem comunicar que a IA apoia, e não substitui.


Como a IA está transformando a gestão da força de trabalho

A gestão da força de trabalho sempre foi complexa. No entanto, a IA muda esse cenário. Ela cruza dados de vendas, clima e fluxo.

Assim, cria escalas mais eficientes. Além disso, reduz horas extras. Portanto, melhora custos e bem-estar.


 Integração de dados, canais e pessoas como vantagem competitiva

O maior diferencial competitivo está na integração. Quando dados fluem entre sistemas, decisões se tornam mais precisas.

Consequentemente, o cliente percebe consistência. Ao mesmo tempo, o colaborador atua melhor informado. Portanto, a operação se torna inteligente.


O futuro das lojas físicas impulsionado por inteligência artificial

Até 2026, as lojas físicas serão hubs de experiência. A IA atuará de forma invisível. Contudo, será decisiva.

Atendimento híbrido, operações preditivas e decisões descentralizadas definirão o sucesso.


Considerações finais: IA como modelo operacional do varejo

A próxima era da inteligência artificial no varejo não é tecnológica. Ela é estratégica.
Portanto, vencerá quem integrar pessoas, dados e processos. Não basta adotar IA. É preciso orquestrá-la.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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