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Superintendência-Geral do Cade aprova venda de parte do GPA ao grupo Coelho Diniz

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A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a venda de parte do Grupo Pão de Açúcar (GPA) ao Grupo Coelho Diniz, dos empresários André Luiz Coelho Diniz, Alex Sandro Coelho Diniz, Fábio Coelho Diniz, Henrique Mulford Coelho Diniz e Helton Coelho Diniz. Apesar da coincidência no sobrenome, não há parentesco com o antigo controlador do GPA, Abilio Diniz, falecido no ano passado.

A operação se refere a aquisição de participação societária na Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), a sociedade mãe do Grupo Pão de Açúcar (GPA). Com isso, a Família Coelho Diniz passou a ser titular de 24,5% das ações da CBD, mais do que o Grupo Casino, que possui 22,5% das ações do GPA, o que levou a área técnica do Cade a inferir que o Grupo Coelho Diniz passará a deter controle sobre o GPA, ainda que de forma compartilhada.

A Família Coelho Diniz é formada por empreendedores, sócios de diversos negócios, com destaque para a rede Supermercado Coelho Diniz. A empresa conta, atualmente, com 22 lojas em cidades do leste de Minas Gerais.

Após consolidar sua posição no mercado mineiro, a família iniciou um movimento de expansão além do Estado e encontrou no GPA a oportunidade para dar os primeiros passos nessa estratégia. A investida começou de forma discreta em fevereiro, com a compra de cerca de 5% das ações. Em maio, a fatia dobrou para 10%, avançou para 17,7% em junho e, no fim de agosto, chegou ao patamar atual.

Já a CBD é uma companhia aberta listada na B3 e com forte atuação no segmento de supermercado e proximidade no setor do varejo no Brasil, por meio de quatro marcas (Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Extra Mercado e Mini). Ela oferta serviços em determinados municípios dos estados do Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo, além do Distrito Federal. Ainda atua no varejo online de produtos, além de ter atividades acessórias à atuação no comércio varejista (como por exemplo, locação de imóveis próprios). Além disso, possui atuação no e-commerce.

O despacho que autoriza a operação foi publicado na edição desta terça-feira, 2, do Diário Oficial da União (DOU), assinado pelo superintendente-geral, Alexandre Barreto.

Em sua decisão, ele considerou que, apesar de ambas as partes atuarem no ramo de supermercados, a operação “não acarreta sobreposição horizontal nem integração vertical”. Foi informado que a CBD e a Família Coelho Diniz possuem supermercados em municípios distintos. Nesse sentido, em Minas Gerais, a CBD possui loja somente em Uberlândia, uma localidade onde a Família Coelho Diniz não possui loja.

Adicionalmente, foi informado que nenhuma empresa do Grupo da Família Coelho Diniz fornece produtos para outros supermercados que não sejam detidos integralmente pela própria família.

“Sendo assim, entende-se que a operação configura mera substituição de agente econômico, não demandando, deste modo, uma análise mais aprofundada dos mercados envolvidos”, concluiu a SG.

Fato relevante

Na noite da segunda-feira, 1º, o GPA informou que os acionistas da família Coelho Diniz submeteram à companhia uma proposta de chapa de candidatos à eleição do conselho de administração.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa afirma que a chapa é composta por André Luiz Coelho Diniz, Gustavo Lobato, Leandro Assis Campos, Luiz Henrique Cunha, Christophe José Hidalgo, Marcelo Ribeiro Pimentel, Helene Esther Bitton, Rafael Ferri e Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho.

Diante do recebimento das informações, a companhia convocará uma reunião do colegiado para deliberar sobre a realização de assembleia geral extraordinária (AGE).

Com informações de Estadão Conteúdo (Flávia Said).
Imagem: Divulgação

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

O Valor de Continuar Quando Ninguém Acredita: A História de Jack Ma

Continuar Também Cansa

A história de Jack Ma começa onde muitos param.
Ela começa no cansaço.
Começa na dúvida.
Começa no silêncio de quem tenta e falha.

Desde cedo, disseram que ele não era bom.
Disseram que não servia.
Disseram que deveria desistir.

Mesmo assim, ele continuou.
E continuar, às vezes, dói.


Quando a Infância Já Ensina a Duvidar de Si Mesmo

Jack Ma nasceu em Hangzhou, na China.
Sua família era simples.
As expectativas eram baixas.

Na escola, ele não se destacava.
Pelo contrário, ele ficava para trás.
Especialmente em matemática.

Por causa disso, falhou em provas importantes.
Consequentemente, professores desacreditaram do seu futuro.
Alguns disseram que ele nunca teria sucesso.

Ainda assim, Jack seguiu em frente.
Não porque acreditava.
Mas porque não queria parar.


Aprender Inglês Para Existir

Jack percebeu cedo que precisava de uma saída.
Então, tomou uma decisão silenciosa.

Todos os dias, falava inglês com turistas.
Errava palavras.
Passava vergonha.
Mesmo assim, voltava no dia seguinte.

Não ganhava dinheiro.
Mas ganhava mundo.

Aos poucos, deixou de se sentir invisível.
Portanto, aprender inglês virou sobrevivência emocional.


A Universidade Que Não Impressionava Ninguém

Jack Ma falhou duas vezes no exame nacional chinês.
Na terceira tentativa, passou.

A universidade não era famosa.
Ninguém se impressionava com aquele diploma.

No entanto, ele aprendeu algo essencial.
Continuar sem reconhecimento também é força.
Assim, ele seguiu.


Rejeições Que Machucam Mais do Que Parecem

Depois de formado, Jack buscou emprego.
Foi rejeitado uma vez.
Depois outra.
Depois outra.

Mais de trinta recusas.
Nenhuma oportunidade.

Até o KFC disse não.
Entre vinte e quatro candidatos, só ele ficou de fora.

Ouvir “você não serve” dói.
Mesmo assim, ele voltou a tentar.
Portanto, não deixou a dor decidir por ele.


Dez Nãos de Harvard e Uma Decisão Interna

Jack Ma tentou entrar em Harvard dez vezes.
Recebeu dez respostas negativas.

Cada não machucava.
Cada tentativa exigia mais coragem.

Ainda assim, ele insistiu.
Porque entendeu algo profundo.
Desistir seria aceitar a versão dos outros.


O Período Invisível de Um Professor Pobre

Sem opções, Jack virou professor.
Seu salário era de doze dólares por mês.

Enquanto amigos prosperavam, ele observava em silêncio.
Sentia dúvida.
Sentia medo.

Mas também sentia disciplina.
Esse período o fortaleceu por dentro.

Crescer, às vezes, acontece no escuro.


O Dia em Que Ele Viu o Que Ninguém Via

Durante uma viagem aos Estados Unidos, Jack conheceu a internet.
Curioso, pesquisou produtos chineses.

Nada apareceu.
Nenhum resultado.
Nenhuma presença.

Nesse vazio, ele enxergou futuro.
A China não existia online.
E alguém precisava mudar isso.


Alibaba: Continuar Mesmo Sem Aplausos

Em 1999, Jack Ma criou o Alibaba.
Poucos acreditaram.

Ele não tentou ser gigante.
Tentou ser útil.

Ajudou pequenos vendedores.
Apoiou quem também era ignorado.

Com o tempo, o crescimento veio.
Depois, o reconhecimento.

Mas tudo começou com insistência.


O Que a História de Jack Ma Realmente Ensina

A história de Jack Ma não fala apenas de sucesso.
Ela fala de resistência.

Fala de continuar quando ninguém olha.
Fala de insistir quando dói.

Quem continua aprende.
Quem aprende evolui.
Quem evolui transforma realidades.

A Filosofia por Trás da História de Jack Ma

Jack Ma sempre repetiu uma ideia central.
“Se você não desistir, ainda tem uma chance.”

Essa filosofia explica sua trajetória.
Mais do que números, fala de resistência emocional.
Portanto, persistir foi uma necessidade.


Perguntas Frequentes

Quem é Jack Ma?

Jack Ma é o fundador do Alibaba e símbolo de persistência.

Ele sempre acreditou em si mesmo?

Não. Muitas vezes, ele apenas não desistiu.

Qual a maior lição dessa história?

Continuar também é coragem.

Por que essa história emociona tanto?

Porque todos já pensaram em parar.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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Carrefour Brasil Reduz Preços e Reacende a Disputa no Varejo Brasileiro

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Carrefour Brasil Reduz Preços e Reacende a Disputa no Varejo Brasileiro

Introdução

O varejo brasileiro iniciou um novo movimento estratégico. Recentemente, o Carrefour Brasil anunciou a redução de preços em produtos essenciais. Dessa forma, a empresa busca estimular o consumo e aumentar o fluxo de clientes.

Além disso, o cenário econômico exige adaptação. O consumidor está mais cauteloso. Portanto, grandes redes passaram a rever margens. Assim, preço voltou a ser um fator decisivo.

Porém, não se trata apenas de promoção. Pelo contrário, trata-se de posicionamento competitivo no varejo brasileiro.


Redução de preços como estratégia no varejo brasileiro

A redução de preços anunciada pelo Carrefour faz parte de uma estratégia clara. A empresa reforçou sua política de preços baixos contínuos. Assim, busca fidelizar consumidores e aumentar recorrência.

Além disso, a iniciativa envolve produtos da cesta básica. Portanto, impacta diretamente o orçamento das famílias. Como resultado, o varejo brasileiro sente efeito imediato no fluxo de compras.

Enquanto isso, concorrentes observam atentamente. Afinal, quando um grande player reduz preços, o mercado reage.

Integração entre lojas físicas e digitais

Outro ponto importante é a integração entre canais. O Carrefour aplicou a redução de preços tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. Dessa forma, fortaleceu sua estratégia omnichannel.

Além disso, o consumidor encontra consistência nos valores. Assim, a experiência de compra se torna mais confiável. Consequentemente, a marca ganha vantagem competitiva no varejo brasileiro.


Impactos no comportamento do consumidor

O consumidor brasileiro mudou. Atualmente, ele pesquisa mais. Além disso, compara preços com frequência. Portanto, reduções reais geram impacto imediato.

Com a queda de preços, muitos consumidores passaram a concentrar compras maiores. Assim, o ticket médio aumenta. Ao mesmo tempo, a fidelização cresce.

Por outro lado, promoções falsas geram desconfiança. Logo, ações transparentes se destacam no varejo brasileiro.

Consumidor mais racional e seletivo

Hoje, o consumidor compra com mais critério. Além disso, evita desperdícios. Dessa forma, redes que oferecem valor real ganham espaço.

Portanto, a estratégia do Carrefour acompanha essa mudança. Ao reduzir preços, a marca conversa diretamente com a nova realidade do varejo brasileiro.


Pressão sobre o mercado e concorrência

A decisão do Carrefour pressiona outras redes. Naturalmente, concorrentes precisam reagir. Assim, o varejo brasileiro entra em um novo ciclo de competitividade.

No entanto, reduzir preços exige eficiência. Por isso, negociação com fornecedores se torna essencial. Além disso, controle de estoque e dados ganham importância.

Consequentemente, apenas empresas bem estruturadas sustentam essa estratégia no longo prazo.


Reflexos para o varejo brasileiro

Esse movimento sinaliza uma mudança clara. O varejo brasileiro começa a priorizar volume e relacionamento. Em vez de repassar custos, grandes redes buscam equilíbrio.

Além disso, a redução de preços fortalece a confiança do consumidor. Dessa forma, o setor se mantém ativo mesmo em cenários econômicos desafiadores.

Portanto, o varejo brasileiro mostra capacidade de adaptação e leitura de mercado.


Conclusão

A redução de preços promovida pelo Carrefour Brasil representa um marco recente no varejo brasileiro. Mais do que uma ação promocional, trata-se de uma estratégia de sobrevivência e crescimento.

Assim, empresas que entendem o consumidor ganham espaço. Enquanto isso, marcas que ignoram o cenário perdem relevância. Logo, o varejo brasileiro entra em uma nova fase, mais estratégica e competitiva.


FAQ – Varejo Brasileiro e Redução de Preços

Por que o Carrefour reduziu preços no Brasil?

Para estimular o consumo e atrair consumidores mais cautelosos.

A redução de preços afeta a concorrência?

Sim. Outras redes tendem a reagir para manter competitividade.

O consumidor se beneficia dessas ações?

Sim. Há impacto direto no custo da cesta básica e no orçamento mensal.

Essa estratégia é sustentável no longo prazo?

Depende de eficiência operacional e negociação com fornecedores.

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O Poder da Simetria no Visual Merchandising: Como Organizar Vitrines que Vendem Mais

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O Poder da Simetria no Visual Merchandising: Como Organizar Vitrines que Vendem Mais

Por que a simetria no visual merchandising importa tanto?

A simetria no visual merchandising organiza o olhar e transmite equilíbrio. Desde a Grécia Antiga, conceitos como proporção, harmonia e ordem orientam a criação de obras visuais. Hoje, esses mesmos princípios ajudam marcas a estruturar vitrines mais claras e sedutoras.

Quando aplicamos simetria, criamos uma sensação imediata de limpeza. Além disso, transmitimos profissionalismo e confiança. Como resultado, o cliente percorre a loja com mais conforto e permanece mais tempo no ambiente. Assim, aumentamos as chances de compra.


Como funciona a simetria na prática?

O ponto de partida: a linha imaginária

Para identificar a simetria no visual merchandising, trace uma linha imaginária no centro da vitrine. Em seguida, observe as duas metades. Se os elementos estiverem equilibrados em forma, cor, tamanho e proporção, a simetria está presente.

Essa técnica simples funciona em qualquer segmento. Além disso, facilita o planejamento da exposição e permite ajustes rápidos durante trocas de coleção.

A combinação entre cores e elementos

A simetria não se limita a dividir espaços. Ela depende também de combinação e harmonia. Ao escolher uma peça principal – como a estampa de uma camiseta –, você cria um ponto de partida visual. Depois disso, selecione outras peças que reforcem essa estética. Assim, a vitrine se torna coerente e atraente.

Essa estratégia melhora a percepção de valor da marca. Além disso, torna a experiência de compra mais fluida e convidativa.


A simetria aplicada em diferentes tipos de loja

A simetria no visual merchandising pode aparecer de várias formas:

Em lojas de roupas

  • Combinação de cores por tom ou contraste.

  • Repetição organizada de peças dobradas.

  • Manequins posicionados de forma equilibrada.

  • Acessórios alinhados para reforçar harmonia.

Em supermercados e hipermercados

Nesses ambientes, a simetria surge por meio de:

  • Espaçamentos uniformes.

  • Alturas iguais entre produtos semelhantes.

  • Agrupamentos por uso.

  • Degradês de cores nas prateleiras.

  • Exposição vertical, horizontal ou em blocos.

  • Sinalizações alinhadas e padronizadas.

A importância da sinalização simétrica

As etiquetas de preço, cartazes promocionais e placas informativas também devem seguir a lógica simétrica. Quando isso ocorre, o cliente percebe organização e clareza. Como resultado, a experiência de compra melhora significativamente.


Por que buscar simetria o tempo todo?

A simetria no visual merchandising deve ser permanente. Isso porque ela reforça uma identidade visual coerente e fortalece a percepção de valor do ambiente. Quando o cliente percebe beleza e ordem, o processo de compra se torna natural. Assim, ele confia mais na marca e compra com menos resistência.

Manter essa prática diariamente transforma a loja em um ambiente convidativo. Além disso, cria uma imagem profissional e alinhada às melhores práticas do varejo moderno.


FAQ: Perguntas frequentes sobre simetria no visual merchandising

1. A simetria precisa ser perfeita?

Não. Embora a simetria ajude muito, pequenas variações também funcionam, desde que mantenham harmonia.

2. Posso usar simetria em vitrines pequenas?

Sim. Na verdade, vitrines pequenas se beneficiam ainda mais dessa organização, porque parecem maiores e mais organizadas.

3. Cores fazem diferença na simetria?

Sim. Cores guiam o olhar e criam equilíbrio visual. Por isso, devem ser escolhidas com cuidado.

4. Simetria aumenta vendas?

Indiretamente, sim. Um ambiente organizado aumenta o tempo de permanência e a percepção de valor, fatores que impulsionam vendas.

Imagem de José Marques

por: José Marques

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