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ROI é só o começo dos resultados

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Que ter um bom programa de fidelidade é fundamental para entender o comportamento do consumidor e gerar valor real para o negócio, muitas empresas já sabem. Mas será que elas sabem, de fato, como medir os resultados desses programas? Ou se deram conta de que esses resultados podem ir muito além do retorno financeiro?

“Embora o ROI [Retorno sobre o Investimento] seja uma métrica essencial, ele não conta a história completa. Na prática, muitos benefícios de um programa de fidelidade vão além do retorno financeiro imediato. Por isso, nós orientamos nossos clientes a acompanharem também indicadores de engajamento e relacionamento com os consumidores”, alerta Luiz Paveloski, diretor de Negócios para América Latina da Comarch.

A forma clássica de medir esse retorno é justamente o ROI, que é a sigla para Return on Investment, ou, em português, Retorno sobre o Investimento. Ele leva em conta indicadores objetivos: custos e rendimento.

O cálculo é feito da seguinte forma:

ROI = [(rendimento (da ação ou investimento) – custos)/custos] * 100

Se o ROI for positivo, os lucros são superiores aos custos. Se for negativo, houve uma perda líquida.

O rendimento, nesse caso, são os ganhos financeiros gerados pelo programa. Eles podem ser medidos pelo aumento no ticket médio dos clientes; pelo aumento na frequência de compras; pelo valor do tempo de vida do cliente (CLV – Customer Lifetime Value); pela taxa de retenção dos membros do programa em comparação com clientes não fidelizados; ou pela receita incremental gerada após a adesão ao programa.

O custo também deve ser analisado de forma abrangente. “Avaliar desde o custo operacional da plataforma até os custos de premiação e campanhas é crucial para entender a relação entre o que foi investido e o retorno obtido. Isso tudo entra no cálculo do ROI, nos permitindo ter uma visão clara do impacto financeiro da iniciativa.”

Como maximizar o ROI?

Existem algumas estratégias para maximizar o ROI dos programas. A Comarch atua, nesse sentido, com uma combinação de tecnologia, dados e estratégia. “As estratégias mais eficazes envolvem personalização, campanhas automatizadas, gamificação e, em muitos casos, parcerias estratégicas que ampliam o ecossistema de benefícios.”

Segundo Paveloski, alguns clientes da Comarch reportaram 142% de ROI em campanhas de engajamento e promoções e quatro vezes e meia mais ROI em clientes fidelizados, se comparados com a base não ativada pelo programa de fidelidade.

“Em ações envolvendo recompensas personalizadas, atuando juntamente com IA para prever a melhor recompensa para determinado tipo de membro de fidelidade, alguns clientes tiveram retornos da 174%”, completa.

Resultado além do ROI

O executivo destaca, ainda, outras formas de se medir o resultado dos programas de fidelidade que vão além do ROI. Entre ela, está a medição do nível de engajamento do cliente no programa. Isso se faz, por exemplo, observando-se quantos clientes estão resgatando pontos, participando das campanhas, abrindo e-mails promocionais ou interagindo com o aplicativo. Também é importante acompanhar a evolução da base ativa de membros e o tempo de permanência dos clientes no programa.

“Outro indicador que usamos com frequência é o NPS (Net Promoter Score), que mede a satisfação e a lealdade do cliente. Um programa bem executado tende a melhorar a percepção da marca, o que contribui, inclusive, para a aquisição de novos consumidores por indicação espontânea”, explica Paveloski.

Mais um conceito importante para se conhecer – e medir – é a taxa de churn. Ela mostra quantos clientes deixam de comprar ou interagir com a empresa após um determinado período.

“Um dos propósitos centrais de um programa de fidelidade é justamente manter o cliente ativo por mais tempo. Quando conseguimos identificar que a taxa de abandono entre os clientes fidelizados é significativamente menor do que entre os não participantes, isso já demonstra um ganho importante, mesmo que o ROI financeiro leve mais tempo para aparecer.”

Ganhos indiretos

Paveloski explica que uma verdadeira revolução tem sido observada nos programas de fidelidade. Hoje, os programas não são apenas ferramentas para reter clientes, mas verdadeiras “plataformas de geração de receita”. Também é possível obter ganhos com programas de fidelidade de forma indireta, como por meio de assinaturas (que geram receita adicional) e de promoções segmentadas (que reduzem custo por meio de campanhas mais eficazes e menos genéricas).

“No caso dos programas de assinatura, a tendência é que eles se consolidem como uma das principais formas de monetização direta. Em vez de apenas oferecer benefícios em troca de compras, a empresa cria um ecossistema de valor, em que o cliente paga pela conveniência, exclusividade e acesso a vantagens contínuas. Essa abordagem não apenas gera uma receita recorrente e previsível, como também fortalece o vínculo com os clientes mais valiosos, incentivando um engajamento mais profundo e frequente com a marca.”

Já as campanhas hiper segmentadas permitem que, em vez de disparar ofertas genéricas para toda a base, a marca consiga identificar perfis específicos, hábitos de consumo e momentos ideais para abordagem. Isso reduz o custo das campanhas e aumenta sua eficácia.

Há, ainda, um crescimento expressivo de marketplaces de pontos e coalizões, que permitem ao cliente acumular e resgatar pontos em diferentes empresas. “O futuro da fidelização passa por essa multifuncionalidade: programas que retêm, engajam e geram valor em múltiplas frentes. É nesse contexto que soluções como a da Comarch se destacam, permitindo a construção de ecossistemas de fidelidade abrangentes que possibilitam não apenas que as empresas inovem, mas também garantem que elas enxerguem um retorno claro e direto em seus investimentos.”

Para saber mais

Para aprofundar seu conhecimento em estratégias de fidelização e aprender a mensurar o real impacto desses programas, a Comarch preparou um ebook prático sobre o tema. Baixe o material aqui.

Imagem: Envato

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História da LEGO no varejo: como a marca quase faliu e se tornou uma potência global

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História da LEGO no varejo: como a marca quase faliu e se tornou uma potência global

História da LEGO no varejo: como a marca se reinventou e virou referência mundial

A história da LEGO no varejo mostra como uma marca pode enfrentar uma crise profunda e, ainda assim, voltar mais forte. Atualmente, a empresa figura entre as marcas mais admiradas do mundo.

No entanto, essa posição não surgiu por acaso. Na verdade, a empresa passou por uma crise grave no início dos anos 2000.

Naquela época, as vendas caíram de forma preocupante. Além disso, a marca começou a perder relevância entre crianças e jovens.

Consequentemente, muitos analistas acreditavam que o futuro da empresa era incerto.

Ainda assim, a empresa decidiu agir rapidamente. A direção entendeu que precisava mudar sua estratégia. Portanto, iniciou uma transformação profunda em seu modelo de negócios.


O momento em que a marca quase desapareceu

Durante os anos 1990, a empresa buscou novas oportunidades. Por exemplo, investiu em parques temáticos, videogames e novos produtos.

Entretanto, essas iniciativas aumentaram os custos de produção.

Além disso, muitos produtos ficaram complexos demais para o público infantil.

Como resultado, a empresa perdeu foco. Ao mesmo tempo, os consumidores começaram a migrar para jogos eletrônicos.

Consequentemente, a marca registrou um grande prejuízo em 2003.

Nesse momento crítico, a liderança da empresa decidiu agir com rapidez.


A estratégia que salvou a empresa

Primeiramente, a empresa decidiu voltar às suas origens. Ou seja, voltou a focar nos blocos de montar que tornaram a marca famosa.

Além disso, reduziu o número de peças diferentes produzidas.

Essa decisão simplificou a produção e reduziu custos.

Ao mesmo tempo, a empresa começou a ouvir mais seus consumidores.

Portanto, a empresa passou a valorizar a criatividade e a imaginação das crianças.

Consequentemente, os produtos voltaram a ser simples e divertidos.

Esse movimento fortaleceu novamente a identidade da marca.


Parcerias estratégicas que impulsionaram o crescimento

Além das mudanças internas, a empresa apostou em parcerias fortes.

Por exemplo, criou linhas de brinquedos baseadas em franquias famosas.

Entre elas estão:

  • Star Wars

  • Harry Potter

  • Marvel

Essas colaborações trouxeram um novo público.

Além disso, adultos começaram a colecionar os produtos.

Consequentemente, a história da LEGO no varejo ganhou um novo capítulo de sucesso.


A expansão da marca para entretenimento

Com o crescimento da popularidade, a empresa expandiu sua presença no entretenimento.

Por exemplo, lançou filmes e conteúdos digitais.

Um dos maiores sucessos foi:

  • The Lego Movie

O filme conquistou público no mundo inteiro.

Além disso, reforçou o valor emocional da marca.

Consequentemente, a empresa fortaleceu sua presença cultural.

Hoje, a marca representa criatividade, diversão e inovação.


O que o varejo pode aprender com a história da LEGO

A história da LEGO no varejo oferece várias lições importantes.

Primeiramente, mostra que marcas fortes precisam manter sua identidade.

Além disso, empresas devem ouvir seus consumidores.

Outro ponto importante envolve inovação estratégica.

No entanto, inovação não significa abandonar a essência da marca.

Portanto, o equilíbrio entre tradição e inovação se torna essencial.

Por fim, empresas que conseguem se adaptar ao mercado tendem a sobreviver por décadas.


FAQ – Perguntas frequentes

O que tornou a história da LEGO no varejo tão marcante?

A empresa superou uma crise grave e transformou sua estratégia. Como resultado, voltou a crescer e se tornou referência global.

Quando a LEGO quase faliu?

A empresa enfrentou sua maior crise no início dos anos 2000, especialmente em 2003.

Qual foi a principal mudança da marca?

A empresa voltou a focar nos blocos de montar e reduziu produtos complexos.

Por que as parcerias ajudaram tanto a empresa?

Parcerias com franquias populares atraíram novos consumidores e ampliaram o público da marca.

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Alta do petróleo já pressiona preços antes de reajuste oficial

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Alta do petróleo já pressiona preços antes de reajuste oficial

A alta do petróleo impacto no varejo brasileiro já começa a aparecer nos postos. Mesmo sem reajuste oficial, muitos estabelecimentos aumentaram preços recentemente.

Além disso, o custo de reposição influencia diretamente a estratégia de revenda. Portanto, empresários buscam proteger margens diante da volatilidade global.

Consequentemente, consumidores percebem aumentos graduais nos combustíveis. Dessa forma, o impacto se espalha rapidamente pela cadeia econômica nacional.

Enquanto isso, distribuidoras ajustam valores com base no mercado internacional. Assim, o preço final reflete expectativas futuras, não apenas custos atuais.

No entanto, a ausência de reajuste oficial cria incerteza no mercado. Ainda assim, a alta do petróleo impacto no varejo continua sendo evidente.


Como o aumento da gasolina e diesel afeta o varejo

O varejo sente rapidamente a alta do petróleo impacto no varejo brasileiro. Primeiramente, o transporte mais caro eleva custos logísticos em diversos setores.

Além disso, supermercados e lojas ajustam preços para manter rentabilidade. Por isso, consumidores enfrentam inflação indireta em produtos essenciais.

Da mesma forma, pequenas empresas sofrem com margens reduzidas. Consequentemente, muitos negócios repassam custos para o cliente final.

Entretanto, o impacto não se limita a grandes centros urbanos. Também cidades menores registram mudanças no comportamento de compra.

Assim sendo, a alta do petróleo impacto no varejo cria efeito cascata na economia. Logo, especialistas monitoram o cenário com atenção constante.


Setores mais impactados pela alta dos combustíveis

O setor alimentício enfrenta desafios imediatos devido ao transporte rodoviário predominante. Além disso, o comércio eletrônico sofre com aumento no custo de entregas.

Ao mesmo tempo, o varejo de moda registra queda em vendas impulsivas. Portanto, consumidores priorizam despesas essenciais durante períodos de incerteza.

Adicionalmente, redes de farmácia ajustam preços gradualmente para manter competitividade. Dessa maneira, o impacto econômico se torna ainda mais abrangente.


Perspectivas para preços e comportamento do consumidor

A tendência indica manutenção de pressão nos preços enquanto o petróleo permanecer valorizado. Contudo, políticas públicas podem reduzir impactos futuros.

Além disso, estratégias de eficiência logística ajudam empresas a minimizar prejuízos. Assim, inovação torna-se essencial para sustentabilidade do varejo.

Enquanto isso, consumidores adotam hábitos de compra mais planejados. Consequentemente, o varejo precisa investir em promoções e fidelização.

Portanto, a alta do petróleo impacto no varejo brasileiro continuará relevante nos próximos meses. Dessa forma, acompanhamento constante será indispensável.


Estratégias do varejo para enfrentar o aumento dos combustíveis

Empresas adotam tecnologia para otimizar rotas de entrega. Além disso, parcerias logísticas reduzem custos operacionais significativamente.

Ao mesmo tempo, promoções estratégicas estimulam consumo mesmo em cenários adversos. Portanto, inovação comercial torna-se diferencial competitivo.

Adicionalmente, investimentos em energia alternativa podem gerar economia a longo prazo. Assim, o varejo se prepara para cenários econômicos instáveis.


FAQ — Alta do petróleo e impacto no varejo

1. Por que os postos aumentam preços sem reajuste oficial?

Postos consideram custo de reposição e expectativas de mercado. Dessa forma, antecipam ajustes para proteger margens financeiras.

2. Como a alta do petróleo impacta o varejo?

Ela aumenta custos logísticos e operacionais. Consequentemente, empresas repassam parte dos valores aos consumidores.

3. Quais setores sofrem mais com combustíveis caros?

Alimentos, e-commerce e varejo essencial enfrentam impactos mais rápidos. Além disso, pequenas empresas apresentam maior vulnerabilidade.

4. O consumidor pode reduzir impactos no orçamento?

Sim, planejamento financeiro e comparação de preços ajudam. Portanto, hábitos conscientes reduzem efeitos da inflação indireta.

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

Ambev Brasil e o varejo nacional

A Ambev Brasil é líder no setor de bebidas e mantém forte presença em supermercados, bares e plataformas digitais. Em 2026, a empresa reforça sua estratégia de unir inovação sustentável com apoio cultural e esportivo. Essa combinação fortalece sua imagem e amplia o impacto social.

Edital Brasilidades da Ambev

A Ambev Brasil lançou o Edital Brasilidades, iniciativa que destina até R$ 67 milhões para projetos culturais e esportivos.

  • Objetivo: valorizar a identidade brasileira por meio de iniciativas locais.
  • Prazo de inscrição: até 30 de setembro de 2026.
  • Quem pode participar: pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.
  • Abrangência: projetos em todas as regiões do Brasil.

Essa ação democratiza o acesso a recursos incentivados e fortalece o vínculo da Ambev Brasil com a sociedade.

Sustentabilidade e inovação com o 100+ Labs

A Ambev Brasil também aposta em inovação sustentável com o programa 100+ Labs, que conecta startups e empreendedores.

Áreas de foco:

  • Mudanças climáticas
  • Embalagem circular
  • Agricultura sustentável
  • Gestão de água
  • Inclusão produtiva

O objetivo é desenvolver soluções que transformem o futuro do consumo e da produção, alinhando negócios com responsabilidade ambiental.

Estratégia de mercado da Ambev

A Ambev Brasil combina tradição e inovação. Suas marcas famosas, como Skol, Brahma e Guaraná Antarctica, continuam líderes de mercado. Ao mesmo tempo, a empresa investe em logística digital e e-commerce para atender consumidores cada vez mais conectados.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. O que é o Edital Brasilidades da Ambev Brasil? É uma iniciativa que financia projetos culturais e esportivos por meio de leis de incentivo.

2. Qual o valor disponível para os projetos? Até R$ 67 milhões em 2026.

3. Quem pode participar do edital? Pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.

4. O que é o programa 100+ Labs da Ambev Brasil? Um projeto que apoia soluções inovadoras em sustentabilidade e impacto social.

Conclusão

A Ambev Brasil em 2026 reforça sua posição como gigante do varejo ao unir investimento cultural e esportivo com inovação sustentável. Essa estratégia fortalece sua marca, amplia impacto social e garante relevância em um mercado competitivo.

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