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Reforma Tributária Varejo 2026: Impactos do IVA Dual e Split Payment nas Lojas

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exemplo de split payment na reforma tributária varejo 2026

A reforma tributária varejo 2026 chegou. Portanto, não é mais uma promessa distante. Em vez disso, é uma realidade que já está mudando a gestão financeira de lojas de todos os tamanhos no Brasil. Além disso, as mudanças impactam diretamente o fluxo de caixa, a tributação e até a tecnologia dos sistemas das empresas. Assim, quem ainda não se preparou precisa agir agora.


O Que Muda com o IVA Dual no Varejo

A reforma tributária cria o chamado IVA Dual. Trata-se, portanto, da substituição gradual de cinco tributos antigos por dois novos impostos. Além disso, esse processo já começou em 2026 com uma fase de testes operacionais.

O Fim de Cinco Tributos de Uma Vez

Os tributos PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS deixam de existir gradualmente. Consequentemente, dois novos impostos assumem o lugar:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): federal, substitui PIS e COFINS.
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): estadual e municipal, substitui ICMS e ISS.
  • Imposto Seletivo (IS): incide sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Dessa forma, o sistema fica mais simples na teoria. Porém, na prática, a transição exige adaptação intensa por parte dos varejistas.

IBS e CBS na Prática do Dia a Dia

Em 2026, as alíquotas de CBS e IBS começam em apenas 1% — sendo 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. No entanto, isso não significa que o impacto é pequeno. Pelo contrário, os sistemas de emissão de notas fiscais já precisam registrar os novos campos obrigatórios. Portanto, quem não atualizar o ERP e o sistema fiscal já está correndo risco de autuação.


Split Payment — O Fim do Float Financeiro no Varejo

Esse é, sem dúvida, o ponto mais crítico da reforma tributária varejo 2026 para o lojista. O Split Payment, ou pagamento fracionado, muda completamente a forma como o imposto é recolhido. Desse modo, o varejista deixa de receber o valor total da venda e passar o imposto depois.

Como o Split Payment Funciona na Prática

No modelo atual, o varejista recebe R$ 1.000 de uma venda. Posteriormente, paga R$ 150 de impostos ao governo. Nesse intervalo, o dinheiro do imposto fica disponível no caixa da loja — e muitos lojistas usam esse valor para girar o estoque.

Com o Split Payment, isso muda. Assim que o cliente paga via cartão, Pix ou boleto, o sistema bancário separa automaticamente o valor do imposto e o envia diretamente ao governo. Por conseguinte, o varejista recebe apenas o valor líquido da venda. O “float financeiro” acaba. O dinheiro do imposto não transita mais pelo caixa da loja.

O Impacto no Capital de Giro

Esse mecanismo compromete diretamente o capital de giro do varejista. Afinal, muitas lojas — especialmente as de menor porte — utilizavam esse intervalo fiscal para financiar compras de estoque, pagar fornecedores e cobrir despesas operacionais. Portanto, sem essa folga, a necessidade de crédito bancário aumenta. E isso ocorre num momento em que os juros no Brasil estão elevados, o que torna o crédito ainda mais caro.


Pequenas Lojas em Risco — A Realidade do Varejo Independente

A reforma tributária varejo 2026 afeta todos os tamanhos de negócio. Entretanto, as pequenas lojas sofrem de forma desproporcional. Isso acontece porque elas possuem margens menores, menos acesso a crédito e menos estrutura tecnológica para se adaptar.

O Crediário e as Vendas a Prazo em Perigo

O crediário é, historicamente, a base do comércio varejista brasileiro. Contudo, com o Split Payment, o varejista que vende parcelado em 90 ou 120 dias enfrenta um problema novo e grave. O imposto sobre a venda é recolhido já no mês seguinte. Porém, o pagamento do cliente só chega meses depois. Dessa forma, o varejista financia o imposto para o cliente — e arca com o custo financeiro desse intervalo.

Especialistas alertam que, com uma taxa de 2% ao mês, o custo de bancar quatro meses de prazo pode corroer até 20% do lucro da operação. Portanto, isso é especialmente perigoso para lojas de vestuário, calçados e móveis, onde o parcelamento é muito comum.

O Simples Nacional e a Nova Realidade Fiscal

Empresas do Simples Nacional também precisam se atentar às mudanças. Embora existam regimes diferenciados sendo discutidos, a obrigatoriedade de atualização dos sistemas fiscais já vale desde 2026. Consequentemente, mesmo quem paga menos impostos precisa adaptar a operação — e isso tem custo.


Como se Preparar em 60 Dias — Passos Práticos para o Varejo

Diante de tudo isso, a boa notícia é que ainda dá tempo de agir. Sendo assim, veja o que fazer agora para proteger sua loja:

1. Atualize seus sistemas de gestão (ERP) Os sistemas precisam emitir notas fiscais com os novos campos de IBS e CBS. Portanto, fale com seu fornecedor de software agora e confirme se a atualização está disponível.

2. Revise o fluxo de caixa com urgência Simule cenários sem o float fiscal. Além disso, calcule quanto seu capital de giro será impactado quando o Split Payment entrar em vigor plenamente.

3. Monte uma reserva de caixa específica Crie um colchão financeiro para cobrir os primeiros meses de adaptação. Da mesma forma, negocie prazos com fornecedores para alinhar ao novo ciclo de recebimento.

4. Renegocie prazos de vendas parceladas Revise as condições do crediário e do parcelamento. Afinal, o custo de financiar o imposto para o cliente agora precisa ser incluído na precificação.

5. Capacite sua equipe financeira e contábil O contador precisa estar preparado. Do mesmo modo, o time financeiro da loja precisa entender a nova lógica para evitar erros na emissão de notas e na gestão do caixa.

6. Faça simulações tributárias agora Com apoio de uma consultoria, simule como sua carga tributária total se comporta na transição de 2026 a 2033. Desse modo, você evita surpresas e identifica oportunidades de crédito.


Oportunidades Dentro da Crise — O Outro Lado da Reforma

Apesar de todos os desafios, a reforma tributária varejo 2026 também traz benefícios reais. Em primeiro lugar, o sistema se torna mais simples e transparente. Além disso, a guerra fiscal entre estados e municípios termina. Portanto, varejistas que operam em vários estados ganham mais previsibilidade.

Ademais, o novo modelo não cumulativo amplia o direito ao crédito tributário. Assim, empresas bem organizadas podem recuperar créditos em toda a cadeia de fornecimento. Da mesma forma, a obrigatoriedade de nota fiscal vinculada ao split payment reduz a concorrência desleal de quem vendia sem nota.

Por fim, quem se preparar agora sai na frente. Enquanto a concorrência ainda tenta entender as novas regras, sua loja pode usar esse período de testes de 2026 para ajustar sistemas, simular cenários e criar vantagem competitiva real.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre a Reforma Tributária no Varejo 2026

? O Split Payment já está valendo em 2026?

Em 2026, o Split Payment está em fase de testes operacionais, com alíquota simbólica de 1%. Portanto, a adoção obrigatória começa gradualmente a partir de 2027 e vai até 2033. No entanto, os sistemas já precisam estar adaptados desde agora.

? O IVA Dual aumenta a carga de impostos do varejista?

Não necessariamente. A alíquota estimada do IVA é de 28%, o que parece alto. Contudo, com o sistema não cumulativo, o varejista passa a ter mais crédito tributário sobre as compras da cadeia de fornecimento. Portanto, o impacto líquido depende de como cada empresa organiza sua gestão fiscal.

? Pequenas lojas do Simples Nacional precisam se preocupar?

Sim. Embora existam regimes diferenciados sendo discutidos para o Simples Nacional, a obrigação de atualização dos sistemas fiscais já é real. Além disso, o impacto no capital de giro nas vendas a prazo afeta qualquer porte de empresa.

? O que acontece se a loja não atualizar o sistema fiscal?

A emissão de notas fiscais sem os novos campos obrigatórios de IBS e CBS pode gerar rejeição da nota e autuação fiscal. Consequentemente, isso paralisa as vendas e gera multas. Portanto, a atualização do sistema não é opcional — é urgente.

? Como o Split Payment afeta o crediário e o parcelamento?

Nas vendas parceladas, o imposto é recolhido já no mês seguinte à venda. Porém, o recebimento do cliente ocorre em 90 a 120 dias. Dessa forma, o varejista financia o tributo com capital próprio ou com crédito bancário, o que aumenta o custo da operação. Por isso, revisar as condições do crediário é essencial.


Conclusão — A Reforma Tributária Varejo 2026 Não Espera

A reforma tributária varejo 2026 é, sem dúvida, a maior transformação fiscal das últimas décadas no Brasil. Portanto, ignorar o tema não é mais uma opção. O Split Payment vai acabar com o float financeiro que muitos varejistas usam para sobreviver. O IVA Dual vai mudar a forma de calcular, emitir e recolher impostos. E a janela para se preparar está aberta — mas não por muito tempo.

Assim sendo, atualize seus sistemas, revise seu fluxo de caixa e busque orientação especializada agora. Afinal, quem age antes sai na frente. E no varejo, sair na frente pode ser a diferença entre sobreviver e crescer.


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Crescimento da Shein no varejo global redefine a moda

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Crescimento da Shein no varejo global redefine a moda

Crescimento da Shein no varejo mesmo sob críticas

Apesar da expansão acelerada, a Shein enfrenta críticas recorrentes.
Questões ambientais e trabalhistas aparecem com frequência no debate público.
Ainda assim, o consumidor continua comprando.

Isso ocorre porque preço e variedade seguem como fatores decisivos.
Além disso, a marca investe em ajustes de imagem e comunicação.
Dessa forma, a expansão internacional continua consistente.

Dados de mercado mostram que a Shein mantém crescimento relevante em diferentes regiões, reforçando sua presença global.
Informações consolidadas sobre o desempenho da empresa podem ser acompanhadas em plataformas de dados como a
https://www.statista.com/topics/9366/shein/


Impacto direto sobre marcas tradicionais

O avanço da Shein pressiona marcas consolidadas como Zara e H&M.
Essas empresas, portanto, revisam coleções e políticas de preço.
No entanto, a adaptação acontece de forma gradual.

Enquanto isso, a Shein domina redes sociais e influenciadores.
Além disso, utiliza comunicação direta com alta taxa de conversão.
Assim, conquista o público jovem com eficiência.

Como resultado, margens diminuem no varejo tradicional.
Promoções constantes tornam-se parte da rotina operacional.


Efeitos no varejo físico

O crescimento da Shein no varejo digital também afeta lojas físicas.
Isso acontece porque o consumidor compara preços em tempo real.
Além disso, a expectativa por variedade aumentou.

Por outro lado, o varejo físico ainda possui vantagens relevantes.
Experiência, atendimento e imediatismo geram valor.
Portanto, lojas que apostam nisso conseguem se manter competitivas.

Ainda assim, competir apenas por preço tornou-se inviável.
Nesse aspecto, a Shein mantém vantagem estrutural clara.


Lições para o varejo brasileiro

O sucesso da Shein deixa aprendizados importantes.
Primeiro, decisões devem ser baseadas em dados.
Segundo, velocidade é um diferencial competitivo real.

Além disso, novas marcas podem ganhar escala rapidamente.
Basta oferecer valor claro e comunicação eficiente.
Por isso, posicionamento e branding estratégico são essenciais.

O varejo brasileiro precisa agir com rapidez.
Caso contrário, a perda de relevância será gradual, porém inevitável.


O futuro da Shein no varejo global

Tudo indica que a Shein continuará expandindo.
A empresa testa parcerias locais e modelos híbridos.
Além disso, avalia presença física em mercados estratégicos.

Consequentemente, a concorrência ficará ainda mais intensa.
Marcas que não se reinventarem perderão espaço.
Assim, o crescimento da Shein no varejo seguirá moldando o futuro da moda.


Imagem recomendada

ALT da imagem: Crescimento da Shein no varejo global de moda


FAQ – Crescimento da Shein no varejo

A Shein representa uma ameaça às grandes marcas?
Sim. Especialmente para marcas que competem por preço e volume.

O crescimento da Shein é sustentável?
Depende da adaptação às pressões regulatórias e ambientais.

A Shein pode dominar o varejo de moda?
Ela já domina uma parcela significativa do mercado digital global.

O que lojistas podem aprender com a Shein?
Uso intensivo de dados, velocidade e foco absoluto no consumidor.

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

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A História de Jack Ma: Do Homem que “Não Servia” ao Fundador de um Império que Mudou o Comércio Global

O Valor de Continuar Quando Ninguém Acredita: A História de Jack Ma

Continuar Também Cansa

A história de Jack Ma começa onde muitos param.
Ela começa no cansaço.
Começa na dúvida.
Começa no silêncio de quem tenta e falha.

Desde cedo, disseram que ele não era bom.
Disseram que não servia.
Disseram que deveria desistir.

Mesmo assim, ele continuou.
E continuar, às vezes, dói.


Quando a Infância Já Ensina a Duvidar de Si Mesmo

Jack Ma nasceu em Hangzhou, na China.
Sua família era simples.
As expectativas eram baixas.

Na escola, ele não se destacava.
Pelo contrário, ele ficava para trás.
Especialmente em matemática.

Por causa disso, falhou em provas importantes.
Consequentemente, professores desacreditaram do seu futuro.
Alguns disseram que ele nunca teria sucesso.

Ainda assim, Jack seguiu em frente.
Não porque acreditava.
Mas porque não queria parar.


Aprender Inglês Para Existir

Jack percebeu cedo que precisava de uma saída.
Então, tomou uma decisão silenciosa.

Todos os dias, falava inglês com turistas.
Errava palavras.
Passava vergonha.
Mesmo assim, voltava no dia seguinte.

Não ganhava dinheiro.
Mas ganhava mundo.

Aos poucos, deixou de se sentir invisível.
Portanto, aprender inglês virou sobrevivência emocional.


A Universidade Que Não Impressionava Ninguém

Jack Ma falhou duas vezes no exame nacional chinês.
Na terceira tentativa, passou.

A universidade não era famosa.
Ninguém se impressionava com aquele diploma.

No entanto, ele aprendeu algo essencial.
Continuar sem reconhecimento também é força.
Assim, ele seguiu.


Rejeições Que Machucam Mais do Que Parecem

Depois de formado, Jack buscou emprego.
Foi rejeitado uma vez.
Depois outra.
Depois outra.

Mais de trinta recusas.
Nenhuma oportunidade.

Até o KFC disse não.
Entre vinte e quatro candidatos, só ele ficou de fora.

Ouvir “você não serve” dói.
Mesmo assim, ele voltou a tentar.
Portanto, não deixou a dor decidir por ele.


Dez Nãos de Harvard e Uma Decisão Interna

Jack Ma tentou entrar em Harvard dez vezes.
Recebeu dez respostas negativas.

Cada não machucava.
Cada tentativa exigia mais coragem.

Ainda assim, ele insistiu.
Porque entendeu algo profundo.
Desistir seria aceitar a versão dos outros.


O Período Invisível de Um Professor Pobre

Sem opções, Jack virou professor.
Seu salário era de doze dólares por mês.

Enquanto amigos prosperavam, ele observava em silêncio.
Sentia dúvida.
Sentia medo.

Mas também sentia disciplina.
Esse período o fortaleceu por dentro.

Crescer, às vezes, acontece no escuro.


O Dia em Que Ele Viu o Que Ninguém Via

Durante uma viagem aos Estados Unidos, Jack conheceu a internet.
Curioso, pesquisou produtos chineses.

Nada apareceu.
Nenhum resultado.
Nenhuma presença.

Nesse vazio, ele enxergou futuro.
A China não existia online.
E alguém precisava mudar isso.


Alibaba: Continuar Mesmo Sem Aplausos

Em 1999, Jack Ma criou o Alibaba.
Poucos acreditaram.

Ele não tentou ser gigante.
Tentou ser útil.

Ajudou pequenos vendedores.
Apoiou quem também era ignorado.

Com o tempo, o crescimento veio.
Depois, o reconhecimento.

Mas tudo começou com insistência.


O Que a História de Jack Ma Realmente Ensina

A história de Jack Ma não fala apenas de sucesso.
Ela fala de resistência.

Fala de continuar quando ninguém olha.
Fala de insistir quando dói.

Quem continua aprende.
Quem aprende evolui.
Quem evolui transforma realidades.

A Filosofia por Trás da História de Jack Ma

Jack Ma sempre repetiu uma ideia central.
“Se você não desistir, ainda tem uma chance.”

Essa filosofia explica sua trajetória.
Mais do que números, fala de resistência emocional.
Portanto, persistir foi uma necessidade.


Perguntas Frequentes

Quem é Jack Ma?

Jack Ma é o fundador do Alibaba e símbolo de persistência.

Ele sempre acreditou em si mesmo?

Não. Muitas vezes, ele apenas não desistiu.

Qual a maior lição dessa história?

Continuar também é coragem.

Por que essa história emociona tanto?

Porque todos já pensaram em parar.

Imagem de divulgação

Por: José Marques

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Natal 2025 promete aquecimento surpreendente: vendas podem chegar a R$ 85 bilhões

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Natal 2025 promete aquecimento surpreendente: vendas podem chegar a R$ 85 bilhões

Natal 2025 deve apresentar melhora moderada impulsionada pelo e-commerce e pela confiança gradual

As perspectivas para o Natal 2025 indicam um cenário mais favorável que o de 2024. Mesmo com juros elevados, o varejo observa sinais de recuperação. O desempenho da última Black Friday reforça essa visão. O e-commerce faturou R$ 4,76 bilhões em apenas um dia, um crescimento de 11,2%. Esses resultados mostram que o consumidor permanece ativo, embora mais atento aos preços.

Esse avanço sugere que o ambiente de compras para o fim de ano pode ser mais positivo. Ainda assim, especialistas defendem uma postura moderada. A economia mostra estabilidade, porém o crédito continua caro. Portanto, consumidores devem planejar mais e priorizar ofertas mais vantajosas. Apesar disso, a projeção de R$ 85 bilhões em vendas revela confiança no poder de compra do brasileiro.

Além disso, a combinação entre lojas físicas e canais digitais cria oportunidades mais amplas para o comércio. Dessa forma, o Natal 2025 tende a equilibrar cautela e crescimento.


Comportamento do consumidor mostra cautela, mas desejo de celebrar permanece forte

Embora o cenário econômico peça atenção, pesquisas mostram disposição para comprar. A maioria dos consumidores planeja gastar de forma mais consciente. Contudo, o desejo de celebrar permanece firme. Assim, as decisões de compra devem seguir padrões mais racionais, porém menos retraídos.

Canais de compra combinam presença física e digital

As lojas físicas devem concentrar cerca de 75% das compras. Esse índice reforça o papel dos shoppings e das lojas de departamento no Natal 2025. Entretanto, o comércio online continuará relevante. Aproximadamente 58% dos brasileiros pretendem adquirir ao menos um presente pela internet.

Essa combinação híbrida oferece vantagens. O consumidor pesquisa online e compra presencialmente. Ou, muitas vezes, faz o caminho inverso. Essa tendência se intensificou após o crescimento do e-commerce no último ano.

Pesquisa de preços será um comportamento dominante

Cerca de 82% dos brasileiros querem comparar preços antes de comprar. Esse hábito cresceu após anos de inflação elevada. Assim, a busca por promoções deve impulsionar tráfego online, especialmente em marketplaces.

Métodos de pagamento se diversificam

O Pix lidera com 54% das preferências. Logo depois aparecem o cartão parcelado (39%), débito (28%) e dinheiro (23%). Esse comportamento mostra que o consumidor busca flexibilidade, mas também controle financeiro.


Presentes tradicionais dividem espaço com experiências no Natal 2025

As compras do Natal 2025 devem equilibrar presentes materiais e experiências afetivas. Filhos, mães e cônjuges continuam como os principais presenteados. No entanto, 43% consideram oferecer viagens, jantares, shows ou passeios. Essa mudança reflete o desejo por momentos marcantes e menos foco no consumo excessivo.

Além disso, a tendência de presentes personalizados cresce. Itens artesanais, memórias afetivas e produtos de valor emocional ganham espaço. Essa transformação acompanha o movimento global de consumo consciente.


Decoração do Natal 2025 aposta em modernidade, metálicos suaves e afeto

As tendências de decoração para o Natal 2025 revelam estética moderna e acolhedora. A busca por ambientes elegantes e emocionais cresce, enquanto o minimalismo perde força. A decoração deve valorizar histórias pessoais e memórias familiares.

Enfeites afetivos e peças artesanais ganham destaque

Itens herdados, lembranças de viagens e objetos feitos à mão voltam com força. Esses elementos criam conexão emocional e tornam cada espaço único.

Paleta de cores aposta em tons suaves e sofisticados

As cores tradicionais, como vermelho e verde, cedem espaço para metálicos suaves (dourado, cobre, prata). Pastéis invernais, como rosa claro, azul acinzentado e verde menta também ganham destaque. Além disso, tons profundos como azul-noite criam um clima sofisticado e calmo.


Marketing digital e simbologia numérica impulsionam engajamento no Natal 2025

As campanhas de marketing devem integrar mídia paga e orgânica de forma estratégica. Marcas buscarão resultados de longo prazo, não apenas vendas imediatas. Além disso, a combinação numérica do Natal 2025, rara e simbólica, deve gerar grande engajamento nas redes sociais. Mensagens temáticas, lembranças e conteúdos afetivos tendem a dominar as postagens.


Conclusão — Natal 2025 deve ser moderadamente positivo, com consumo híbrido e forte apelo emocional

O Natal 2025 mostra um cenário de crescimento moderado, sustentado pela resiliência do consumidor e pelo avanço do e-commerce. As projeções de R$ 85 bilhões reforçam otimismo, embora as famílias mantenham cautela. A combinação de tecnologia, experiências e decoração afetiva deve marcar a data. Assim, o varejo se prepara para um período mais equilibrado e promissor.


Perguntas Frequentes sobre o Natal 2025

1. O Natal 2025 será melhor que o de 2024?

Sim. A expectativa é de crescimento moderado, impulsionado pelo e-commerce e pelo aumento da confiança do consumidor.

2. O que mais deve influenciar as compras de Natal?

Pesquisa de preços, facilidades de pagamento, experiências afetivas e promoções integradas ao marketing digital.

3. Quais tendências de decoração se destacam para 2025?

Tons metálicos suaves, pastéis invernais, peças artesanais e enfeites com histórias pessoais.

4. O que o varejo pode esperar das vendas online?

Um desempenho forte, já que o e-commerce cresceu mais de 11% na última Black Friday.

Imagem :Pinterest

Por: José Marques

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