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Ypê lança promoção ‘Ano Novo, Vida Nova’ com sorteios até março

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Ypê lança promoção ‘Ano Novo, Vida Nova’ com sorteios até março


A Ypê lançou a promoção “Ano Novo, Vida Nova”, válida em todo o país até 28 de fevereiro de 2026. A ação prevê quatro sorteios entre janeiro e março do próximo ano, com prêmios em créditos de cartões pré-pagos, a serem sorteados pela Loteria Federal.

De acordo com o regulamento, os participantes concorrem a créditos com sugestão de uso para iPhone 17 Pro, PlayStation 5 Pro e bicicletas elétricas. Os sorteios estão programados para 14 de janeiro, 28 de janeiro, 25 de fevereiro e 11 de março de 2026.

Para a diretora de marketing da Ypê, Marcela Mariano, a promoção busca reforçar a relação da marca com os consumidores. “Queremos que nossos produtos façam parte das conquistas do dia a dia, e a promoção traz justamente esse espírito de começo de ciclo. É uma forma leve e divertida de retribuir a confiança das famílias que escolhem a Ypê”, afirma.

A participação ocorre por meio do cadastro no Clube Ypê, disponível no site da empresa. Após o cadastro, é necessário incluir notas fiscais com produtos da marca para acumular números da sorte. Cada item cadastrado gera um número, com exceção dos Amaciantes Concentrados Ypê, Amaciantes Concentrados Ypê e L’Occitane e Lava Roupas Tixan Ypê Express, que garantem números em dobro.

O regulamento estabelece o limite de cinco notas fiscais por dia e até 1.500 produtos por CPF durante todo o período da campanha.

Os nomes dos ganhadores e os respectivos números da sorte serão divulgados no site da Ypê em até dez dias após a validação. Os pré-contemplados também serão informados por telefone, WhatsApp e/ou e-mail, com orientações para a confirmação dos dados.

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Como calcular preço de venda: guia prático para varejistas

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Como calcular preço de venda: guia prático para varejistas


Definir o preço de venda de um produto é uma das decisões mais estratégicas no varejo. Cobrar pouco compromete a saúde financeira do negócio; cobrar demais afasta clientes. Saber como calcular preço de venda de forma correta é o que separa um negócio sustentável de um que opera no prejuízo sem perceber.

Este guia reúne os principais conceitos, fórmulas e boas práticas para que varejistas de qualquer porte possam precificar com mais segurança e inteligência.

O que é preço de venda e por que ele precisa ser calculado?

Preço de venda é o valor que o consumidor final paga por um produto ou serviço. Ele não é (ou não deveria ser) definido com base apenas no que a concorrência cobra ou no que “parece razoável”. Um preço bem calculado cobre todos os custos envolvidos na operação, garante uma margem de lucro adequada e ainda mantém a competitividade no mercado.

Muitos varejistas, especialmente os de pequeno porte, pecam ao ignorar custos indiretos na hora de precificar. O resultado é uma operação que vende bastante, mas que não gera lucro real.

Quais custos precisam ser considerados?

Antes de aplicar qualquer fórmula, é fundamental mapear todos os custos que incidem sobre o produto. Eles se dividem em três categorias principais:

Custos de aquisição ou produção são os valores pagos diretamente pelo produto, incluindo frete de compra e eventuais impostos de importação.

Custos operacionais fixos englobam despesas como aluguel, salários, contas de água e luz, sistema de gestão, entre outros. Ou seja, tudo o que precisa ser pago independentemente do volume de vendas.

Custos variáveis são os que aumentam conforme o volume de vendas cresce: comissão de vendedores, taxas de cartão de crédito, marketplace, embalagens e impostos sobre a venda (como PIS, COFINS, ICMS e ISS, dependendo do regime tributário).

Ignorar qualquer um desses grupos é garantia de precificação incorreta.

Como calcular preço de venda: as principais fórmulas

1. Markup

O markup é o método mais utilizado no varejo. Ele consiste em aplicar um multiplicador sobre o custo do produto para chegar ao preço de venda.

Fórmula do markup divisor:

Markup = 100 ÷ [100 – (% despesas variáveis + % despesas fixas + % margem de lucro desejada)]

Exemplo prático: suponha que um produto custe R$ 50,00 e que os custos variáveis representem 20% do preço de venda, os custos fixos 15% e a margem de lucro desejada seja 20%.

Markup = 100 ÷ (100 – 55) = 100 ÷ 45 = 2,22

Preço de venda = R$ 50,00 × 2,22 = R$ 111,00

O markup é prático e ágil, mas exige que os percentuais de custos fixos e variáveis estejam bem calculados previamente.

2. Margem de contribuição

A margem de contribuição representa o quanto cada produto contribui para cobrir os custos fixos e gerar lucro. É uma métrica essencial para entender a rentabilidade individual de cada item do mix.

Fórmula:

Margem de contribuição = Preço de venda – Custos variáveis unitários

Exemplo: se um produto é vendido por R$ 100,00 e os custos variáveis somam R$ 60,00, a margem de contribuição é de R$ 40,00 — ou seja, 40% do preço de venda.

Para que o negócio seja lucrativo, a soma das margens de contribuição de todos os produtos vendidos precisa ser superior ao total de custos fixos do período.

3. Ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio (ou break-even) é o volume mínimo de vendas necessário para cobrir todos os custos, sem lucro nem prejuízo. Calculá-lo ajuda o varejista a entender qual é o piso de operação do negócio.

Fórmula:

Ponto de equilíbrio (em unidades) = Custos fixos totais ÷ Margem de contribuição unitária

Combinando esse cálculo com o do preço de venda, o varejista consegue tomar decisões mais fundamentadas sobre promoções, descontos e estratégias de volume.

Como a análise de mercado entra na precificação?

Calcular os custos é o ponto de partida, mas o preço final também precisa conversar com o mercado. Não significa simplesmente copiar o preço do concorrente: significa entender a faixa de preços praticada e verificar se o preço calculado está dentro de um intervalo competitivo.

Se o preço calculado estiver muito acima do mercado, o varejista precisa analisar se há gordura a cortar nos custos ou se o produto está adequado ao posicionamento da loja. Se estiver muito abaixo, pode ser uma oportunidade de aumentar a margem (ou um sinal de que a concorrência está operando no prejuízo).

Ferramentas de monitoramento de preços e análises periódicas de concorrência são aliadas importantes nesse processo.

Erros mais comuns na hora de precificar

Não incluir o pró-labore no cálculo é um dos equívocos mais frequentes entre pequenos varejistas. O salário do dono é um custo como qualquer outro e precisa estar refletido no preço. Outro erro comum é desconsiderar as taxas de meios de pagamento: um desconto de 5% para pagamento à vista pode parecer irrisório, mas corrói a margem em escala.

Precificar com base apenas na intuição ou no preço que “sempre funcionou” também é arriscado, especialmente em cenários de inflação de custos ou mudanças tributárias.

Revisão de preços: com que frequência fazer?

Precificação não é uma tarefa feita uma única vez. Custos mudam, o mercado muda e a operação evolui. O ideal é revisar os preços ao menos uma vez por trimestre, ou imediatamente sempre que houver alteração relevante nos custos de aquisição, nos encargos tributários ou nas despesas operacionais.

Manter uma planilha ou usar o módulo de precificação de um sistema de gestão (ERP) facilita esse processo e reduz o risco de operar com preços desatualizados.

Como calcular preço de venda?

Saber como calcular preço de venda é uma competência essencial para qualquer varejista que queira construir um negócio financeiramente saudável. O processo envolve mapear custos com precisão, aplicar as fórmulas corretas (como markup e margem de contribuição) e validar o resultado frente ao mercado. Mais do que uma questão matemática, a precificação é uma decisão estratégica que impacta diretamente a rentabilidade, o posicionamento da marca e a competitividade do negócio.

Infográfico produzido com auxílio de inteligência artificial
Imagem: Envato

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Inadimplência atinge 8,48% em fevereiro

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Inadimplência atinge 8,48% em fevereiro


O varejo brasileiro segue enfrentando um cenário de maior risco no crédito ao consumidor. Dados do Índice de Inadimplência do Meu Crediário mostram que a taxa nacional alcançou 8,48% em fevereiro de 2026, mantendo-se praticamente estável em relação a janeiro (8,46%) e consolidando o início do ano em patamar elevado. O resultado confirma a interrupção da trajetória de queda observada ao longo de parte de 2025 e reforça o ambiente de maior cautela para o consumo parcelado no primeiro trimestre.

Na comparação anual, o indicador avançou 1,74 ponto percentual em relação a fevereiro de 2025, quando estava em 6,74%. Embora ainda abaixo do índice registrado em fevereiro de 2024 (9,72%), o nível atual evidencia um crescimento gradual da inadimplência.A tendência, de acordo com o histórico do indicador, é que o comportamento da inadimplência permaneça sob atenção ao longo do primeiro semestre.

A média do trimestre mais recente, considerando dezembro de 2025, janeiro e fevereiro de 2026, ficou em 8,51%, acima dos 7,12% observados no mesmo intervalo do ciclo anterior. O dado aponta deterioração no cenário de crédito do varejo e indica que, apesar de não haver aceleração abrupta, o indicador permanece estabilizado em um patamar elevado.

Entre os segmentos analisados, o setor de óticas passou a liderar o ranking de inadimplência, com 9,48%, superando a média nacional. Roupas e calçados aparecem na sequência, com 9,20%, enquanto móveis e eletrodomésticos registram 7,37%. O desempenho sugere pressão tanto em categorias ligadas a necessidades recorrentes quanto em itens de maior valor agregado e consumo discricionário.

O recorte regional mostra que o Sudeste continua concentrando os maiores índices do país, com 10,21%, mantendo-se como a única região acima de dois dígitos. Norte (9,01%) e Nordeste (8,78%) vêm na sequência, seguidos por Centro-Oeste (8,19%) e Sul (7,02%). A concentração urbana e o maior volume de consumo ajudam a explicar o peso do Sudeste no resultado consolidado.

A análise por faixa etária confirma que os consumidores mais jovens seguem mais expostos ao atraso nos pagamentos. Entre 18 e 25 anos, a inadimplência alcança 14,99%, praticamente o dobro da média nacional. Na faixa de 26 a 35 anos, o índice é de 11,48%. Entre 36 e 50 anos, o percentual cai para 8,48%, enquanto consumidores de 51 a 65 anos registram 5,86%, e aqueles acima de 66 anos, 5,64%. O comportamento reforça o impacto do consumo parcelado entre jovens adultos, especialmente em períodos de maior gasto sazonal.

O levantamento também aponta diferença relevante entre gêneros. A taxa de inadimplência entre homens chega a 10,37%, ante 7,89% entre mulheres, uma diferença de 2,48 pontos percentuais que indica maior exposição masculina ao risco no crediário.

Ao longo de 2025, o indicador apresentou oscilações importantes, com picos no meio do ano — quando superou 9,6% em maio e junho — seguido de recuo gradual no segundo semestre. Ainda assim, a manutenção dos índices acima de 8,5% no encerramento do ano ajuda a explicar o nível pressionado observado no início de 2026.

Imagem: Envato

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Home Depot lança rastreamento em tempo real

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Home Depot lança rastreamento em tempo real


A Home Depot anunciou a implementação de rastreamento em tempo real para entregas de produtos grandes e volumosos em todas as categorias. A informação foi divulgada durante teleconferência de resultados realizada na terça-feira.

Segundo o vice-presidente executivo de Merchandising, Billy Bastek, a iniciativa busca ampliar a confiabilidade e a comunicação com os clientes. Motoristas da empresa passaram a utilizar recentemente um dispositivo portátil de entrega para acompanhar o andamento dos pedidos e atualizar informações sobre as necessidades dos consumidores. A tecnologia possibilitou o lançamento do recurso de rastreamento ao vivo para itens de grande porte, de acordo com Jordan Broggi, vice-presidente executivo de Experiência do Cliente e presidente da operação online.

“Essa melhoria oferece aos nossos clientes maior visibilidade e previsibilidade quanto ao horário da entrega”, afirmou Bastek. “Sabemos que, à medida que removemos atritos da experiência, observamos um aumento incremental no engajamento do cliente, levando a maiores vendas em todos os pontos de interação.”

Clientes da rede já utilizavam rastreamento em tempo real para itens de menor porte. A ampliação do recurso para produtos como eletrodomésticos destinados a residências ou madeira enviada a canteiros de obras representou, segundo Broggi, “um avanço significativo”.

De acordo com pesquisa realizada em 2022 pela fornecedora de software de entregas DispatchTrack, 41% dos consumidores desejam saber exatamente onde está seu pedido de item de grande porte em tempo real, enquanto 50% preferem ter ao menos uma estimativa geral.

Ferramentas baseadas nos motoristas estão entre as alternativas adotadas por empresas para ampliar a visibilidade das entregas. Em publicação de 2025, a provedora de entregas de itens volumosos Bungii afirmou que aplicativos utilizados pelos motoristas podem deixar “rastros digitais” e criar pontos de verificação com registro de horário à medida que avançam pelas etapas do processo.

O novo recurso da Home Depot integra um conjunto de atualizações na cadeia de suprimentos da empresa, que busca acelerar os prazos de entrega e ampliar o número de produtos disponíveis para envio rápido. Nos últimos oito anos, a varejista adicionou quase 200 instalações à sua rede logística e passou a utilizar o algoritmo “ship from best location” para determinar a melhor estratégia de entrega, conforme informado por executivos durante conferência com investidores e analistas no ano passado.

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