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Grandes varejistas abrem mais de 5 mil vagas de trabalho no Brasil

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No segundo trimestre de 2025, o Brasil registrou uma taxa de desemprego de 5,8%, de acordo com dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Este é o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O setor de varejo está empenhado em manter essa taxa no mínimo, com grandes varejistas abrindo mais de 5 mil vagas de emprego em diversas regiões do País.

A RD Saúde, dona das redes de farmácias Raia e Drogasil, está com 3 mil vagas de trabalho abertas em todo o Brasil. Nas farmácias Raia e Drogasil, são mais de 2 mil vagas para atendentes e 500 vagas para farmacêuticos. São Paulo lidera com o maior número de oportunidades (293), seguida por Brasília (62), Campinas (59), Goiânia (58) e Rio de Janeiro (58).

Já nos CDs, a empresa oferece 120 vagas para auxiliares de reposição logística, sendo 50 em Goiânia (GO), 40 em Hidrolândia (GO) e 30 em Contagem (MG). As candidaturas devem ser feitas clicando-se neste link.

O Grupo Ri Happy abriu 1.300 vagas temporárias para reforçar seu time durante o período de alta demanda sazonal nas lojas Ri Happy e PBKids. A ação faz parte da campanha “Dê o Play na sua carreira”, voltada a pessoas que buscam uma oportunidade de ingresso, transição ou desenvolvimento no mercado de trabalho.

As vagas são para atuar na jornada de compra do cliente, com contratos temporários ao longo do segundo semestre de 2025, período em que a empresa registra aumento nas vendas. Os contratos serão estendidos até o fim do ano — ou seja, além de atender à demanda do Dia das Crianças, as contratações também contemplam o período do Natal. As candidaturas devem ser feitas clicando-se neste link.

A rede varejista Grupo Carrefour Brasil está com mais de 750 vagas abertas no estado de São Paulo, distribuídas entre as bandeiras Carrefour e Sam’s Club. Podem se candidatar pessoas com ensino fundamental ou médio, conforme os requisitos de cada vaga, e não há exigência de experiência anterior.

As oportunidades são para diversas áreas operacionais, em lojas localizadas em cidades como São Paulo, Campinas, Cotia, Indaiatuba, Jundiaí, Bauru, Barueri, Presidente Prudente, São Carlos, Ribeirão Preto, Santo André, Osasco, São José do Rio Preto, São Bernardo do Campo, Piracicaba, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Sorocaba, Taubaté, Franca, Guarulhos, Americana, Itapevi, Praia Grande e Vinhedo.

Para se inscrever nas vagas, os interessados devem acessar o site oficial ou os perfis das bandeiras no Instagram.

Imagem: Envato

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Alta do petróleo já pressiona preços antes de reajuste oficial

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Alta do petróleo já pressiona preços antes de reajuste oficial

A alta do petróleo impacto no varejo brasileiro já começa a aparecer nos postos. Mesmo sem reajuste oficial, muitos estabelecimentos aumentaram preços recentemente.

Além disso, o custo de reposição influencia diretamente a estratégia de revenda. Portanto, empresários buscam proteger margens diante da volatilidade global.

Consequentemente, consumidores percebem aumentos graduais nos combustíveis. Dessa forma, o impacto se espalha rapidamente pela cadeia econômica nacional.

Enquanto isso, distribuidoras ajustam valores com base no mercado internacional. Assim, o preço final reflete expectativas futuras, não apenas custos atuais.

No entanto, a ausência de reajuste oficial cria incerteza no mercado. Ainda assim, a alta do petróleo impacto no varejo continua sendo evidente.


Como o aumento da gasolina e diesel afeta o varejo

O varejo sente rapidamente a alta do petróleo impacto no varejo brasileiro. Primeiramente, o transporte mais caro eleva custos logísticos em diversos setores.

Além disso, supermercados e lojas ajustam preços para manter rentabilidade. Por isso, consumidores enfrentam inflação indireta em produtos essenciais.

Da mesma forma, pequenas empresas sofrem com margens reduzidas. Consequentemente, muitos negócios repassam custos para o cliente final.

Entretanto, o impacto não se limita a grandes centros urbanos. Também cidades menores registram mudanças no comportamento de compra.

Assim sendo, a alta do petróleo impacto no varejo cria efeito cascata na economia. Logo, especialistas monitoram o cenário com atenção constante.


Setores mais impactados pela alta dos combustíveis

O setor alimentício enfrenta desafios imediatos devido ao transporte rodoviário predominante. Além disso, o comércio eletrônico sofre com aumento no custo de entregas.

Ao mesmo tempo, o varejo de moda registra queda em vendas impulsivas. Portanto, consumidores priorizam despesas essenciais durante períodos de incerteza.

Adicionalmente, redes de farmácia ajustam preços gradualmente para manter competitividade. Dessa maneira, o impacto econômico se torna ainda mais abrangente.


Perspectivas para preços e comportamento do consumidor

A tendência indica manutenção de pressão nos preços enquanto o petróleo permanecer valorizado. Contudo, políticas públicas podem reduzir impactos futuros.

Além disso, estratégias de eficiência logística ajudam empresas a minimizar prejuízos. Assim, inovação torna-se essencial para sustentabilidade do varejo.

Enquanto isso, consumidores adotam hábitos de compra mais planejados. Consequentemente, o varejo precisa investir em promoções e fidelização.

Portanto, a alta do petróleo impacto no varejo brasileiro continuará relevante nos próximos meses. Dessa forma, acompanhamento constante será indispensável.


Estratégias do varejo para enfrentar o aumento dos combustíveis

Empresas adotam tecnologia para otimizar rotas de entrega. Além disso, parcerias logísticas reduzem custos operacionais significativamente.

Ao mesmo tempo, promoções estratégicas estimulam consumo mesmo em cenários adversos. Portanto, inovação comercial torna-se diferencial competitivo.

Adicionalmente, investimentos em energia alternativa podem gerar economia a longo prazo. Assim, o varejo se prepara para cenários econômicos instáveis.


FAQ — Alta do petróleo e impacto no varejo

1. Por que os postos aumentam preços sem reajuste oficial?

Postos consideram custo de reposição e expectativas de mercado. Dessa forma, antecipam ajustes para proteger margens financeiras.

2. Como a alta do petróleo impacta o varejo?

Ela aumenta custos logísticos e operacionais. Consequentemente, empresas repassam parte dos valores aos consumidores.

3. Quais setores sofrem mais com combustíveis caros?

Alimentos, e-commerce e varejo essencial enfrentam impactos mais rápidos. Além disso, pequenas empresas apresentam maior vulnerabilidade.

4. O consumidor pode reduzir impactos no orçamento?

Sim, planejamento financeiro e comparação de preços ajudam. Portanto, hábitos conscientes reduzem efeitos da inflação indireta.

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

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Ambev Brasil em 2026: Cultura, Sustentabilidade e Varejo

Ambev Brasil e o varejo nacional

A Ambev Brasil é líder no setor de bebidas e mantém forte presença em supermercados, bares e plataformas digitais. Em 2026, a empresa reforça sua estratégia de unir inovação sustentável com apoio cultural e esportivo. Essa combinação fortalece sua imagem e amplia o impacto social.

Edital Brasilidades da Ambev

A Ambev Brasil lançou o Edital Brasilidades, iniciativa que destina até R$ 67 milhões para projetos culturais e esportivos.

  • Objetivo: valorizar a identidade brasileira por meio de iniciativas locais.
  • Prazo de inscrição: até 30 de setembro de 2026.
  • Quem pode participar: pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.
  • Abrangência: projetos em todas as regiões do Brasil.

Essa ação democratiza o acesso a recursos incentivados e fortalece o vínculo da Ambev Brasil com a sociedade.

Sustentabilidade e inovação com o 100+ Labs

A Ambev Brasil também aposta em inovação sustentável com o programa 100+ Labs, que conecta startups e empreendedores.

Áreas de foco:

  • Mudanças climáticas
  • Embalagem circular
  • Agricultura sustentável
  • Gestão de água
  • Inclusão produtiva

O objetivo é desenvolver soluções que transformem o futuro do consumo e da produção, alinhando negócios com responsabilidade ambiental.

Estratégia de mercado da Ambev

A Ambev Brasil combina tradição e inovação. Suas marcas famosas, como Skol, Brahma e Guaraná Antarctica, continuam líderes de mercado. Ao mesmo tempo, a empresa investe em logística digital e e-commerce para atender consumidores cada vez mais conectados.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. O que é o Edital Brasilidades da Ambev Brasil? É uma iniciativa que financia projetos culturais e esportivos por meio de leis de incentivo.

2. Qual o valor disponível para os projetos? Até R$ 67 milhões em 2026.

3. Quem pode participar do edital? Pessoas jurídicas, incluindo MEIs, com ou sem fins lucrativos.

4. O que é o programa 100+ Labs da Ambev Brasil? Um projeto que apoia soluções inovadoras em sustentabilidade e impacto social.

Conclusão

A Ambev Brasil em 2026 reforça sua posição como gigante do varejo ao unir investimento cultural e esportivo com inovação sustentável. Essa estratégia fortalece sua marca, amplia impacto social e garante relevância em um mercado competitivo.

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O fim do SaaS como conhecemos: a ascensão das redes transacionais na nova infraestrutura digital

Por Vasco Oliveira, CEO e fundador da nstech

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O fim do SaaS como conhecemos: a ascensão das redes transacionais na nova infraestrutura digital     Por Vasco Oliveira, CEO e fundador da nstech

 

Vasco Oliveira, fundador e CEO da nstech
Vasco Oliveira, fundador e CEO da nstech | Crédito: Vivian Koblinsky/Divulgação nstech
Por quase 20 anos, o SaaS clássico dominou a criação de valor em tecnologia, com alta retenção, margens superiores a 80% e crescimento previsível. Em um ambiente de capital barato, isso gerou algumas das maiores empresas da história. Entre 2010 e 2021, índices de software e cloud nos EUA entregaram cerca de 16% a 18% ao ano, mais que o triplo do acumulado do S&P 500 em muitos casos.A partir de 2022 e 2023, duas forças mudaram o jogo de forma irreversível: juros altos, que elevaram o custo de capital e puniram modelos baseados em “grow at all costs”, e a IA generativa, que reduziu o custo marginal de produzir software a patamares próximos de zero.

O software não morreu. O valor apenas migrou, mais uma vez.

A redistribuição histórica de valor no software

Toda queda drástica no custo do software redistribui valor.

  • Nos anos 1990, quando o software corporativo era caro, o valor migrou para quem controlava dados e fluxos.
  • Nos anos 2000, com o avanço do open source e da internet, plataformas de distribuição como Google, AWS e Salesforce ganharam protagonismo.
  • Já nos anos 2010, com a cloud se tornando commodity, venceram os modelos baseados em integração profunda e efeitos de rede, como Shopify, ServiceNow e Mercado Livre.

Hoje, o padrão se repete.

Quem escreve o melhor prompt ou o código mais bonito importa menos. Quem controla o fluxo operacional real importa mais.

A nova segmentação do mercado

Nesse contexto, surge uma nova segmentação.

De um lado, estão os softwares funcionais isolados, caracterizados por ferramentas pontuais, baixa barreira de substituição e compressão acelerada de preço e margem impulsionada pela IA.

De outro, estão as redes transacionais e infraestruturas operacionais, formadas por plataformas que executam transações econômicas reais, acumulam dados contextuais proprietários e se tornam essenciais, com custos de troca extremamente elevados.

É essa segunda categoria que está capturando a maior parte do novo valor.

O que define uma rede transacional forte

  • Efeito de rede direto, no qual cada participante valoriza a rede para todos
  • Dados transacionais proprietários e acumulativos relacionados a preço, risco, performance e comportamento real
  • Centralidade operacional, deixando de ser algo “legal de ter” para se tornar “impossível operar sem”
  • Expansão natural de receita, incluindo pagamentos, crédito, seguros, precificação dinâmica e automação

Exemplos do modelo em 2026

  • No setor financeiro: Visa, Mastercard e Stripe Treasury
  • Em dados financeiros: o Bloomberg Terminal
  • No e-commerce e fulfillment: Shopify, com pagamentos, crédito e logística, e a Amazon
  • Nos workflows corporativos: o ServiceNow com agentes de IA
  • Na América Latina: o Mercado Livre, que evoluiu de marketplace para fintech e logística
  • Na logística e supply chain: a Wisetech no transporte internacional e a nstech no transporte doméstico de carga, buscando se tornar “rails” do setor

O papel da IA nesse novo cenário

A IA reforça, e muito, as redes transacionais.

Modelos de inteligência artificial estão se tornando commodity, como Grok, Claude, Gemini e Llama, cada vez mais acessíveis.

O diferencial passa a ser:

  1. O acesso a dados operacionais reais e em tempo real
  2. Um contexto transacional rico
  3. A integração nativa com workflows críticos

IA genérica gera insights genéricos. IA combinada a dados de transações reais gera decisões acionáveis e defensáveis.

Agentes de IA e infraestrutura econômica

Há um ponto estrutural que começa a ficar claro: agentes de IA não criam valor econômico real sozinhos.

Para sair da condição de “copiloto inteligente” e se tornar infraestrutura econômica, um agente precisa de três elementos:

  1. Contexto profundo, baseado em dados operacionais reais, históricos e confiáveis
  2. Capacidade de agir, por meio da integração direta com sistemas e fluxos que executam transações
  3. Feedback econômico real, expresso em resultados financeiros concretos, como pagamento, margem, risco e performance

Sem esses três elementos, o agente se torna apenas uma camada de interface inteligente, útil, mas facilmente replicável.

Implicações para valuation

  • Retenção estrutural, quase como uma utility
  • Custos de troca extremos
  • Múltiplas alavancas de monetização
  • Maior previsibilidade de fluxo de caixa de longo prazo
  • Múltiplos de mercado consistentemente mais altos

A Visa mantém margens superiores a 60% há décadas. A Shopify viu seu GMV explodir e seu take rate subir com pagamentos e serviços. O Mercado Livre evoluiu de e-commerce para um ecossistema financeiro-logístico completo.

O desafio de construção

  • Massa crítica inicial, resolvendo o problema do chicken and egg
  • Confiança e neutralidade percebida
  • Padronização de dados
  • Integração profunda por meio de APIs bidirecionais
  • Governança robusta
  • Tempo aliado a capital paciente

Quando atinge escala, esse modelo se torna quase inexpugnável, como verdadeiras ferrovias digitais.

Logística: o próximo grande terreno

A cadeia logística global é gigantesca, fragmentada e ineficiente, representando 13% do PIB global.

O próximo passo é a consolidação em redes transacionais que conectam embarcador, transportador, operador, seguradora e banco em um único ambiente e permitem que agentes autônomos operem com capacidade de decisão e execução.

Quem fizer isso primeiro em escala, especialmente em mercados emergentes, criará uma nova camada de infraestrutura essencial.


Vasco Oliveira fundou sua primeira empresa de vertical market software (VMS) com 20 anos. Aos 23 fundou a AGV Logística, um dos maiores operadores logísticos da América Latina. Ajudou a criar e foi presidente da ABOL (Associação Brasileira dos Operadores Logísticos). Atualmente é sócio da Tarpon Investimentos, da Niche Partners e fundador e CEO da nstech.

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