O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (6), CDBs com taxas prefixadas de até 14,710% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 109,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,650% em mais de 1 ano, enquanto as prefixadas pagam até IPCA+5,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PERNAMBUCANAS
Taxa: 111% do CDI
Vencimento: março/2030
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CDB DM FINANCEIRA
Taxa: 114% do CDI
Vencimento: abril/2031
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (6)
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As taxas dos juros futuros fecharam próximas da estabilidade nesta quinta-feira (2), após um dia marcado por forte volatilidade, com o mercado reagindo a sinais contraditórios sobre a guerra no Oriente Médio.
No fim da sessão, o DI para janeiro de 2028 subiu 2 pontos-base, a 13,745%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançou também 2 pontos-base, a 13,875%. Apesar do fechamento estável, os contratos chegaram a oscilar com intensidade ao longo do dia, sobretudo na ponta longa.
Pela manhã, as taxas foram impulsionadas pelo discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, que prometeu novos ataques ao Irã. A fala elevou o petróleo e os rendimentos dos Treasuries, pressionando a curva brasileira, com destaque para a ponta longa, que chegou a tocar 14,00%.
Na sequência, o noticiário sobre possíveis avanços para a reabertura do Estreito de Ormuz trouxe alívio aos mercados. A perspectiva de normalização do fluxo de petróleo reduziu temores inflacionários, levando à queda das taxas — movimento mais evidente nos vencimentos longos, que devolveram os ganhos iniciais.
Assim, a curva longa concentrou a maior volatilidade, reagindo diretamente às oscilações do petróleo e dos Treasuries, enquanto a curva curta permaneceu mais estável, refletindo a cautela dos investidores em relação à política monetária doméstica.
Com o cenário ainda incerto, o mercado segue dividido sobre a decisão do Comitê de Política Monetária, com apostas entre cortes de 25 ou 50 pontos-base da Selic, ou até manutenção. A trajetória dos juros continua condicionada principalmente à evolução da guerra e seus impactos sobre a inflação.
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