O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (24), CDBs com taxas prefixadas de até 14,900% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,850% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,400% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em 12 meses.
LCIs contam com taxas prefixadas de até 11,630% em 1 anos e as pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PICPAY
Taxa: 104,5% do CDI
Vencimento: março/2029
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CDB DM FINANCEIRA
Taxa: 114% do CDI
Vencimento: março/2031
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (24)
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As taxas dos juros futuros fecharam em queda firme nesta segunda-feira (23), acompanhando a melhora do apetite global por risco após o presidente dos EUA, Donald Trump, adiar ataques ao Irã e sinalizar avanços nas negociações, o que reduziu as tensões geopolíticas.
No fim da sessão, o DI para janeiro de 2028 recuou 33 pontos-base, a 13,795%, enquanto o DI para janeiro de 2035 caiu 18 pontos-base, para 13,865%. O movimento foi mais intenso na ponta curta da curva, refletindo maior sensibilidade à melhora das expectativas de curto prazo.
A principal força por trás da queda foi o alívio externo: o petróleo despencou mais de 10%, voltando para abaixo de US$ 100 o barril, enquanto os rendimentos dos Treasuries também recuaram. Esse ambiente reduziu os temores inflacionários globais e favoreceu a compressão dos prêmios na curva brasileira.
Assim, a curva curta liderou o movimento de baixa, acompanhando a redução das apostas de pressões inflacionárias imediatas e algum alívio nas expectativas para a política monetária. Já a ponta longa também cedeu, mas de forma mais moderada, ainda refletindo incertezas estruturais ligadas ao cenário fiscal e inflacionário.
Apesar do alívio no dia, o pano de fundo segue desafiador. As projeções de inflação seguem em alta no Brasil, segundo o boletim Focus, e a curva ainda precifica um ciclo de cortes mais cauteloso para a Selic, em contraste com as expectativas dos economistas.
Com isso, o recuo das taxas nesta sessão foi impulsionado principalmente pelo cenário externo, enquanto as dúvidas domésticas — especialmente sobre inflação e condução do Comitê de Política Monetária — continuam limitando um fechamento mais acentuado da curva, sobretudo nos prazos mais longos.
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