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Cielo aponta tendências do varejo e empreendedorismo feminino

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O Brasil registra mais de 10,4 milhões de mulheres à frente de seus próprios negócios, segundo levantamento do Sebrae com base na PNAD Contínua. Ao mesmo tempo, o varejo passa por mudanças relacionadas ao uso de inteligência artificial nas operações e na forma como consumidores descobrem, escolhem e compram produtos.

Para Marilia Prado, diretora Comercial da Cielo, o cenário abre espaço para que empreendedoras utilizem tecnologias ligadas a dados, automação e meios de pagamento. “Muitas das ferramentas que estão redefinindo o varejo, como dados inteligentes, pagamentos invisíveis e automação, são acessíveis e podem ser grandes aliadas de quem toca o próprio negócio. O sucesso em 2026 não será de quem adota mais tecnologia, mas de quem constrói relações de confiança”, afirma.

A executiva destaca mudanças que, segundo ela, estão redesenhando o setor e influenciando a forma como empresas operam e se relacionam com consumidores.

Entre essas mudanças está o avanço de assistentes baseados em inteligência artificial que pesquisam, comparam e realizam compras em nome dos consumidores. Nesse contexto, a organização das informações sobre produtos e negócios passa a ter impacto na visibilidade das empresas nesses sistemas.

Segundo Marilia Prado, a estruturação de dados também ganha relevância nas decisões de gestão. Informações sobre vendas, perfil de clientes e sazonalidade podem orientar estratégias de operação e relacionamento com o consumidor. “Sempre que vemos uma marca tentando chamar atenção à força, é um indicativo de que os dados ainda não estão trabalhando a favor do negócio”, afirma.

Outro ponto apontado pela executiva é a integração entre canais de venda. De acordo com ela, consumidores não diferenciam compras realizadas em ambientes físicos ou digitais, mas percebem inconsistências na experiência de compra. “A inovação de verdade é garantir que o que foi prometido no digital seja cumprido no físico com a mesma precisão”, diz.

O estudo também destaca mudanças relacionadas aos meios de pagamento. Para Marilia Prado, o momento do pagamento passa a concentrar elementos ligados à identificação, segurança e validação da transação. “O consumidor brasileiro já confia no Pix e na biometria. O desafio agora é integrar essa confiança ao comércio inteligente, tornando o checkout tão fluido que o cliente quase não percebe, mas sabe que está seguro”, analisa.

Imagem: Freepik

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